Jorge I da Grã-Bretanha

Mark Cartwright
por , traduzido por Filipa Oliveira
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George I of Great Britain by Lafontaine (by Georg Wilhelm Lafontaine, Public Domain)
Jorge I da Grã-Bretanha por Lafontaine Georg Wilhelm Lafontaine (Public Domain)

Jorge I da Grã-Bretanha (reinou entre 1714 e 1727) sucedeu à última das monarcas da dinastia dos Estuardo, a rainha Ana da Grã-Bretanha (reinou entre 1702 e 1714), por ser o parente protestante mais próximo de Ana. A Casa de Hanôver consolidou a sua posição como nova família reinante ao derrotar várias rebeliões jacobitas que apoiavam a antiga linhagem dos Estuardo.

O rei Jorge pode ter tido dificuldades tanto com a língua inglesa como com os ingleses, preferindo frequentemente as suas ligações à Alemanha, mas o seu reinado foi relativamente estável. O seu maior legado foi como mecenas das artes, em particular o seu apoio a músicos como Handel e a instituições culturais duradouras como a Academia Real de Música. Foi sucedido pelo seu filho, Jorge II da Grã-Bretanha (reinou 1727-1760).

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Sucessão: A Casa de Hanôver

A Revolução Gloriosa de 1688 marcou o fim do reinado dos Stuarts do sexo masculino e colocou Guilherme, Príncipe de Orange, no trono como Guilherme III de Inglaterra (reinou 1689-1702), tendo a sua mulher, filha do exilado Jaime II de Inglaterra (reinou 1685-1688), assumido o título de Maria II de Inglaterra (reinou 1689-1694). A irmã de Maria tornou-se monarca em 1702 como Ana, Rainha da Grã-Bretanha. Com a morte de Ana, terminou a linhagem real dos Estuardo, que se tinha iniciado com Roberto II da Escócia (reinou 1371-1390).

A rainha Ana sobreviveu ao seu marido, o príncipe Jorge da Dinamarca (1653-1708), por seis anos; faleceu aos 49 anos, a 1 de agosto de 1714, no Palácio de Kensington, após sofrer dois acidentes vasculares cerebrais. A rainha Ana teve muitos filhos, mas todos morreram na infância. A maior esperança de um herdeiro tinha sido Guilherme, duque de Gloucester (* 1689), mas este faleceu em 1700, aos 12 anos. Os herdeiros oficiais de Ana, a família de Hanôver, foram designados como tal na Lei de Sucessão de 1701.

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Jorge era Eleitor de Hanôver, um pequeno principado na Alemanha.

Os Hanôveres estavam ligados à linhagem real britânica como descendentes de Isabel Stuart († 1662), filha de Jaime I de Inglaterra (reinou entre 1603 e 1625) e breve rainha da Boémia por intermédio do seu marido, Frederico V do Palatinado. A sucessora escolhida — embora Ana nem sequer lhe tivesse permitido visitar a Inglaterra — foi Sofia (1630-1714), filha de Isabel Estuardo, esposa do duque de Brunswick e eleitor de Hanôver (um pequeno principado na Alemanha com a dimensão de Yorkshire). Sofia de Hanôver era a parente mais próxima da rainha Ana de fé protestante, uma consideração vital, dado que o Parlamento já tinha aprovado uma lei que proibia um católico de ascender ao trono. Por esta razão, mais de 50 outros pretendentes ao trono tinham sido considerados inadequados. Quando Sofia faleceu em 1714, o seu filho, Jorge Luís, assumiu o papel de herdeiro aparente do trono britânico.

A Real Casa de Hanôver na Árvore Genealógica Britânica
A Casa Real de Hanôver na Árvore Genealógica Real Britânica Simeon Netchev (CC BY-NC-ND)

A Infância e A Família

Georg Ludwig (que mais tarde anglicizou o seu primeiro nome) nasceu a 28 de maio de 1660 em Osnabrück, na Baixa Saxónia, Alemanha, filho de Ernesto Augusto, Duque de Brunsvique e Eleitor de Hanôver, e de Sofia Stuart, filha de Frederico, Eleitor Palatino. Jorge herdou o título do seu falecido pai a 23 de janeiro de 1698. Jorge era luterano e ganhou experiência militar e diplomática a defender os interesses de Hanôver. O seu caráter é descrito por um historiador como "sólido e pouco comunicativo, prejudicado por um domínio modesto do inglês e preso aos seus hábitos" (Cannon, 315). C. Philips é igualmente negativo: "Ele era baixo, com excesso de peso, de temperamento difícil e desprovido tanto de modos como de charme" (pág. 176).

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A ex-mulher de Jorge, Sofia, foi banida para o resto da vida para a Casa de Ahlden, em Celle.

A 22 de novembro de 1682, conforme combinado pelo seu pai, Jorge casou-se com a sua prima Sofia Doroteia de Celle (1666-1726), filha de Georg Wilhelm, duque de Lüneburg-Celle, na Alemanha. O casal teve dois filhos: Georg Augusto (n. 1683) e Sofia Doroteia. A filha do casal viria a tornar-se rainha da Prússia por casamento. Nunca tendo sido um casamento por amor verdadeiro, Jorge, o mais velho, e Sofia divorciaram-se em dezembro de 1694, após se ter descoberto que esta última mantinha um caso com o nobre sueco, o conde Filipe von Königsmarck. O conde desapareceu misteriosamente e Sofia foi banida para o resto da vida para a Casa de Ahlden, em Celle, onde já não lhe era permitido qualquer contacto com os seus filhos. Jorge teve uma amante notável, Melusine von der Schulenburg (1667-1743), a quem nomeou duquesa de Kendal em 1719. É possível que o casal se tenha casado em segredo, mas, em qualquer caso, Melusine era tratada como a esposa do rei na corte. O casal teve três filhas ilegítimas. Outra das amantes regulares do rei era Charlotte Sophia Kellmanns, sobre quem circulavam rumores maliciosos de que seria meia-irmã de George.

A 1 de agosto de 1714, tendo visitado a Inglaterra apenas uma vez (por volta de 1680), Jorge tornou-se o rei Jorge I da Grã-Bretanha e da Irlanda. Aos 54 anos, era o monarca mais velho de sempre a ascender ao trono. Não houve qualquer oposição imediata e organizada a esta mudança de dinastia. A coroação de Jorge realizou-se na Abadia de Westminster a 20 de outubro de 1714, mas no ano seguinte surgiria um desafio ao seu trono.

James Francis Edward Stuart
Jaime Francisco Eduardo Stuart Antonio David (Public Domain)

As Rebeliões Jacobitas

Apesar da escolha oficial ou da proibição de um católico no trono, houve um sério desafio à sucessão de Jorge em 1715. Os jacobitas eram aqueles que apoiavam a reivindicação ao trono britânico por parte do filho exilado de Jaime II, Jaime Francisco Eduardo Stuart (1688-1766), também conhecido como o Velho Pretendente (da palavra francesa «pretendant», que significa «reivindicante»). O homem que pretendia ser rei recusou-se a renunciar ao seu catolicismo para se tornar mais apelativo aos olhos dos seus potenciais súbditos; de qualquer forma, não era o líder mais inspirador, e a França, cansada da guerra, estava, por uma vez, desinteressada em envolver-se nos assuntos britânicos. Em consequência destas fraquezas, a revolta jacobita revelou-se um fiasco e foi devidamente esmagada na Escócia, na Batalha de Preston, a 14 de novembro de 1715, antes mesmo de o Velho Pretendente chegar à Escócia. O Velho Pretendente passou seis semanas desoladoras a suportar o inverno escocês e, em seguida, retirou-se de volta para a Europa Continental. Mais duas conspirações jacobitas, uma em 1719 com apoio espanhol e outra em 1722 com a improvável ambição de tomar Londres, também acabaram em nada, devido ao mau tempo no primeiro caso e à traição no segundo.

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A Política partidária

Havia dois grupos principais no Parlamento: os Whigs e os Tories. Os Whigs eram uma mistura de proprietários de terras abastados, empresários e especuladores financeiros. Eram defensores ferrenhos dos poderes parlamentares e, por isso, desejavam apenas uma monarquia muito limitada. Os Tories eram mais reacionários e compostos, em grande parte, pela nobreza rural que acreditava nas duas grandes tradições da monarquia e da Igreja. Ambos os partidos estavam longe de estar satisfeitos por terem um monarca estrangeiro e, por isso, foram impostas certas limitações adicionais a Jorge I, tal como aqui resumido por J. Miller: «Foi-lhe proibido deixar os três reinos sem a autorização do Parlamento, ou embarcar em guerras no interesse de um Estado estrangeiro (Hanôver), ou nomear qualquer estrangeiro para um cargo» (pág. 339).

O rei fazia, portanto, parte de uma monarquia constitucional em que o Parlamento detinha poderes importantes, particularmente no domínio da tributação. Apenas o Parlamento podia declarar guerra, e nenhum monarca podia dissolvê-lo, como tantas vezes tinha acontecido sob os reis Estuardo. Embora o inglês de Jorge fosse fraco, ele dominava várias outras línguas e, por isso, conduzia frequentemente os assuntos do governo no seu novo reino utilizando o francês e o latim. O rei selecionava os seus conselheiros de ambos os partidos, embora alguns Tories fossem suspeitos de serem simpatizantes jacobitas e vários o fossem abertamente, entre os quais se destacava o Conde de Mar. Os jornais Whig faziam questão de descrever sempre os seus oponentes como «jacobitas» em vez de «Tories». Este preconceito significava que, a longo prazo, os homens que ambicionavam o poder optavam por pertencer ao partido Whig e por se dissociarem dos Tories, que estavam desacreditados. Os Whigs venceram as eleições gerais de 1715 e mantiveram-se no poder durante os 100 anos seguintes.

George I of Great Britain by Kneller
Jorge I da Grã-Bretanha, por Kneller Godfrey Kneller (Public Domain)

A Política Externa

Entre 1713 e 1715, o Tratado de Utrecht pôs fim à Guerra da Sucessão Espanhola e resultou num alargamento das colónias britânicas na América do Norte (Terra Nova e Nova Escócia) e num lucrativo contrato de monopólio para o transporte de escravos de África para as colónias do Império Espanhol. O rei Jorge não ficou satisfeito com o tratado, pois esperava que a guerra contra a França continuasse e, assim, aumentasse os domínios de Hanôver. O rei nunca perdoou ao governo tory por ter assinado o tratado. De 1718 a 1719, a Grã-Bretanha esteve em guerra com a Espanha devido à expansão desta última no Mediterrâneo. Uma frota espanhola foi destruída, mas outro conflito eclodiu entre as duas potências rivais em 1726, quando a Espanha tentou, sem sucesso, reconquistar Gibraltar. Em 1729, foi assinado um tratado de paz que confirmou Gibraltar como possessão britânica e permitiu o comércio britânico com as colónias da América Espanhola.

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O rei Jorge estava empenhado em utilizar o seu novo reino para promover a prosperidade de Hanôver. Um dos métodos consistia em recorrer à poderosa Marinha Real para adquirir Bremen e Verden, ambas alvo de grande interesse por parte da Suécia. A sua aquisição proporcionaria a Hanôver, sem saída para o mar, um acesso crucial ao Mar do Norte. A estratégia — pouco mais do que uma ameaça de intervenção naval — revelou-se bem-sucedida, e os dois territórios foram adquiridos por Hanôver num tratado de paz em 1719. Uma aventura no estrangeiro muito menos bem-sucedida foram as perdas de investimento do rei na «Bolha do Mar do Sul», em 1720-21, quando uma sociedade por ações que negociava com base nos lucros futuros hipotéticos do comércio de escravos entre África e as Américas faliu de forma espetacular.

O Desentendimento com o Herdeiro

Jorge entrou em conflito com o seu filho e herdeiro em 1717, num episódio que ficou famoso. A explosão ocorreu por ocasião do batizado do neto do rei, devido a um mal-entendido envolvendo o Duque de Newcastle, que, escolhido para ser padrinho, pensou que o Príncipe Jorge o estava a desafiar para um duelo. Este infeliz incidente pode ter sido o ato final de um ressentimento longo e latente entre os dois, que se arrastava desde que o Rei Jorge se tinha divorciado e tratado de forma tão dura a ex-rainha. Após a discussão, que teve grande repercussão pública, o rei baniu o seu herdeiro do Palácio de St. James e chegou mesmo a assumir a custódia dos seus netos, permitindo apenas uma visita semanal aos pais. O príncipe George criou então uma corte rival, centrada em Leicester House. A corte do príncipe atraiu conspiradores, conservadores desacreditados e o político whig em desgraça Robert Walpole, entre outros. As relações reais foram de certa forma restabelecidas em abril de 1720, mas o vínculo entre o rei e o herdeiro nunca mais voltou a ser o mesmo.

As Artes e a Arquitetura

O rei George, à medida que a sua saúde se deteriorava, adotou uma abordagem mais distante ao seu governo a partir de 1721, preferindo deixar os assuntos do governo a cargo do seu primeiro-ministro altamente competente, Walpole (de volta às boas graças graças à forma como lidou com as consequências do fiasco da Bolha do Mar do Sul). Jorge, por sua vez, dedicou-se a outros interesses, como a jardinagem paisagística (por exemplo, nos Jardins de Kensington), a caça e a ciência (apoiou as primeiras vacinações contra a varíola e tornou-se patrono da Royal Society em 1727).

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Handel & George I
Handel e Jorge I Edouard Jean Conrad Hamman (Public Domain)

Outro grande interesse era a música. O rei encorajou o compositor George Frideric Handel (1685-1759), encomendando-lhe, em 1717, a célebre suíte de movimentos orquestrais que mais tarde ficou conhecida coletivamente como «Water Music» de Handel. Esta música foi tocada por uma orquestra de 50 músicos enquanto a comitiva real navegava pelo rio Tamisa a caminho de um piquenique e, posteriormente, de regresso a Whitehall. O rei contratou Handel para ensinar música às suas netas. O apoio de Jorge I à música manifestou-se também na sua generosa doação para fundar a Academia Real de Música de Handel.

A arquitetura foi promovida e desenvolvida durante o reinado de Jorge I. Surgiram tantos edifícios notáveis que o novo estilo ficou conhecido como «georgiano». Este estilo, em que se enfatizam a simetria e a proporção, perdurou ao longo dos reinados dos três sucessores de Jorge I. Este estilo bastante austero constituiu uma espécie de reação contra o estilo barroco altamente decorativo observado na Europa continental, tendo-se eventualmente transformado no estilo neoclássico, no qual elementos das ordens dórica e jónica da arquitetura da Grécia e Roma antigas foram utilizados com uma nova abordagem mais sóbria para criar edifícios uniformes, praças e avenidas inteiras de casas geminadas. A residência real em Hanover Square, em Londres, é um dos primeiros exemplos deste estilo. Foram construídas 50 novas igrejas, incluindo a de Santa Ana, em Limehouse, em Londres.

O estilo georgiano (ou, talvez mais precisamente, os estilos georgianos) na arquitetura estendeu-se às artes visuais, nomeadamente na cerâmica de linhas simples (por exemplo, Wedgwood), no mobiliário curvilíneo (por exemplo, Chippendale) e no design de interiores rico (especialmente papel de parede decorativo). Por fim, a literatura floresceu durante o reinado de Jorge. Entre as obras famosas publicadas neste período contam-se «Robinson Crusoé» (1719) e «Moll Flanders» (1722), de Daniel Defoe, bem como «As Viagens de Gulliver» (1726), de Jonathan Swift.

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St. Anne’s Church, Limehouse
Igreja de Santa Ana, em Limehouse The wub (CC BY-SA)

O rei manteve-se leal a Hanôver e visitou o país seis vezes durante o seu reinado, mas estas estadias prolongadas não o tornaram popular junto da aristocracia inglesa, que, na sua maioria, continuou a considerá-lo um forasteiro bastante enfadonho, com pouca paixão por governar a Grã-Bretanha. O «Jorge alemão» teve certamente dificuldades em conquistar os seus súbditos, mas pelo menos conduziu a Casa de Hanôver a um início estável e seguro do seu longo reinado britânico.

A Morte e o Sucessor

O rei sofreu de problemas de saúde nos seus últimos anos, uma vez que a obesidade e a gota se conjugaram para lhe provocar desmaios regulares. O rei Jorge faleceu aos 67 anos, vítima de um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral, a 11 de junho de 1727, em Osnabrück. Foi sepultado na Igreja de Leineschloss, em Hanôver, antes de ser transferido para o Palácio de Herrenhausen, a residência de verão dos Eleitores de Hanôver. O único filho de Jorge tornou-se seu sucessor como Jorge II. O segundo Jorge era tão monótono quanto o seu antecessor, embora um pouco mais popular. Teve também de enfrentar uma rebelião jacobita, desta vez em 1745, quando os rebeldes se reuniram em torno do filho do Velho Pretendente, Carlos Eduardo Stuart, também conhecido como Príncipe Carlos, o Belo (1720-88). Esta rebelião ganhou um impulso significativo graças ao carisma de Carlos, mas foi, tal como todas as anteriores, por fim esmagada. A causa dos Stuart chegou ao fim na Batalha de Culloden, em 1746. A nível mais alargado, houve várias desilusões em guerras no estrangeiro, na América e na Europa, mas mais tarde surgiram sucessos no Canadá e na Índia.

A dinastia de Hanôver resistiu aos seus primeiros monarcas pouco apreciados, que tiveram dificuldade em serem levados totalmente a sério pela sua nação de adoção. Os hanôverianos conseguiram perdurar enquanto a Grã-Bretanha construía o seu império graças aos seus políticos e exércitos, e não aos seus soberanos. A ligação direta da Grã-Bretanha com Hanôver terminou quando a rainha Vitória subiu ao trono em 1837, uma vez que não era permitido que uma mulher governasse o reino alemão.

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Perguntas & Respostas

Por que razão era conhecido o rei Jorge I?

O rei Jorge I era conhecido por ter sido o primeiro monarca britânico da Casa de Hanôver.

Que relação havia entre a rainha Ana e Jorge I?

A rainha Ana era parente de Jorge I, uma vez que ambos tinham o mesmo antepassado: Jaime I de Inglaterra.

Como é que Jorge I se tornou rei?

Jorge I tornou-se rei da Grã-Bretanha porque a rainha Ana faleceu sem deixar descendentes, e ele foi escolhido por ser o seu parente mais próximo e por ser protestante.

Qual foi o rei inglês que só falava alemão?

Costuma-se dizer que Jorge I era o rei que não sabia falar inglês, mas ele sabia um pouco e, de qualquer forma, comunicava-se com os seus ministros em francês.

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Cartwright, M. (2026, julho 17). Jorge I da Grã-Bretanha. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-21441/jorge-i-da-gra-bretanha/

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Cartwright, Mark. "Jorge I da Grã-Bretanha." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, julho 17, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-21441/jorge-i-da-gra-bretanha/.

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Cartwright, Mark. "Jorge I da Grã-Bretanha." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 17 jul 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-21441/jorge-i-da-gra-bretanha/.

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