Protegendo zonas costeiras, passagens e vias rodoviárias estrategicamente importantes, os castelos constituíram uma parte essencial da guerra medieval. Com características fundamentais como uma torre de menagem, portões fortificados, muralhas com ameias e um fosso circundante, proporcionavam proteção a uma guarnição de cavaleiros e permitiam aos governantes impor a sua autoridade em regiões problemáticas do seu reino. Atribui-se aos normandos a difusão da ideia dos castelos pela Europa no século XI, primeiro com o modelo mais simples de castelo de mota e, posteriormente, com os castelos de pedra a partir do século XII. Os castelos eram também os centros das comunidades rurais, onde um senhor administrava a economia local, conduzia tribunais e prestava serviços essenciais, como a moagem de cereais. Esta coletânea de recursos examina todos os aspetos do castelo medieval, desde as características defensivas até à vida quotidiana das pessoas que neles viviam e trabalhavam.
O que mais diferenciava os ricos dos pobres na Idade Média, em termos de alimentação, era a carne. A carne podia ser fresca, salgada ou fumada, e incluía frango, bacon, carne de porco, carne de vaca, carne de carneiro, pato, gansos, pombos e aves selvagens, como faisões e perdizes. Para os comensais mais aventureiros, havia grous, cotovias e garças, mas praticamente qualquer coisa com asas podia acabar na mesa de jantar de um castelo.
