Ulrico Zuínglio e a Perseguição aos Anabatistas

Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Ulrico Zuínglio (1484-1531) rompe com a Igreja em 1522 e defende as suas crenças na Primeira Disputa em 1523, encoranjado várias pessoas em Zurique a abraçar os seus ensinamentos, incluindo o grupo Anabatista, (que o consideravam como o precursor da Segunda Disputa), e que, posteriormente, se tornaram alvo de perseguição pelas suas convicções.

Maximilian Simonischek as Huldrych Zwingli
Maximilian Simonischek como Ulrico Zuínglio Ascot Elite (Copyright)

Zuínglio defendia a rejeição da doutrina e da prática católica, e a rigorosa adesão à autoridade das escrituras. Apresentados na Primeira Disputa “Os 67 Artigos” (Die 67 Artikel Zwinglis) denunciam a Igreja como uma entidade que não segue a Bíblia, e inspiraram vários dos seus seguidores à conclusão natural: de que a Bíblia deveria ser entendida literalmente como a palavra de Deus e os ritos seguidos fielmente, sem escolher apenas o que convém aos interesses de alguns. Os Anabatista afirmavam que quando se lê na Bíblia: "Não matarás", que tal significa que um cristão não deve tirar a vida de outrem, independentemente das circunstâncias, e, além disso, como não há menção de batismo infantil na Bíblia, tal prática deveria ser rejeitada em favor do batismo adulto; Zuínglio rejeitou ambos.

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Na Segunda Disputa de 1523, Zuínglio fez concessões em vários pontos, incluindo no batismo infantil, o que afastou alguns dos seus apoiantes mais fervorosos, como Conrad Grebel (1498-1526) e Felix Manz (1498-1527), que formaram a sua própria comunidade cristã - os Irmãos Suíços -, notáveis pela prática do batismo adulto. Os seus opositores, incluíndo Zuínglio, designaram-os de anabatistas (rebatizadores) e consideravam-nos radicais perigosos, dado que recusavam o serviço militar, denunciavam os dízimos e desafiavam tanto a autoridade civil quanto a eclesiástica.

Em 1527, Zuínglio não se opôs quando o Concelho da cidade de Zurique por edital os condena e executa quatro deles como hereges, incluindo Manz. Já se manifestara contra o grupo, tendo-os como extremistas que ameaçavam o sucesso do seu movimento, e parece ter ficado aliviado quando a comunidade Anabatista deixou Zurique após as execuções. No entanto, o êxodo foi apenas o início do Movimento da Reforma Anabatista, que continuou a espalhar-se pela Europa, apesar da severa perseguição das autoridades religiosas e seculares. A seita Anabatista influenciou o desenvolvimento de outras que ainda hoje são praticadas, incluindo os Amish e os Menonitas.

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Disputa e Divisão

Zuínglio iniciou o Movimento da Reforma em 1519, assim que foi nomeado sacerdote dos paroquianos da Grossmünster (Grande Catedral) em Zurique, rejeitou a liturgia da Igreja em latim e lia o “Evangelho Segundo S. Mateus” na língua vernácula, interpretando-o e comentando-o. O que encorajou os membros da congregação a formar os seus próprios grupos de estudo bíblico, reunindo-se nas casas dos membros e aplicavam os ensinamentos de Zuínglio para interpretar as escrituras.

O ESTUDO BÍBLICO LIDERADO POR CONRAD GREBEL E FELIX MANZ DEFENDIA A REVISÃO RADICAL DA PRÁTICA CRISTÃ, COMPLETAMENTE DE ACORDO COM AS ESCRITURAS.

Em 1522, Zuínglio rompeu com a Igreja devido ao evento conhecido como o Episódio da Salsicha, onde alguns membros da congregação (com Zuínglio presente) quebraram o jejum da Quaresma e a proibição de comer carne, servindo salsicha no jantar. Zuínglio defendeu a prática, denunciando o jejum da Quaresma – e a própria Quaresma – como não bíblicos. Definiu a sua posição em dois sermões, "Sobre a Escolha e a Liberdade dos Alimentos" (Von Erkiesen und Freiheit der Speisen, 16. April 1522) e "Sobre a Rejeição da Quaresma e a Proteção da Liberdade Cristã de Obrigações Criadas pelo Homem"(Acta Tiguri 7. 8. 9. diebus aprilis 1522, April 1522), e esclareceu, ademais, as suas opiniões através dos "67 Artigos" entregues na Primeira Disputa aos delegados católicos em janeiro de 1523.

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A sua posição na Primeira Disputa inspirou os apoiantes mais zelosos a abraçar completamente a defesa da supremacia da autoridade bíblica sobre qualquer outra, eclesiástica ou civil, e o estudo bíblico liderado por Conrad Grebel e Felix Manz iniciou a defesa de uma revisão radical da prática cristã completamente de acordo com as escrituras. O estudioso Randolph C. Head comenta:

Os sermões de Zuínglio desencadearam poderosas respostas na sua congregação, que incluía a população de Zurique, ricos e pobres, bem como clérigos e leigos das áreas circundantes... O amplo (embora de forma alguma unânime) apoio que o movimento de Zuínglio desfrutava em 1525 sugere que muitos consideravam os seus sermões persuasivos. O impacto de Zuínglio foi ampliado pelos vários círculos de estudo bíblico que se formaram em Zurique, cujos participantes frequentemente se tornavam proselitistas em projetos de Reforma cada vez mais ousados. (Rublack, págs. 170-171).

Embora Zuínglio tivesse inspirado o movimento, rejeitou as propostas tidas como demasiado extremas. Em 1523, na Segunda Disputa rejeitou completamente as opiniões de Grebel e Manz e fez concessões em várias questões com o Concelho da cidade. Randolph C. Head observa, "entre as questões mais prementes estavam o celibato clerical, o uso de ícones nas cerimónias e as obrigações económicas dos leigos para com a igreja, especialmente os dízimos" (Idem). Zuínglio concordou com Grebel, e os outros, nos dois primeiros pontos, contudo discordou com os dízimos, rejeitou a alegação de que o batismo infantil não era bíblico e condenou-os como rebeldes perigosos.

Zwingli by Hans Asper
Ulrico Zuínglio por Hans Asprer Hans Asper (Public Domain)

Grebel, Manz e outros, incluindo George Blaurock (1491-1529), sentindo-se traídos formam os Irmãos Suíços, um movimento de Contra-Reforma e mais extremo. Em 1524, Zuínglio reuniu-se com eles numa tentativa de reconciliação, sem se alcançar qualquer compromisso. Em resposta, Zuínglio publicou o sermão "Quem Causa Agitação", (Wer Ursache gebe zu Aufruhr usw. - 7. Dezember resp. 28. Dezember 1524) denunciando o novo movimento como divisivo – a mesma acusação que os católicos fizeram contra si na Primeira Disputa – conduzindo a uma outra disputa no início de janeiro de 1525 no intuito de resolver a questão. Zuínglio venceu o debate, tal como os anteriores, especialmente sobre o ponto do batismo infantil. Como consequência, o Concelho da cidade emitiu um édito de que qualquer pessoa que se recusasse a batizar os bebés deveria deixar a cidade.

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Os Anabatistas e os Éditos

Zuínglio rejeitava os sacramentos da Igreja, exceto o batismo e a Eucaristia, que afirmava serem válidos, pois representavam o compromisso da pessoa para com a comunidade cristã. Denunciou a afirmação da Igreja de que o batismo lavava os pecados, advertindo que a Bíblia afirmava que o sacrifício de Jesus Cristo na cruz já o havia feito. Quando se batizava um filho, fazia-se uma profissão de fé e dava-se um exemplo que os filhos seguiriam. Afirmava que o batismo adulto era uma rejeição do sacrifício de Cristo e uma afronta a Deus, pois estava-se a reivindicar o poder sobre a remissão do pecado e, além disso, o ato do batismo adulto era inútil, dado já se ter sido batizado na fé em criança.

O NOVO GRUPO ALEGOU QUE Zuínglio SE CONTRADIZIA NAS AFIRMAÇÕES DE AUTORIDADE BÍBLICA ABSOLUTA.

O novo grupo alegou que Zuínglio se contradizia nas afirmações de autoridade bíblica absoluta, pois havia ampla evidência de batismo adulto nas escrituras, desde o ministério de João Batista até ao batismo de Jesus Cristo por João, bem como os efectuados pelos apóstolos no “Livro dos Atos dos Apóstolos”. Esta alegação foi contestada com o argumento de que estes exemplos não apoiavam o batismo adulto no presente, porque o ministério de João e o batismo de Cristo aconteceram antes da crucificação, enquanto as atividades baptismais dos apóstolos eram um ato de acolhimento de alguém na comunidade cristã. Como Grebel, Manz e os outros já eram cristãos, não havia necessidade de eles – ou qualquer outro – serem rebatizados. O grupo foi depreciativamente chamado de Anabatistas, e a alegação de apoio bíblico ao batismo adulto foi descartada.

Grebel e os outros recusaram-se a reconhecer a legitimidade do édito e, em 21 de janeiro de 1525, realizaram batismos em adultos na casa de Felix Manz e encorajaram a recusa do batismo a bebés. Como resultado, o Concelho da cidade emitiu outro édito decretando que qualquer pessoa que não cumprisse o primeiro seria presa e fortemente multada. Os Anabatistas responderam reafirmando as suas reivindicações, e vários foram presos, incluindo Blaurock e Manz. Entretanto, Grebel comunicava-se com os outros movimentos de Reforma noutros lugares, tentando conquistar apoio para a sua causa; baseando a luta com termos bíblicos, alegando que o martírio era preferível ao compromisso, pois o próprio Cristo previu que os seus seguidores sofreriam pela fé:

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Se, portanto, tiverem de sofrer por tal, sabem bem que não pode ser de outra forma. Cristo deve sofrer ainda mais em seu corpo. Mas ele os fortalecerá e os manterá firmes até o fim. (Gregory, pág. 202).

Zuínglio continuou a pregar contra eles e a agitação civil que incentivavam, já que acreditava que a sua visão do Cristianismo era a verdadeira, completa e abrangente, enquanto que as visões dos Anabatistas não eram bíblicas, mas excludentes e divisivas. Note-se, novamente, que estas acusações eram em tudo semelhantes às feitas pela Igreja contra o próprio movimento de Reforma de Zuínglio. O Concelho da cidade tentou reconciliar os dois movimentos em novembro de 1525 através de outra disputa realizada na Grossmünster, mas, como nenhum dos lados ouvia o outro ou fazia qualquer gesto de compromisso, nada mais foi alcançado para além do evento de janeiro.

Manz & Sattler

À medida que as tensões cresciam em Zurique entre os seguidores de Zuínglio, os Católicos e os Anabatistas, o Concelho da cidade sentiu-se compelido a emitir outro édito, em 7 de março de 1526, desta vez decretando o batismo adulto como um crime capital:

Doravante, na nossa cidade, território e vizinhança, nenhum homem, mulher ou donzela rebatizará outro; quem o fizer será preso pelas autoridades e, após julgamento justo, será, sem apelação, morto por afogamento. (Kottelin-Longley, pág. 184).

O Concelho da cidade justificou o édito alegando que o batismo adulto era a manifestação de uma crença que encorajava as pessoas a desafiar a autoridade civil e abandonar as suas responsabilidades cívicas de pagar impostos e servir nas forças armadas. Considerava que o pacifismo beneficiava os inimigos do cristianismo – particularmente os turcos – e era tido como traição a recusa em pegar em armas. Quando jovem, Zuínglio também defendeu o pacifismo após testemunhar a guerra em primeira mão como capelão num pelotão de mercenários, mas, agora, concordava tacitamente com o Concelho da cidade.

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Protestant Reformation in Switzerland
A Reforma Protestante na Suíça Ascot Elite Entertainment Group (Copyright)

Em 1525, Grebel já tinha deixado Zurique para pregar a nova visão noutros lugares e conquistar apoios, enquanto Manz permaneceu e, desafiando o édito de março, continuou a batizar adultos; foi preso e executado em janeiro de 1527. A pesquisadora Margot Kottelin-Longley comenta:

Em janeiro de 1527, Felix Manz tornou-se o primeiro mártir Anabatista em Zurique. Manz foi afogado da seguinte forma: primeiro foi amarrado e levado de barco para o meio do rio Limmat, que atravessa Zurique. Um pregador dirigiu-lhe palavras gentis, encorajando-o a se retratar. Então, Manz viu sua mãe, Anna Manz, com outros Anabatistas na margem oposta, admoestando-o a ser firme na sua fé. Não se retratou, e foi atirado ao rio. Cantou em voz alta: "Em tuas mãos entrego o meu espírito", enquanto as águas se fechavam sobre sua cabeça. Zuínglio achou o afogamento uma maneira muito apropriada de executar um Anabatista. Contudo, Manz teve muita sorte porque a maioria dos Anabatistas era primeiro severamente torturada e depois queimada na fogueira. (pág. 184)

Depois de Manz, três outros Anabatistas foram afogados em Zurique, encorajando o grupo a encontrar um lar noutro lugar. Assim como os ensinamentos de Zuínglio se espalharam pela Suíça, também se espalharam os dos Anabatistas, que espelhavam muitos dos preceitos de Zuínglio, mas mais severos. Católicos e Protestantes, que não conseguiam concordar com nada, estavam unidos no seu ódio contra os Anabatistas, considerando-os como traidores divisores e inimigos de Deus. Em Rottenburg, o líder Anabatista Michael Sattler foi preso por pregar contra a guerra com os turcos, citando passagens bíblicas que defendiam o pacifismo como um ideal cristão. Segundo Kottelin-Longley, a sua sentença diz:

Michael Sattler deve ser entregue às mãos do carrasco, que o levará à praça e lhe cortará a língua, depois o acorrentará a uma carroça, onde se rasgará o seu corpo duas vezes com tenazes em brasa, e novamente quando for trazido diante do portão, mais cinco vezes. Após isto, deverá ser queimado até virar pó como um herege. (pág. 190).

Como Kottelin-Longley observa, comparado às execuções de Anabatistas noutros lugares, os afogamentos em Zurique foram brandos, mas, mesmo assim, foram espetáculos dramáticos o suficiente para silenciar o movimento e permitir que o de Zuínglio continuasse a se desenvolver sem os desafios que Grebel e os outros enfrentaram. Quando Manz foi executado Grebel já tinha morrido, muito provavelmente de peste, contudo as suas cartas continuaram a inspirar outros a adotar a visão Anabatista.

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Perseguições e Guerras de Kappel

A aprovação de Zuínglio na perseguição e execução dos Anabatistas, quer seja abertamente através dos sermões ou tacitamente pelo silêncio, foi um afastamento significativo dos seus anos de juventude, quando, influenciado pelo teólogo, sacerdote e filósofo humanista Erasmo de Roterdão (1466-1536), tinha condenado a violência como anticristão e defendido o mesmo pacifismo biblicamente apoiado no que os Anabatistas pregavam. Contudo, assim que o édito de março de 1526 foi posto em prática, Zuínglio parece ter aprovado completamente as execuções, e os seguidores aparentemente seguiram o exemplo. O estudioso Diarmaid MacCulloch comenta:

A legislação de 1526 levou quatro deles [os Anabatistas] a serem solenemente afogados no rio Limmat, e o entusiasmo radical no cantão de Zurique diminuiu tão rapidamente quanto começou. Mesmo que apenas quatro mártires tenham morrido em Zurique, esta comunidade erasmiana, zwinglioana e reformada comprometeu-se assim com uma política de coagir e punir companheiros reformadores cujo crime era ser demasiado radical. (pág. 150)

Zuínglio continuaria neste curso, defendendo a guerra contra os cantões católicos como um meio de conversão e iniciando as Guerras de Kappel. A Primeira Guerra de Kappel de 1529 nunca foi realmente travada, pois foi interrompida por um armistício antes do início das hostilidades. Zuínglio continuou a defesa da conversão forçada, contudo foi compelido a contentar-se com um bloqueio aos cantões católicos quando não conseguiu o apoio para a guerra do Concelho da cidade ou dos outros cantões protestantes. Em 1531, os cantões católicos atacaram preventivamente Zurique antes que quaisquer outros métodos de conversão pudessem ser iniciados na Segunda Guerra de Kappel. Zurique foi derrotada e 500 dos seus cidadãos, incluindo Zuínglio, foram mortos em batalha.

The Murder of Zwingli
O Assassinato de Ulrico Zuínglio Karl Jauslin (Public Domain)

Conclusão

Após a sua morte, o movimento perdeu o ímpeto, pois muitos o culparam diretamente pelas guerras, e só foi salvo e estabilizado através dos esforços do teólogo Heinrich Bullinger (1504-1575), que modificou e suavizou as visões mais extremas de Zuínglio e despolitizou a emergente Reforma Protestante. Quando em 1522, Zuínglio desafiou a Igreja pela primeira vez, o bispo católico da região queria que ele fosse discretamente demitido do seu cargo e enviado para longe de Zurique. A Igreja havia aprendido com as suas tentativas pesadas de silenciar o reformador alemão Martinho Lutero (1483-1546) que a perseguição a dissidentes poderia popularizar a dissidência, e o Bispo de Constança não queria que tal acontecesse com Zuínglio.

Dado ser membro do Concelho da cidade, que tinha o poder de demiti-lo, Zuínglio deveria estar ciente disto, e, ainda assim, ignorou completamente a lição ao lidar com os Anabatistas. Embora tenha conseguido expulsá-los de Zurique, continuaram a ganhar adeptos noutros lugares, e o seu compromisso com o martírio em nome da sua visão atraiu mais seguidores em mais áreas do que os esforços iniciais de Zuínglio. Os Anabatistas eventualmente tornaram-se uma das muitas seitas cristãs nascidas da Reforma Protestante e são os ancestrais dos Amish, da Igreja da Irmandade e dos Menonitas modernos, entre outros, que continuam a praticar muitos dos princípios Anabatistas originais, incluindo o batismo adulto e a não-violência, as questões centrais que Zuínglio e seus seguidores denunciaram e tentaram acabar.

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Bibliografia

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Sobre o Tradutor

Filipa Oliveira
Jornalista brasileiro que vive no Rio de Janeiro. Seus principais interesses são a República Romana e os povos da Mesoamérica, entre outros temas.

Sobre o Autor

Joshua J. Mark
Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.

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Estilo APA

Mark, J. J. (2025, agosto 01). Ulrico Zuínglio e a Perseguição aos Anabatistas. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1932/ulrico-zuinglio-e-a-perseguicao-aos-anabatistas/

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Mark, Joshua J.. "Ulrico Zuínglio e a Perseguição aos Anabatistas." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, agosto 01, 2025. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1932/ulrico-zuinglio-e-a-perseguicao-aos-anabatistas/.

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Mark, Joshua J.. "Ulrico Zuínglio e a Perseguição aos Anabatistas." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 01 ago 2025, https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1932/ulrico-zuinglio-e-a-perseguicao-aos-anabatistas/.

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