Pecuária

Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Pastoral Scene, Roman Mosaic (by Mark Cartwright, CC BY-NC-SA)
Cena Pastoral, Mosaico Romano Mark Cartwright (CC BY-NC-SA)

A pecuária é geralmente definida como um ramo da agricultura que se ocupa da domesticação, reprodução e criação de animais para diversos fins, incluindo o trabalho (como no caso dos animais de grande porte), a alimentação, a proteção e a companhia (principalmente no caso dos cães), bem como a obtenção de bens materiais, tais como peles e ossos, utilizados na confeção de vestuário e na fabricação de ferramentas.

A domesticação dos animais remonta à Primeira Revolução Agrícola, por volta de 10 000 a.C., embora provavelmente tenha começado muito antes, e tenha alterado significativamente o modo de vida das pessoas. Antes da domesticação dos animais, as comunidades humanas giravam em torno do paradigma caçador-recoletor, no qual se caçavam animais selvagens e se colhiam plantas; posteriormente, os animais e plantas domesticados incentivaram o estabelecimento de povoações permanentes com recursos à mão para as necessidades das pessoas.

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Os primeiros animais domesticados foram os canídeos, utilizados para caça, proteção e companhia, seguidos provavelmente pelos ovinos e caprinos e, posteriormente, por outros animais, como as aves de capoeira. Animais de maior porte, como o equestre e o bovino, foram provavelmente domesticados depois dos mais pequenos. Os herbívoros foram escolhidos porque podiam subsistir da terra, e é por esta razão que os estudiosos defendem que a domesticação da vida vegetal deve ter precedido a dos animais — era necessária uma fonte de alimento fiável para que a população animal prosperasse — embora esta afirmação tenha sido contestada.

Uma vez estabelecida, entende-se que a criação de animais beneficiou os seres humanos de muitas formas, mas também elevou o nível de vida dos animais, que passaram a ser protegidos e cuidados. A partir dos séculos XVIII e XIX (embora existam exemplos anteriores), esta afirmação foi contestada por ativistas dos direitos dos animais, que argumentam que a criação de animais beneficia os seres humanos em detrimento dos animais e do ambiente, que passou a ser motivada pelo lucro sem ter em conta o bem-estar dos animais e que a criação comercial de animais na era moderna é, em última análise, insustentável.

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Os Caminhos para a Domesticação

Pensa-se que a domesticação dos animais foi incentivada pelas alterações climáticas que se seguiram à última Idade do Gelo.

Ambas palavras 'domesticação' (em português) e a inglesa domestication derivam do latim domesticus, que se refere ao lar («pertencente à casa»), enquanto «husbandry» significa «cuidar» ou «gerir com prudência» e, aplicada aos animais, refere-se ao cuidado, à criação e à gestão de espécies de animais anteriormente selvagens por parte dos seres humanos (em português pecuária advêm do latim Pecunia [dinheiro] que advêm de Pecus [gado]). Pensa-se que a domesticação dos animais foi incentivada pelas alterações climáticas que se seguiram à última Idade do Gelo, há cerca de 21 000 anos, que dispersaram a caça e obrigaram as pessoas a percorrer distâncias maiores para caçar e procurar alimento. Acredita-se que as sementes que caíam das plantas que colhiam foram observadas a germinar, o que incentivou a plantação intencional dessas sementes e o início da agricultura.

Acredita-se que os cães já tivessem sido domesticados na Europa nesta altura, uma vez que as suas datas foram determinadas em cerca de há 32 000-18 800 anos, sendo o período mais antigo o mais provável. Acredita-se que os cães tenham evoluído a partir do lobo asiático e do lobo cinzento europeu e, embora continue a ser debatido qual foi domesticado primeiro, é provável que o lobo asiático tenha sido o primeiro e tenha sido posteriormente transportado para a Europa, onde estes animais agora domesticados podem ter encorajado os lobos europeus a confiar e a aproximar-se das comunidades humanas – embora esta afirmação seja especulativa e tenha sido contestada.

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É impossível saber, com certeza absoluta, como os primeiros animais foram domesticados, mas geneticistas e estudiosos desenvolveram várias teorias que foram aceites como razoavelmente sólidas. A académica Melinda A. Zeder, por exemplo, na sua obra Pathways to Animal Domestication (Caminhos da Domesticação Animal), descreve as três vias seguidas na domesticação de animais que são amplamente aceites pela comunidade académica:

  • Via Comensal: Habituação – Parceria – Reprodução Dirigida
  • Via da Presa: Presa – Gestão da Caça – Gestão do Rebanho – Reprodução
  • Via de Orientação: Concorrente – Presa – Controlo – Reprodução orientada

Na Via Comensal, o animal habitua-se aos humanos por associação. Os lobos (canis-), por exemplo, foram provavelmente domesticados através da sua atração pelos ossos ou vísceras da fossa de lixo de uma comunidade ou, talvez, pelos restos que lhes eram atirados. Com o tempo, os lobos habituaram-se aos humanos, entraram numa parceria mutuamente benéfica e foram então reproduzidos diretamente para diferentes fins. Os gatos (Felidae) terão seguido esta mesma via para a domesticação.

Egyptian Cattle Herd
Manada de Gado Egípcio Jan van der Crabben (CC BY-NC-SA)

A Via da Presa refere-se a animais como os equinos, bovinos, ovinos e caprinos, que eram inicialmente presas dos humanos. Estes animais terão sido domesticados individualmente, acabando por ser geridos como rebanhos e, mais uma vez, sujeitos a reprodução direcionada de acordo com as necessidades humanas. A antiga presa, após a domesticação, torna-se um parceiro na comunidade humana e, mais uma vez, entende-se que beneficia tanto da relação como os humanos.

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A Via Direcionada diz respeito a animais que eram anteriormente concorrentes por presas ou eram eles próprios presas (tais como cavalos, burros, camelos e elefantes, entre outros), que são colocados sob controlo humano e depois criados para fins específicos. No caso do elefante, tal teria sido para trabalho, caça, guerra ou entretenimento, como evidenciado pela sua utilização nas arenas da Roma antiga. Zeder comenta:

Este caminho rápido para a domesticação começa quando os humanos utilizam o conhecimento adquirido com a gestão de animais já domesticados para domesticar uma espécie selvagem que possui um recurso ou um conjunto de recursos que os humanos consideram desejáveis.

(pág. 246)

Pensa-se que, após a domesticação do cão, os humanos utilizaram os mesmos tipos de abordagens para atrair e domesticar os outros animais.

A Domesticação Antiga

Como observa Zeder, o caminho para a domesticação nem sempre decorreu rapidamente, nem o estilo de vida sedentário e agrário foi imediatamente adotado pelas comunidades de caçadores-recoletores. A evolução de caçadores nómadas para agricultores sedentários e criadores de animais foi um processo lento. O académico Marc van de Mieroop comenta:

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Não houve uma mudança repentina da caça e da recoleta para a agricultura, mas sim um processo lento durante o qual as pessoas aumentaram a sua dependência dos recursos que geriam diretamente, mas ainda complementavam a sua alimentação com a caça de animais selvagens. A agricultura permitiu um aumento do assentamento contínuo das pessoas.

(pág. 12)

Na Mesopotâmia, a domesticação de plantas e animais já estava estabelecida por volta de 10 000 a.C. As escavações em lixeiras fora das vilas e cidades mesopotâmicas revelaram um declínio gradual no número de ossos de gazelas selvagens após 7000 a.C. (o que, segundo se sugere, indica um esgotamento da caça selvagem), enquanto aumenta o número de ossos de ovinos e caprinos domesticadas. Os estudiosos determinaram que estas ovelhas e cabras eram domesticadas, e não selvagens, com base no estado dos ossos e, claro, em inscrições e obras de arte.

Sumerians Milking Scene from Tell al-'Ubaid
Cena de Ordenha Suméria de Tell al-Ubaid Osama Shukir Muhammed Amin (Copyright)

Considera-se provável que grupos de ovinos e caprinos selvagens tenham vindo pastar em torno de assentamentos humanos numa tentativa de escapar de predadores naturais que teriam evitado o contacto com os humanos. Com o tempo, estes animais tornaram-se cada vez mais mansos e passaram a ser uma fonte de alimento facilmente acessível, seguindo a rota do "Caminho da Presa" de Zeder. O trigo foi domesticado e amplamente utilizado na Mesopotâmia por volta de 7700 a.C., os caprinos por volta de 7000 a.C., os ovinos por volta de 6700 a.C. e os suínos por volta de 6500 a.C. Na altura da fundação da cidade de Eridu, em 5400 a.C., a criação de animais era amplamente praticada, e os animais domesticados eram utilizados como mão-de-obra (por exemplo, na lavoura), como animais de estimação e como fonte de alimento. Os equinos foram domesticados por volta de 4000 a.C. e, com o tempo, tornaram-se um elemento importante na guerra.

Este mesmo padrão básico foi identificado nas regiões da Civilização do Vale do Indo, do Egito e da China. No Vale do Indo domesticavam-se plantas e animais já no período pré-Harappano (cerca de 7000 a cerca de 5500 a.C.), e a domesticação já estava estabelecida antes do Período Predinástico no Egito (cerca de 6000 a cerca de 3150 a.C.) e antes da fundação da Aldeia de Banpo na China (cerca de 4500-3750 a.C.), onde se criavam canideos e suínos domesticados.

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Por volta da mesma altura, os seres humanos noutras partes do mundo dedicavam-se à mesma prática. Nas Américas, durante a Fase Arcaica (8000-1000 a.C.), foram estabelecidos assentamentos permanentes à medida que as plantas e os animais eram domesticados. A civilização Caral-Supe, a mais antiga das Américas (no atual Peru), já cultivava as "três irmãs": abóbora, feijão e milho; bem como outros vegetais, e tinha domesticado o lama (Família: Camelidae / Camelídeos) como animal de carga antes de 3000 a.C. A civilização olmeca, os maias, o Império asteca e outros seguiram o mesmo modelo, tal como fizeram aqueles a norte deles que estabeleceram os grandes centros culturais, como Cahokia e Poverty Point.

A domesticação de plantas e animais produziu uma mudança dramática na forma como as pessoas viviam. As civilizações que dependiam da caça e da coleta como meio de subsistência passaram a construir assentamentos permanentes e a dedicar-se a uma existência pastoral, dependendo do seu gado e das suas colheitas. De facto a Revolução Agrícola é considerada o ponto de partida da civilização, pois possibilitou os cinco aspetos que definem o conceito:

Além disso, assim que as pessoas perceberam que os animais podiam ser domesticados, as criaturas passaram a ser incorporadas nos rituais mais básicos e difundidos da cultura, nomeadamente em ritos religiosos como oferendas sacrificiais ou como representantes dos deuses e do conceito de ordem.

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A Domesticação e a Ordem

Na Mesopotâmia, no Egito e noutras civilizações, os deuses eram associados ao estabelecimento da ordem. Com o tempo, a domesticação dos animais parece ter adquirido o mesmo significado. Os seres humanos, como colaboradores dos deuses na manutenção do mundo ordenado, estavam a fazer a sua parte ao domar o que era selvagem e a colocá-lo sob o seu controlo.

Early Domestication of Cattle
Domesticação Inicial do Gado Unknown (CC BY-NC-SA)

A adoração de animais no Egito é bem conhecida, mais notavelmente a sua reverência pelo gato, associado à deusa do lar e do fogo, Bastet, mas muitas culturas antigas incorporaram imagens de animais nos seus ícones e práticas religiosas. Os animais selvagens passaram a representar as forças indomáveis no universo (como os leões da deusa Inanna na Mesopotâmia), enquanto as criaturas domesticadas simbolizavam conforto e segurança (por exemplo, o cão na Grécia e em Roma). Na Índia, segundo o estudioso Will Durant:

Não havia uma verdadeira separação entre animais e homens; tanto os animais como os homens tinham almas e as almas passavam perpetuamente dos homens para os animais e vice-versa; todas estas espécies estavam entrelaçadas numa teia infinita de karma e reencarnação. O elefante, por exemplo, tornou-se o deus Ganesha e era reconhecido como o filho de Shiva; ele personificava a natureza animal do homem e, ao mesmo tempo, a sua imagem servia como um amuleto contra a má sorte.

(pág. 509)

O hinduísmo, o jainismo e o budismo ensinavam todos o conceito de reencarnação e encorajavam a crença, como observa Durant, de que as almas dos animais eram da mesma substância eterna que aquelas que animavam os humanos. Ao domesticar os animais, as pessoas estavam a retirá-los de um mundo perigoso de incerteza para a segurança da comunidade humana. Pensa-se que o povo da Civilização do Vale do Indo adorava uma Deusa Mãe cujo consorte masculino é retratado na companhia de animais selvagens, possivelmente uma referência à aprovação dos deuses da sua domesticação ou aos deuses a oferecerem proteção contra elementos fora do controlo humano. O animal domesticado passou a simbolizar a ordem em oposição ao caos do mundo indomado.

A pecuária, definida especificamente como o cuidado prestado aos animais, atingiu o seu apogeu no mundo antigo no Egipto.

A pecuária, definida especificamente como o cuidado com os animais, atingiu o seu auge no mundo antigo no Egito, onde gatos e cães eram tratados como se fossem parte da família humana em que viviam. Foram descobertas múmias de gatos e cães em túmulos no Egito, e os egípcios sentiam um carinho tão profundo pelos seus gatos, observa Heródoto, que após a morte de um destes animais de estimação rapavam as sobrancelhas e formavam uma procissão fúnebre de luto. Outros animais eram também chorados como qualquer membro da família, e esta prática foi posteriormente observada na Grécia e em Roma, onde foram erigidos monumentos aos animais de estimação falecidos.

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Uma vez domesticados, os animais tornaram-se parte da história humana e, tal como as pessoas trabalhavam ao serviço dos deuses, também os animais serviam as pessoas. O estudioso Stephen Bertman comenta:

Na antiga Mesopotâmia, os animais domesticados mais importantes eram os bois e os burros, por um lado, e as ovelhas e as vacas, por outro. Os primeiros serviam como animais de tração; os segundos eram criados pelo leite e pelas peles e lã que podiam ser transformadas em vestuário… Os currais incluíam também patos e gansos criados pelos ovos e pela carne… e há evidências de que os antigos mesopotâmios criavam suínos.

(pág. 246)

Os animais eram criados para servir estes e muitos outros propósitos na antiga Mesopotâmia, mas também estavam diretamente ligados à divindade, tal como talvez acontecesse no Vale do Indo. Gula, a deusa suméria da cura, é frequentemente retratada na companhia de um cão, e ambos aparecem frequentemente como amuletos de proteção. Este mesmo paradigma aplica-se à Mesoamérica, onde os animais estavam igualmente associados ao divino, especialmente os cães, que se acreditava serem capazes de conduzir em segurança as almas dos mortos ao paraíso.

Conclusão

Ao mesmo tempo que os cães e os outros animais estavam associados à divindade, os mesmos eram mantidos como fonte de alimento e entendidos principalmente como utilidades ao serviço da humanidade. Uma observação interessante proveniente do campo da arqueologia genómica é como a criação seletiva de animais domesticados alterou as várias espécies. As orelhas caídas de coelhos, ovelhas e certas raças de cães são o resultado de uma criação direcionada pelos humanos, através da qual as orelhas caídas passaram a ser um sinal de submissão. Manchas ou outras marcas distintivas em animais, incluindo gatos, vacas, cães, cabras, cavalos e coelhos, parecem ser uma consequência inadvertida da criação direcionada.

Os animais foram criados para reter características favoráveis (tais como a procura de atenção e a adaptabilidade às mudanças no ambiente) e eliminar as desfavoráveis (incluindo a dificuldade de adaptação e a desconfiança em relação aos humanos). Zeder observa que "em todos os animais domesticados, a resposta comportamental mais importante à domesticação é a redução da desconfiança e a baixa reatividade a estímulos externos" (pág. 232). Esta redução na desconfiança parece corresponder a uma redução no tamanho do cérebro, uma vez que Zeder observa que os animais domesticados sofreram uma redução significativa na massa cerebral quando comparados com os animais selvagens e como as raposas-prateadas (Vulpes vulpes), criadas para serem dóceis, "sofreram uma redução na altura e largura craniana e, por inferência, no tamanho do cérebro, após apenas 40 anos de criação intensiva" (pág. 233).

Deer Mosaic, Carthage
Mosaico do Veado, Cartago Osama Shukir Muhammed Amin (Copyright)

Nos séculos XVIII e XIX, houve uma reação contra a prática de criar e manter animais domesticados, centrando-se na alegação de que os animais tinham o direito de viver as suas próprias vidas naturalmente e não deviam ser obrigados a servir a humanidade. O filósofo britânico Jeremy Bentham (1748-1832) rejeitou a domesticação de animais como antiética, na medida em que levava ao seu sofrimento e os privava do tipo de vida que deveriam viver. Esta afirmação é repetida por ativistas dos direitos dos animais da atualidade, como Peter Singer, Liz White e o guitarrista Brian May, entre muitos outros.

Neste momento, parece improvável que o paradigma venha a mudar e, por isso, muitos ativistas modernos defendem não a abolição da criação de animais domesticados, mas sim um tratamento mais humano e ético dos mesmos em atividades como a pecuária industrial. Estes ativistas, e outros que não estão diretamente associados aos direitos dos animais propriamente ditos, observam que as políticas atuais que orientam a utilização de animais domesticados contribuem diretamente para as alterações climáticas — sobretudo as relativas ao gado — e são insustentáveis para os seres humanos, o ambiente e os próprios animais.

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Perguntas & Respostas

Quando é que os animais foram domesticados pela primeira vez?

Os animais foram domesticados há cerca de 12 000 anos.

Qual foi o primeiro animal que se pensa ter sido domesticado?

O lobo (cão) é considerado o primeiro animal a ter sido domesticado.

De que forma a domesticação dos animais afetou a vida das pessoas?

A domesticação dos animais impulsionou a transição de uma sociedade de caçador-recoletor para uma comunidade pastoril-agrícola com povoações permanentes. A Revolução Agrícola de 10 000 a.C. e a domesticação dos animais são consideradas o início da civilização.

Onde teve início a criação de animais?

A criação de animais terá provavelmente tido início na Mesopotâmia, mas acredita-se também que tenha surgido de forma independente noutros locais.

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Mark, J. J. (2026, maio 07). Pecuária. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-51/pecuaria/

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Mark, Joshua J.. "Pecuária." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, maio 07, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-51/pecuaria/.

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Mark, Joshua J.. "Pecuária." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 07 mai 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-51/pecuaria/.

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