Porcos na China Antiga

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Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Os porcos (por vezes chamados "suídeos", pertencentes à família Suidae) têm desempenhado, desde há muito, um papel importante na cultura chinesa. Os suínos simbolizam a boa sorte e a felicidade, uma vez que parecem levar uma existência despreocupada e mantêm uma longa relação com os seres humanos que os têm visto desta forma.

De facto, um estudo realizado em 2010 concluiu que os suínos dos nossos dias na China são descendentes diretos dos primeiros suínos domesticados há milhares de anos. O porco é o animal domesticado mais antigo na China, a seguir ao cão, e foram descobertos túmulos do Neolítico contendo crânios e ornamentos de suínos que se crê simbolizarem tanto a riqueza do falecido como a continuação da boa sorte.

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A longa relação entre o povo da China e o porco é evidenciada não só pelos espólios funerários e outros artefactos, mas também pelo número de contos do folclore chinês que apresentam o porco, bem como pelo seu lugar como o 12.º animal do zodíaco chinês. De resto, o porco é tão importante na cultura chinesa que figura no pictograma correspondente a "lar", conforme assinalado pelo estudioso Charles Benn:

A palavra para 'lar' em chinês é um pictograma de um telhado com um porco por baixo. Naturalmente, o telhado era essencial para qualquer habitação construída acima do solo. Contudo, um porco numa habitação era uma especificidade da China. Ao longo da maior parte da história chinesa, mesmo no século XX, o porco tem sido a fonte de carne mais valiosa, abatida e consumida em ocasiões cerimoniais ou de sacrifício até pelas pessoas mais humildes. Por essa razão, o camponês mais modesto fazia todos os esforços para proteger a criatura contra roubo e reservava-lhe espaço dentro de sua casa.

(pág. 71)

No entanto, os suínos não eram utilizados apenas pela sua carne, mas faziam também parte de sacrifícios rituais aos deuses e funcionavam como símbolos de riqueza pessoal e sucesso. Do nobre ou comerciante mais rico ao camponês mais humilde, o suínos sobressai como uma força unificadora na cultura chinesa e um aspeto integral das interações sociais e económicas da China.

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Eastern Han Pig Sculpture
Escultura de Porco dos Han Orientais Metropolitan Museum of Art (Copyright)

A História Antiga

Os suínos foram domesticados na China há 10 000 anos. Muitos estudiosos afirmam que as primeiras evidências de porcos domesticados provêm do sítio de Zengpiyan, na cidade de Gulin, província de Guangxi, o que substancia a data de há 10 000 anos para a domesticação. Os estudiosos Yuan e Rowan, entre outros, sustentam que os achados em Cishan, no condado de Wu'an, província de Hebei, são mais fiáveis, situando a data em há 8 000 anos, mas continuam a não excluir a possibilidade da data anterior.

Segundo Yuan e Rowan, quatro condições tinham de estar presentes para a domesticação do porco:

  • A necessidade de carne que não podia ser suprida pela caça;
  • A existência de porcos selvagens a viver na proximidade de povoados humanos;
  • O cultivo de cereais selvagens, que incentivou a domesticação dos porcos;
  • O excedente de cereais, que fornecia alimento para os porcos sem causar inconvenientes às pessoas.

Numa sociedade de caçadores-recoletores, a alimentação provinha de tudo o que pudesse ser caçado ou encontrado na região, e a caça continuou a ser uma importante fonte de alimento depois das comunidades se tornarem sedentárias. A escassez de caça selvagem encorajou as pessoas a procurar uma fonte alternativa de carne. Esta fonte foi encontrada nos porcos selvagens que viviam nas proximidades, cujas crias podiam ser capturadas e criadas como animais domésticos. Contudo, esta nova fonte alimentar só teria sido viável se a comunidade conseguisse alimentar os porcos sem causar inconvenientes a si própria; por conseguinte, os desenvolvimentos agrícolas tinham de ser suficientemente bem-sucedidos para o assegurar.

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Uma família que pudesse possuir um porco era considerada bem-sucedida, e comer um porco estava habitualmente reservado para ocasiões especiais.

Um exemplo deste tipo de desenvolvimento observa-se claramente na aldeia de Banpo, na província de Shaanxi, um sítio neolítico habitado entre cerca de 4500 e 3750 a.C. Com base nos vestígios materiais das escavações, os habitantes tinham sido caçadores-recoletores que depois adotaram um estilo de vida agrário, mas continuaram a complementar a sua dieta através da caça. No entanto, criavam tanto cães como porcos como fonte de alimento, muito provavelmente porque a caça por si só não conseguia suprir as necessidades da comunidade. Foram encontrados ossos de porco em sepulturas e noutros locais da aldeia, o que atesta a importância do animal. O estudioso Seung-og Kim comenta:

A domesticação de suínos na China tem uma longa história. Os porcos eram o animal domesticado predominante no Neolítico, tal como o são hoje. Mais importante ainda, é seguro afirmar que quase todos os animais terrestres envolvidos nas práticas funerárias neolíticas eram porcos. Além disso, os arqueólogos chineses encontraram muitos ornamentos e estatuetas de ossos de porco. A inumação de crânios de porco no Neolítico chinês estava intimamente ligada à interação entre nutrição, ritual, riqueza e prestígio político.

(pág. 119)

Entre os ornamentos e estatuetas a que Seung-og Kim faz referência encontra-se o enigmático Porco-Dragão (conhecido como Zhulong), uma peça de jade da Cultura Hongshan (4700-2900 a.C.) que representa uma figura com a cabeça e o focinho de um porco, mas com o corpo de uma serpente. Os estudiosos traçaram a evolução da figura do Porco-Dragão até ao muito mais famoso dragão chinês (Wei et al., pág. 5). Acreditam que o símbolo evoluiu de forma constante desde a cultura Hongshan até estar plenamente desenvolvido como o dragão por volta da Dinastia Zhou (1046-256 a.C.). Primeiros vestígios do Porco-Dragão surgem em fragmentos de cerâmica encontrados em Banpo, mas existem outras provas da importância dos porcos para a aldeia, uma vez que esta poderá ter sido efetivamente desenhada a pensar neles.

Banpo Village, Xi'an, China
Assentamento de Banpo, Xi'an, China Ian Armstrong (CC BY-SA)

A aldeia de Banpo estava cercada por uma vala que muito provavelmente servia tanto para proteção como para drenagem. Contudo, estudiosos como Judith M. Treistman acreditam que o "fosso" em redor da aldeia também funcionava como uma espécie de "cerca invisível" que impedia os porcos de se afastarem. Treistman assinala a existência destas valas em vários sítios neolíticos, bem como a prática de construir deliberadamente casas a pensar no bem-estar dos porcos. A investigadora cita a aldeia de Hai Men K'ou, em Chien Ch'uan, como um exemplo em que as casas foram construídas sobre estacas para as elevar e proteger contra danos causados por cheias, mas também "como abrigo para os porcos da família" (pág. 125).

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O porco da família era um elemento básico da dieta chinesa, que também consistia essencialmente em legumes, peixe, frango, caça e cão. Uma família que pudesse possuir um porco era considerada bem-sucedida e comer carne de porco estava habitualmente reservado para ocasiões especiais. Uma história sobre o filósofo Zengzi (505-435 a.C.) ilustra bem este facto.

Zengzi, um discípulo de Confúcio (551-479 a.C.), era famoso por nunca mentir e por encorajar os outros a viverem vidas morais e íntegras. Um dia, quando a sua mulher se dirigia ao mercado, o filho de ambos correu a chorar atrás dela. Para apaziguar o rapaz e fazê-lo voltar para casa, a mulher disse ao filho que lhe prepararia um jantar especial com o melhor porco deles, desde que ele se comportasse, e a criança regressou então a casa. Zengzi ouviu isto, abateu o melhor porco de ambos e preparou-o para o jantar. Quando a esposa regressou, ficou chocada e perguntou porque é que ele desperdiçaria um porco daquela maneira, visto que ela estava apenas a tentar fazer o rapaz calar-se. Zengzi salientou que, se ela não cumprisse a palavra, o rapaz deixaria de acreditar em tudo o que ela dissesse e que, se alguém faz uma promessa, deve cumpri-la; caso contrário, as palavras são vazias.

Os Porcos no Folclore

O porco ocupa um lugar de destaque em contos tradicionais que, tal como esta história sobre Zengzi, encerram uma lição moral. Na história de A Mula e o Leão (驟獅訪猪; transliterado: Luózi yǔ shīzi), uma mula é enganada por um leão para viajar com ele a fim de visitar o seu "bom amigo", o porco. O leão está apenas interessado em comer o porco e quer a mula consigo para atrair o porco para fora de sua casa. A mula tem primeiro de pedir autorização à mãe, que não quer que ela ande na rua depois de anoitecer, e esta acaba por consentir a contragosto, sob a condição de não ir para longe. A mula ignora os desejos da mãe e segue o caminho que o leão indica.

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Chinese Jade Pig-Dragon, Owl & Hair Ornament
Porco-dragão Chinês em Jade, Coruja e Ornamento de Cabelo The British Museum (Copyright)

Quando chegam a casa do porco, o leão incentiva a mula a avançar e a convidar o porco para vir cá fora conversar. O porco, no entanto, dá ouvidos à mãe, que também não quer que ele ande na rua depois de anoitecer, e recusa o convite da mula. O leão e a mula acabam por cair pouco depois na rede de um caçador e, quando a mula implora por misericórdia com o argumento de que é apenas uma mula e amiga dos homens, o rei dos caçadores responde que quem anda com lobos, a eles se ensina (ou que alguém é julgado pelas companhias que frequenta), pelo que a mula será vendida no mercado juntamente com o seu amigo leão.

O porco também desempenha um papel central na história O Porco Enviado pelos Céus (天赐的猪; transliterado: Tiāncì de zhū), na qual um casal de agricultores pobre junta dinheiro e compra um pequeno porco, acreditando que este lhes trará boa sorte.O porco não cresce por muito que o alimentem e, ano após ano, esta frustração continua até que a mulher diz ao agricultor para parar de o alimentar, pois é uma perda de tempo. No entanto, o agricultor, afeiçoado pelo seu porquinho, continua a dar-lhe comida às escondidas.

Contudo, o porco nem sempre é retratado de forma positiva, podendo simbolizar a preguiça, a autoindulgência, a intemperança e a total falta de autocontrolo.

Uma noite, um estranho passa por lá enquanto o agricultor está a alimentar o porco e oferece-se para comprá-lo. O agricultor é honesto com o estranho e diz-lhe que se trata de um porco pequeno e de pouco valor. A mulher ouve a conversa, vem a correr dizer-lhe para vender o porco por um preço alto. O estranho oferece 500 peças de prata, mas a mulher quer mais e ele oferece 1.000, e assim ela vende-o. No entanto, antes de a transação estar concluída, o estranho pede-lhe que jure aos céus que as suas palavras sobre o que sente em relação ao porco são verdadeiras e que não voltará atrás no negócio. O casal jura e o estranho leva o porco, mas a mulher quer saber porque razão ele o quer tanto.

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O estranho diz-lhe que dentro do porco estão dois castiçais que, quando retirados e acesos, chamam para junto do seu dono todo o tesouro do mundo. Ele ainda está a falar quando a mulher lhe atira o dinheiro de volta e corre para dentro de casa com o porco. Ela abate-o, retira os castiçais e acende-os. De repente, todos os tesouros do mundo começam a rodopiar acima dela, mas, cada vez que tenta agarrar um, ele escapa-se. Por fim, as velas consomem-se e ela fica sozinha na escuridão, sem nada.

Meses mais tarde, o estranho regressa e o agricultor e a mulher encontram-se agora numa situação ainda pior do que antes. A mulher acusa o estranho de lhes ter mentido, mas este sublinha que ela agarrou no porco e correu para dentro de casa enquanto ele ainda estava a falar, e que nunca teve oportunidade de lhe dizer que seria necessário atirar arroz aos objetos e repetir o seu verdadeiro voto aos céus para conseguir obter o que quer que fosse. A moral da história, como o agricultor observa a seguir, é que a avareza destrói tudo.

Chinese Pig-Dragon Sculpture
Escultura de Porco-dragão Chinês LACMA (Public Domain)

No entanto, o porco nem sempre é retratado de forma positiva. Os suínos também simbolizavam a preguiça, a autoindulgência, a intemperança e a total falta de autocontrolo. O exemplo mais famoso do porco neste papel surge no romance chinês do século XVI Jornada ao Oeste (ou Peregrinação para o Oeste - 西游记; transliterado: Xī Yóu Jì), no qual a personagem de Zhu Bajie simboliza os piores aspetos do porco; o seu nome, "Zhu", significa inclusivamente "suíno".

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O estudioso Edward T.C. Werner observa que Zhu, a "fada-porco", representa "as paixões mais grosseiras, que estão constantemente em guerra com a consciência nos seus esforços para se livrarem de toda a contenção" (pág. 326). Zhu é originalmente um membro honrado da corte celestial, mas tenta seduzir a deusa da lua e é desterrado para a terra. É finalmente condenado a limpar os altares dos deuses, comendo as oferendas restantes que se encontram à sua volta, tal como um porco.

O Porco no Zodíaco

Estes aspetos mais negativos do porco desempenham um papel nas duas histórias mais conhecidas sobre a forma como o porco se integrou no zodíaco chinês. Na primeira história, nasce um rapaz numa família abastada e dizem-lhe que é abençoado e que terá uma boa vida. Ele interpreta isto como significando que pode simplesmente divertir-se, pelo que decide não seguir nenhum estudo e nunca faz qualquer trabalho. Com o tempo, os pais morrem e, como não domina nenhum ofício, já não consegue pagar aos criados nem manter a casa, perdendo tudo. Ele continua a acreditar que é abençoado e que tudo vai mudar a seu favor, pelo que continua a agir exatamente como sempre fez até morrer.

Ele comparece perante o Rei do Submundo e queixa-se de que aquele não era o seu destino. Diz que lhe tinham dito que era abençoado e que a sua vida deveria ter corrido de outra forma. O Rei do Submundo leva-o perante o Imperador de Jade para ser julgado. O Imperador de Jade, depois de ouvir a sua história, enche-se de fúria e diz: "Foi-te dado tudo, mas não fizeste nada com isso. Toda a tua vida foste preguiçoso e autoindulgente, por isso vou transformar-te num porco que come palha." Por essa mesma altura, a Corte Celestial estava a decidir quais os animais que integrariam os signos do zodíaco chinês e não conseguia decidir-se quanto ao último. O Imperador de Jade ordena a um oficial da sua corte que transfira o porco recém-criado de volta para a terra, mas o oficial compreende mal e coloca o porco no céu; e assim o porco torna-se o último signo do zodíaco.

12 Animals of the Chinese Zodiac
Os 12 Animais do Zodíaco Chinês Metropolitan Museum of Art (Copyright)

A segunda história, e a mais conhecida, é a chamada A Grande Corrida (十二生肖动物赛跑 - transliterado: Shíèr Shēngxiào Dòngwù Sàipǎo). O Imperador de Jade anuncia que haverá uma corrida entre os animais e que os primeiros doze a cruzar a linha de chegada serão homenageados eternamente no céu noturno. Os animais alinham-se todos e a corrida começa, com o gato e o rato a fazerem um acordo para viajarem juntos no dorso do boi e saltarem no último minuto para serem os primeiros a vencer. A caminho, o rato assusta o gato, que cai para um rio e é levado pela corrente; é por esta razão que não existe o ano do gato e também o motivo pelo qual os gatos odeiam os ratos até aos dias de hoje.

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Os animais cruzam todos a linha de chegada de várias formas — o rato em primeiro, seguido pelo boi, tigre, coelho, dragão, serpente, cavalo, cabra, macaco, galo e cão —, com o Imperador de Jade ali postado para os receber e felicitar. O último a cruzar a linha é o porco, e o Imperador de Jade fica surpreendido. Tendo em conta a velocidade do porco a correr, o Imperador pergunta-lhe como é possível ter ficado em último. O porco responde que teria chegado mais cedo, mas sentiu fome a meio do caminho e teve de parar para petiscar e que, depois de comer, ficou cansado e fez uma sesta. O Imperador de Jade reconhece que esta é a própria natureza do porco e dá-lhe as boas-vindas ao zodíaco juntamente com os restantes.

Conclusão

Na astrologia chinesa, as pessoas nascidas sob o signo do porco são otimistas, autoindulgentes, entusiasmantes, materialistas, bondosas, calorosas e agradáveis de ter como companhia. O porco está associado à terra, pelo que os nascidos sob o seu signo são também estáveis e seguros de si e, em termos da dicotomia Yin-Yang, são yin e mais produtivos à noite, entre as 21:00 e as 23:00. Tal como o seu signo, diz-se também que estas pessoas têm sorte e desfrutam de boa fortuna.

O porco continua a ocupar um lugar de destaque em muitos rituais e cerimónias na China relacionados com a boa sorte — embora estes eventos não sejam de todo auspiciosos para o animal. Um prato popular servido não só em festivais, mas ao longo de todo o ano, é o siu-yuk ("carne assada"), um porco inteiro assado em lume de carvão (ou num forno). O Shen-Dzu ("Porco Sagrado") é um porco propositadamente engordado até atingir o seu peso máximo, que é depois inscrito em concursos durante as celebrações do Ano Novo. O vencedor é sacrificado a uma divindade local (ou ao espírito da cidade) e comido, tendo os restantes concorrentes o mesmo destino.

A celebração conhecida como manyue — que homenageia os primeiros 30 dias de vida de alguém (o seu primeiro "aniversário") — consiste em oferecer aos convidados pés de porco, entre outras lembranças, como símbolo de boa sorte e gratidão. A inclusão do porco nestas festas dificilmente surpreende, uma vez que os porcos têm desempenhado um papel importante nos rituais chineses há já milhares de anos. Desde os tempos neolíticos até aos dias de hoje, o porco tem permanecido uma figura constante e icónica na cultura chinesa e, em 2019, o respetivo Ano do Porco, marcou sem dúvida uma forte presença em muitas celebrações.

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Bibliografia

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Mark, J. J. (2026, agosto 06). Porcos na China Antiga. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1320/porcos-na-china-antiga/

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Mark, Joshua J.. "Porcos na China Antiga." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, agosto 06, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1320/porcos-na-china-antiga/.

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Mark, Joshua J.. "Porcos na China Antiga." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 06 ago 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1320/porcos-na-china-antiga/.

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