Artilharia na Europa Medieval

Artigo

Mark Cartwright
por , traduzido por Jose Monteiro Queiroz-Neto
publicado em 28 Maio 2018
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Disponível em outras línguas: Inglês, Afrikaans

Quando se refere às armas de artilharia no medievo europeu, destacam-se a balestra montada (balista) e a catapulta de torsão com alavanca única (mangonela), ambos semelhantes às máquinas da Roma Antiga. À medida que os exércitos combatiam em campos afastados, como no Império Bizantino e contra os califados árabes, em particular, adotaram-se novas ideias vindas da China e Índia, através da Eurásia, para a Europa. O trebuchet apareceu no final do século XII, semelhante à mangonela, porém fazia uso de um contrapeso como meio de lançar mísseis a distâncias maiores e com maior precisão. Usada tanto por atacantes como por defensores durante as guerras de sítio, as baterias de artilharia produziam devastação às pessoas e às fortificações. Os canhões começaram a ser usados a partir do século XIII e embora fossem altamente perigosos para se usar e muito ineficazes devido à pouca precisão, por volta do século XV a tecnologia havia progredido dramaticamente. Os mísseis atirados pela ação da pólvora, de tamanhos variados, tornaram-se a norma, encerrando o longo domínio dos cavaleiros e arqueiros no campo de batalha medieval.

Medieval Trebuchet
Trebuchet Medieval
Quistnix (CC BY-SA)

Origens e Desenvolvimento

Máquinas de artilharia foram usadas com um bom efeito durante toda a antiguidade, atingindo o ápice da perfeição com os romanos, os quais empregavam lançadores de mísseis variados, sofisticados e eficientes. Com o desmanche do Império Romano no Ocidente e a fragmentação da Europa em minúsculos reinos, consequentemente poucos governantes necessitavam ou podiam arcar com os custos para manter unidades específicas de artilharia em seus exércitos, principalmente no período que vai do século V ao XI. Por esta razão, o know-how em artilharia na Europa foi amplamente perpetuado através de livros nos primórdios do período medieval, não se perdendo completamente.

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Como a guerra internacional se espalhou a partir da segunda metade do século XI, ocorreu um surto de construções de castelos que se iniciou com os normandos na França e Bretanha. À vista disto, houve uma mudança tática para a guerra de sítio, que veio a se tornar a forma mais comum de guerrear. Nesse momento, as armas de artilharia se fizeram mais que necessárias, especialmente à medida que o planejamento da fortificação defensiva ia ficando mais sofisticada e as pedras assumiram o padrão como material de construção comum, com as cidades e castelos muito mais resistentes à destruição. Deve-se lembrar, também, que os defensores podiam se equipar com máquinas de artilharia e, embora tivessem a desvantagem de uma restrição no espaço e na mobilidade, encontravam-se melhor protegidos do que os atacantes e podiam atirar de uma posição mais elevada.

máquinas de artilharia foram usadas para impactar muralhas e torres com o uso de pesadas pedras visando romper ou colapsar uma seção da defesa.

O enorme custo dos materiais, da construção e do transporte de grandes armamentos, significava que somente poderiam ser usados por monarcas e nobres mais ricos. De fato, os castelos reais, na maioria das vezes, monopolizavam a construção de tais armamentos. Peças de artilharia e suas munições de pedras eram tão pesadas e desajeitadas, que eram comumente transportadas por barcos sempre que possível e, quando não, por carroções. Por necessidade, então, a maior parte das máquinas de artilharia eram montadas no local utilizando-se de materiais já adquiridos e preparados em outros lugares. De modo algum a parte menos difícil do processo era encontrar munição suficiente, pois as máquinas podiam atirar centenas de grandes pedras a cada dia e tanto a forma, como o peso, precisavam ser uniformes para assegurar um fogo consistentemente preciso.

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Estratégias

A principal função das máquinas de artilharia era martelar, o maior tempo possível, muralhas e torres com volumosas pedras, rompendo ou desabando uma parte da defesa, permitindo aos soldados da infantaria atacar o exército sitiado no interior. Os dispositivos em ação utilizavam-se de um só braço oscilante, daí o nome comum de “máquinas de viga de arremesso”. As pedras constituíam a munição mais comum, mas as alternativas incluíam mísseis incendiários cobertos com piche ou contêineres feitos de madeira, terracota ou vidro, contendo um líquido inflamável como gordura animal e projetados para se romperem com o impacto, como um primitivo coquetel Molotov. A finalidade destes artifícios era lançar fogo sobre os edifícios de madeira de uma cidade ou no interior das muralhas do castelo. Os defensores poderiam tentar proteger suas estruturas do fogo cobrindo-as com material não combustível como barro, calcário, gramado ou vinagre.

Siege of Lisbon, 1147 CE
Sítio de Lisboa, 1147
Roque Gameiro (Public Domain)

As máquinas de artilharia eram dispostas contras um alvo em baterias e seus operadores trabalhavam em turnos, para que um alvo pudesse ser continuamente bombardeado. Os cruzados ingleses no sítio de Lisboa em 1147, coordenaram para atirar 5.000 pedras em um período de 10 horas, por exemplo, embora isto pareça ser excepcional. Experimentos com reconstruções modernas revelaram que máquinas do tipo viga de arremesso podiam lançar um míssil de pedra pesando até 60 kg (130 libras/peso) a uma distância oscilando entre 85 a 133 metros (100-145 jardas). Distância e ângulo de lançamento podiam ser melhorados colocando a máquina em um morro ou mesmo em uma torre, como aconteceu nos conflitos nas cidades italianas, onde as vilas medievais frequentemente possuíam torres próprias. Durante o sítio de Milão em 1158, o Sacro Imperador Romano, Frederick Barbarossa (rein. 1155-1190), montou uma máquina em um antigo arco romano, muito embora sendo um alvo aberto, acabou por ser esmagado pela trepidação do próprio fogo de artilharia dos defensores.

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Na situação típica de sítio, o alcance da artilharia não era grande e talvez explique por que máquinas de artilharia são comumente exibidas muito próximas a uma muralha defensiva nas ilustrações medievais e porque os seus operadores necessitavam de alguma forma de proteção. Já os arqueiros e balesteiros podiam atirar com grande precisão e matar os operadores da artilharia do lado contrário. Se os defensores possuíssem sua própria artilharia, então poderiam utilizá-la para atingir as máquinas dos atacantes. Paredes de madeira na frente da máquina ofereciam alguma proteção para os operadores, porém um impacto direto de uma pedra podia facilmente desativar a catapulta.

Além do dano físico, o espetáculo de uma bateria de máquinas de artilharia sendo montadas à visão plena, devia ter sido aterrorizante para os sitiados. Existiam outras estratégias além da força bruta do lançamento de pesados objetos contra o inimigo. Henry V da Inglaterra (rein.1413-1422) lançou animais mortos nos reservatórios de água de Rouen, na França, durante seu sítio em 1418, para tornar fétido o suprimento. As catapultas podiam lançar estrume e cadáveres com a intenção de propagar doenças entre o inimigo. No século XV, ocorreu até mesmo o uso de gás sulfídrico para expulsar os defensores do seu esconderijo – o Papa Alexandre VI (pont. 1492-1503) foi acusado de fazer uso de tal tática durante o sítio de Óstia em 1498.

A Balista

A balista era uma enorme balestra montada em uma armação própria, projeto bem-sucedido e usado com grande eficiência pelos antigos exércitos romanos. A arma disparava grossas flechas de madeira ou de ferro com grande precisão. Ponteiras de ferro foram achadas em Avignon, na França, e no Castelo Hasenburg, na Suíça, pesando entre 100 e 170 gramas (3,5-6 onças). O arco media algo como um a dois metros de comprimento (40-80 polegadas) e a corda era tracionada utilizando-se uma manivela. A força da máquina pode ser demonstrada pelo fato de que um míssil bem apontado podia atravessar o corpo de dois ou mais homens, como registrado durante o sítio viking de Paris em 885-6, quando uma testemunha ocular descreveu um infeliz trio de dinamarqueses, atingidos por um dardo, quando ficaram parecendo pássaros em um espeto prontos para serem assados.

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Medieval Ballista
Balista Medieval
Wolfgang Sauber (CC BY-SA)

Um hábil atirador de balista podia atingir indivíduos imprudentes sobre as muralhas, obrigando a instalação de venezianas de madeira nas paredes das fortificações para uma proteção extra. No entanto, como não tinham muita utilidade para atirar pedras, as balistas eram mais utilizadas pelos defensores, pois tinham a vantagem de serem mais compactas que uma catapulta, três caberiam facilmente no piso de uma torre e com três pisos em uma torre, uma respeitável fuzilaria de flechas poderia cair sobre o inimigo. Uma versão mais poderosa da balista foi o espringal, o qual possuía dois arcos, separados, armados pela ação de um gancho que tracionava os cordões e que podia atirar grande flechas com ponta de metal, pesando até 1,4 quilos (3 libras/peso) ou mesmo pedras. Mortalmente preciso com seus sofisticados mecanismos de disparo, eram ideais para proteção de pontos fracos, tais como os portões.

A Mangonela

Catapultas ou mangonelas, como algumas vezes são chamadas (muito embora a terminologia precisa para a artilharia medieval seja confusa e sem um acordo unânime – antes e agora – a respeito de qual máquina receberia qual nome), baseiam-se em antigos desenhos e foi amplamente usada a partir do século XI, à medida que os reinos europeus entraram em contato com o Império Bizantino, com os exércitos islâmicos ao invadirem a Espanha, e os avaros da Eurásia. Os exércitos islâmicos tiveram contato com a Índia e China, bem como os avaros. É aos chineses que se credita com a invenção da mangonela entre os séculos V e III a.C. A versão romana, conhecida como onagro, era semelhante, porém utilizava-se do intestino de animais ao invés de corda para fornecer a torsão.

As mangonelas atiravam pedras na direção das gaurnições mais frágeis das ameias de uma muralha ou aos homens que ficavam atrás delas

A chegada da versão europeia da mangonela tem sido controversa, e diferentes exércitos possuíam suas variantes particulares. A construção padrão, baseada em ilustrações medievais e descrições em manuscritos, era a de um braço único com um estilingue de couro de boi ou um balde unidos ao elemento lançador colocado em movimento pela corda torcida. A corda era puxada para baixo e o braço ficava pronto para se soltar por um ou diversos homens (ou mulheres, como relatado em um sítio). A máquina possuía várias partes de aço, bronze e ferro, mas não se sabe exatamente como ou onde eram usados. As mangonela podiam atirar uma pedra na direção do inimigo, porém, geralmente, não suficientemente pesadas capazes de destruir uma muralha. O alvo delas era, ao contrário, as mais frágeis guarnições de ameias das muralhas ou os homens que se postavam atrás delas. Existem alguns registros de pequenas versões sendo montadas em uma torre de sítio ou em navios quando atacavam fortificações portuárias.

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O Trebuchet

O trebuchet foi uma invenção genuinamente medieval e visto primeiramente na Itália no século XII e usado amplamente a partir do século XIII, quando foi relatado na Inglaterra, Alemanha e França. Provavelmente originado no Oriente Médio, a confusa terminologia empregada pelos cronistas medievais, impediu aos historiadores modernos de compreenderem sua origem exata. A primeira menção precisa de um trebuchet europeu surgiu numa crônica descrevendo o sítio de Castelnuovo Bocca d’Adda, próximo a Cremona, na Itália, em 1199.

Medieval Trebuchet
Trebuchet Medieval
Unknown Artist (Public Domain)

Um trebuchet faz uso de um contrapeso (ao invés da corda torcida como na mangonela) feito de pedra ou metal chapeado para permitir o movimento de um único braço e lançar uma pesada pedra contra o inimigo. O braço, unido a um eixo de metal e lubrificado com gordura animal, era mantido em tensão por uma manivela. Projetos precisos são difíceis de serem reconstruídos, devido à falta de remanescentes e aos desenhos imaginativos e fantásticos dos historiadores medievais, os quais tinham um conhecimento nulo de engenharia. Existem algumas descrições sobreviventes, uma delas de um trebuchet empregado por Simon de Montfort durante o sítio de Toulouse, na França, em 1218. A máquina possuía um braço longo de 12 metros (13 jardas) e um contrapeso de 2,6 toneladas (2.200 libras/peso).

Como tinha a capacidade de atirar pedras mais pesadas do que a mangonela e com uma trajetória mais elevada, praticamente as mais espessas muralhas das fortificações encontravam-se, agora, em perigo de serem reduzidas a entulho pelo trebuchet. Não é de se admirar, então, que muitos exércitos batizaram suas máquinas com nomes como “Touro” ou Malvoisin (Mau Vizinho). No século XIV, os trebuchets ficaram ainda maiores, melhores e equipados com um contrapeso de 4,5 a 13,5 toneladas (9.900 – 29.750 libras/peso), que podia atirar uma pedra pesando algo como 45 a 90 quilos (100 – 200 libras/peso). O alcance era provavelmente de 275 metros (300 jardas). O tamanho completo destes monstros e seus complexos mecanismos é indicado pelo um registro de Edward I da Inglaterra (rein. 1272 – 1307) a respeito de uma máquina no sítio de Stirling na Escócia em 1304. Segundo o relato, a máquina exigia 54 carpinteiros durante três meses para montá-la e colocá-la em funcionamento. Naturalmente, os defensores de cidades e castelos empregavam estas máquinas também em torres, as quais eram elevadas para aumentar seu alcance de tiro e mesmo arremessar de volta as mesmas pedras que o atacante havia lançado.

Medieval Trebuchet
Trebuchet Medieval
Mark Cartwright (CC BY-NC-SA)

O Canhão

A pólvora foi, provavelmente, inventada na antiga China e, presumivelmente, entrou na Europa através das rotas de comércio como a Rota da Seda, mas seu potencial como um meio de propelir um míssil em grande velocidade e distância, foi lento. Finalmente, dois canhões de metal encontravam-se em fundição em Florença em 1326 e a Torre de Londres possuía seus próprios canhões em 1338. O mais antigo desenho de uma artilharia por pólvora é um manuscrito inglês de 1326, o qual mostra um canhão em uma base de madeira pronto para atirar um míssil de metal. A primeira batalha na Europa com registro de uso de canhões foi a Batalha de Crécy em 1346, que ajudaram os ingleses a derrotar um grande exército franco-genovês.

Limitações na difusão do uso dos canhões foram o custo alto de produção e aquisição de um suficiente suprimentos de pólvora.

As antigas armas de fogo, algumas vezes conhecidas como bombardas, eram inicialmente feitas de bronze ou cobre e, posteriormente a partir de 1370, de barras de ferro fundidas em cilindros. Eles atiravam pequenas balas feitas de madeira com uma cabeça de ferro (garrotes). As primeiras versões eram mais letais para os artilheiros do que para o alvo e isto se devia à falta de conhecimento e know-how de projeto do período medieval nesta área. James II da Escócia (rein.1437-1460), por exemplo, foi morto pela explosão de um canhão em 1460, durante o sítio de Roxburgh. Outras limitações ao seu uso generalizado era o elevado custo de produção, aquisição de pólvora em quantidade suficiente, encontrar artilheiros experientes e ter capacidade de movimentar equipamentos pesados para onde se faziam necessários na batalha. Pequenos canhões podiam ser montados em carroças, porém os maiores eram muito descômodos para se movimentarem livre e facilmente, sendo necessários carroções elevados, de uso comum somente a partir do século XV. Um dos maiores canhões produzidos foi o canhão Mons Meg, feito novamente para James II da Escócia em 1449 (claramente um trágico fã da arma), o qual podia atirar balas de pedra medindo 48 cm (19 polegadas) e pesando 180 quilos (400 libras/peso) a uma distância de 250 metros (275 jardas). Este gigante de ferro pode ser visto atualmente em exibição no Castelo de Edinburgh.

The Siege of Constantinople
O Sítio de Constantinopla
Dirk D. (CC BY-SA)

Um inventário de 1461 do Castelo Caister na Inglaterra revela a presença de uma coleção de armas de fogo acessíveis, de vários calibres. Existiam quatro armas com quatro aberturas de carregamento com oito câmeras. Duas delas podiam atirar balas de pedra de 15 cm (17 polegadas) e as outras duas atiravam com balas de pedra de 12 cm (5 polegadas). Havia também um canhão serpentina (o modelo menor), que era carregado com pedras de 25 cm (10 polegadas) e outro ainda muito menor que atirava pedras de 15 cm. Existiam também três passarinheiros (nome de um tipo menor de canhão), que atirava pedras de 30 cm, seis pequenos canhões que atiravam bolinhas de chumbo e sete revólveres.

Como era de se prever, as muralhas tiveram espessura e altura aumentadas em resposta à ameaça dos canhões e os defensores puderam, evidentemente, ter seus próprios canhões, alterando-se as janelas para que se conseguir um maior arco de fogo. Estas portinholas para canhões possuíam uma abertura arredondada para o cano da arma e, acima, uma janela com uma fenda para visão, daí seu nome comum de “janela buraco de fechadura”. As torres e muralhas alguma vezes eram rebaixadas para que se obtivesse uma melhor plataforma de disparo, da qual se bombardearia os atacantes, caso o castelo possuísse canhões. No entanto, foi no ataque que os canhões exibiram sua maior eficiência à medida que a guerra se tornava mais agressiva e dinâmica. A partir do século XV os canhões tornaram-se mais precisos, o que se conseguiu construindo o cano mais liso, pela perfuração de uma barra de metal com uma broca de aço.

Os canhões mais primitivos atiravam balas de pedra que eram moldadas com esse objetivo, mas a partir do século XV passaram a atirar bolas de ferro fundido. Um dos mais dramáticos acontecimentos foi seu uso em 1453, no sítio de Constantinopla pelo Sultão Otomano Mehmed II (sult. 1444-6 – 1451-81), cujo exército tinha em campo 62 canhões. Os canhões foram também um fator decisivo na vitória francesa na Guerra dos Cem Anos (1337-1453) contra a Inglaterra. Quando no século XV baterias de pesados canhões estavam sendo usados cada vez mais, os quais atiravam bolas pesando mais de 100 quilos (220 libras/peso), os dias de uma guerra de sítio estática efetivamente teve fim, pois nenhuma fortificação podia resistir a uma barragem de fogo por muito tempo. Além do mais, quando as armas de fogo ultrapassaram a barreira da precisão e encurtaram o tempo de recarregamento, suas óbvias vantagens em penetração e a dispensa de habilidade para dispará-lo quando comparado às armas tradicionais, como o arco, significou que a arma mudou completamente a guerra, ao mesmo tempo que o período medieval estava terminando.

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Sobre o tradutor

Jose Monteiro Queiroz-Neto
Monteiro é um pediatra aposentado interessado na história do Império Romano e da Idade Média. Tem como objetivo ampliar o conhecimento dos artigos da WH para o público de língua portuguesa. Atualmente reside em Santos, Brasil.

Sobre o autor

Mark Cartwright
Mark é um historiador que vive na Itália. Seus interesses incluem cerâmica, arquitetura, mitologia e a descoberta das ideias que todas as civilizações partilham entre si. Tem Mestrado em Filosofia Política e é o Diretor de Publicação na Enciclopédia da História Mundial.

Citar este trabalho

Estilo APA

Cartwright, M. (2018, Maio 28). Artilharia na Europa Medieval [Artillery in Medieval Europe]. (J. M. Queiroz-Neto, Tradutora). World History Encyclopedia. Recuperado de https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1231/artilharia-na-europa-medieval/

Estilo Chicago

Cartwright, Mark. "Artilharia na Europa Medieval." Traduzido por Jose Monteiro Queiroz-Neto. World History Encyclopedia. Última modificação Maio 28, 2018. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1231/artilharia-na-europa-medieval/.

Estilo MLA

Cartwright, Mark. "Artilharia na Europa Medieval." Traduzido por Jose Monteiro Queiroz-Neto. World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 28 Mai 2018. Web. 07 Ago 2022.