Sobre as Sete Maravilhas do Mundo de Filo de Bizâncio

Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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A obra Sobre as Sete Maravilhas do Mundo (De Septem Orbis Miraculis) de Filo de Bizâncio (225 a.C.) é a primeira lista conhecida das Sete Maravilhas do Mundo Antigo (embora possa ter sido baseada em obras anteriores que se perderam). A lista de Bizâncio difere da lista padrão das Sete Maravilhas por substituir o Farol de Alexandria pelas Muralhas da Babilónia.

Hanging Gardens (Artist's Impression)
Jardins Suspensos (Concepção Artística) Mohawk Games (Copyright)

Houve várias listas, ou referências, às Sete Maravilhas na antiguidade, feitas por escritores como Heródoto, Antípatro de Sídon, Calímaco de Cirene, Estrabão e Diodoro Sículo. Diodoro (viveu no século I a.C.), e na sua obra Bibliotheca Historica ("Biblioteca Histórica"), apresenta a lista padrão reconhecida hoje:

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Bizâncio inclui todas, exceto o Farol de Alexandria, optando pelas Muralhas da Babilónia. Talvez tal se deva ao fato de morar na cidade e trabalhar na Biblioteca de Alexandria, e estar acostumado a ver o farol que foi concluído sob o reinado de Ptolomeu II Filadelfo (reinou 282-246 a.C.), embora seja pura especulação. Aparentemente, não há nenhuma razão especial para um escritor escolher uma maravilha em detrimento de outra, além do seu gosto pessoal. As listas e referências às Sete Maravilhas geralmente incluem locais que estão à altura dos da lista reconhecida hoje. Calímaco de Cirene (viveu cerca de 310 a cerca de 240 a.C.), por exemplo, e optou por incluir o Portão de Ishtar da Babilónia entre as Maravilhas, e muitos que viram o portão reconstruído no Museu de Pérgamo, na Alemanha, provavelmente concordariam com ele.

A OBRA É IMPORTANTE POR SER A PRIMEIRA LISTA CONHECIDA DAS SETE MARAVILHAS, MESMO QUE SE BASEIE EM AUTORES ANTERIORES.

A lista de Bizâncio é interrompida no meio da sua descrição do Templo de Ártemis em Éfeso (Capítulo 6), e o restante do manuscrito está perdido. Acredita-se que a parte que falta incluía o Mausoléu de Halicarnasso, pois, na introdução, menciona que se deve "ir para Halicarnasso em Cária" ao listar onde ver as Sete Maravilhas (Romer, pág. 230). A obra foi escrita em Alexandria, provavelmente na biblioteca, onde era engenheiro. No entanto, tal não é de forma alguma certo, e alguns estudiosos duvidam se Filo de Bizâncio é mesmo o autor da obra, referindo-se a quem a escreveu como "Pseudo-Filo de Bizâncio". Parece, contudo, ter sido escrita em Alexandria e depois levada para Bizâncio, onde foi copiada, e cópias foram enviadas para outros centros intelectuais da época (Romer, pág. x).

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Em determinado momento, o manuscrito chegou à Europa e, de acordo com o estudioso Roger Pearse, na década de 1530 "estava nas mãos do impressor Hieronymus Froben em Basileia, na Suíça". Antes disso, acredita-se que tenha sido consultado pelo historiador, monge e estudioso Beda (viveu de cerca de 673 a 735 d.C.), que compilou a sua própria lista, a qual, como muitas outras, difere da lista padrão. Sobre as Sete Maravilhas do Mundo esteve na Biblioteca Palatina de Heidelberg, na Alemanha, no século XVI, fez parte da coleção do Vaticano no século XVII e, depois, foi levado para Paris após o saque da biblioteca, só regresando a Heidelberg no século XIX, onde se encontra hoje o manuscrito (Pearse, pág. 2).

A obra é importante por ser a primeira lista conhecida das Sete Maravilhas, mesmo que se baseie em autores anteriores. A admiração evidente de Bizâncio pelas obras que descreve, assim como o que diz sobre viajar para as ver na sua introdução, leva o leitor a crer que visitou pessoalmente todos os sete locais, embora isso possa não ter sido o caso. Mesmo assim, o detalhe da sua obra tem capturado a imaginação dos leitores por séculos, inspirando outros a criarem as suas próprias listas até os dias de hoje.

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Reconstructions of the Seven Wonders of the Ancient World

This collection features reconstructions of the Seven Wonders of the Ancient World; from the Hanging Gardens of Babylon to the Colossus of Rhodes. Out...

Texto

A seguinte tradução é de Hugh Johnstone, do livro The Seven Wonders of the World: A History of the Modern Imagination (As Sete Maravilhas do Mundo: Uma História da Imaginação Moderna), de John e Elizabeth Romer. De notar que Bizâncio nunca situa geograficamente os Jardins Suspensos na Babilônia - não menciona onde são -, o que apoia a afirmação de estudiosos modernos, como Stephanie Dalley, de que os Jardins Suspensos estavam, na verdade, em Nínive. Escolhe todas as pirâmides do planalto de Gizé, e não apenas a Grande Pirâmide.

1. Todos já ouviram falar das Sete Maravilhas do Mundo, mas poucos as viram pessoalmente. Para o fazer, é preciso ir para a Pérsia, atravessar o rio Eufrates, viajar para o Egito, passar algum tempo com os eleus na Grécia, ir para Halicarnasso em Cária, navegar até Rodes e ver Éfeso na Jónia. Só se viajardes pelo mundo e desgastardes com o esforço da viagem é que o desejo de ver todas as Maravilhas do Mundo será satisfeito, e quando o tiverdes feito, estarei velho e praticamente morto.

2. Por causa disso, a educação pode desempenhar uma tarefa notável e valiosa: remove a necessidade de viajar, exibe as coisas belas e incríveis na casa de cada um e permite que se as vejam com a mente, se não com os olhos. Se um homem vai a diferentes locais, os vê uma vez e vai embora, imediatamente os esquece: os detalhes das obras não são recordados e as memórias das características individuais falham. Mas se um homem investiga verbalmente as coisas que admira e sobre a execução da sua construção, e se contemplar, como se estivesse a olhar para uma imagem espelhada, toda a obra habilidosa, mantém as impressões de cada imagem indeléveis em sua mente. A razão para isso é que viu coisas incríveis com a sua mente.

3. O que digo será comprovado como confiável se as minhas palavras fizerem uma descrição clara de cada uma das Sete Maravilhas e convencerem o ouvinte a reconhecer que conseguiu ter uma ideia do espetáculo. É claro que apenas as Sete Maravilhas são geralmente descritas como dignas de louvor, na medida em que outras vistas podem ser apreciadas tanto quanto estas, mas a admiração pelas Sete Maravilhas e por outras vistas é diferente. Pois a beleza, como o sol, torna impossível ver outras coisas quando ela mesma está radiante.

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I. Jardins Suspensos

1. O chamado Jardim Suspenso, com as suas plantas acima do solo, cresce no ar. As raízes das árvores formam um telhado sobre a terra. Pilares de pedra sustentam o jardim e toda a área por baixo dele está ocupada com as bases esculpidas dos pilares.

2. Troncos individuais de palmeiras estão posicionadas, e o espaço que as separa é muito estreito. A madeira de palmeiras é o único tipo de madeira que não apodrece. Quando estão saturadas e sob grande pressão, arqueiam-se para cima e nutrem os capilares das raízes [da vegetação] e admitem, nas suas próprias fendas, raízes que não lhes pertencem.

Hanging Gardens of Babylon
Jardins Suspensos da Babilônia Ferdinand Knab (Public Domain)

3. Sobre elas, uma grande quantidade de terra é derramada a uma profundidade considerável. Por cima, crescem árvores de folhas largas e árvores de jardim, e há flores variadas de todos os tipos — em suma, tudo o que é mais agradável à vista e mais delicioso. A área é cultivada tal como acontece ao nível do solo. Tal como num terreno normal, vê o trabalho de pessoas que plantam mudas: a lavoura acontece por cima daqueles que deambulam pela colunata de apoio.

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4. Enquanto as pessoas caminham por cima, a terra no topo do telhado está imóvel e, como nas regiões mais férteis, permanece pura. De cima, aquedutos levam a água corrente: por um lado, o riacho segue um curso largo em declive, por outro, a água sobe, sob pressão, numa rosca; os mecanismos necessários do aparelho fazem a água rodar em espiral. A água sobe para muitos reservatórios grandes e irriga todo o jardim. Humedece as raízes das plantas profundamente na terra e mantém a terra húmida. É por isso que a grama é sempre verde e as folhas das árvores crescem permanentemente [?} nutridas pelo orvalho, em ramos tenros.

5. Pois, livres da sede, as raízes sugam a água que as permeia e formam emaranhados errantes entre si por baixo da terra e, como uma unidade, preservam as árvores desenvolvidas sãs e salvas. A obra-prima é luxuosa e régia, e quebra as leis da natureza ao suspender a obra do cultivo sobre as cabeças dos espectadores.

II. As Pirâmides em Mênfis

1. Embora seja impossível construir as pirâmides em Mênfis [hoje], é maravilhoso descrevê-las. Montanhas foram construídas sobre montanhas. A magnitude da alvenaria quadrada é difícil de fazer com que a mente compreenda, e todos ficam perplexos com a enorme força que foi necessária para elevar tanto peso de material.

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2. Foi colocada uma base de quatro cantos e pedras lavradas compõem as fundações que têm as mesmas dimensões da altura de cada estrutura acima do solo. Gradualmente, toda a obra foi erguida numa pirâmide, afunilando para um ponto.

3. A altura é de 500 pés e a distância ao redor da base é de 3.600 pés. A obra polida inteira está unida de forma tão perfeita que parece ser feita de uma única rocha contínua. Mas, na verdade, foram usadas na construção diferentes cores e tipos de pedra: aqui há mármore branco, aqui há pedra africana preta. Depois há também o que é chamado de 'a pedra vermelho-sangue' e uma pedra de verde translúcido variegado, trazida, dizem, da Arábia.

The Pyramids, Giza, Egypt
As Pirâmides, Gizé, Egito Shellapic76 (CC BY)

4. As cores de algumas das pedras são de um verde-garrafa escuro, outras são quase amarelo-marmelo, enquanto outras ainda têm uma cor que se assemelha ao roxo das conchas. Ao nosso espanto, junta-se o prazer, à nossa admiração, o respeito, e à sua extravagância, o esplendor.

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5. A subida não é menos longa ou cansativa do que uma viagem por estrada. Estando no topo e olhando para baixo, mal se consegue ver o fundo. A riqueza real teceu despesas extravagantes ao lado de uma agradável variedade de cores. Que a sua sorte se vanglorie de acreditar que, com as suas despesas extraordinárias, pode tocar as próprias estrelas, pois é através de feitos como estes que os homens sobem aos deuses, ou que os deuses descem aos homens.

III. Zeus Olímpico

1. Cronos é o pai de Zeus no céu, mas Fídias é o pai de Zeus em Élis. A natureza imortal foi a progenitora do primeiro, mas as mãos de Fídias o foram do segundo; estas mãos sozinhas foram capazes de gerar deuses. Bendita seja aquela única pessoa na Terra que viu o rei e teve a capacidade de mostrar o Trovejante aos outros.

2. Mas se Zeus se envergonha de ser chamado filho de Fídias, a habilidade foi a mãe da sua representação. A natureza produziu elefantes e em África abundam manadas de elefantes, exatamente para que Fídias pudesse cortar as presas dos animais selvagens e trabalhar a matéria com as suas mãos na forma que desejava.

Statue of Zeus at Olympia
Estátua de Zeus em Olímpia Mark Cartwright (CC BY-NC-SA)

3. Enquanto apenas nos admiramos com as outras seis maravilhas, ajoelhamo-nos diante desta com reverência, porque, a execução da habilidade, é tão incrível quanto a imagem de Zeus é sagrada. A obra traz louvor, e a imortalidade traz honra.

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4. Estes foram os bons velhos tempos para a Grécia! Quando a sua riqueza no mundo dos deuses superou a de qualquer outro povo em qualquer época posterior; quando teve um artista que foi um criador de imortalidade inigualável por qualquer um que as idades posteriores produziram; quando foi possível mostrar aos homens a aparência dos deuses – aparências que nunca mais seriam possíveis para outras épocas verem. Certamente, Fídias é o campeão sobre o Olimpo por mais tempo, da mesma forma que os fatos são melhores que as suposições, o conhecimento melhor que a investigação, e a visão melhor que a audição.

IV. O Colosso de Rodes

1. Rodes é uma ilha no mar. Esteve escondida debaixo do mar por muito tempo, mas depois Hélios revelou-a e pediu aos deuses que lhe dessem a nova ilha. Nesta ilha, ergue-se um Colosso, de 120 pés de altura, que representa Hélios. A estátua é reconhecível como sendo de Hélios porque tem as suas distintas características. O artista usou uma quantidade de bronze tão grande que poderia ter esgotado as minas, pois a imagem fundida da estrutura era a obra de bronze do mundo.

2. Talvez Zeus tenha derramado uma riqueza maravilhosa sobre os naturais de Rodes precisamente para que pudessem honrar Hélios gastando-a na elevação da estátua do deus, camada após camada, do chão até os céus. O artista a segurou firmemente por dentro com armações de ferro e blocos de pedra quadrados, cujas barras horizontais exibem trabalho de martelo à maneira ciclópica. A parte oculta da obra é maior que as partes visíveis. Outras perguntas assaltam o admirado espectador: que tipo de tenazes foram usadas, qual o tamanho das bases das bigornas, com que força de trabalho foi forjado tal peso de postes?

3. Foi colocada uma base de mármore branco e sobre ela primeiro colocou os pés do Colosso até os tornozelos. Já tinha concebido na sua mente as proporções com que o deus de 120 pés seria construído. Como as solas dos pés na base já estavam a uma altura maior do que outras estátuas, era impossível levantar o resto e colocá-lo no topo. Os tornozelos tiveram que ser fundidos por cima e, assim como acontece na construção de casas, toda a obra teve que se erguer sobre si mesma.

Ancient Rhodes by Frantisek Kupka
Rodes Antiga, por Frantisek Kupka Tony Hisgett (CC BY-NC-SA)

4. E por esta razão, no caso das outras estátuas, os artistas primeiro fazem um molde, depois o dividem em partes, fundem-nas e, finalmente, juntam-nas todas e erguem a estátua. Mas o artista do Colosso fundiu a primeira parte e depois moldou a segunda parte sobre a primeira e, quando a segunda parte foi fundida em bronze, construiu a terceira parte sobre ela. Usou o mesmo método de construção para as partes restantes. Pois não era possível mover as partes de metal.

5. Quando a fundição foi feita sobre as partes já trabalhadas, cuidou-se dos intervalos das barras e das juntas da estrutura, e assim a estrutura foi mantida firme com pedras que foram colocadas no interior. Para que durante toda a construção pudesse manter a sua concepção inabalável, continuamente derramou um imenso monte de terra ao redor das partes acabadas do Colosso, escondendo o que já havia sido trabalhado no subsolo, e realizou a próxima etapa da fundição na superfície plana do que estava por baixo.

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6. Pouco a pouco, alcançou o objetivo do seu sonho e, à custa de quinhentos talentos de bronze e trezentos talentos de prata, fez o seu deus igual ao deus. Produziu uma obra notável em sua ousadia, pois no mundo colocou um segundo Hélios de frente para o primeiro.

V. As Muralhas da Babilónia

1. Semíramis [rainha lendária da Babilónia] foi rica em inventividade real. Assim, quando morreu, deixou para trás um tesouro de uma maravilha: assentou fundações de 41 milhas de comprimento e murou a Babilónia. O perímetro da muralha é longo o suficiente para esgotar um corredor de longa distância. A muralha impressiona não apenas pela sua extensão, mas também pela solidez da sua estrutura e pela largura das reentrâncias no seu interior. Pois é construída de tijolo cozido e betume.

Ishtar Gate (Artist's Impression)
Porta de Ishtar (Concepção Artística) Mohawk Games (Copyright)

2. A muralha tem mais de 80 pés de altura, e quatro bigas puxadas por cavalos podem andar simultaneamente ao longo da pista circular [no topo]. Há torres consecutivas de vários andares [ao longo da muralha], que são capazes de abrigar um exército inteiro. A cidade é, portanto, a fortificação avançada da Pérsia. Do lado de fora, não se adivinharia que encerra em si uma habitação.

3. Milhares e milhares de homens vivem dentro da redonda muralha da cidade! O tamanho da terra fora das muralhas que é cultivada, é dificilmente maior do que a área construída na Babilónia, e os agricultores fora das muralhas são como estrangeiros para as pessoas que vivem dentro da muralha.

VI. O Templo de Ártemis em Éfeso

O Templo de Ártemis em Éfeso é a única casa dos deuses. Quem o olhar ficará convencido de que ocorreu uma mudança de lugar: que o mundo celestial da imortalidade foi colocado na Terra. Pois os Gigantes, ou os filhos de Aloeu, que tentaram uma ascensão ao céu, fizeram uma pilha de montanhas e construíram não um templo, mas o Olimpo. O resultado é que a obra excede a ousadia do empreendimento e, da mesma forma, a habilidade excede a obra.

Ishtar Gate (Artist's Impression)
Porta de Ishtar (Concepção Artística) Mohawk Games (Copyright)

O arquiteto soltou o fundo do terreno subjacente, depois cavou trincheiras a uma grande profundidade e colocou as fundações subterrâneas. A quantidade de alvenaria despendida nas estruturas sob o solo equivaleu a pedreiras inteiras de montanhas. Garantiu a inabalável estabilidade e, tendo previamente colocado Atlas sob o peso das partes que sustentariam o edifício, primeiro assentou no exterior uma base com dez degraus, e sobre essa base ergueu… [Aqui o manuscrito é interrompido; o resto da obra está perdido].

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Perguntas & Respostas

O que é «Sobre as Sete Maravilhas», de Filão de Bizâncio?

O livro "Sobre as Sete Maravilhas", de Filo de Bizâncio, é uma lista das Sete Maravilhas do Mundo Antigo escrita em 225 a.C. Inclui os Jardins Suspensos, as Pirâmides de Mênfis, a Estátua de Zeus em Olímpia, o Colosso de Rodes, as Muralhas da Babilónia, o Templo de Artemis em Éfeso e o Mausoléu de Halicarnasso (embora a descrição do mausoléu tenha sido perdida).

Por que é que a obra Sobre as Sete Maravilhas, de Filo de Bizâncio é importante?

A obra "Sobre as Sete Maravilhas", de Filo de Bizâncio, é importante porque é a lista mais antiga existente das Sete Maravilhas do Mundo Antigo e é um exemplo de como vários escritores antigos escolheram diferentes «Maravilhas» para as suas listas.

Qual é a mais antiga das Sete Maravilhas do Mundo Antigo?

A mais antiga das Sete Maravilhas do Mundo Antigo é a Grande Pirâmide de Gizé, sendo única que ainda está de pé atualmente.

Quem foi Filo de Bizâncio e realmente visitou todas as Sete Maravilhas?

Filo de Bizâncio (século III a.C.) foi um engenheiro na Biblioteca de Alexandria, no Egito. Não se sabe ao certo se visitou todas as Sete Maravilhas ou se se baseou em manuscritos antigos, hoje perdidos, para descrever os locais.

Sobre o Tradutor

Filipa Oliveira
Jornalista brasileiro que vive no Rio de Janeiro. Seus principais interesses são a República Romana e os povos da Mesoamérica, entre outros temas.

Sobre o Autor

Joshua J. Mark
Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.

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Estilo APA

Mark, J. J. (2025, setembro 16). Sobre as Sete Maravilhas do Mundo de Filo de Bizâncio. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2257/sobre-as-sete-maravilhas-do-mundo-de-filo-de-bizan/

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Mark, Joshua J.. "Sobre as Sete Maravilhas do Mundo de Filo de Bizâncio." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, setembro 16, 2025. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2257/sobre-as-sete-maravilhas-do-mundo-de-filo-de-bizan/.

Estilo MLA

Mark, Joshua J.. "Sobre as Sete Maravilhas do Mundo de Filo de Bizâncio." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 16 set 2025, https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2257/sobre-as-sete-maravilhas-do-mundo-de-filo-de-bizan/.

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