Incursões sobre Schweinfurt-Regensburg

Bombardeamento dos EUA às Fábricas de Rolamentos da Alemanha

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Mark Cartwright
por , traduzido por Filipa Oliveira
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As incursões sobre Schweinfurt-Regensburg, na Alemanha, foram uma série de ataques levados a cabo por bombardeiros B-17 Flying Fortress e B-24 Liberator da Força Aérea dos Estados Unidos, em agosto e outubro de 1943, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45). Schweinfurt possuía várias fábricas de rolamentos e Regensburg tinha fábricas de aviões Messerschmitt, tornando ambos os alvos cruciais para o esforço de guerra da Alemanha.

A Ofensiva de Bombardeamento Combinada

O comandante-em-chefe do Comando de Bombardeiros britânico, Arthur Harris (1892-1984), considerava que alvos pequenos, como fábricas, eram demasiado difíceis de atingir dada a tecnologia da época; acreditava também que, mesmo que tal fosse possível, seria necessário tentar fazê-lo à luz do dia. A Força Aérea Real britânica (RAF - Royal Air Force) já tinha descoberto que as incursões diurnas conferiam uma vantagem excessiva às baterias antiaéreas inimigas e aos aviões de caça, como o Messerschmitt Bf 109. Os alvos industriais na Alemanha estavam, na altura, para além das capacidades de escolta dos caças aliados, pelo que os bombardeiros tinham de voar a maior parte da sua missão sem proteção. O Alto Comando da Força Aérea do Exército dos Estados Unidos (USAAF - United States Army Air Forces) não se deixou demover pelas opiniões de Harris e prometeu tentar uma missão de bombardeamento de precisão diurno.

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B-17 Bombers over Schweinfurt
Bombardeiros B-17 sobre Schweinfurt U.S. Army Air Force (Public Domain)

A estratégia de bombardeamento noturno da RAF e de bombardeamento diurno da USAAF na Europa era conhecida como a Ofensiva de Bombardeamento Combinada (CBO - Combined Bomber Offensive). Decidida ao mais alto nível pelos líderes Aliados na conferência de Casablanca (Código Symbol) em janeiro de 1943, o objetivo oficial da CBO era:

A destruição progressiva e a desarticulação do sistema militar, industrial e económico da Alemanha, e o enfraquecimento da moral do povo alemão até um ponto em que a sua capacidade de resistência armada fosse fatalmente debilitada.

(citado em Dear, pág. 196)

O objetivo de Casablanca foi alterado pela Diretiva Pointblank de junho de 1943. Esta enfatizava a importância de destruir a produção alemã de aviões de caça, como preparação para os desembarques do Dia D na Normandia (Operação Overlord), planeados para o verão seguinte. Antes de os Aliados poderem contemplar uma invasão terrestre da Europa Continental, tinham de alcançar a superioridade aérea.

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A conferência do Quebeque (Código Quadrant), de agosto de 1943, reafirmou os objetivos de Casablanca e da Pointblank, mas removeu o objetivo relativo à moral civil. Esta última alteração deveu-se, talvez, às 46 000 mortes de civis que resultaram da primeira grande operação da CBO: o bombardeamento de Hamburgo (Operação Gomorra), de 24 de julho a 2 de agosto de 1943. A USAAF estava agora empenhada em atingir um alvo específico da indústria de guerra.

Allied Strategic Bombing of Germany, 1940 - 1945
Bombadeios Estratégicos Aliados na Alemanha, 1940-1945 Simeon Netchev (CC BY-NC-ND)

Os Alvos

Dois alvos que se ajustavam precisamente aos objetivos recém-definidos da CBO pelos Chefes de Estado-Maior Combinados eram Schweinfurt e Regensburg, na Baviera, Alemanha. Schweinfurt possuía cinco fábricas produtoras de rolamentos, que eram cruciais para todo o tipo de armamento, desde submarinos a lagartas de tanques. Os rolamentos eram especialmente importantes para os aviões de caça da Luftwaffe (Força Aérea) alemã. Regensburg tinha importantes fábricas de aviões Messerschmitt. Decidiu-se bombardear ambos os alvos em meados de agosto de 1943. As fábricas estavam protegidas por artilharia antiaérea e podiam ser cobertas, quando necessário, por vários esquadrões de caças da Luftwaffe.

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No total, 376 B-17 descolaram para atacar Schweinfurt e Regensburg.

O Ministro do Armamento alemão, Albert Speer (1905-1981), afirmou que: "Logo a 20 de setembro de 1942, tinha avisado Hitler de que a produção de tanques de Friedrichshafen e as instalações de rolamentos em Schweinfurt eram cruciais para todo o nosso esforço. Hitler ordenou, então, o reforço da proteção antiaérea para estas duas cidades" (pág. 383).

Os Bombardeiros

O B-17 Flying Fortress era o melhor bombardeiro de que os Estados Unidos dispunham no teatro de operações europeu da Segunda Guerra Mundial. Estes aparelhos eram operados pela Oitava Força Aérea dos Estados Unidos (USAAF), que estava baseada na Grã-Bretanha. Com quatro motores, o B-17 era capaz de transportar uma carga de bombas de 2 722 kg (6 000 libras) num raio de alcance de até 3 220 km (2 000 milhas). A aeronave tinha uma tripulação de dez homens e estava eriçada com 13 metralhadoras de calibre .50 (12,7 mm), capazes de disparar a uma cadência de 800 tiros por minuto. Foi esta quantidade invulgarmente elevada de armamento defensivo que levou os comandantes da USAAF a acreditar que poderiam utilizar os bombardeiros à luz do dia e evitar as perdas que a RAF sofrera. O outro bombardeiro principal da USAAF era o B-24 Liberator, menos armado, mas já testado e comprovado.

B-17 Bomber in Flight
Bombardeiro B-17 em Voo Airwolfhound (CC BY-SA)

O Ataque de Agosto

Schweinfurt e Regensburg foram atacadas pela primeira vez a 17 de agosto de 1943. O plano consistia em realizar o ataque em duas vagas de bombardeiros com intervalos curtos, uma para cada alvo, de modo a que os caças inimigos pudessem não ter tempo para reabastecer e rearmar quando a segunda vaga atingisse o seu objetivo. O intervalo entre as duas vagas deveria ser de cerca de 15 minutos. Contudo, o mau tempo na Grã-Bretanha fez com que a descolagem da segunda vaga se atrasasse. Ocorreram ainda outros atrasos inesperados, uma vez que os pilotos dos bombardeiros necessitaram de mais tempo para se reunirem em formação devido à visibilidade reduzida causada pelas más condições meteorológicas.

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No total, 376 B-17 descolaram para atacar Schweinfurt e Regensburg. Os bombardeiros tinham uma escolta de caças P-47 Thunderbolt e P-38 Lightning, mas estes apenas tinham autonomia suficiente para chegar até à Bélgica antes de terem de inverter a marcha. Quando os caças americanos se retiraram, os bombardeiros foram intercetados em poucos minutos por sucessivas vagas de caças inimigos. Houve também fogo intenso de artilharia antiaérea (flak) vindo de quase todas as cidades sobre as quais as aeronaves voavam. As estações de radar e os aeródromos alemães estavam agora totalmente alerta para o facto de estar em curso uma grande operação de bombardeamento.

Percebeu-se que os alvos não tinham sofrido, nem de perto, os danos que se esperavam.

O atraso na descolagem do segundo grupo de bombardeiros da Grã-Bretanha fez com que este voasse diretamente ao encontro dos caças inimigos que, na verdade, aguardavam para se lançarem sobre os primeiros bombardeiros no seu regresso a casa (embora estivesse planeado que o primeiro grupo de bombardeiros seguisse para o Norte de África precisamente por essa razão). Os caças alemães não eram seletivos quanto aos bombardeiros que atacavam. Cada uma das duas forças de bombardeamento perdeu pelo menos 10% do seu efetivo antes mesmo de chegar ao alvo. O grupo de Regensburg largou todas as suas bombas na zona do alvo. O grupo de Schweinfurt foi muito menos preciso, e algumas cargas caíram a 3,2 km (2 milhas) das fábricas de rolamentos. Alguns dos bombardeiros foram enganados pelos alemães, que utilizaram potes de fumo para os fazer crer que o alvo já tinha sido suficientemente atingido, o que os levou a largar as suas cargas na cidade vizinha.

Para as tripulações dos bombardeiros, as viagens de regresso foram tão lancinantes como as de ida. Mesmo os bombardeiros que se dirigiam para o Norte de África, embora largamente ignorados pelos caças, sofreram mais perdas à medida que os danos causados anteriormente pela artilharia antiaérea começaram a causar estragos nos motores e nas asas. Na primeira vaga de 146 B-17, que partira para bombardear Regensburg, perderam-se 24 aparelhos. Na segunda vaga de 230 B-17, enviada para bombardear Schweinfurt, perderam-se mais 36 bombardeiros. Outros 11 bombardeiros que conseguiram regressar à Grã-Bretanha estavam tão seriamente danificados que tiveram de ser abatidos, e 162 aviões sofreram danos ligeiros (Neillands, pág. 254).

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B17 Flying Fortresses over Europe
B-17s sobre a Europa US Air Force (Public Domain)

Esta taxa de perda de homens e máquinas era demasiado elevada para ser sustentada, mas percebeu-se que os alvos de Schweinfurt não tinham sofrido, nem de perto, os danos esperados. Speer registou que a produção caiu temporariamente 38%. Felizmente para os Aliados, os alemães não transferiram as fábricas de rolamentos para zonas mais inacessíveis da Alemanha, uma vez que tal teria paralisado a produção durante muitos meses. A Oitava Força Aérea teve, assim, uma segunda oportunidade em Schweinfurt.

O Segundo Ataque a Schweinfurt

A 14 de outubro de 1943, as fábricas de rolamentos foram novamente atacadas. Desta vez, foram mobilizados 292 bombardeiros, uma mistura de B-17 e B-24 Liberators. Mais uma vez, os bombardeiros contaram com uma escolta limitada de caças P-47 Thunderbolts e P-38 Lightnings. Após ter sobrevivido ao ataque dos aviões de caça inimigos e de ter enfrentado o fogo intenso da artilharia antiaérea das cidades sobre as quais voou, o piloto Grady Davidson Jr. descreve a fase de bombardeamento que efetuou no seu B-17:

Quando iniciámos a fase de bombardeamento, éramos alvos fáceis para a artilharia antiaérea (flak); tínhamos de manter um curso firme e reto, e conservar a mesma altitude para conseguirmos alinhar os visores das bombas. Nunca vi tal fogo antiaéreo – as explosões negras dos projéteis formavam uma nuvem negra sólida e os disparos eram tão numerosos que parecia impossível pilotar um avião através deles.

(Neillands, pág. 275)

Os bombardeiros foram depois atacados por caças durante o percurso de saída. Registaram-se, novamente, pesadas perdas: 77 bombardeiros no total. Speer relata os danos desta segunda incursão:

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…todas as comunicações foram cortadas; não conseguia contactar nenhuma das fábricas. Finalmente, recorrendo à polícia, consegui falar com o mestre de uma fábrica de rolamentos. Os banhos de óleo para os rolamentos tinham causado incêndios graves nas oficinas de maquinaria; os danos eram muito piores do que após o primeiro ataque. Desta vez, tínhamos perdido 67% da nossa produção de rolamentos.

(pág. 391)

B-17 over Schweinfurt
B-17 sobreSchweinfurt United States Air Force (Public Domain)

A Alemanha ainda conseguia adquirir rolamentos através das reservas do seu exército, de outras fábricas alemãs (que não foram visadas) e de fornecedores na Suécia e na Suíça, mas Speer nota que o esforço para obter estes mantimentos alcançou "apenas um ligeiro sucesso" (Idem). Consequentemente, foram feitas adaptações e, onde era possível, passaram a utilizar-se chumaceiras de deslizamento no maquinário em vez de rolamentos de esferas.

O Rescaldo

As incursões foram consideradas um sucesso parcial pela USAAF, uma vez que a produção inimiga foi seriamente afetada, como notado por Speer, mas as perdas foram simplesmente demasiado elevadas — quase o dobro dos 10% aceitáveis. Perderam-se 482 aviadores, dos quais mais de 100 morreram apenas na incursão de agosto. Estes números levaram a uma reavaliação por parte da USAAF, tendo sido adotada uma formação de bombardeiros B-17 maior e mais cerrada para missões futuras. No entanto, perdas semelhantes noutras incursões ditaram a suspensão de ataques a larga escala até à chegada do P-51 Mustang que, sendo capaz de voar com um alcance muito superior ao de outros caças, conseguiu escoltar os bombardeiros na ida e no regresso dos seus alvos na Alemanha.

As fábricas de Schweinfurt foram reparadas e foram implementados turnos duplos para compensar o atraso na produção. Contudo, como refere Speer, a Alemanha esteve por um fio:

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Quando atingiram Schweinfurt pela primeira vez, foi para mim como um pesadelo a tornar-se realidade, porque pensava frequentemente que bombardear um dos nossos estrangulamentos da indústria de armamento seria muito mais eficaz do que o bombardeamento de cidades. E um dos alvos que sempre considerei foi o bombardeamento da indústria de rolamentos; e, de facto, com dois ataques à indústria de Schweinfurt, causaram muito mais danos do que alguma vez tinham causado com todos os bombardeamentos anteriores. Pensámos inicialmente que estávamos no fim dos nossos esforços para a indústria de armamento. Mas eu tinha um representante muito bom, Tessler, e ele utilizou todos os meios — não apenas a reparação, mas também a substituição de rolamentos por outros dispositivos que, não sendo tão bons, podiam cumprir a função; descobrimos também que havia reservas no Exército que podiam ser utilizadas, pelo que conseguimos colmatar a falta de rolamentos durante vários meses até repararmos os danos. Estávamos, naturalmente, assustados com a possibilidade de haver novos ataques a Schweinfurt e, na verdade, houve outros, mas demasiado tarde. Se tivessem repetido essas incursões pouco tempo depois e não nos tivessem dado tempo para reconstruir, o resultado teria sido desastroso.

(Holmes, pág. 431).

Albert Speer, 1943
Albert Speer, 1943 Bundesarchiv, Bild 183-J14204 (CC BY-SA)

Como Speer salientou, as incursões sobre Schweinfurt e Regensburg repetiram-se a 24 e 25 de fevereiro de 1944, envolvendo desta vez também a RAF. A USAAF enviou 266 B-17 durante o dia e a RAF participou com 734 bombardeiros à noite. Mais uma vez, os danos foram graves, tendo Speer notado que a produção de rolamentos caiu para apenas 29% do volume anterior aos ataques. Speer ficou surpreendido, mas satisfeito, por os Aliados não terem dado seguimento com mais uma ou duas incursões, o que teria aniquilado por completo esta indústria vital. Parte da razão pela qual os comandantes Aliados recuaram prendeu-se com a convicção — incorreta, como se veio a verificar — de que, por essa altura, a Alemanha já teria estabelecido muitas outras fábricas alternativas de rolamentos noutros locais.

As incursões da CBO de fevereiro fizeram parte da "Big Week" (Código Argument), uma campanha de bombardeamento de seis dias contra múltiplos alvos na Alemanha, que ajudou a alcançar o objetivo final de estabelecer a superioridade aérea Aliada sobre a Europa. Na verdade, a produção de aeronaves da Luftwaffe estava a aumentar nesse período, mas o efeito mais decisivo dos ataques foi atrair os caças da Luftwaffe para combate contra os superiores P-51 Mustang. No final, morreram tantos pilotos alemães e as reservas de combustível da Alemanha ficaram tão reduzidas que a Luftwaffe deixou de existir como força operacional.

A RAF voltou a bombardear Schweinfurt mais uma vez em abril de 1944, mas novamente com pesadas perdas, cerca de 9% da força de bombardeamento. À data do Dia D, a 6 de junho de 1944, a Luftwaffe estava reduzida a apenas um punhado de aviões, enquanto os Aliados lançavam uma nova frente ofensiva. Mesmo perto do fim da guerra, Schweinfurt continuava a ser vital para o futuro da Alemanha, fosse ele qual fosse. Quando a sua captura parecia iminente, a ordem específica de Hitler para destruir as fábricas de rolamentos nunca foi cumprida, na esperança de que ocorresse um milagre e a Alemanha conseguisse repelir os exércitos que avançavam de Leste e de Oeste.

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Perguntas & Respostas

Regensburg, na Alemanha, foi bombardeada durante a Segunda Guerra Mundial?

Regensburg foi bombardeada várias vezes pelos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial, uma vez que albergava importantes fábricas de aviões Messerschmitt.

Por que razão foi Schweinfurt bombardeada?

Schweinfurt foi bombardeada porque albergava várias fábricas de rolamentos de esferas, essenciais para a produção de muitas armas, tais como aviões, tanques e submarinos.

O bombardeamento de Schweinfurt foi um sucesso?

O bombardeamento de Schweinfurt, em 1943, foi considerado um sucesso parcial, uma vez que reduziu a produção alemã de rolamentos de esferas. No entanto, as perdas em bombardeiros e tripulações foram consideradas demasiado elevadas para serem sustentáveis.

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Estilo APA

Cartwright, M. (2026, junho 11). Incursões sobre Schweinfurt-Regensburg: Bombardeamento dos EUA às Fábricas de Rolamentos da Alemanha. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2421/incursoes-sobre-schweinfurt-regensburg/

Estilo Chicago

Cartwright, Mark. "Incursões sobre Schweinfurt-Regensburg: Bombardeamento dos EUA às Fábricas de Rolamentos da Alemanha." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, junho 11, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2421/incursoes-sobre-schweinfurt-regensburg/.

Estilo MLA

Cartwright, Mark. "Incursões sobre Schweinfurt-Regensburg: Bombardeamento dos EUA às Fábricas de Rolamentos da Alemanha." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 11 jun 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2421/incursoes-sobre-schweinfurt-regensburg/.

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