Johann Tetzel

Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Johann Tetzel (by Unknown Artist, Public Domain)
Johann Tetzel Unknown Artist (Public Domain)

Johann Tetzel (cerca de 1465-1519) foi um frade dominicano que se tornou famoso como um dos mais eficazes vendedores de indulgências e que, inadvertidamente, inspirou a Reforma Protestante quando Martinho Lutero (1483-1546) escreveu as suas 95 Teses, protestando contra a venda de indulgências em geral e contra os métodos de Tetzel em particular, desafiando assim a autoridade da Igreja Católica.

Tetzel foi um pregador popular no início da sua carreira e suficientemente respeitado para receber a atenção do Papa. Por volta de 1516, o Papa Leão X precisava de dinheiro para ajudar a reconstruir a Basílica de São Pedro em Roma e impulsionou a venda de indulgências como um meio para atingir esse fim. As indulgências — documentos comprados para o perdão dos pecados de si próprio ou de outrem, de modo a reduzir o tempo no purgatório — tinham sido outrora tiras manuscritas, antes de a prensa móvel, inventada por Johannes Gutenberg (cerca de 1398-1468), ter permitido a produção em massa de material impresso. Um dos primeiros documentos produzidos por Gutenberg foram as indulgências para a Igreja, que passaram então a ser vendidas num volume maior do que anteriormente.

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Em 1516, o arcebispo de Mogúncia, Alberto de Brandeburgo, pediu a Leão X autorização para vender indulgências na região, e o Papa enviou Tetzel com uma pilha de documentos produzidos em massa. Martinho Lutero já estava perturbado com a prática da venda de indulgências, uma vez que esta não era sustentada pela Bíblia, mas agora a ideia de Tetzel actuar na região de origem de Lutero tornou-se intolerável. De acordo com o relato tradicional, a 31 de outubro de 1517, Lutero pregou as suas 95 Teses, condenando a venda de indulgências, na porta da igreja em Wittenberg, dando assim início à Reforma Protestante.

“Mal a moeda no cofre cai, a alma do Purgatório sai.”

Ao início, a Igreja apoiou Tetzel e demonizou Lutero mas, à medida que o apoio a Lutero crescia em 1518, Tetzel foi criticado pelos seus métodos e condenado. Retirou-se para um mosteiro dominicano em Leipzig com a saúde debilitada e morreu ali em 1519. Lutero fez as pazes com ele antes da sua morte, mas a sua reputação fora destruída após as 95 Teses e ele passou a ser recordado, não pela sua pregação anterior, mas pela rima que lhe foi atribuída como vendedor: 'Mal a moeda no cofre cai, a alma do Purgatório sai.' (Sobald das Geld im Kasten klingt, die Seele in den Himmel springt).

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Luther's Ninety-Five Theses Nailed to the Wittenberg Church's Door
As '95 Teses' de Lutero Pregadas à Porta da Igreja de Wittenberg Eikon Film and NFP Teleart (Copyright)

Os Primeiros Anos de Vida e a Pregação

Johann Tetzel nasceu em Pirna, na Saxónia, sendo tudo o que se sabe da sua vida até se matricular na Universidade de Leipzig em 1482. Obteve o seu bacharelato em teologia em 1487, classificando-se em sexto lugar numa turma de cinquenta e seis alunos. Após a graduação, ingressou na Ordem Dominicana e fixou residência no mosteiro de Leipzig. Entrou em conflito com alguns dos outros monges (os detalhes perderam-se) e partiu para Roma em 1497 para pedir permissão para se mudar para outro mosteiro. Desconhece-se como o seu pedido foi respondido, e ele surge seguidamente a pregar nas províncias polacas, onde foi nomeado Inquisidor pelo Cardeal Caetano (cerca de 1468-1534). Parece ter ganho nomeada como um pregador eficaz e defensor da fé antes de regressar a Leipzig e aceitar o cargo de Inquisidor na Saxónia.

O primeiro registo de Tetzel como pregador de indulgências e vendedor data de 1503 e, por volta de 1509, era o comissário de indulgências em Estrasburgo. Nesta posição, viajou por toda a região, chegando com grande fanfarra a vilas e cidades, pregando sermões poderosos a multidões sobre os méritos das indulgências e encorajando a aquisição. Estes sermões enfatizavam frequentemente o sofrimento daqueles que estavam no purgatório e o pequeno sacrifício pedido aos vivos para lhes proporcionar conforto e ajudá-los a seguir caminho em direção ao céu. O académico Carter Lindberg inclui na sua obra um exemplo de um sermão de Tetzel, no qual o pregador joga com o medo e a culpa do seu público:

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Eis que estais no mar revolto deste mundo, sob tempestade e perigo, sem saberdes se alcançareis em segurança o porto da salvação… Deveis saber que todos os que se confessarem e, em penitência, puserem esmolas no cofre, obterão a remissão completa de todos os seus pecados. Porque estais aí parados? Correi pela salvação das vossas almas!

Não ouvis as vozes dos vossos falecidos pais a lamentarem-se, e de outros que dizem: 'Tende piedade de mim, tende piedade de mim, pois estamos em castigo e dor terríveis. Disto vós poderíeis redimir-nos com uma pequena esmola e, contudo, não o quereis fazer'?

Abri os vossos ouvidos, enquanto o pai diz ao filho e a mãe à filha: 'Nós criámo-vos, alimentámo-vos, cuidámos de vós e deixámos-vos os nossos bens temporais. Por que sois, então, tão cruéis e duros que não nos quereis salvar, embora baste tão pouco? Deixais-nos jazer em chamas para que apenas lentamente cheguemos à glória prometida'. Podeis ter cartas que vos permitem ter, uma vez na vida e na hora da morte, a remissão total do castigo que pertence ao pecado... (Fonte 2.7; pág. 28)

Johann Tetzel Selling Indulgences
A Venda de Indulgências por Johann Tetzel Johann Daniel Lebrecht Franz Wagner (Public Domain)

Originalmente, a indulgência nunca foi planeada para ser qualquer tipo de fraude ou empreendimento lucrativo e, segundo alguns académicos, Tetzel estava apenas a pregar a doutrina da Igreja relativa à disposição de um crente penitente em reparar algum mal cometido. A indulgência não era um cartão de 'livre-trânsito para o pecado', mas um documento que assegurava o perdão do pecado se a pessoa estivesse verdadeiramente arrependida e cumprisse a penitência. Contudo, este entendimento inicial da indulgência parece ter mudado por volta de 1500.

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As Indulgências

Uma indulgência (no sentido de 'ser indulgente' ou 'bondoso' para com um pecador) era originalmente uma espécie de 'carta de recomendação' — alguém com mérito espiritual intercedia por outrem que tivesse falhado no seu compromisso com Cristo e com a Igreja. A ideia era que existia um 'tesouro de mérito' (também conhecido como o 'tesouro da Igreja') acumulado pelo sacrifício de Cristo, pelos actos dos santos, pela abnegação da Virgem Maria e pelo empenho dos mártires, do qual se poderia usufruir em benefício próprio em tempos de necessidade. Contudo, não se podia simplesmente 'fazer um levantamento' do tesouro; era necessário prometer realizar algum acto penitencial que pagasse o empréstimo. O acto era decidido pelo sacerdote de cada um mas, em casos em que a saúde ou as responsabilidades da pessoa dificultavam a restituição, poderia ser imposta uma multa que revertia então para a construção de instituições públicas, tais como orfanatos ou hospitais.

Ao longo dos primeiros meses de 1518, Lutero e Tetzel trocaram argumentos através da imprensa.

O Papa Urbano II, em 1095, emitiu um decreto declarando a absolvição do pecado para qualquer pessoa que participasse na Primeira Cruzada (1095-1102), mas aqueles que não pudessem participar poderiam, em vez disso, comprar uma indulgência e o dinheiro reverteria para o financiamento da cruzada. Depois disto, a venda de indulgências foi reconhecida como uma fonte significativa de receita e, por volta de 1400, as vendas de indulgências estavam em expansão. O académico John Bossy escreve:

As indulgências tinham ficado associadas a uma variedade de obras, das quais a mais importante era a cruzada, mas que incluíam melhoramentos públicos como a construção de pontes ou de igrejas; tinha ficado estabelecido que estas obras podiam ser realizadas por procuração, ou comutadas por dinheiro… A penitência satisfatória devida por uma pessoa podia ser realizada por outra, desde que a relação entre as duas partes fosse suficientemente íntima para que aquilo que era feito por uma delas pudesse ser aceite, por Deus e pela Igreja, como tendo sido feito pela outra. (pág. 54)

Assim que as indulgências passaram a ser entendidas desta forma, uma pessoa podia comprar uma para os seus entes queridos falecidos, e a indulgência tornava-se uma espécie de nota promissória espiritual de que alguém realizaria certos actos que libertariam o falecido do purgatório ou, pelo menos, reduziriam o tempo que este fora condenado a sofrer ali pelos seus pecados. Deste entendimento, foi apenas um pequeno passo até às vendas de indulgências de cerca de 1500-1517, quando comprar uma indulgência parece ter sido de facto considerado como o cartão de 'livre-trânsito para o pecado' e o comissário de indulgências era recebido em cada aldeia e cidade visitada como um membro da realeza.

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Portrait of Johann Tetzel
Retrato de Johann Tetzel Rijksmuseum (CC BY-NC-SA)

Tetzel e Lutero

Entre 1503 e 1509, Tetzel tornou-se famoso como um vendedor de indulgências, viajando de aldeia em aldeia e de cidade em cidade. Ele chegou à cidade mineira de St. Annaberg. Uma testemunha da sua pregação, um certo Frederick Mecum, apresenta o seguinte relato:

Ele obteve, através da sua pregação na Alemanha, uma imensa soma de dinheiro, que enviou inteiramente para Roma; e, especialmente nas novas explorações mineiras em St. Annaberg, onde eu, Frederick Mecum, o ouvi durante dois anos, foi recolhida uma grande quantia. É inacreditável o que este frade ignorante e impudente afirmava [nos seus sermões]. Dizia que, se um cristão tivesse dormido com a sua própria mãe e depositasse a quantia de dinheiro na arca de indulgências do Papa, este teria poder no céu e na terra para perdoar o pecado e, se ele o perdoasse, Deus teria de o fazer também. Item: se eles contribuíssem prontamente e comprassem a graça e a indulgência, todas as colinas de St. Annaberg tornar-se-iam de pura e maciça prata. Item: assim que a moeda tilintava no cofre, a alma por quem o dinheiro fora pago partia imediatamente para o céu. A indulgência era tão altamente prezada que, quando o comissário entrava numa cidade, a Bula Papal era carregada sobre uma almofada de cetim ou bordada a ouro, e todos os padres e monges, o conselho municipal, o mestre-escola, os estudiosos, homens, mulheres, donzelas e crianças, saíam ao seu encontro com estandartes e círios, com cânticos e procissão. Então, todos os sinos dobravam, todos os órgãos tocavam; ele era conduzido para dentro da igreja e a bandeira do Papa era exibida; em suma, o próprio Deus não poderia ter sido acolhido e recebido com maior honra. (Lindberg, Fonte 2.8; pág. 29)

Tetzel pregou na área em redor de St. Annaberg até 1510 e depois desapareceu, surgindo apenas novamente no registo em 1516, quando o Arcebispo de Brandeburgo pediu ao Papa Leão X a autorização para vender indulgências e o Papa enviou Tetzel para Mogúncia. Brandeburgo estava profundamente endividado com a família Fugger, uma linhagem de banqueiros que lhe tinha emprestado o dinheiro para comprar o seu cargo de arcebispo, enquanto o Papa Leão X precisava de dinheiro para a reconstrução da Basílica de São Pedro. Os homens concordaram em dividir o dinheiro recolhido por Tetzel, mas não existem provas de que o próprio Tetzel estivesse a par deste acordo. Ele parece ter entendido que todo o dinheiro iria para Roma, para São Pedro.

Lutero tinha essa mesma impressão e, por isso, quando escreveu as suas 95 Teses denunciando a venda de indulgências em 1517, enviou a obra a Brandeburgo com o entendimento de que o seu arcebispo estaria tão interessado quanto ele em debater a política e as práticas da venda. Contudo, Brandeburgo não tinha tal interesse e, após mandar verificar se a obra continha heresias, enviou-a para Roma. De acordo com o relato tradicional, Lutero pregou as 95 Teses na porta da igreja de Wittenberg, embora isto tenha sido contestado e o próprio Lutero apenas mencione o envio da obra a Brandeburgo; mas, independentemente de como foi entregue pela primeira vez, graças à prensa de Gutenberg, a obra foi impressa e estava em ampla circulação por volta de 1518.

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Martin Luther Monument
Monumento a Martinho Lutero Nick Morieson (CC BY)

Nos últimos 50 anos, os académicos têm debatido se Tetzel foi a inspiração imediata para as 95 Teses de Martinho Lutero, mas parece bastante claro que foi, uma vez que Lutero refere diretamente a sua rima sobre o ouro na caixa e a alma salva na 27.ª tese e alude à mesma na 28.ª. Na sua carta a Brandeburgo, que acompanhava as 95 Teses, Lutero deixa claro que já pensava em pedir contas aos vendedores de indulgências há algum tempo. A proximidade de Tetzel foi o catalisador que o fez agir sobre esse impulso.

Ao longo dos primeiros meses de 1518, Lutero e Tetzel trocaram argumentos através da imprensa, com o Sermão sobre as Indulgências e a Graça de Lutero a ser respondido pela refutação de Tetzel. Tetzel não era, de modo algum, o igual intelectual ou literário de Lutero, e as obras de Lutero conquistavam consistentemente mais aderentes para os seus 'novos ensinamentos'. Conforme a influência de Lutero se consolidava, diminuia a reputação de Tetzel, ao ponto de antes do final do ano, as obras de Tetzel e as indulgências que ele vendera serem queimadas em fogueiras comunitárias. Nesse mesmo ano, foi atribuído a Tetzel o doutoramento em teologia, contudo não há provas de que ele se tenha matriculado em qualquer universidade, sendo provável que se tratasse de um grau honorário concedido para elevar Tetzel à mesma posição académica do Dr. Martinho Lutero. Se assim foi, nada fez para melhorar as probabilidades de Tetzel.

Conclusão

Lutero acabou por vencer no tribunal da opinião pública e Tetzel foi condenado como um charlatão que vendera as suas indulgências para proveito pessoal. Todavia, não existem provas, de que Tetzel alguma vez tenha ficado com qualquer parte do dinheiro recolhido para si próprio, uma vez que os cofres (arcas) onde as pessoas depositavam as moedas eram protegidos por três fechaduras, cujas chaves eram guardadas por três pessoas distintas. Tetzel foi inclusivamente condenado pela Igreja que servira (embora mais tarde perdoado) devido aos seus métodos, bem como à sua teologia. A sua saúde começou a falhar e retirou-se para o mosteiro dominicano onde iniciara a carreira anos antes.

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Quando a notícia de que Tetzel estava a morrer chegou a Lutero, este enviou ao seu antigo adversário uma carta de consolo, mas também fez circular a seguinte história, que em nada contribuiu para melhorar a reputação de Tetzel:

Em 1517, vivia um cavaleiro empobrecido e endividado, Christoph Haake von Stulpe, cuja propriedade estava completamente arruinada. As negociações na vizinha Jüterbog com o seu principal credor, o mosteiro cisterciense, não proporcionaram uma solução. Contudo, enquanto estava na cidade, ele testemunhou todo o alarido em torno da venda de indulgências de Tetzel. A visão de tanto dinheiro a fluir para a arca de carvalho das indulgências de Tetzel deu-lhe uma inspiração.

Quando Tetzel finalmente deixou Jüterbog e viajou em direção ao mosteiro de Zinna, foi alcançado e roubado numa zona pantanosa pelo cavaleiro e pelos seus homens. Tetzel, enfurecido, gritou para os ladrões: 'Sereis amaldiçoados e condenados por toda a eternidade!'. O cavaleiro levantou a viseira e Tetzel viu o rosto risonho de Haake, a quem Tetzel tinha vendido anteriormente uma indulgência por cinquenta florins, que remitia ao pecado adveniente de roubo. (Idem, Fonte 2.9; pág 29)

Não existem provas de que Tetzel alguma vez tenha vendido uma indulgência que cobrisse um pecado adveniente mas, na altura em que esta história foi contada, era irrelevante o que Johann Tetzel fizera ou deixara de fazer na realidade. Após falhar o desafio de responder ao ataque de Lutero contra a Igreja, ele foi vilipendiado, em maior ou menor grau, tanto por católicos como pelos seguidores de Lutero. A investigação académica moderna tem reavaliado a vida e a obra de Tetzel, mas ele continua a ser entendido primordialmente como um vendedor de indulgências sem escrúpulos que extorquia dinheiro a crentes ingénuos, o qual estes mal se podiam dar ao luxo de dispensar.

Existem certamente provas que sustentam esta imagem, tais como o relato de Mecum e outras críticas da época, mas deve-se ter em conta que estas foram apresentadas por escritores protestantes — incluindo Lutero — e podem não ser uma representação tão precisa quanto se pensava anteriormente. O talento de Tetzel como vendedor é, contudo, inegável e parece claro que, ao seguir a sua verdadeira vocação, ele inspirou involuntariamente a Reforma Protestante.

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Perguntas & Respostas

Quem foi Johann Tetzel?

Johann Tetzel foi um monge dominicano do século XVI que se tornou vendedor de indulgências e, sem saber, inspirou as '95 Teses' de Martinho Lutero.

Porque é que Johann Tetzel é famoso?

Johann Tetzel é famoso como um eficaz vendedor de indulgências que prometia às pessoas o perdão dos pecados em troca do preço de um documento de indulgência. Diz-se que os seus métodos inspiraram as '95 Teses' de Lutero e deram início à Reforma Protestante.

Era Johann Tetzel tão mau quanto os escritores protestantes o descrevem?

Johann Tetzel poderá ter sido apenas um vendedor muito eficaz que utilizava quaisquer métodos que considerasse melhores para fechar uma venda. A investigação académica moderna tende a apresentá-lo como não merecedor da sua má reputação, embora as fontes primárias sustentem a imagem de um homem manipulador.

Como morreu Johann Tetzel?

Johann Tetzel morreu de causas naturais em 1519, após a sua saúde ter piorado devido à disputa com Martinho Lutero e à condenação geral tanto por parte dos católicos quanto dos seguidores de Lutero.

Sobre o Tradutor

Filipa Oliveira
Tradutora e autora, o gosto pelas letras é infindável – da sua concepção ao jogo de palavras, da sonoridade às inumeráveis possibilidades de expressão.

Sobre o Autor

Joshua J. Mark
Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.

Cite Este Artigo

Estilo APA

Mark, J. J. (2026, abril 06). Johann Tetzel. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20318/johann-tetzel/

Estilo Chicago

Mark, Joshua J.. "Johann Tetzel." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, abril 06, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20318/johann-tetzel/.

Estilo MLA

Mark, Joshua J.. "Johann Tetzel." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 06 abr 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20318/johann-tetzel/.

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