Argula von Grumbach - Carta 'À Universidade de Ingolstadt'

Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
publicado em
Translations
Versão Áudio Imprimir PDF

À Universidade de Ingolstadt (Wie ein Christliche fraw von Adel / auß Bayern / durch jren schrifftlichen sendebrieff / die Hohe schül zu Ingoldstat / vmb das sie einen euangelischen Jüngling / zu recantiren getrungen haben / straffet.) (1523) é uma carta aberta da reformadora alemã Argula von Grumbach (1490 – cerca de 1564), protestando contra a demissão, detenção e aprisionamento do jovem académico Arsacius Seehofer (cerca de 1504 – cerca de 1539) por este ensinar preceitos luteranos na instituição. A universidade ignorou a missiva, mas esta acabou por ser impressa e tornou-se um grande sucesso de venda.

Argula von Grumbach (nascida von Stauff) provinha de uma família bávara da alta aristocracia que rejeitava a crença comum da época de que ensinar as mulheres a ler apenas as confundiria e as levaria ao pecado. O pai de Argula assegurou que todos os filhos recebessem uma educação esmerada e ofereceu-lhe uma Bíblia quando ela tinha dez anos de idade. Converteu-se ao luteranismo em 1522, após ler as obras de Martinho Lutero (1483-1546) e Filipe Melanchthon (1497-1560). Quando Seehofer foi detido, ninguém protestou, pelo que ela escreveu a sua agora famosa carta em protesto.

Remover Publicidades
Publicidade
Portrait Medal of Argula von Grumbach
Medalha-Retrato de Argula von Grumbach Hans Schwarz (Public Domain)

O corpo docente da universidade recusou-se a debater com uma mulher, pelo que ela mandou publicar a carta, afirmando-se como uma popular escritora reformista. Os seus panfletos posteriores tiveram inúmeras edições, chegando a circular em mais de 30 000 exemplares a dada altura, e ajudaram a difundir a visão da Reforma Protestante por toda a Alemanha.

O Contexto

As 95 Teses de Martinho Lutero tinham sido publicadas em outubro de 1517, e este já proferira o seu famoso discurso na Dieta de Worms em 1521, quando Arsacius Seehofer, um estudante da Universidade de Ingolstadt, em Munique, se deslocou a Wittenberg para estudar com o braço direito de Lutero, Melanchthon. Seehofer estava matriculado em Ingolstadt desde 1518, mas, à medida que a Reforma de Lutero se consolidava na Alemanha, o teólogo católico Johann Eck (1486-1543) instituiu regras rigorosas na universidade para travar os ensinamentos de Lutero. Tal como todas as universidades antes da Reforma, Ingolstadt fora fundada sobre princípios católicos e promovia a mundividência católica do cristianismo.

Remover Publicidades
Publicidade
Argula von Grumbach ficou decepcionada por nenhum homem se chegar à frente para protestar contra o aprisionamento de Seehofer e escreveu a sua agora famosa carta.

Assim que a Reforma se pôs em marcha, consolidou-se em várias universidades por toda a Alemanha, e Eck queria garantir que tal não acontecesse em Ingolstadt. O corpo docente estava proibido de ensinar as teses de Lutero e as suas obras foram banidas. Não é claro por que razão Seehofer viajou até Wittenberg, mas o mais provável é que tenha sido especificamente para ouvir os ensinamentos reformistas proibidos em Ingolstadt. Quando regressou à universidade no outono de 1522, foi avisado por Eck para não se envolver com a doutrina luterana, mas na primavera de 1523, como membro do corpo docente, proferiu uma palestra sobre as visões de Melanchthon.

Seehofer foi censurado e, quando o seu aposento foi revistado, foram apreendidos 17 documentos luteranos. Foi detido e encarcerado na Abadia de Ettal, sob a ameaça de ser queimado na fogueira caso não renunciasse aos ensinamentos de Lutero, o que acabou por fazer (embora sem sinceridade, dado que mais tarde, após a sua libertação, se tornou um pregador e professor protestante). Argula von Grumbach, que por esta altura era já uma devota seguidora de Lutero e Melanchthon, ficou profundamente decepcionada por nenhum homem se chegar à frente para protestar contra o aprisionamento de Seehofer, pelo que assumiu a responsabilidade de escrever a sua agora famosa carta.

Remover Publicidades
Publicidade

O Texto

O texto infra foiencurtado por razões de espaço, estando as linhas em falta indicadas por reticências, e foi retirado de Additional Primary Readings for A Reformation Reader (Leituras Primárias Adicionais para uma Antologia da Reforma) editado por S. E. Jordon.

O relato de uma mulher cristã da nobreza bávara cuja carta aberta, com argumentos baseados na Sagrada Escritura, critica a Universidade de Ingolstadt por coagir um jovem seguidor do Evangelho a contradizer a palavra de Deus...

Diz o Senhor, em João 12: 'Eu sou a luz que veio ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.' É o meu desejo sincero que esta luz habite em todos nós e ilumine todos os corações endurecidos e cegos. Ámen.

Encontro um texto em Mateus 10 que reza assim: 'Aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai que está nos céus.' E em Lucas 9: 'Aquele que se envergonhar de mim e das minhas palavras, dele se envergonhará o Filho do Homem, quando vier na sua glória', etc. Palavras como estas, vindas da própria boca de Deus, estão sempre diante dos meus olhos. Pois elas não excluem nem a mulher, nem o homem.

Remover Publicidades
Publicidade

E é por isto que me sinto compelida, como cristã, a escrever-vos. Pois Ezequiel 33 diz: 'Se vires o teu irmão pecar, repreende-o, ou eu requererei o seu sangue das tuas mãos.' Em Mateus 12, o Senhor diz: 'Todos os pecados serão perdoados; mas o pecado contra o Espírito Santo nunca será perdoado, nem aqui nem na eternidade.' E em João 6, o Senhor diz: 'As minhas palavras são espírito e vida...

Como, em nome de Deus, podeis vós e a vossa universidade esperar prevalecer, quando aplicais tamanha e insensata violência contra a palavra de Deus; quando forçais alguém a segurar o santo Evangelho nas mãos com o propósito exacto de o negar, como fizestes no caso de Arsacius Seehofer? Quando o confrontais com um juramento e uma declaração deste teor, e usais o encarceramento e até a ameaça da fogueira para o obrigar a negar a Cristo e à sua palavra?

Sim, quando reflito sobre isto, o meu coração e todos os meus membros tremem. O que vos ensinam Lutero ou Melanchthon senão a palavra de Deus? Vós condenai-os sem os terdes refutado. Ensinou-vos Cristo assim, ou os seus apóstolos, profetas ou evangelistas? Mostrai-me onde isso está escrito! Vós, peritos altivos, em lado algum na Bíblia encontro que Cristo, ou os seus apóstolos, ou os seus profetas tenham metido pessoas na prisão, as tenham queimado ou assassinado, ou as tenham enviado para o exílio... Não sabeis o que o Senhor diz em Mateus 10? 'Não tenhais medo daquele que pode tirar-vos o corpo, mas cujo poder termina aí. Tende medo, sim, daquele que tem o poder de lançar a alma e o corpo nas profundezas do inferno.'

Remover Publicidades
Publicidade

Sabe-se perfeitamente a importância do dever de obedecer às autoridades. Mas, no que diz respeito à palavra de Deus, nem o Papa, nem o Imperador, nem os príncipes — como os capítulos 4 e 5 de Actos tornam tão claro — têm qualquer jurisdição. Pela minha parte, devo confessar, em nome de Deus e pela salvação da minha alma, que se eu negasse os escritos de Lutero e Melanchthon, estaria a negar a Deus e à sua palavra, o que Deus proíba para sempre. Ámen...

Suplico-vos. Confiai em Deus. Ele não nos abandonará, pois cada cabelo das nossas cabeças está contado e sob o Seu cuidado, como diz Mateus 10. Tive de ouvir durante uma eternidade o vosso pregador das Decretais a gritar na Igreja de Nossa Senhora: Ketzer! Ketzer!, 'Herética, Herética!'. Que pobre latim esse! Eu própria poderia dizer o mesmo, sem dúvida, e nunca andei na universidade. Mas, se eles querem provar o que dizem, terão de fazer melhor do que isso. Sempre tive a intenção de lhe escrever, para lhe pedir que me mostrasse quais os artigos heréticos que o leal trabalhador do Evangelho, Martinho Lutero, supostamente teria ensinado.

Contudo, reprimi as minhas inclinações; de coração pesado, nada fiz. Porque Paulo diz em 1 Timóteo 2: 'As mulheres devem guardar silêncio e não devem falar na igreja.' Mas agora que não vejo nenhum homem que esteja à altura, que esteja disposto ou que seja capaz de falar, sinto-me constrangida pela sentença: 'Aquele que me confessar', como referi acima. E reivindico para mim Isaías 3: 'Enviar-lhes-ei crianças para serem os seus príncipes; e mulheres, ou aqueles que são afeminados, governarão sobre eles...'

Remover Publicidades
Publicidade

O meu coração compadece-se dos nossos príncipes, a quem vós seduzistes e traístes de forma tão deplorável. Pois percebo que eles estão mal informados sobre a Sagrada Escritura. Se pudessem dispensar tempo de outros afazeres, acredito que eles também descobririam a verdade de que ninguém tem o direito de exercer soberania sobre as palavras de Deus. Sim, nenhum ser humano, quem quer que seja, pode governar sobre elas. Pois apenas a palavra de Deus — sem a qual nada foi feito — deve e tem de governar...

Que fizeram os nossos príncipes para merecer tal conduta da vossa parte? É esta a recompensa pela sua frequente generosidade, ao distribuírem riquezas pelos pobres entre vós? Com que aspeto os deixais? Porque fazeis deles, e desta vossa universidade, que eles são justamente louvados por terem fundado, o rir de todo o mundo? Ah, que lealdade lhes retribuís pelo bem que vos fizeram! Que gratidão! Como ousais?..."

Estou firmemente convencida de que, se eles soubessem a verdade, não continuariam a agir segundo os vossos pedidos, como fizeram agora com Seehofer, e não teriam dado permissão para que ele fosse assassinado, como se indica no seu juramento. Que Deus seja a sua recompensa eterna. Tenho esperança de que as coisas melhorem. Quem sabe por que razão deram tal instrução?

Remover Publicidades
Publicidade

Não tenhais dúvidas sobre isto: Deus olha com misericórdia para Arsacius, ou fá-lo-á no futuro, tal como fez com Pedro, que negou o Senhor três vezes. Pois a cada dia o justo cai sete vezes e volta a erguer-se sobre os seus pés. Deus não quer a morte do pecador, mas a sua conversão e vida. O próprio Cristo Senhor temeu a morte; tanto que suou um suor de sangue. Confio que Deus ainda verá muito bem vindo deste jovem. Tal como Pedro, também ele fez muito bom trabalho mais tarde, após a sua negação do Senhor. E, ao contrário deste homem, ele ainda era livre, e não sofreu tão longo encarceramento, nem a ameaça da fogueira...

Não tendes vergonha de que Seehofer tenha tido de negar todos os escritos de Martinho, que verteu o Novo Testamento para alemão, seguindo simplesmente o texto? Isso significa que o santo Evangelho, as Epístolas, a história dos Apóstolos e por aí fora, são todos rejeitados por vós como heresia. Parece não haver esperança de uma discussão adequada convosco. E há ainda os cinco livros de Moisés, que também estão a ser impressos. Isso não vale nada? Não ouço nada sobre nenhum de vós ter refutado um único artigo de Arsacius com base na Escritura...

Suplico-vos por amor de Deus, e exorto-vos pelo juízo e justiça de Deus, a que me digais por escrito qual dos artigos escritos por Martinho ou Melanchthon considerais herético. Em alemão, nem um único me parece herético. E o facto é que muito tem sido publicado em alemão, e eu li-o todo. Spalatin enviou-me uma lista de todos os títulos. Sempre desejei descobrir a verdade... O meu querido senhor e pai insistiu para que eu lesse [a Bíblia] quando tinha dez anos de idade. Infelizmente, não lhe obedeci, sendo seduzida pelos clérigos acima mencionados, especialmente os Observantes, que diziam que eu seria desviada do caminho.

Ah, mas que alegria é quando o espírito de Deus nos ensina e nos dá entendimento, saltando de um texto para o outro — Deus seja louvado — de modo que passei a ver a verdadeira e genuína luz a brilhar. Não pretendo enterrar o meu talento se o Senhor me conceder a Sua graça. 'O evangelho', diz Cristo em Lucas 7, 'é pregado aos pobres, e bem-aventurado é aquele que não se escandaliza por minha causa...'

Remover Publicidades
Publicidade

Clamo com o profeta Jeremias, capítulo 22: 'Terra, terra, terra! Ouve a palavra do Senhor!' Suplico e peço-vos uma resposta, caso considereis que estou em erro, embora eu não tenha consciência disso. Pois Jerónimo não se envergonhou de escrever imenso a mulheres — a Blesila, por exemplo, a Paula, a Eustóquia, e por aí fora. Sim, e o próprio Cristo, aquele que é o único mestre de todos nós, não se envergonhou de pregar a Maria Madalena e à jovem junto ao poço.

Não recuo perante a ideia de comparecer perante vós, de vos ouvir, de discutir convosco. Pois, pela graça de Deus, eu também sei fazer perguntas, ouvir respostas e ler em alemão. Existem, certamente, Bíblias em alemão que Martinho não traduziu. Vós próprios tendes uma que foi impressa há quarenta e um anos, quando nem se sonhava com a de Lutero.

Se Deus não o tivesse ordenado, eu poderia comportar-me como os outros, e escrever ou dizer que ele perverte a Escritura; o que é contrário à vontade de Deus. Embora eu ainda não tenha lido ninguém que seja seu igual ao vertê-la para alemão. Que Deus, que tudo isto opera nele, seja a sua recompensa aqui no tempo e na eternidade. E mesmo que viesse a acontecer — o que Deus proíba — que Lutero revogasse as suas opiniões, isso não me preocuparia. Não me baseio no entendimento dele, nem no meu, nem no de qualquer outra pessoa, mas na verdadeira rocha, o próprio Cristo, que os construtores rejeitaram. Mas Ele foi feito a pedra angular e a cabeceira do ângulo, como Paulo diz em 1 Coríntios 3: 'Ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo...'

Não sei latim; mas vós sabeis alemão, tendo nascido e crescido nesta língua. O que vos escrevi não é conversa fiada de mulher, mas a palavra de Deus; e escrevi-o como membro da Igreja Cristã, contra a qual as portas do Inferno não podem prevalecer. Contra a Romana, contudo, elas prevalecem. Olhai apenas para essa igreja! Como há ela de prevalecer contra as portas do Inferno? Deus nos dê a Sua graça, para que todos sejamos salvos, e que Deus nos governe segundo a Sua vontade. Que a Sua graça triunfe agora. Ámen.

Dietfurt. Domingo após a exaltação da Santa Cruz. No ano do Senhor de mil quinhentos e vinte e três. A minha assinatura, Argula von Grumbach, nascida von Stauff.

Ao reverendo, honrado, bem-nascido, mui douto, nobre e estimado Reitor e conselho geral de toda a Universidade de Ingolstadt.

Conclusão

Johann Eck e o corpo docente de Ingolstadt ignoraram a carta de Von Grumbach, e Seehofer permaneceu encarcerado. Ela mandou, então, publicar a missiva e, como as obras protestantes eram leituras populares na época (visto que desafiavam a autoridade tradicional), esta tornou-se um sucesso de vendas. Talvez, se não a tivessem rejeitado meramente como uma mulher que não tinha o direito de lhes dizer o que fazer, o corpo docente não teria tido de enfrentar o embaraço público de ver uma mulher, que nunca frequentara a universidade, demonstrar que conhecia as Escrituras tão bem quanto eles.

Remover Publicidades
Publicidade
Title Page of To the University of Ingolstadt
Folha de Rosto de À Universidade de Ingolstadt Argula von Grumbach (Public Domain)

Seehofer foi libertado em 1524 e tornou-se professor e pastor, mas não é claro até que ponto a carta de Von Grumbach contribuiu para a sua libertação. Contudo, o sucesso da carta À Universidade de Ingolstadt encorajou-a a escrever mais obras e, a dada altura, circulavam mais de 30 000 exemplares dos seus panfletos. As autoridades incentivaram o seu marido católico, Friedrich von Grumbach († 1530), a silenciá-la, sugerindo que lhe partisse as mãos e assegurando-lhe que não haveria consequências se a assassinasse. Friedrich ignorou estas sugestões, foi demitido do seu cargo e a família foi banida da sua casa em Dietfurt; ainda assim, Argula continuou a defender a Reforma, apesar de ser frequentemente perseguida e de enfrentar dificuldades financeiras.

Embora inicialmente ignorada e, mais tarde, vilipendiada pelas autoridades católicas, Argula von Grumbach nunca parou de escrever, pregar e ensinar até à sua morte, por volta de 1564. Encontrou-se com Lutero e, posteriormente, com Melanchthon em Augsburgo, no ano de 1530, e viajou sozinha até Nuremberga para promover a Reforma. Hoje, é considerada uma das grandes vozes do movimento, e a sua carta ao corpo docente de Ingolstadt é tida como um dos escritos mais significativos dos primórdios da Reforma.

Remover Publicidades
Publicidade

Perguntas & Respostas

Quem foi Argula von Grumbach?

Argula von Grumbach (1490 a cerca de 1564) foi uma escritora protestante alemã cujos panfletos ajudaram a difundir a visão da Reforma de Martinho Lutero.

Sobre o que trata a obra "À Universidade de Ingolstadt", de von Grumbach?

A obra "À Universidade de Ingolstadt" (1523), de Von Grumbach, foi escrita para protestar contra a demissão, prisão e encarceramento de um jovem membro do corpo docente que tinha dado palestras sobre os ensinamentos luteranos.

Qual foi o impacto da obra "À Universidade de Ingolstadt", de von Grumbach?

A obra "À Universidade de Ingolstadt" de Von Grumbach, foi ignorada pelo corpo docente da instituição e condenada pelas autoridades católicas. Publicada como uma carta aberta, ela consolidou a autora como teóloga protestante e uma escritora popular.

Argula von Grumbach sofreu por causa dos seus escritos?

O trabalho de Argula von Grumbach causou tensão durante o primeiro casamento, resultou na perda do emprego do marido e na expulsão da família da casa em Dietfurt. Ela sofreu financeiramente durante toda a vida, mas continuou a escrever e pregar.

Sobre o Tradutor

Filipa Oliveira
Tradutora e autora, o gosto pelas letras é infindável – da sua concepção ao jogo de palavras, da sonoridade às inumeráveis possibilidades de expressão.

Sobre o Autor

Joshua J. Mark
Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.

Cite Este Artigo

Estilo APA

Mark, J. J. (2026, abril 05). Argula von Grumbach - Carta 'À Universidade de Ingolstadt'. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1971/argula-von-grumbach---carta-a-universidade-de-ingo/

Estilo Chicago

Mark, Joshua J.. "Argula von Grumbach - Carta 'À Universidade de Ingolstadt'." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, abril 05, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1971/argula-von-grumbach---carta-a-universidade-de-ingo/.

Estilo MLA

Mark, Joshua J.. "Argula von Grumbach - Carta 'À Universidade de Ingolstadt'." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 05 abr 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1971/argula-von-grumbach---carta-a-universidade-de-ingo/.

Remover Publicidades