Zagreu

Harrison W. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Young Dionysos with Seilenos (by Unknown, Public Domain)
Jovem Dionísio com Sileno Unknown (Public Domain)

Na mitologia grega antiga, Zagreu é um deus intimamente associado ao deus do vinho Dionísio, ao submundo e à caça. Filho de Zeus e Perséfone, é conhecido na tradição Órfica como a primeira encarnação de Dionísio, enquanto outras histórias o identificam como filho de Hades ou mesmo como o próprio Hades.

A menção mais antiga a Zagreu provém de um verso citado do épico grego perdido Alcmeonis, um poema que remonta pelo menos ao século VI a.C., onde é descrito, juntamente com Gaia, a personificação grega da terra, como o "mais elevado de todos os deuses" (West, pág. 61). No entanto, alguns estudiosos acreditam que esta linha se referia apenas ao fato de ser o mais elevado de todos os deuses do submundo, pois fragmentos que chegaram até aos dias de hoje das obras escritas pelo dramaturgo grego de tragédias Ésquilo (cerca de 525 a cerca de 456 a.C.) identificam-no intimamente com Hades.

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Zagreu é também o nome frequentemente dado a Dionísio Órfico, cuja história era central para as crenças dos seguidores do Orfismo. Na história, Zagreu, um filho de Zeus e Perséfone, foi morto e comido pelos Titãs, exceto o coração, que foi encontrado por Atena e levado a Zeus. Como o coração foi salvo, Zagreu pôde ser reencarnado como o deus Dionísio. Zeus puniu os Titãs pela sua traição, destruindo-os com um raio, e das suas cinzas nasceu a humanidade.

Os seguidores do Orfismo, portanto, acreditavam que a humanidade tinha uma natureza dual: uma do corpo, herdada dos Titãs, e uma da alma, ou a centelha divina herdada das partes de Zagreu comidas pelos Titãs. O foco central do Orfismo era alcançar a salvação através de atos de expiação durante a vida, ou então ser amaldiçoado com a eterna reencarnação. Aspetos do Orfismo, incluindo o sofrimento, morte e ressurreição de Dionísio Zagreu, e a ideia de redenção por um pecado original evocam aspetos das religiões posteriores, como o Cristianismo.

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Origens e Interpretações

O pouco que se sabe de Zagreu fora da sua associação com Dionísio provém de fragmentos de obras perdidas da literatura grega. Era certamente renomado, pois uma citação existente do épico grego perdido Alcmeonis oferece uma oração à "Senhora Terra, e Zagreu, o mais elevado de todos os deuses" (idem). A invocação do seu nome ao lado da Mãe Terra parece sugerir que era tido em alta estima e considerado muito poderoso. Alguns estudiosos acreditam que a referência de como "o mais elevado de todos os deuses" não alega que fosse o maior deus do Monte Olimpo, mas sim o maior deus do submundo.

Zagreu parece ter sido um poderoso deus do submundo, ganhando o epíteto "Chtónios" ou "o submundo".

Isto pode ser deduzido do contexto da oração, na qual o herói do Alcmeonis, Alcmaon, invoca os poderes da terra para ver a alma do pai transferida em segurança para o céu. O estatuto de Zagreu como um deus do submundo pode ser ainda mais atestado por duas obras escritas por Ésquilo. Uma destas referências, encontrada numa linha fragmentada de uma das peças perdidas de Sísifo de Ésquilo, que remonta a cerca do século V a.C., identifica Zagreu como filho de Hades. Outra referência, nos Egípcios de Ésquilo, nomeia Zagreu como o próprio Hades.

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Independemente disto, Zagreu parece ter sido um poderoso deus do submundo, ganhando o epíteto "Chtónios", (Ctónio) ou "do subsolo". Quanto às suas associações com Dionísio, estudiosos como Timothy Gantz postularam que os mitos separados de Zagreu, um filho de Hades e Perséfone, se fundiram ao longo do tempo com o mito de Dionísio Órfico, o filho de Zeus e Perséfone, de modo que o nome Zagreu passou a ser associado a ambos os mitos.

Associação com Dionísio

Quer Zagreu e Dionísio fossem originalmente duas divindades separadas ou não, é claro que ambos se tornaram intimamente ligados ao longo do tempo. O estudioso húngaro Károly Kerényi observa a palavra Sa-ke-re-u que aparece como o nome de um sacerdote de Dionísio em Pilos. Kerényi afirma que o nome poderia plausivelmente ser traduzido como Zagreu e que o sacerdote de Dionísio poderia potencialmente ter adotado o nome do deus. Kerényi associa ainda Zagreu à caça ritualística, especificamente a que está relacionada no culto de Dionísio.

Dionysos with Panther
Dionísio com Pantera James Lloyd (CC BY-NC-ND)

Ele menciona como, em grego, a palavra Zagreu é usada para se referir a um caçador que captura animais vivos, enquanto a palavra jónia zagre significa um "poço para a captura de animais vivos" (Kerényi, pág. 82). Kerényi descreve indícios de que a religião de Dionísio era proeminente em Creta, onde a caça era tida em alta estima, sugerindo que poderia ter sido ali que o nome Zagreu foi atribuído ao deus do vinho.

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No entanto, Kerényi, reconhecendo o lugar de Zagreu como um deus do submundo que também foi nomeado pelo ato de capturar animais vivos, questiona como estas duas características se encaixam, uma vez que pareceria contraditório que um deus do submundo deixasse criaturas vivas. Nota que o ritual observado pelos seguidores da religião de Dionísio certos animais eram "despedaçados vivos pelos dentes dos participantes e devorados crus" (idem, pág. 84). Este ato de desmembrar e comer uma criatura viva num frenesim ébrio é conhecido num contexto dionisíaco como sparagmos (dilacerar). É frequentemente associado a Dionísio, particularmente ao seu grupo mítico de seguidoras femininas conhecidas como as Ménades, ou "enraivecidas", que frequentemente entravam em tais frenesins assassinos alimentados pelo ébrio Dionísio. Também é digno de nota que o próprio Zagreu foi dito ter sido desmembrado e comido vivo pelos Titãs.

É aqui que se podem conciliar as associações duplas de Zagreu com a captura de animais vivos e com o reino dos mortos. Devido à tendência dos seguidores de Dionísio Zagreu de devorar os animais vivos, o deus mais tarde reteve epítetos como "Omestés" e "Omadios", que significavam "comedor de carne crua".

O Mito Órfico de Dionísio Zagreu

O mito do nascimento, morte e ressurreição de Zagreu como Dionísio, central para o Orfismo, pode ser encontrado no sexto livro da Dionisíaca, escrito pelo poeta grego Nonnus por volta do século V, que narra a vida de Dionísio, e é o poema épico sobrevivente mais longo da antiguidade greco-romana, totalizando 48 livros e 20.426 versos.

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Rapt of Persephone by Hades
O Rapto de Perséfone por Hades Carole Raddato (CC BY-SA)

Conforme contado por Nonnus, e noutras fontes, a história de Zagreu começa quando Perséfone, esposa de Hades, é seduzida por Zeus, que assumiu a forma de um dragão. A mãe de Perséfone, Deméter, tinha sido previamente avisada numa profecia sobre pretendentes não convidados e, precavendo-se, escondeu Perséfone numa caverna. No entanto, não foi o suficiente para manter Zeus afastado, que apareceu a Perséfone na forma de um dragão. Do seu relacionamento, nasceu a criança Zagreu, que foi levada ao sagrado Monte Ida por Zeus. Zeus afeiçoou-se ao filho recém-nascido e pretendia que Zagreu fosse o único a sucedê-lo como rei dos deuses e do universo. Nonnus descreve a sedução de Perséfone e o nascimento de Zagreu da seguinte forma:

Por este casamento com o dragão celestial, o ventre de Perséfone inchou com fruto vivo, e ela deu à luz Zagreu, o bebé com chifres, que sozinho subiu ao trono celestial de Zeus e brandiu o raio na sua mãozinha e, recém-nascido, levantou e carregou os trovões nos seus dedos ternos. (Nonnus, versos 155-168)

É claro que o caso de Zeus com outra mulher despertou o ciúme da sua mulher Hera, que decidiu mandar matar a criança. Ela conspirou com os Titãs, os antigos inimigos dos deuses Olímpicos que tinham sido expulsos do poder pelo próprio Zeus. Em algumas versões da história, os Titãs distraíram o infante Zagreu com brinquedos, e noutras, eles se esgueiraram sobre ele enquanto estava distraído com o seu próprio reflexo num espelho. Em qualquer caso, os Titãs, com os rostos esbranquiçados com giz, atacaram a criança, mutilando-a e matando-a antes de comerem pedaços da sua carne. Alguns relatos dizem que os Titãs ferveram a carne num caldeirão, outros que foi assada no lume. Quando Zeus soube do assassinato do filho, a sua raiva foi feroz e rápida. Segundo Nonnus:

Depois do primeiro Dionísio ter sido massacrado, o Pai Zeus descobriu o truque do espelho com a sua imagem refletida. Ele atacou a mãe dos Titãs com um facho vingador e encerrou os assassinos do Dionísio com chifres dentro do portão do Tártaro: as árvores arderam, o cabelo da sofredora Terra foi queimado pelo calor. Ele acendeu o Oriente: as terras do amanhecer da Báctria arderam sob raios crepitantes, as ondas Assírias incendiaram o vizinho Mar Cáspio e as montanhas Indianas, o Mar Vermelho rolou ondas de chama e aqueceu o Nereu Árabe. (idem, versos 206-224)

Os Titãs não tinham comido o coração de Zagreu, que foi encontrado por Atena e levou-o a Zeus, que então engoliu o coração pouco antes de engravidar Sêmele, de quem renasceu Dionísio. Os Titãs foram então punidos por Zeus, e destruídos com o seu raio, que os reduziu a puras cinzas, das quais nasceu a humanidade. Deste nascimento, a humanidade recebeu uma natureza dual: um corpo, mau e com tendência a pecar, que advêm dos Titãs, mas também uma alma que é pura e divina, proveniente dos pedaços do corpo do pequeno deus que os Titãs comeram. De notar que o nascimento da humanidade a partir dos Titãs não é encontrado nas obras de Nonnus.

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Orfismo e os Mistérios Dionisíacos

Pensa-se que o Orfismo teve origem pelo menos no século VI a.C. e era praticado pelos gregos em todo o mundo helenístico e por Trácios. Pensa-se que tenha sido uma reforma posterior da religião Dionisíaca, à qual está intimamente relacionado. Enquanto o culto anterior de Dionísio colocava ênfase na libertação do eu das inibições culturais e das restrições sociais, a fim de regressar a um estado natural, o Orfismo focava-se mais na ideia da morte, especificamente na redenção da alma. Devido a esta obsessão sobre a morte e o submundo, é apropriado que o nome orfismo seja derivado de Orfeu, que desceu ao submundo e regressou.

O Orfismo procurava não apenas encontrar a centelha divina de Dionísio dentro de cada pessoa, mas salvar a centelha de um ciclo interminável de reencarnação.

Na mitologia grega, Orfeu era um poeta famoso pela sua habilidade musical; dizia-se que a sua perícia na canção e a tocar a lira era tão grande que conseguia "pôr rochas e árvores em movimento com o seu canto" (Apolodoro, 1.3). No entanto, também está famosamente associado ao submundo. Quando a sua mulher, Eurídice, morreu devido a uma mordida de cobra, um Orfeu cheio de dor seguiu-a até ao submundo numa tentativa de a recuperar. Conseguiu encontrar Hades e Perséfone, os governantes do submundo, e comovê-los com a sua música miraculosa.

Hades concordou em deixá-lo trazer Eurídice de volta à terra dos vivos, sob a condição de que não olhasse para ela, sob nenhuma circunstância, até que ambos estivessem em segurança fora do submundo. Ambos estavam quase a chegar à superfície da Terra quando Orfeu, dominado pelo amor (e dúvida sobre se Hades tinha cumprido a sua palavra), olhou-a; resultando no arrastamento do espectro de volta para o reino de Hades para todo o sempre. Orfeu encontraria mais tarde o seu próprio destino quando foi despedaçado pelas Ménades de Dionísio.

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Embora a sua existência tenha sido posta em dúvida mesmo por escritores gregos antigos como Heródoto, a tradição Órfica afirma que foi o próprio Orfeu quem escreveu os mistérios Dionisíacos: os rituais associados ao culto de Dionísio, nos quais os participantes induziriam algum tipo de transe, seja através da bebida ou através de música e dança. Não se sabe muito sobre os ritos, uma vez que os não iniciados eram proibidos de observá-los e os iniciados eram proibidos de falar sobre eles. Os próprios ritos estavam fortemente associados ao vinho e à dança grega selvagem, com os participantes à procura do deus Dionísio dentro de si próprios, esperando serem preenchidos pelo seu espírito e poderes. Os mistérios, tal como o próprio culto, tornaram-se populares por toda a Grécia, com uma variação a aparecer na Roma antiga por volta de 200 a.C., conhecida como Bacanal.

Dionysiac Procession
Procissão Dionisíaca Osama Shukir Muhammed Amin (Copyright)

A distinção entre o culto de Dionísio e o Orfismo: Disto surgiu o Orfismo, que procurava não apenas encontrar a centelha divina de Dionísio dentro de cada pessoa, mas salvar esta centelha, ou alma, de um ciclo interminável de reencarnação provocado pelo pecado original dos Titãs. Podia-se alcançar tal vivendo um estilo de vida ascético e puro, e evitar a contaminação espiritual, juntamente com vários rituais de purificação. Se alguém falhasse neste esforço ou fosse de outra forma não iniciado, as suas almas seriam reencarnadas. Se alguém conseguisse a purificação da alma, seria permitido passar para a vida após a morte.

Tal como o próprio movimento, desconhece-se sobre as visões Órficas sobre a vida após a morte. No entanto, algumas tábuas de folha de ouro encontradas em túmulos de Turi, Hipónio, Tessália e Creta contêm instruções que os mortos deveriam seguir. Estas instruções alertam os recém-falecidos sobre os obstáculos que encontrarão no caminho para o submundo, especificamente alertando-os para não beberem de Lete, o rio do esquecimento, mas sim da piscina da memória, Mnemósine. As tábuas também deixam instruções sobre como se dirigir aos deuses do submundo: "Agora morreste e agora vieste a ser, ó tu, por três vezes feliz, neste mesmo dia. Diz a Perséfone que o próprio Baco te libertou" (Graf, pág. 37).

Além destas tábuas e da descoberta arqueológica do Papiro de Derveni, não sobreviveram muitos textos primários a discutir as crenças Órficas. No entanto, os 'Hinos Órficos', um conjunto de 87 poemas compostos no século II ou III d.C., fazem referência às suas crenças, especificamente à ascendência de Zagreu:

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Baco Lincitos [Dionísio Lincitos], portador da vinha, eu te invoco para abençoares estes ritos divinos:

Florido e alegre, de ninfas o botão brilhante, e da bela Vénus [Afrodite], Deusa do prazer,

É teu bater passos loucos com ninfas loucas, dançando através de bosques com pés saltitantes:

Dos altos conselhos de Júpiter [Zeus] alimentado por Proserpina [Perséfone],

e nascido o pavor de todos os poderes divinos:

Vem, poder abençoado, atende a voz do teu suplicante, vem propício, e nestes ritos te alegra. (Hinos Órficos, #45)

Outras Interpretações do Mito de Zagreu

As crenças Órficas encontradas no mito de Zagreu, especificamente os detalhes em torno do nascimento do próprio Dionísio e das origens da humanidade, diferem das histórias encontradas noutros lugares na literatura grega sobre os mesmos tópicos, como na Teogonia de Hesíodo. Isto, juntamente com as semelhanças entre as ideias de ressurreição e a redenção da alma encontradas tanto no Orfismo como no Cristianismo, levou alguns estudiosos a acreditar que o mito de Zagreu, e até mesmo as crenças Órficas como um todo, foram mal interpretados pelos estudiosos mais modernos, que olham o passado e analisam estes mitos através de uma lente cristianizada.

Dionysos, British Museum
Dionísio, British Museum James Lloyd (CC BY-NC-ND)

Esta ideia é reforçada pela noção de que Nonnus (que regista o relato mais detalhado da morte e renascimento de Zagreu) não menciona o nascimento da humanidade a partir das cinzas dos Titãs, uma parte central da crença Órfica; sendo somente mencionada explicitamente no século VI por Olimpiodoro, o Jovem. Este argumento pode ser equilibrado olhando para as obras dos escritores gregos antigos como Píndaro, Platão e Xenócrates que fazem alusões ao mito, se não o recontam abertamente.

Do mesmo modo, Zagreu pode ser equiparado ao antigo deus egípcio Osíris. Tal como Zagreu, Osíris era um deus do submundo morto por ciúmes de um parente e trazido de volta à vida. Outra interpretação do mito de Dionísio Zagreu vem de Diodoro Sículo, que relata uma interpretação alegórica que compara o desmembramento de Dionísio Zagreu com a produção de vinho.

Pouco se sabe sobre Zagreu, ou os mitos, os cultos e os rituais religiosos que o cercam. Se realmente era filho de Hades, ou de outra denominação para o próprio Hades, como Ésquilo sugere, ou a primeira encarnação de Dionísio, como encontrado na crença Órfica, será difícil de determinar, uma vez que a maioria dos textos antigos que o mencionam se encontram desaparecidos bem como ao secretismo dos rituais Dionisíacos e Órficos.

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Perguntas & Respostas

Zagreu era Deus de quê?

Zagreu era um poderoso deus do submundo intimamente associado ao deus do vinho Dionísio, ao Orfismo e à caça. O pouco que se sabe sobre Zagreu, além da sua associação com Dionísio, provém de fragmentos de obras perdidas da literatura grega.

Como Zeus e Perséfone tiveram o filho Zagreus?

Perséfone, esposa de Hades, é seduzida por Zeus, que assumiu a forma de um dragão. Da sua relação sexual nasceu o filho Zagreus, que foi levado por Zeus para o monte sagrado Ida.

Sobre o Tradutor

Filipa Oliveira
Jornalista brasileiro que vive no Rio de Janeiro. Seus principais interesses são a República Romana e os povos da Mesoamérica, entre outros temas.

Sobre o Autor

Harrison W. Mark
Harrison Mark é pesquisador e escritor para a World History Encyclopedia. Ele é graduado pela SUNY Oswego, onde estudou História e Ciência Política.

Cite Este Artigo

Estilo APA

Mark, H. W. (2025, novembro 04). Zagreu. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20405/zagreu/

Estilo Chicago

Mark, Harrison W.. "Zagreu." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, novembro 04, 2025. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20405/zagreu/.

Estilo MLA

Mark, Harrison W.. "Zagreu." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 04 nov 2025, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20405/zagreu/.

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