Cerveja

A Bebida que Faz o Coração Sentir-se Leve
Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Egyptian Brewery (by The Trustees of the British Museum, Copyright)
Fábrica de Cerveja Egípcia The Trustees of the British Museum (Copyright)

A cerveja é uma das mais antigas bebidas inebriantes consumidas pelo ser humano. Mesmo uma análise superficial da história deixa claro que, após terem sido asseguradas as necessidades essenciais de alimentação, abrigo e leis rudimentares para a comunidade, a preocupação imediata seguinte foi o desenvolvimento de substâncias inebriantes. Na antiga Mesopotâmia, este feito foi alcançado cerca de 4000 a.C.

Foram descobertas no povoado sumeriano de Godin Tepe, situado no atual Iraque, evidências da antiga fermentação de cerveja que remonta a um período entre 3500-3100 a.C., contudo, as substâncias inebriantes já se haviam tornado um aspeto integrante da vida quotidiana humana muito tempo antes. O académico Jean Bottéro escreve:

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Na antiga Mesopotâmia, entre os mais antigos “povos civilizados” do mundo, as bebidas alcoólicas eram parte das festividades, assim como um simples repasto que se aproximava a um banquete. Ainda que a cerveja, fermentada principalmente a partir da cevada, permanecesse como a “bebida nacional”, o vinho também era comum.

(pág. 84)

A cerveja mesopotâmica era uma bebida espessa, semelhante a papas, consumida através de uma palhinha e fabricada a partir de bappir (pão de cevada).

Embora o vinho fosse consumido na Mesopotâmia, nunca alcançou o nível de popularidade que a cerveja manteve por milhares de anos. Os sumérios gostavam tanto que creditavam a sua criação aos deuses e a bebida ocupa um papel proeminente em muitos dos seus mitos, entre os quais Inanna e o Deus da Sabedoria e A Epopeia de Gilgamesh. O Hino a Ninkasi dos sumerianos, escrito em 1800 a.C., mas provavelmente muito mais antigo, é tanto um louvor para a deusa sumeriana da cerveja quanto uma receita de fabricação.

As produtoras de cerveja eram mulheres, muito provavelmente sacerdotisas de Ninkasi e, numa fase inicial, a cerveja era fabricada por mulheres no ambiente doméstico como um suplemento às refeições. A cerveja era uma bebida espessa, com uma consistência semelhante a papas, consumida através de uma palhinha e produzida a partir de bappir (pão de cevada), o qual era cozido duas vezes e deixado a fermentar numa cuba. Por volta do ano 2050 a.C., o fabrico de cerveja já se havia tornado comercial, como o comprova o famoso recibo de cerveja de Alulu, da cidade de Ur, datado dessa época.

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A Origem e a Evolução da Cerveja

Pensa-se que o ofício de fabricar cerveja terá tido início nas cozinhas domésticas, quando os grãos de cereais utilizados para a confeção de pão foram deixados ao abandono e começaram a fermentar. Os académicos Jeremy Black e Anthony Green, para citar apenas uma autoridade no assunto, escrevem: "as bebidas alcoólicas resultaram provavelmente de uma descoberta acidental durante a fase inicial de caçadores-retores da pré-história humana" (Deuses, Demónios e Símbolos da Antiga Mesopotâmia: Um Dicionário Ilustrado, pág. 28). Embora esta teoria seja aceite há muito tempo, o académico Stephen Bertman propõe uma outra e discute a popularidade duradoura da bebida:

Embora o pão fosse a base da dieta mesopotâmica, o botânico Jonathan D. Sauer sugeriu que a sua confeção poderá não ter sido o incentivo original para o cultivo da cevada. Em vez disso, argumentou que o verdadeiro incentivo foi a cerveja, descoberta pela primeira vez quando grãos de cevada foram encontrados a germinar e a fermentar no local de armazenamento. Independentemente de Sauer ter ou não razão, a cerveja tornou-se rapidamente a bebida favorita dos antigos mesopotâmicos.

Como diz um provérbio sumério: "Aquele que não conhece a cerveja, não conhece o que é bom." Os Babilónios possuíam cerca de 70 variedades e a cerveja era apreciada tanto por deuses como por humanos que, como a arte demonstra, a bebiam através de longas palhinhas para evitar as cascas de cevada que tendiam a flutuar à superfície.

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(pág. 292)

Queen Puabi's Seal
Selo da Rainha Puabi Osama Shukir Muhammed Amin (Copyright)

O académico Max Nelson rejeita igualmente a alegação de que o fabrico de cerveja foi descoberto acidentalmente, escrevendo:

Os frutos fermentam frequentemente de forma natural através da ação de leveduras selvagens e as misturas alcoólicas resultantes são, muitas vezes, procuradas e apreciadas por animais. Os humanos pré-agrícolas em várias áreas, a partir do período Neolítico, terão certamente procurado, de forma semelhante, tais frutos em fermentação e provavelmente até colhido frutos silvestres na esperança de que estes produzissem um efeito físico interessante (ou seja, que fossem inebriantes) se deixados ao ar livre.

(pág. 9)

A cerveja tornou-se popular não apenas devido ao sabor e aos seus efeitos, mas também por ser mais saudável do que a água da região. O académico Paul Kriwaczek detalha como os sistemas de eliminação de resíduos das cidades da Mesopotâmia eram meticulosamente concebidos para depositar os dejetos humanos e animais fora das muralhas da cidade; no entanto, era precisamente aí que o abastecimento de água se localizava habitualmente.

Kriwaczek observa que este era "um magnífico feito de engenharia, mas um desastre potencial para a saúde pública" (pág. 83). As melhores águas encontravam-se longe das cidades, contudo, podiam aproveitar os cursos de água próximos para obter a água necessária ao fabrico da cerveja, a qual era mais segura para beber devido ao processo de fermentação, que envolvia a fervura da água. Kriwaczek continua:

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Se os cursos de água eram inseguros, os furos e poços também não providenciavam água potável, uma vez que o lençol freático salino se encontrava demasiado próximo da superfície. Por conseguinte, a cerveja, esterilizada pelo seu baixo teor alcoólico, era a bebida mais segura; tal como no mundo ocidental, até à época vitoriana, esta era servida em todas as refeições, inclusive em hospitais e orfanatos. Na antiga Suméria, a cerveja constituía também uma parte do salário pago àqueles que tinham de servir outros para subsistir.

(pág. 83)

A cerveja tornou-se a bebida de eleição por toda a região e, especialmente, a partir do momento em que se transformou num empreendimento comercial. Neste ponto, ao que parece, o negócio foi assumido pelos homens, que reconheceram o quão lucrativo poderia ser, e as mulheres — as produtoras tradicionais — continuaram a exercer a atividade sob a sua supervisão. A produção era, naturalmente, toda artesanal, mas à medida que ganhava popularidade, passou a ser fabricada em maiores quantidades, o que conduziu ao desenvolvimento de cervejarias de maior escala. A académica Gwendolyn Leick comenta:

A cerveja era produzida principalmente a partir da cevada. Do grão pilado, moldavam-se bolos que eram cozidos durante um curto período. Estes eram novamente pilados, misturados com água e levados à fermentação. Depois, a polpa era filtrada e a cerveja armazenada em grandes jarros. A cerveja mesopotâmica conservava-se apenas por pouco tempo e tinha de ser consumida fresca.

Os textos cuneiformes mencionam diferentes tipos de cerveja, tais como 'cerveja forte', 'cerveja fina' e 'cerveja escura'. Outras variedades eram produzidas a partir de trigo emmer ou sésamo, bem como de tâmaras no Período Neobabilónico e em épocas posteriores.

(pág. 33)

Mesopotamian Beer Rations Tablet
Tabuinha Mesopotâmica de Rações de Cerveja Osama Shukir Muhammed Amin (Copyright)

Acreditava-se que os deuses haviam oferecido a cerveja à humanidade e, por isso, esta era-lhes retribuída sob a forma de sacrifício nos templos por toda a Mesopotâmia. Como referido, era também utilizada para o pagamento de salários e consumida habitualmente em festivais religiosos, celebrações e cerimónias fúnebres. A cerveja estava associada a momentos de lazer, sendo vista como uma bebida que tornava o coração leve e permitia esquecer os problemas.

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Na Epopeia de Gilgamesh, por exemplo, o herói, perturbado pela morte do seu amigo, parte numa busca pela imortalidade e pelo sentido da vida. Nas suas viagens, conhece a taberneira Siduri, que lhe sugere que abandone tais aspirações elevadas e simplesmente desfrute da vida enquanto vive; em suma, ela diz-lhe para relaxar e beber uma cerveja. A cerveja era amplamente apreciada por uma variedade de razões e sob praticamente todo o tipo de circunstâncias. Black e Green escrevem:

O facto de o consumo social comercializado, não para fins religiosos ou medicinais, ser comum, pelo menos, desde o início do segundo milénio a.C., é atestado pelas leis de Hamurábi da Babilónia, que regulamentavam os estabelecimentos públicos. (Deuses, pág. 28)

O código de Hamurabi ameaça com a morte por afogamento qualquer mulher responsável por uma taberna que sirva uma 'medida curta' de cerveja ao cliente.

Embora os Sumérios tenham sido os primeiros a desenvolver o ofício do fabrico de cerveja, os Babilónios levaram o processo mais longe e regulamentaram a forma como esta era produzida, servida e até quem a poderia vender. Uma sacerdotisa que tivesse sido consagrada a uma divindade, por exemplo, tinha permissão para beber toda a cerveja que desejasse em privado, mas estava proibida de abrir uma taberna, servir cerveja ou entrar num estabelecimento para beber publicamente como uma mulher comum.

Tal como acontecia com o próprio processo de fabrico, os primeiros taberneiros eram mulheres, como o Código de Hamurabi deixa claro. Entre outros regulamentos, o mesmo código decreta a ameaça com a morte por afogamento qualquer mulher responsável por uma taberna que sirva uma 'medida curta' de cerveja ao cliente, ou seja, qualquer pessoa que não encha o recipiente do cliente de acordo com o preço pago.

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A Cerveja Viaja pelo Mundo

Através do comércio, a cerveja viajou até ao Egito, onde a população acolheu a bebida com entusiasmo. Os Egípcios apreciavam a sua cerveja tanto quanto os Mesopotâmicos e surgiram cervejarias por todo o Egito. Tal como na Mesopotâmia, as mulheres foram as primeiras produtoras, e a cerveja esteve, desde cedo, estreitamente associada à deusa Hathor, em Dendera. O académico Richard H. Wilkinson escreve:

Hathor estava associada às bebidas alcoólicas, que parecem ter sido utilizadas extensivamente nos seus festivais, e a imagem da deusa é frequentemente encontrada em recipientes fabricados para conter vinho e cerveja. Hathor era, por isso, conhecida como a senhora da embriaguez, do canto e da mirra, e é certamente provável que estas qualidades tenham aumentado a popularidade da deusa desde os tempos do Império Antigo e garantido a sua persistência ao longo de todo o resto da história do Egito.

(pág. 143)

Embora Hathor encorajasse as pessoas a expressarem livremente a sua alegria de viver através da bebida, deve notar-se que beber em excesso apenas era apropriado sob certas condições. Nem Hathor, nem qualquer outra divindade egípcia, viam com bons olhos trabalhadores embriagados ou aqueles que abusavam do álcool em detrimento alheio. O princípio universal de ma'at (harmonia e equilíbrio) permitia o consumo excessivo, mas sempre em equilíbrio com o resto das responsabilidades diárias, com a família e com a comunidade em geral.

No entanto, Hathor não era a divindade principal da cerveja; a deusa egípcia da cerveja era Tenenit (nome derivado de uma das palavras egípcias para cerveja, tenemu), e acreditava-se que a arte do fabrico lhe fora ensinada originalmente pelo próprio grande deus Osíris. Tal como Ninkasi na Suméria, Tenenit produzia a cerveja com os melhores ingredientes e supervisionava todos os aspetos da criação.

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Beer Brewing in Ancient Egypt
Fabricação de Cerveja no Antigo Egito The Trustees of the British Museum (Copyright)

O resultado final dos seus esforços era uma bebida apreciada por toda a terra, numa série de variedades diferentes. Os trabalhadores no planalto de Gizé recebiam rações de cerveja três vezes ao dia, e as prescrições para diversas enfermidades incluíam o uso de cerveja (mais de 100 receitas de medicamentos incluíam a bebida). Tal como na Mesopotâmia, acreditava-se que a cerveja era mais saudável do que a água potável e era consumida por Egípcios de todas as idades, dos mais jovens aos mais velhos.

Do Egito, a cerveja chegou até a Grécia (como evidenciado pela similaridade de outra palavra egípcia para a bebida, zytum, com o seu equivalente em grego antigo, zythos). Porém, os gregos, assim como os romanos depois deles, favoreciam o vinho forte em detrimento da cerveja e desprezavam a bebida granulosa como uma beberagem inferior de povos bárbaros.

O imperador romano Juliano chegou a compor um poema enaltecendo as virtudes do vinho como um néctar, enquanto observava que a cerveja cheirava como uma cabra. Todavia, comprova-se que os romanos fabricavam cerveja pelos achados no posto avançado de Casta Regina (Ratisbona) na Alemanha, fundado em 179 por Marco Aurélio, assim como em Trier e outros sítios.

As Perspetivas Antigas em Relação à Cerveja

À medida que o Império Romano se espalhava, o mesmo aconteceu com a cultura e gostos romanos. Dado que os romanos preferiam o vinho em detrimento da cerveja, ela foi considerada como uma desagradável "bebida dos bárbaros", se comparada com o educado e superior hábito de beber vinho. Ainda assim, parece ter sido primordialmente devido aos Celtas que o vinho adquiriu um estatuto preferencial face à cerveja, dado que estes também consideravam a cerveja uma bebida imprópria para um homem. Nelson escreve::

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A cerveja era considerada um tipo de intoxicante inferior, visto ser (pelo menos frequentemente) afetada pelo poder corruptor da levedura e ser, por natureza, uma substância 'fria' e, por conseguinte, efeminada, ao passo que o vinho era tido como não sendo afetado pela levedura e como sendo, outrossim, uma substância 'quente' e, portanto, viril.

(págs. 115-116)

Os Gauleses eram "viciados no vinho importado pelos mercadores italianos, o qual bebiam sem mistura [com água] e em quantidades imoderadas, ao ponto de caírem em estupor", e, igualmente, estavam de tal forma fascinados pelo vinho que chegariam a "trocar um escravo por um jarro de vinho italiano" (Nelson, págs. 48-49). No entanto, por muito mal que a cerveja fosse vista pelas elites dominantes, a sua atitude em nada impediu as pessoas de continuarem a produzir a bebida.

Urartian Beer Pitchers
Jarros de Cerveja Urartianos James Blake Wiener (CC BY-NC-SA)

Como Nelson deixa claro em toda a sua obra, A Bebida do Bárbaro: Uma História da Cerveja na Europa Antiga a mistura reconhecida atualmente como “cerveja” foi desenvolvida na Alemanha e as técnicas de fabricação tiveram grande influência em toda a Europa. Os alemães estavam fabricando cerveja pelo menos desde 800 a.C., e seus métodos iniciais espelhavam aqueles dos antigos sumérios no que se referia à pureza da bebida, mas com a importante adição de lúpulo.

As mulheres também foram as primeiras produtoras de cerveja na Alemanha e a bebida era fabricada com água potável, aquecida, e os melhores grãos. A tradição continuou na era cristã, quando os monges assumiram a fabricação e passaram a vender cerveja nos mosteiros.

Era considerada como um presente divino, agora do Deus cristão, e os malefícios que podiam surgir da embriaguez eram vinculados ao demônio (Nelson, pág. 87).A injunção bíblica de se abster da embriaguez (Efésios 5:18) não era considerada aplicável à bebida em si, mas sim ao excesso, que abria as portas para que poderes mais obscuros entrassem na vida de alguém, em vez de a pessoa ser preenchida pelo Espírito Santo enviado por Deus. Esta visão da cerveja é semelhante à das populações da antiga Mesopotâmia, que culpavam o indivíduo pelo consumo excessivo e pelos problemas daí decorrentes, mas nunca a bebida em si.

Por volta de 770, o campeão cristão Carlos Magno nomeava cervejeiros na França e, como os babilônios antes dele, regulava a produção, venda e o consumo. A cerveja ainda era vista como mais saudável como bebida do que a água, devido ao processo de fabricação, e continuou a ser associada a uma origem divina; sua popularidade também permanecia elevada.

O épico finlandês The Kalevala (escrito no século XVII, mas baseado em histórias mais antigas) devota mais linhas à cerveja do que à criação do mundo e exalta os seus efeitos de tal forma que poderiam ser reconhecidos para qualquer um, da antiga Suméria até os consumidores modernos.

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Conclusão

Os produtores de cerveja continuaram a desfrutar de um estatuto especial nas suas comunidades até aos séculos XIX e XX, altura em que os grupos de temperança ganharam poder político nos Estados Unidos e em zonas da Europa, conseguindo impor a proibição em maior ou menor grau. Ainda assim, a popularidade de longa data dos intoxicantes entre os seres humanos não pôde ser suprimida por legislação, e todos os decretos de todos os órgãos governativos não impediriam os cervejeiros e vinicultores de se reerguerem.

Nos dias de hoje, a cerveja é um empreendimento comercial tão lucrativo como era no mundo antigo, e a bebida mantém a sua popularidade à escala internacional. Quer o indivíduo esteja a passar por tempos bons ou maus, a cerveja continua a gozar do mesmo estatuto elevado que detinha na antiga Mesopotâmia: a bebida que faz o coração sentir-se leve.

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Perguntas & Respostas

Quando foi a cerveja fabricada pela primeira vez na Mesopotâmia?

A cerveja foi fabricada pela primeira vez na Mesopotâmia por volta de 4000 a.C.

Quem foram os primeiros fabricantes de cerveja na Mesopotâmia?

As mulheres foram as primeiras a fabricar cerveja na Mesopotâmia e continuaram a sê-lo até que os homens perceberam o quão lucrativo poderia ser fabricar e vender cerveja e assumiram a função.

A cerveja estava associada à religião na Mesopotâmia?

Sim. A cerveja era considerada a «bebida dos deuses» e a sua produção era supervisionada pela deusa Ninkasi.

Onde foi a "cerveja moderna" desenvolvida pela primeira vez?

A cerveja moderna foi criada pela primeira vez na Alemanha já em 800 a.C. A diferença entre esta cerveja e a «cerveja antiga» residia na adição de lúpulo.

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Mark, J. J. (2026, May 11). Cerveja: A Bebida que Faz o Coração Sentir-se Leve. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/PT/1-10181/cerveja/

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Mark, Joshua J.. "Cerveja: A Bebida que Faz o Coração Sentir-se Leve." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, May 11, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/PT/1-10181/cerveja/.

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Mark, Joshua J.. "Cerveja: A Bebida que Faz o Coração Sentir-se Leve." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 11 May 2026, https://www.worldhistory.org/trans/PT/1-10181/cerveja/.

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