A Queda de Tenochtitlán

Artigo

Mark Cartwright
por , traduzido por Yan De Oliveira Carvalho
publicado em 29 Junho 2022
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Disponível em outras línguas: Inglês, Espanhol, Francês

A queda de Tenochtitlán em 13 de agosto de 1521 foi um momento decisivo no colapso dramático do império asteca que dominou a Mesoamérica. Liderados por Hernán Cortés (1485-1547), os conquistadores espanhóis desfrutavam de armas e táticas superiores. Além disso, os visitantes do Velho Mundo trouxeram consigo novas doenças terríveis que causaram perda maciça de vidas entre os americanos indígenas.

Os astecas (ou mexicas) eram eles próprios um povo conquistador, e isso significava que muitas das cidades que haviam subjugado estavam muito dispostas a unir forças com os espanhóis. Tenochtitlán era a capital política e religiosa do mundo asteca, e os defensores mostraram uma resistência prolongada e feroz. A vitória para os espanhóis e seus aliados significou o saque e a destruição desta outrora grande cidade, a maior das Américas, mas que foi eventualmente reconstruída e se tornou o que é hoje a Cidade do México.

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The Last Days of Tenochtitlan
Os Últimos Dias de Tenochtitlán
William de Leftwich Dodge (Public Domain)

O Império Asteca

No início do século XV, vários mini-impérios se formaram no Vale do México. As cidades dominantes foram Texcoco, capital da região de Acholhua, e Azcapotzalco, capital do Tepanec. Essas duas cidades-estados ficaram cara a cara em 1428 com a Guerra Tepaneca. As forças de Azcapotzalco foram derrotadas por uma aliança de Texcoco, Tenochtitlán, a capital do México e várias outras cidades menores. Após a vitória, uma Tríplice Aliança foi formada entre Texcoco, Tenochtitlán e Tlacopan, uma cidade tepaneca rebelde, e este trio forjou um império. Com o tempo, Tenochtitlán passou a dominar a Aliança, seu líder tornou-se o governante supremo – o huey tlatoque ("rei supremo") – e a cidade se estabeleceu como a capital do Império Asteca, que agora cobria 135.000 quilômetros quadrados e governava cerca de 11 milhões de pessoas.

A BATALHA POR TENOCHTITLÁN ACABARIA SENDO MUITO MAIS EQUILIBRADA DO QUE OS ENCONTROS ANTERIORES.

O Império Asteca foi um sucesso, mas foi construído exclusivamente sobre coerção e extração de tributo dos povos conquistados. As comunidades subjugadas eram obrigadas a dar riqueza e homens para a máquina militar asteca. Além disso, um número significativo de prisioneiros de guerra fora levado para Tenochtitlán para serem sacrificados no ritual aos deuses astecas. A religião, a arte e os oficiais astecas eram forçados nas regiões conquistadas. Tudo isso significava que não havia falta de ódio pelos astecas entre os mesoamericanos. Nem os astecas tinham conquistados e submetidos todos os povos ao redor deles. Os tarascanos e Tlaxcalanos, em particular, continuaram a sondar as fronteiras de seu império. Essa fragilidade inerente aos assuntos astecas provaria ser sua queda quando os conquistadores espanhóis chegassem nas terras mexicanas.

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Aztec Empire Map
Mapa do Império Azteca
Simeon Netchev (CC BY-NC-SA)

Cortés e os Conquistadores

Em 1518, Diego Velázquez de Cuéllar, o governador de Cuba, enviou Hernán Cortés para liderar 11 navios e 500 homens para explorar a costa do que é hoje o México. Eles desembarcaram em março de 1519. Armas, cavalaria e táticas superiores garantiram vitórias espanholas fáceis contra qualquer povo hostil que encontrassem. Um bônus significativo foi a captura de Malintzin (também conhecida como Marina, Malinali ou La Malinche), uma mulher maia que falava a língua náuatle dos astecas e uma língua maia local, com a qual um dos homens de Cortés estava familiarizado. Os invasores agora podiam se comunicar com potenciais aliados. O governante asteca Motecuhzoma (também conhecido como Montezuma, r. 1502-1520) logo recebeu notícias desses invasores problemáticos. Cortés, enquanto isso, estabeleceu uma guarnição em Veracruz, na costa, e ordenou que seus navios fossem aterrados e quebrados para lembrar seus homens de que estavam aqui para encontrar riquezas ou morrer. Ele prontamente marchou para o interior em agosto de 1519, primeiro lutando contra os Tlaxcala (que então se tornaram aliados) e depois avançando para Tenochtitlán em novembro.

Tenochtitlán

Localizada na costa oeste do Lago Texcoco, a capital asteca de Tenochtitlán tinha mais de 200.000 habitantes, tornando-se a maior cidade das Américas pré-colombianas. Ela cobria cerca de 12 a 14 km² e estava conectada à costa oeste do lago e da zona rural ao redor por três calçadas (ao norte, leste e oeste), que incluíam lacunas atravessadas por pontes removíveis para permitir que os barcos passassem.

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Os conquistadores foram autorizados a entrar na cidade pacificamente em 8 de novembro, e eles se maravilharam com os enormes templos, jardins de flores e água, canais e mercados de rua com mercadorias comerciais que vinham de todos os cantos da Mesoamérica. Motecuhzoma e Cortés se conheceram e trocaram presentes. O governante asteca pode ter sido cauteloso com esses visitantes, tendo ouvido falar de suas vitórias militares anteriores, mas ele parecia indeciso sobre o que fazer com eles. A diplomacia, em qualquer caso, ficou pelo caminho duas semanas depois, quando Cortés tomou Motecuhzoma como refém em 14 de novembro. Os espanhóis queriam tesouro, e o governante asteca foi obrigado a jurar a si mesmo como um sudito do rei da Espanha, Carlos V, Sacro Imperador Romano-Germânico (r. 1519-1556). Havia outras indignidades como um crucifixo sendo montado no topo da sagrada pirâmide asteca, o "Templo Mayor."

Sacred Precinct, Tenochtitlan
Distrito Sagrado de Tenochtitlán
Steve Cadman (CC BY-SA)

No entanto Cortés agora tinha seus próprios problemas. Ele havia excedido sua autoridade ao se mudar para a capital e, assim, incomodou Velázquez em Cuba que tecnicamente detinha o único direito de conquista no México. Ansioso para preservar sua posição, Velázquez enviou uma força sob o comando de Pánfilo de Narváez a Veracruz para prender o conquistador agora considerado fora-da-lei. Cortés foi obrigado a deixar Tenochtitlán e encontrar esses rivais para garantir possibilidade de conquistar futuros tesouros, e assim, em maio de 1520 ele deixou Tenochtitlán nas mãos de uma pequena força espanhola sob o comando de Pedro de Alvarado.

Alvarado e seus homens mostraram-se bastante insensíveis às convenções astecas quando tentaram imprudentemente interromper uma cerimônia de sacrifício humano e depois massacraram membros da nobreza asteca. Os astecas se rebelaram e mataram vários dos intrusos. Enquanto isso, Cortés derrotou Narváez e persuadiu seus homens restantes a se juntarem a ele. Eles retornaram a Tenochtitlán em 24 de junho, onde um punhado de espanhóis ainda estavam em resistência.

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UMA BATALHA FEROZ TERMINOU com CORTÉS ASSUMINDO O CONTROLE DO TEMPLO DE YOPICO, QUE ELE ENTÃO ATEOU FOGO, ATERRORIZANDO A POPULAÇÃO.

La Noche Triste

Motecuhzoma foi substituído por Cuitláhuac como o novo líder asteca depois que Cortés o libertou definitivamente da prisão. Cuitláhuac imediatamente assumiu o comando dos astecas do seu irmão cativo e agora sem honra. Cuitláhuac organizou uma guerra absoluta contra os conquistadores. Quando os espanhóis tentaram usar o Motecuhzoma para acalmar a situação, o ex-líder foi atingido por uma pedra e morto no dia 30 de junho. Os espanhóis ficaram presos no palácio real de Axayácatl e viraram alvo de mísseis enviados pelo imponente Prefeito do Tempo. Uma batalhe feroz terminou com Cortés assumindo o controle do templo de Yopico, que ele então ateou fogo, aterrorizando a população. Cortés então fugiu da cidade durante uma batalha noturna em 30 de junho de 1520. Este retiro sangrento ficou conhecido como o Noche Triste ("Noite Triste"). Os espanhóis haviam se libertado usando pontes de madeira temporárias construídas para a desafiadora tarefa de atravessar os muitos canais da cidade, mas o preço da liberdade era alto. Cortés havia perdido metade de seus homens, a maioria de seus melhores cavalos e todas as oito toneladas de pilhagem que acumulava desde que chegou à Mesoamérica.

Cortés & the Siege of Tenochtitlan
Cortés e o Cerco de Tenochtitlán
Unknown Artist (Public Domain)

O Cerco

Antes de alcançar a segurança do território de Tlaxcala, Cortés primeiro teve que vencer uma grande batalha perto de Otumba no dia 7 de julho, onde os astecas tentaram de uma vez por todas acabar com os invasores estrangeiros. Depois de várias outras campanhas, e recebendo reforços por mar, os espanhóis eventualmente retornaram a Tenochtitlán dez meses depois para se vingar e cortar o cerne deste império que havia criado tantos inimigos na Mesoamérica e no qual ninguém ousava se juntar a eles na guerra contra os invasores. Primeiro, Texcoco foi tomada em 31 de dezembro de 1520 e tornou-se uma base inestimável e fonte de abastecimento para Cortés. Outras cidades foram tomadas nos três meses seguintes, à medida que o domínio asteca na área em torno de sua capital afrouxou.

O plano de Cortés era agora cercar Tenochtitlán, mas já outro inimigo, muito mais terrível, havia varrido a população asteca. Houve um surto devastador de varíola anteriormente nos meses de setembro e novembro. Os astecas também tinham um novo líder, Cuauhtémoc, depois que o próprio Cuitláhuac sucumbiu à nova doença trazida de fora.

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Em abril de 1521, Cortés começou seu cerco. Sua força incluía 700 infantarias, 118 arqueiros e harquebustos, 86 cavalos e 18 canhões de campanha – mais úteis para destruir barricadas inimigas. Os espanhóis estavam organizados em quatro divisões. Suas armas eram espadas, alabardas e arco e flecha. Cortés também tinha à sua disposição um número de cubanos indígenas e escravos africanos, e um número de cães de ataque mastiff. O mais importante era que os espanhóis tinham aliados nativos, uma média de pelo menos 100.000 Tlaxcalanos. Por outro lado, os astecas eram numericamente superiores, mas tinham apenas arcos, arremessadores, lançadores, fundas e armas feitas com lâmina de obsidiana, todos os quais foram efetivamente (se não completamente) neutralizados pela armadura europeia.

Outra desvantagem para os defensores foram as estratégias tradicionalmente utilizadas nas táticas de guerra Asteca. Guerreiros de elite e oficiais geralmente se faziam notáveis com sua fantasia, e os espanhóis não demoravam a eliminar os líderes primeiro e, portanto, causavam pânico no exército asteca. Superando as deficiências de suas armas, os guerreiros astecas lutavam ferozmente e com coragem, como observado pelos próprios espanhóis. Eles também se adaptaram aos novos desafios da guerra europeia – evitando o campo aberto onde a cavalaria dominava, se afastando do alcançe potencial de fogo das armas de pólvora, e até mesmo amarrando lâminas de aço espanholas capturadas em postes para fazer uma arma que seu inimigo temia muito. A batalha por Tenochtitlán seria muito mais equilibrada do que os encontros anteriores.

Aztec Warriors
Guerreiros Astecas
Unknown (Public Domain)

Em 28 de abril de 1521, Cortés enviou uma frota de 13 navios de guerra especialmente construídos no Lago Texcoco. Estes navios, nunca vistos pelos mesoamericanos, foram construídos a partir dos grandes navios que Cortés havia comandado afundar dois anos antes e de novos suprimentos vindos de Veracruz. Eles foram construídos pré-fabricados para que pudessem ser transportados por terra para o lago. Com esses navios, Cortés foi capaz de combater as milhares de canoas nativas e bloquear as três principais estradas elevadas que ligavam a cidade às bordas do Lago Texcoco. Cada brigantino carregava 25 homens entre eles, seis carregando arco e flecha e arcabuzeiros. Os navios espanhóis foram escoltados por uma grande frota de canoas tripuladas por seus aliados de Texcoco.

Em 22 de maio, três colunas de conquistadores se dirigiram para Tenochtitlán, uma do Oeste, uma do Sul e a terceira do leste. Cortés deixou o lado norte desbloqueado na esperança de pegar qualquer asteca em fuga com sua principal força de cavalaria. Como aconteceu, os astecas usaram esta rota para trazer suprimentos e então Cortés decidiu enviar uma força para bloqueá-la. Em 26 de maio, uma empresa liderada por Alvarado destruiu o aqueduto de Chapultepec, cortando o suprimento de água doce dos defensores (a água do lago era salubre). Em 1 de junho, os navios de guerra atacaram e fizeram um trabalho leve com as canoas astecas mesmo que algumas tivessem sido reforçadas com escudos revestidos com mais madeira. Apenas um navio espanhol entrou em dificuldades depois que encalhou e foi temporariamente sobrecarregado. À medida que mais e mais aliados indígenas se juntaram ao ataque, a grande cidade de Tenochtitlán começou a desmoronar quando os defensores foram empurrados de volta ao seu núcleo central.

Em junho, as forças espanholas chegaram ao coração cerimonial da cidade, mas duas vezes foram obrigadas a se retirar queimando edifícios enquanto retornavam. Um terceiro ataque liderado por Alvarado em 23 de junho também foi empurrado para trás, e um quarto liderado pelo próprio Cortés em 30 de junho foi derrotado com grandes perdas para os espanhóis. Por alguns momentos, Cortés foi realmente capturado, mas a tradição asteca de levar homens capturado vivos em vez de matar um inimigo no local da batalha prevaleceu e com isso, em seguida, pouparam sua vida e ele foi resgatado por seus soldados. A luta tinha sido feroz durante um mês, como o cronista e participante Bernal Díaz (c. 1498 a c. 1580) observa em seu célebre relato, A Conquista da Nova Espanha:

Quanto aos nossos capitães, ao nosso porta-estandarte e à sua guarda, eles estavam cobertos de feridas e seus estandartes estavam esfarrapados. Na verdade, devo dizer que precisávamos de um novo porta-estandarte todos os dias, pois estávamos tão assolados que ninguém poderia levar os estandartes para a batalha uma segunda vez.

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Os cerca de 50 espanhóis que haviam sido capturados no desastre de 30 de junho foram levados nus até o topo da Grande Pirâmide de Tlatelolco e tiveram seus corações cortados de seus peitos como sacrifício aos deuses astecas. Os tambores, conchas e gritos terríveis dessa cerimônia podiam ser ouvidos por Cortés e seus conquistadores, que permaneceram sem capacidade para intervir.

Em seguida, os astecas foram para o ataque e saíram do centro da cidade para invadir os campos espanhóis. Enquanto isso, os aliados de Cortés começaram a esvanecer quando suas cidades natais foram atacadas pelas forças astecas e seus líderes sucumbiram à propaganda de Cuauhtémoc que lhes enviava partes de corpos desmembrados de espanhóis caídos como evidência de que os invasores do Velho Mundo estavam longe de ser imbatíveis. Consequentemente, uma força de conquistadores foi enviada para ajudar Cuernavaca e Sandoval, no qual ambos ficaram agradecidos. Essas vitórias lembraram a todos da superioridade militar dos espanhóis, e seus aliados indígenas começaram a retornar ao principal objetivo: o cerco de Tenochtitlán.

A Vitória Final

Os defensores ainda tinham algumas estratégias sobrando para implementar. Eles construíram barricadas e ampliaram e aprofundaram seus canais. Eles espalharam grandes pedras nas praças abertas para que a cavalaria espanhola encontrasse o terreno mais difícil de combater. Eles também usaram bem os espaços urbanos estreitos, preparando buracos nas paredes para que os guerreiros pudessem se mover com facilidade e assim não serem perseguidos por um inimigo montado. No entanto, o cerco estava cobrando seu preço. A fome, a falta de água potável e os ataques incessantes fizeram com que muitos dos defensores começassem a desertar ou se render.

Os atacantes estavam determinados e implacáveis. Cortés também recebeu uma ajuda inestimável em homens e recursos quando a expedição de Juan Ponce de León (1474-1521) desembarcou em Veracruz ao retornar da exploração da Flórida. Ao avançar mais e mais em território da cidade em passos lentos, no dia 25 de julho os espanhóis haviam finalmente capturado o grande mercado e templo de Tlatelolco e, portanto, agora controlavam toda a cidade menos uma pequena área de grande resistência. Eles usaram pólvora para explodir sistematicamente edifícios e assim abrir linhas de fogo para seus canhões e permitir maior liberdade de movimento para a cavalaria.

Finalmente, em 13 de agosto, após 93 dias de resistência e sem comida e armas, Cuauhtémoc se rendeu, mas só depois de ser capturado enquanto tentava escapar em uma canoa. Tenochtitlán foi saqueado, pilhado e seus monumentos destruídos. Os Tlaxcalanos foram implacáveis em sua vingança e massacravam homens, mulheres e crianças em massa, chocando até os brutos veteranos espanhóis com suas atrocidades. Os espanhóis, entretanto, saquearam tudo e todos em sua busca incessante por ouro.

Das cinzas do desastre em Tenochtitlán surgiu a nova capital da colônia da Nova Espanha, e Cortés foi nomeado seu primeiro governador em maio de 1523. A capital havia caído, mas os espanhóis foram obrigados a fazer campanha em outras partes do Império Asteca em ruínas até 1525. Como o modo de vida mesoamericano foi sistematicamente reprimido e a terra foi dividida para os conquistadores, Tenochtitlán, com seu grande lago esvaziado gradualmente se transformou na Cidade do México, capital do Vice-reinado da Nova Espanha.

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Perguntas & Respostas

Como a cidade de Tenochtitlán foi destruída?

A cidade de Tenochtitlán foi destruída quando os conquistadores liderados por Hernán Cortés a atacaram e a sitiaram em 1521.

Por que Tenochtitlán caiu em declínio?

Tenochtitlán caiu em declínio após o cerco e destruição da cidade por Hernán Cortés e os conquistadores em 1521. Templos e edifícios foram sistematicamente explodidos quando os sitiantes se aproximaram da última força asteca restante.

Por que os espanhóis destruíram Tenochtitlán?

Os espanhóis destruíram Tenochtitlán porque cercaram a cidade e explodiram edifícios enquanto se direcionavam para apertar o cerco e abrir caminho para usar sua cavalaria e canhões. Após sua queda, a cidade foi saqueada e seus templos foram destruídos e substituídos por igrejas.

Sobre o tradutor

Yan De Oliveira Carvalho
Yan de Oliveira Carvalho nasceu na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Ele possui um Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Estadual da Pensilvânia. Ele atualmente mora no Rio de Janeiro e trabalha como tradutor Profissional de Inglês, Espanhol e Francês para o Português.

Sobre o autor

Mark Cartwright
Mark é um historiador que vive na Itália. Seus interesses incluem cerâmica, arquitetura, mitologia e descobrir as ideias que todas as civilizações compartilham entre si. Ele tem um Mestrado em Filosofia Política e é o Diretor de Publicação da Enciclopédia da História Mundial.

Citar este trabalho

Estilo APA

Cartwright, M. (2022, Junho 29). A Queda de Tenochtitlán [The Fall of Tenochtitlan]. (Y. D. O. Carvalho, Tradutora). World History Encyclopedia. Recuperado de https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2028/a-queda-de-tenochtitlan/

Estilo Chicago

Cartwright, Mark. "A Queda de Tenochtitlán." Traduzido por Yan De Oliveira Carvalho. World History Encyclopedia. Última modificação Junho 29, 2022. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2028/a-queda-de-tenochtitlan/.

Estilo MLA

Cartwright, Mark. "A Queda de Tenochtitlán." Traduzido por Yan De Oliveira Carvalho. World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 29 Jun 2022. Web. 08 Dez 2022.