Acádia e o Império Acádio

O Primeiro Império Multinacional do Mundo
Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Map of the Akkadian Empire, c. 2334 - 2218 BCE (by Simeon Netchev, CC BY-NC-ND)
Mapa do Império Acádio, cerca de 2334 - 2218 a.C. Simeon Netchev (CC BY-NC-ND)

A cidade de Acádia foi a sede do Império Acádio (2350/2334-2154 a.C.), a primeira entidade política multinacional do mundo, fundada por Sargão, o Grande (reinou 2334-2279 a.C.), que unificou a Mesopotâmia sob o seu domínio e estabeleceu o modelo a seguir ou a tentar superar pelos reis mesopotâmicos posteriores. O Império Acadiano desenvolveu conceitos inventados pelos Sumérios e introduziu muitos dos seus próprios, que viriam a influenciar dinastias e impérios posteriores na região, incluindo:

  • O conceito de realeza divina;
  • Administração governamental padronizada;
  • Pesos e medidas padronizados;
  • Sistema postal padronizado;
  • Melhoria das estradas existentes e a criação de novas;
  • Avanços na metalurgia (principalmente para a produção de armas);
  • Sistemas de irrigação superiores;
  • Selos cilíndricos aperfeiçoados com maior detalhe;
  • Um exército profissional e guarnições fortificadas;
  • Uso de uma única língua (Acádio ou Acadiano) para a administração;
  • Uso de textos bilingues (Acádio e Sumério) no comércio.

Ninguém sabe onde ficava a cidade de Acádia, como ganhou destaque ou como, exatamente, caiu; mas já foi a sede do Império Acádio, que governou uma vasta extensão da região da antiga Mesopotâmia. Sabe-se que Acádia (também conhecida como Ágade) era uma cidade localizada ao longo da margem ocidental do rio Eufrates, possivelmente entre as cidades de Sippar e Quis (ou, talvez, entre Mari e Babilónia (Babilônia) ou, ainda, noutro lugar ao longo do Eufrates). Segundo a lenda, foi construída pelo rei Sargão, o Grande, que unificou a Mesopotâmia sob o domínio do seu Império Acádio e estabeleceu o padrão para as futuras formas de governo na Mesopotâmia.

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Os escribas de Sargão afirmavam que o Império Acádio se estendia do Golfo Pérsico até os actuais Kuwait, Iraque, Jordânia, Síria (possivelmente Líbano), passando pela parte inferior da Ásia Menor até o Mar Mediterrâneo e Chipre (há também uma afirmação de que se estendia até Creta, no Mar Egeu). Embora o tamanho e o alcance do império com sede em Acádia sejam contestados, não há dúvida de que Sargão, o Grande, criou o primeiro império multinacional do mundo.

O Rei de Uruque e a Ascensão de Sargão

É possível que Sargão tenha restaurado Acádia, em vez de a ter construído.

A língua da cidade, o acádio, já era usada antes da ascensão do Império Acádio (notadamente na rica cidade de Mari, onde vastas tabuinhas cuneiformes ajudaram a definir eventos para historiadores posteriores), e é possível que Sargão tenha restaurado Acádia, em vez de construí-la. Também deve ser observado que Sargão não foi o primeiro governante a unir cidades e tribos díspares sob um único governo. O rei de Uruque (Uruk), Lugalzagesi, já o tinha conseguido, embora a uma escala muito menor, sob o seu próprio governo.

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Ele foi derrotado por Sargão, que, aprimorando o modelo dado por Uruque, tornou a sua própria dinastia maior e mais forte. A historiadora Gwendolyn Leick escreve: "De acordo com as suas próprias inscrições, ele [Sargão] fez amplas campanhas além da Mesopotâmia e garantiu o acesso a todas as principais rotas comerciais, por mar e por terra" (pág. 8). Enquanto Lugalzagesi conseguiu subjugar as cidades da Suméria, Sargão estava decidido a conquistar o mundo conhecido. Conforme observado pelo académico A. Leo Oppenheim, a sua motivação é incerta:

Sargão embarcou numa política de expansão e conquista. Nunca saberemos que mudanças específicas em termos económicas, sociais ou ideológicas causaram esta alteração na perspetiva política. Daí em diante, os sucessos destes reis [Acádios] exerceram uma influência dominante nos conceitos e pretensões políticas dos governantes mesopotâmicos. Não só a dinastia suméria de Ur (chamada Ur III) seguiu o exemplo de Sargão, como os reis assírios do milénio seguinte, ou mais, tomaram-no como seu protótipo e como a imagem na qual moldaram as suas aspirações políticas.

(pág. 52)

Akkadian Ruler
Governante de Acádia Sumerophile (Public Domain)

Este império estabilizou a região da Mesopotâmia e permitiu o desenvolvimento da arte, da literatura, da ciência, dos avanços agrícolas e da religião. De acordo com a semimítica Lista de Reis Sumérios, existiram cinco governantes de Acade, embora na realidade tenham sido sete:

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  • Sargão, o Grande (reinado 2334-2279 a.C.)
  • Rimush (filho de Sargão, reinado 2278-2270 a.C.)
  • Manishtusu (outro filho de Sargão, reinado 2269-2255 a.C.)
  • Naram-Sin (também conhecido como Naram-Suen, filho de Manishtusu, reinado 2254-2218 a.C.)
  • Shar-Kali-Sharri (filho de Naram-Sin, reinado 2217-2193 a.C.)
  • Dudu (reinado 2189-2169 a.C.)
  • Shu-turul (filho de Dudu, reinado 2168-2154 a.C.)

Entre Shar-Kali-Sharri e Dudu houve um período de agitação civil no qual quatro homens lutaram pelo trono (Igigi de Acádia, Ilulu, Imi e Nanum) antes de Dudu chegar ao poder. Não existem evidências que liguem Dudu à dinastia de Sargão, o que poderá ser a razão pela qual a Lista de Reis Sumérios (escrita durante o período de Ur III, de cerca de 2112 a cerca de 2004 a.C.) não o menciona, nem ao seu filho.

Entre o tempo de Sargão e o de Shar-Kali-Sharri, o acádio substituiu o sumério como língua franca, excepto nos serviços sagrados, e o traje, a escrita e as práticas religiosas acádias influenciaram cada vez mais os costumes dos povos conquistados na região e, por vezes (parece claro), contra a sua vontade. A dinastia de Sargão despendeu um esforço enorme a reprimir revoltas instigadas por aqueles que se opunham às suas políticas autoritárias.

Ainda assim, as gerações posteriores viriam a ter os Reis de Acádia em alta conta, especialmente Sargão e Naram-Sin, que mais tarde figurariam em poemas e mitos como personagens centrais. As versões mitológicas destes monarcas continuam a ser apresentadas como imperfeitas, tal como os homens reais o foram, e especialmente — para os povos que viveram sob o seu domínio — devido à brutalidade que demonstraram ao suprimir qualquer dissidência ou tentativa de revolta.

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O Governo de Sargão

Sargão, o Grande, conquistou "os quatro cantos do universo" e manteve a ordem no seu império.

Sargão, o Grande, ou fundou ou restaurou a cidade de Acádia e estabeleceu o império. Conquistou o que chamou de "os quatro cantos do universo" e manteve a ordem no seu império através de repetidas campanhas militares. A estabilidade proporcionada por este império deu origem à construção de estradas, à melhoria da irrigação, a uma esfera de influência mais ampla no comércio e aos restantes desenvolvimentos mencionados acima.

O Império Acádio criou o primeiro sistema postal, no qual tabuinhas de argila com inscrições em escrita cuneiforme acádia eram envoltas em envelopes externos de argila marcados com o nome e endereço do destinatário e o selo do remetente. Estas cartas não podiam ser abertas, excepto pela pessoa a quem se destinavam, pois não havia como abrir o envelope de argila sem quebrá-lo.

Para manter a sua presença por todo o império, Sargão colocou estrategicamente os seus melhores e mais fiéis homens em posições de poder nas várias cidades. Os «Cidadãos de Acádia», como lhes chama um texto babilónico posterior, eram os governadores e administradores de mais de 65 cidades diferentes. Estes "cidadãos" de alta linhagem actuavam como espiões de Sargão, relatando qualquer indício de insatisfação ou dissidência, e aqueles que tinham manifestado objecções ao seu governo acabavam por desaparecer "misteriosamente". Conforme mencionado, ele também realizava campanhas militares regularmente e, por isso, apesar do nível de vida mais elevado e da estabilidade que Acádia proporcionava, o povo que deveria beneficiar destas condições insurgia-se sob as políticas opressivas de Sargão.

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Disk of Enheduanna
Disco de Enheduanna Zunkir (CC BY)

Sargão também colocou habilmente a sua filha, Enheduanna (cerca de 2300 a.C.), como suma sacerdotisa de Inanna em Ur e, através dela, parece ter sido capaz de manipular assuntos religiosos e culturais à distância. Enheduanna é reconhecida hoje como a primeira autora (de ambos os géneros) do mundo conhecida pelo nome, mas, durante a sua vida, parece ter sido também uma importante espia para o seu pai.

Rimush e Manishtusu

Sargão reinou durante 56 anos e, após a sua morte, foi sucedido pelo seu filho Rimush, que manteve as políticas do pai, mas foi muito mais longe na repressão de dissidências e revoltas, massacrando milhares de pessoas. As cidades rebelaram-se após a morte de Sargão, e Rimush passou os primeiros anos do seu reinado a restaurar a ordem. Fez campanha contra Elão, que derrotou, e afirmou numa inscrição ter trazido grande riqueza de volta a Acádia. Reinou apenas nove anos antes de ser assassinado pelos seus cortesãos, sendo sucedido pelo seu irmão Manishtusu. Existe alguma especulação de que Manishtusu terá provocado a morte do irmão para obter o trono.

A história repetiu-se após a morte de Rimush, e Manishtusu teve que reprimir revoltas generalizadas em todo o império antes de se dedicar à tarefa de governar as suas terras. Ele aumentou o comércio e, de acordo com as suas inscrições, envolveu-se com o comércio de longa distância com Macã e Meluá (actualmente Omã/Emirados Árabes Unidos e a Civilização do Vale do Indo, respectivamente). Ele também empreendeu grandes projectos de construção em todo o império e acredita-se que tenha decretado a construção do Templo de Ishtar em Nínive, considerado uma obra arquitectónica impressionante.

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Além disso, empreendeu uma reforma agrária e, pelo que se sabe, melhorou o império do seu pai e irmão. O obelisco de Manishtusu, que descreve a distribuição de parcelas de terra, pode ser visto hoje no Museu do Louvre, em Paris. Ele também foi assassinado por membros da sua corte e foi sucedido por Naram-Sin.

Naram-Sin: O Maior dos Reis Acádios

Assim como o pai e o tio antes dele, Naram-Sin teve que suprimir rebeliões por todo o império antes de poder começar a governar, mas, uma vez que começou, o império floresceu sob o seu reinado. Nos 36 anos em que governou, expandiu as fronteiras do império, manteve a ordem interna, aumentou o comércio e liderou pessoalmente campanhas com o seu exército além do Golfo Pérsico e, possivelmente, até mesmo no Egipto.

A Estela da Vitória de Naram-Sin (actualmente exposta no Louvre) celebra a vitória do monarca acádio sobre Satuni, rei dos Lullubi (uma tribo da Cordilheira de Zagros) e retrata Naram-Sin subindo a montanha, pisoteando os corpos dos inimigos, à imagem de um deus. Como o avô, autoproclamou-se "rei dos quatro cantos do universo", mas, numa jogada mais ousada, começou a escrever o seu nome com um sinal que o designava como um deus em pé de igualdade com qualquer outro do panteão mesopotâmico.

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Victory Stele of Naram-Sin
Estela da Vitória de Naram-Sin Jan van der Crabben (CC BY-NC-SA)

Apesar do seu reinado espetacular, considerado o auge do Império Acádio, as gerações posteriores o associariam à Maldição de Ágade, um texto literário (do género Naru da Mesopotâmia) atribuído à Terceira Dinastia de Ur, mas que poderia ter sido escrito antes. Narra a história da ira de Naram-Sin para com os deuses e a forma como essas divindades respondem. Segundo o texto, o grande deus sumério Enlil retirou o seu favor da cidade de Acádia e, ao fazê-lo, proibiu os outros deuses de entrarem na cidade e de a continuarem a abençoar com a sua presença.

Naram-Sin não sabe o que poderia ter feito para incorrer nesse descontentamento e, por isso, reza, pede sinais e presságios e cai numa depressão de sete anos enquanto espera por uma resposta do deus. Finalmente, cansado de esperar, ele reúne o seu exército e marcha sobre o templo de Enlil em Ekur, na cidade de Nipur, destruindo-o. Ele ""crava as suas enxadas nas raízes [do templo], os seus machados nos alicerces, até que o santuário, qual soldado morto, cai prostrado" (Leick, pág. 106).

Este ataque, é claro, provoca a ira não só de Enlil, mas também dos outros deuses, que enviam os Gutis, "um povo que desconhece a inibição, possuindo instintos humanos, mas inteligência canina e feições simiescas" (Idem), para invadir Acádia e devastá-la. Há uma fome generalizada após a invasão dos gutianos, os mortos apodrecem nas ruas e casas, e a cidade está em ruínas e, assim, de acordo com o conto, termina a cidade de Acádia e o Império Acádio, vítima da arrogância de um rei diante dos deuses.

No entanto, não há registros históricos de Naram-Sin ter reduzido o Ekur em Nipur pela força ou destruído o templo de Enlil, e acredita-se que A Maldição de Ágade seja uma obra muito posterior, escrita para expressar "uma preocupação ideológica com o relacionamento correto entre os deuses e o monarca absoluto" (Ibid., pág. 107), cujo autor escolheu Acádia e Naram-Sin como temas devido ao seu estatuto lendário na época. De acordo com o registo histórico, Naram-Sin honrou os deuses, mandou colocar a sua própria imagem ao lado das deles nos templos e foi sucedido por Shar-Kali-Sharri.

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O Declínio de Acádia

O reinado de Shar-Kali-Sharri foi difícil desde o início, pois também ele teve que despender muitos esforços para reprimir revoltas após a morte do pai, mas, ao contrário dos seus antecessores, parecia não ter a capacidade de manter a ordem e foi incapaz de impedir novos ataques ao império vindos de fora. Leick escreve:

Apesar dos seus esforços e campanhas militares bem-sucedidas, ele não foi capaz de proteger o seu estado da desintegração e, após a sua morte, as fontes escritas esgotaram-se num período de crescente anarquia e confusão. (Ibid., pág. 159)

Curiosamente, sabe-se que "o seu projecto de construção mais importante foi a reconstrução do Templo de Enlil em Nipur" e talvez este evento, juntamente com a invasão dos gutis e a fome generalizada, tenha dado origem à lenda posterior que se transformou na Maldição de Ágade. Shar-Kali-Sharri travou uma guerra quase contínua contra os elamitas, os amorreus e os invasores gutis, mas é à invasão gútia que tem sido mais comummente atribuído o colapso do Império Acadiano e a idade das trevas mesopotâmica que se seguiu.

Brick Stamp of Shar-Kali-Sharri
Estampilha de Tijolo de Shar-Kali-Sharri Osama Shukir Muhammed Amin (Copyright)

Estudos recentes, contudo, afirmam que terá sido muito provavelmente a alteração climática a causar a fome e, talvez, a interrupção no comércio, enfraquecendo o império até ao ponto em que o tipo de invasões e rebeliões que, no passado, eram esmagadas, já não puderam ser enfrentadas com tanta facilidade. Os dois últimos reis de Acádia após a morte de Shar-Kali-Sharri, Dudu e o seu filho Shu-Turul, governaram apenas a área em redor da cidade e raramente são mencionados em associação com o império.

Conclusão

As inscrições dos reis acádios, e daqueles que lhes sucederam, tornam claro que o Império de Acádia proporcionou um nível de vida mais elevado, maior estabilidade e muitos outros benefícios aos povos da antiga Mesopotâmia, mas o custo foram as liberdades pessoais limitadas e uma ameaça quase constante a qualquer pessoa que manifestasse objecções às políticas e leis acádias.

Os governantes posteriores moldariam os seus reinados com base nos de Sargão e Naram-Sin, por vezes de uma forma mais suave, como no caso de Ur-Nammu (reinado cerca de 2112-2094 a.C.) da dinastia de Ur III, e outras vezes de forma muito próxima, como no caso de Hamurabi da Babilónia (reinado 1792-1750 a.C.). As políticas acádias encontraram a sua expressão plena nas do Império Assírio e do Império Neoassírio, que também viriam a conquistar a Mesopotâmia.

Map of  the Neo-Assyrian Empire
Mapa do Império Neo-Assírio Simeon Netchev (CC BY-NC-ND)

A cidade de Acádia foi outrora a mais poderosa da região, a sede de um império que abrangia o actual Médio Oriente, mas, após a sua queda, parece ter desaparecido de forma tão completa que os arqueólogos não conseguem localizar as suas ruínas há bem mais de cem anos. Tal como aconteceu com a ascensão de Acádia, a sua queda — e localização — é um mistério, e tudo o que se sabe hoje é que, outrora, existiu uma cidade cujos reis governaram um vasto império, o primeiro império do mundo, e que depois passou à memória, ao mito e à lenda.

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Perguntas & Respostas

Pelo que é conhecido o Império Acádio?

O Império Acádio foi o primeiro império multinacional do mundo. Também é famoso por ter sido o berço da primeira escritora da história mundial conhecida pelo nome, Enheduanna, filha de Sargão da Acádia.

Onde ficava a Acádia?

Ninguém sabe onde ficava Acádia, excepto que se erguia na margem ocidental do rio Eufrates, na antiga Mesopotâmia.

Quem fundou o Império Acádio?

O Império Acádio foi fundado por Sargão, o Grande (também conhecido como Sargão de Acádia), que governou entre 2334 e 2279 a.C.

O que causou a queda do Império Acádio?

Desconhece-se a causa da queda do Império Acádio. Tradicionalmente, atribuíam-na à invasão dos Gutis, mas os estudiosos modernos pensam que pode ter sido causada por alterações climáticas, fome e perturbações no comércio, juntamente com, possivelmente, a invasão dos Gutis.

Sobre o Tradutor

Filipa Oliveira
Tradutora e autora, o gosto pelas letras é infindável – da sua concepção ao jogo de palavras, da sonoridade às inumeráveis possibilidades de expressão.

Sobre o Autor

Joshua J. Mark
Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.

Cite Este Artigo

Estilo APA

Mark, J. J. (2026, janeiro 07). Acádia e o Império Acádio: O Primeiro Império Multinacional do Mundo. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-363/acadia-e-o-imperio-acadio/

Estilo Chicago

Mark, Joshua J.. "Acádia e o Império Acádio: O Primeiro Império Multinacional do Mundo." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, janeiro 07, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-363/acadia-e-o-imperio-acadio/.

Estilo MLA

Mark, Joshua J.. "Acádia e o Império Acádio: O Primeiro Império Multinacional do Mundo." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 07 jan 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-363/acadia-e-o-imperio-acadio/.

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