Os Cães e as Suas Coleiras no Iluminismo

De «Máquinas» a Animais de Estimação Mimados
Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Na Europa medieval e renascentista, os cães eram considerados pouco mais do que «máquinas» que desempenhavam determinadas tarefas, como guardar uma casa ou rastrear caça, mas esta visão mudou significativamente durante a Era do Iluminismo (também conhecida como Era da Razão) dos séculos XVII e XVIII.

A Era do Iluminismo foi um movimento intelectual entre a intelectualidade da classe alta, que encorajou uma reavaliação e reinterpretação de crenças amplamente difundidas sobre a condição humana. Antes da Reforma Protestante (1517-1648), a Igreja Católica moldara a interpretação europeia da vida e do lugar do indivíduo no universo, mas, posteriormente, os indivíduos foram encorajados a procurar uma relação pessoal com Deus com base na sua própria compreensão das escrituras, o que conduziu a uma maior liberdade de procura espirituais e intelectuais que acabaram por encontrar expressão durante a Era do Iluminismo.

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The Painter and His Pug
O Pintor e o seu Pug William Hogarth (CC BY-NC-ND)

Entre os muitos avanços que este período produziu, destacou-se uma reavaliação do cão. A Igreja tinha declarado que os cães eram seres sem alma e não deviam ser tratados com o mesmo respeito que os humanos, dotados de uma alma imortal. Um dos pensadores mais significativos do Iluminismo, René Descartes (1596-1650), o filósofo que alguns citam como o «Pai do Iluminismo», apoiou esta afirmação com a sua própria: que os cães são meramente «máquinas» que funcionam da mesma forma que os relógios.

A Era do Iluminismo mudou drasticamente a forma como as pessoas viam e tratavam os cães.

Pensadores, artistas e poetas posteriores discordaram de Descartes e destacaram os animais nas suas obras, muitas vezes excluindo os temas humanos. As coleiras para cães, que anteriormente eram dispositivos utilitários para controlar os animais, tornaram-se obras de arte ornamentadas.

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Na verdade, as coleiras eram tão valiosas que foram promulgadas leis que puniam as pessoas pelo roubo de uma coleira de forma mais severa do que se tivessem roubado o próprio cão. A Era do Iluminismo mudou drasticamente a forma como as pessoas viam e tratavam os cães e acabou por incentivar o desenvolvimento de sociedades dedicadas à sua segurança, conforto e bem-estar.

Os Cães na Arte

Em 1434, o artista flamengo Jan van Eyck (1390-1441) pintou aquela que é indiscutivelmente a sua obra-prima O Casal Arnolfini, de um homem e uma mulher numa sala com um cão. As duas pessoas, presumivelmente um marido e a sua mulher grávida, parecem estar no meio de uma discussão séria, mas o pequeno cão aos seus pés olha atentamente para o observador. A pintura tem sido há muito elogiada pela sua intimidade e realismo, e este cão é um aspeto importante disso mesmo. Este cão não se preocupa de todo com o drama que possa ou não estar a desenrolar-se entre os dois humanos; a sua atenção está centrada no estranho — a pessoa que agora está a ver a pintura — que acabou de entrar nesta cena.

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Arnolfini Wedding Portrait by Jan van Eyck
O Casal Arnolfini, de Jan van Eyck National Gallery, London (Public Domain)

Por mais impressionante que a obra seja, nenhum outro artista optou por representar cães de forma tão íntima e realista até ao século XVIII, quando as pinturas começaram a retratar regularmente a classe alta na companhia de um cão de estimação. A pintura Miss Mary Edwards (1742), do artista inglês William Hogarth (1697-1764), mostra a mulher à sua secretária a acariciar a cabeça do seu spaniel, e A Mulher com o Cão (1769), do pintor francês Jean Honoré Fragonard (1732-1806), capta uma mulher a segurar o seu pequeno cão de colo branco, com uma coleira de fita azul e trela, como se o observador tivesse acabado de abrir a porta e a tivesse surpreendido. O cão nesta pintura, ao contrário do de van Eyck, não presta atenção ao intruso e só tem olhos para a sua dona.

As coleiras dos cães nestas pinturas e em muitas outras, quando são mostradas, são frequentemente faixas de ouro ou prata ou, como no caso da obra de Fragonard, fitas. Em muitas das pinturas do Iluminismo que retratam cães, o foco está claramente no sujeito humano, com o cão a desempenhar um papel secundário na composição, até que um artista decidiu elevar o cão na arte e, ao fazê-lo, mudou a forma como as pessoas viam os cães nas suas vidas quotidianas.

Stubbs e o Cão

George Stubbs (1724-1806) foi um pintor inglês provavelmente mais conhecido pelas suas representações de cavalos. Contudo, o seu trabalho com cães foi revolucionário porque tornou o cão na essência da pintura, sugerindo que os cães eram dignos deste tipo de atenção e consideração. Um aspeto fascinante do trabalho de Stubbs é que os seus cães não têm coleiras; são apresentados como temas dignos de consideração sem referência a um dono humano e, em muitos casos, sem qualquer sugestão de presença humana.

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Self-Portrait by George Stubbs
Autorretrato por George Stubbs George Stubbs (CC BY-NC-SA)

Mesmo em composições como «Caçador com um Grey Hunter e Dois Foxhounds» (1760-1761), que inclui um sujeito humano e um cavalo juntamente com dois cães, os cães não têm coleiras e olham uns para os outros como se estivessem a conversar, prestando pouca atenção ao homem e ao seu cavalo. Em A Repouso Após a Caçada (1770), um caçador descansa debaixo de uma árvore com dois cães, enquanto um segundo se aproxima dele segurando alguma presa. Os cães, nenhum dos quais usa coleira, olham para o segundo homem da mesma forma que o caçador reclinado, sugerindo uma igualdade completa entre os três.

Todos os cães de Stubbs são retratados como seres individuais e sensíveis, tão dignos de respeito e cuidado como qualquer ser humano, e são cuidadosamente representados como indivíduos com um caráter específico. Stubbs já era famoso pelos seus cavalos realistas e impressionantes por volta dos trinta e cinco anos e, embora continuasse a aceitar encomendas de retratos humanos, dedicou uma quantidade significativa do seu tempo a pintar cães e, ao fazê-lo, elevou o seu estatuto mais do que qualquer outro pintor da época. Se um artista tão famoso e talentoso considerava o cão digno de tal esforço, argumentava-se, os outros deveriam reconsiderar a forma como viam os animais.

Five of Lord Rockingham's Hounds in a Landscape
Cinco dos Cães de Caça de Lord Rockingham numa Paisagem George Stubbs (CC BY)

O Cão Musical de Reinagle

O trabalho de Stubbs com cães inspirou outros artistas a fazer o mesmo, e entre eles estava o pintor inglês Philip Reinagle (1749-1833) aluno do famoso retratista Allan Ramsay (1713-1784), que ocupou o cargo de Pintor Principal Ordinário na corte do rei Jorge III de Inglaterra (reinado 1760-1820). Reinagle concluiu muitos dos retratos de Ramsay, bem como os seus próprios trabalhos encomendados, até se cansar de pintar pessoas e voltar a sua atenção para os cães.

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Poderá ser relevante o facto de Reinagle não ter alterado a sua temática senão após a morte do seu mestre, em 1784; contudo, de 1785 em diante, popularizou o cão no retrato por toda a Europa. Reinagle era especialmente conhecido pelas suas pinturas de spaniels, um cão muito popular na época e o tema de uma das suas obras mais conhecidas.

O Retrato de um Cão Musical Extraordinário (1805), de Reinagle, retrata um spaniel castanho com uma coleira vermelha sentado ao piano, com uma partitura aberta à frente. Uma janela aberta, ao fundo, mostra uma paisagem pastoral. O cão, com as patas nas teclas e a cabeça virada para longe da janela, olha para o observador como se este o tivesse acabado de interromper enquanto tocava. A composição reflete cuidadosamente uma pose popular da época, na qual uma jovem se sentava ao piano (com uma janela aberta com vista para a paisagem atrás ou, talvez, prateleiras de livros), olhando para o observador.

Portrait of an Extraordinary Musical Dog
Retrato de um Cão Musical Extraordinário Virginia Museum of Fine Arts (CC BY-NC)

O estudioso Lawrence Libin, do Metropolitan Museum of Art, observa que a partitura aberta sobre o piano é «God Save the King» (Hino Nacional do Reino Unido) e que Reinagle, versado em música e notação, criou propositadamente uma sátira da retratística popular da época, até mesmo na música que o cão parece estar a tocar (Libin, pág. 97). O foco da composição é o cão que olha para o espectador com uma expressão de surpresa, como se tivesse acabado de ser interrompido durante o ensaio. A coleira vermelha do cão combina com o banco do piano, e ambos refletem o tom castanho-avermelhado do piano e do pêlo do cão, para manter o olhar do espectador concentrado na visão do pintor: um cão a tocar uma melodia popular e política no piano.

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Coleiras de Cães de Pessoas Talentosas e Famosas

Esta nova apreciação pelo cão continuou ao longo do século XVIII. As coleiras da época são frequentemente incrivelmente ornamentadas, como se pode ver em duas das peças da Coleção do Castelo de Leeds, em Kent, Inglaterra, os itens H31 e H32 (Castelo de Leeds, 14 e 15). H31 é uma coleira inglesa de latão com dobradiças, decorada com escudos em forma de concha e roseta e gravada com as iniciais do dono, enquanto H32 é uma coleira alemã de ferro e latão com dobradiças, elaboradamente decorada com arabescos barrocos. As coleiras eram também, por vezes, gravadas com frases concisas relacionadas com o caráter do cão ou do dono, sendo facilmente a mais famosa delas a do grande poeta inglês Alexander Pope (1688-1744), mais conhecido por obras como O Rapto da Madeira (tít. original The Rape of the Lock), os seus epigramas e outros versos satíricos.

A companhia constante de Pope era uma cadela da raça Grand Danois chamada Bounce que, segundo todos os relatos, era extremamente bem comportada e um animal exemplar. Consta que Bounce terá, inclusive, salvo a vida de Pope de um criado recém-contratado que pretendia assassinar e roubar o poeta durante o sono. Bounce terá desconfiado de imediato do homem, abandonando o seu lugar habitual à hora de dormir para se esconder debaixo da cama de Pope e montar guarda. Quando o homem entrou furtivamente no quarto, Bounce deu o alerta a toda a casa, permitindo a detenção do suposto agressor

A coleira ornamentada de couro com uma placa gravada tornou-se tão popular que chegou mesmo às colónias inglesas da América do Norte.

Bounce era grandemente admirada por Frederico, Príncipe de Gales (1707–1751), que, sendo amigo de Pope, visitava frequentemente o poeta na sua propriedade em Twickenham. Certo dia, aquando da chegada do príncipe, foi-lhe oferecido um dos cachorros de Bounce, que ele levou para os canis reais em Kew Gardens. Pouco depois, chegou uma coleira para o cão com a seguinte inscrição: Sou o cão de Sua Alteza em Kew — Diga-me, senhor, de quem é o cão o seu? A notícia deste dístico espalhou-se rapidamente e parece ter-se tornado bastante popular.

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A ornamentada coleira de latão da coleção de Leeds, com o número H39 (Castelo de Leeds, 22), data dos finais do século XVIII e tem gravada uma variante do dístico de Pope: Sou o Cão do Sr. Pratt, King St. Nr. Wokingham, Berks. De quem é o cão o seu? É evidente que esta última versão carece da elegância e do encanto da obra de Pope, mas é precisamente por isso que Pope é considerado um grande poeta e o Sr. Pratt não. A coleira de Pratt não é a única a inspirar-se no dístico de Pope, que continuou a ser popular entre os proprietários de cães um século mais tarde. Uma outra coleira, feita de latão e datada de meados do século XIX, apresenta a gravação: Sou o Cão de Thos. Thompson. De quem é o cão o seu?

A coleira ornamentada de couro com uma placa gravada tornou-se tão popular que chegou mesmo às colónias inglesas da América do Norte, onde a posse de um cão estabelecia o estatuto social e as coleiras o realçavam. A coleira com cadeado, um anel metálico articulado preso ao pescoço do cão e mantido por fechos presos por um cadeado, tornou-se especialmente popular nas colónias.

O dono possuía a única chave do cadeado e, assim, se o cão fosse roubado, era possível provar a propriedade apresentando a chave e destrancando a coleira. Estas coleiras não precisavam da placa gravada para provar a propriedade, mas isso não significa que não as tivessem como símbolo de estatuto.

Ao longo do resto do século XVIII são visíveis os sinais do crescente interesse pessoal pelo cão como animal de estimação e companheiro nas colónias e na Europa continental. Um exemplo europeu famoso é o cão do polímata francês Pierre Beaumarchais (1732-1799) ou, na verdade, a coleira do cão. Beaumarchais mandou gravar na coleira da cadela Floretta : «Je m'appelle Floretta. Beaumarchais m'appartient!" (O meu nome é Floretta. Beaumarchais pertence-me!). Beaumarchais era famoso na sua época pelos seus escritos, música e fervor revolucionário, e a sagacidade da coleira da sua cadela era vista como um reflexo dos seus dotes intelectuais.

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Tal como o epigrama de Pope em Inglaterra, o de Beaumarchais tornou-se um sentimento popular entre os amantes de cães no continente. Ainda hoje se vê este mesmo conceito expresso em autocolantes para carros e placas divertidas que afirmam que alguém é dono do seu cão ou que foi bem treinado por ele.

As Coleiras para Cães e o Estatuto Elevado

Parece haver alguma verdade nesta afirmação, uma vez que os cães passaram a ser cada vez mais considerados membros estimados da família, recebendo frequentemente um tratamento melhor do que os humanos da casa. Os cães da classe alta tinham frequentemente as suas próprias almofadas e tratadores, e mesmo os cães da classe trabalhadora eram tratados melhor do que anteriormente.

Os cães de tração puxavam carroças de vários tipos pelas ruas de Londres, uma vez que eram mais baratos de manter e alimentar do que um cavalo ou uma mula. Os cães de tração passaram a ser considerados membros da família e do negócio, tal como os outros cães nas casas da classe alta. A grande raça Grande Boieiro Suíço era a favorita para puxar carroças de grandes dimensões, enquanto as raças mais pequenas eram preferidas para as menores.

Lady with a Dog
Senhora com um Cão Mather Brown (Copyright)

Cada cão tinha uma coleira que o identificava a ele e ao dono, mesmo que trabalhasse com um arnês o dia todo. A coleira identificava o cão da mesma forma que os documentos pessoais de um ser humano verificavam a sua identidade. Os cães eram legalmente considerados propriedade privada e uma coleira era a prova física de que um cão pertencia a um indivíduo específico.

Em 1845, foi aprovada a Lei contra o Roubo de Cães, tornando crime levar o cão de outra pessoa. Antes da lei, a punição por levar a coleira de um cão — mas não o cão — era de sete anos de prisão. Uma coleira, frequentemente ornamentada e cara entre a classe alta, era obviamente propriedade da pessoa cujo nome estava gravado nela. Só depois da aprovação da Lei contra o Roubo de Cães é que o cão que usava a coleira passou a ser igualmente valorizado perante a lei.

Conclusão

Embora a lei tenha demorado a reconhecer o valor do cão, a crescente sensibilização do público e o afeto pelos cães como animais de estimação vinham aumentando desde os primeiros anos da Era do Iluminismo, tendência que continuaria a ganhar força ao longo do século XIX. Embora o cão fosse mais valorizado do que tinha sido, em termos gerais, durante a Idade Média e o início do Renascimento, continuava a ser alvo de maus-tratos através de eventos como lutas públicas de cães, caça ao urso (em que um cão lutava contra um urso acorrentado), bem como atos indiscriminados de crueldade por parte de pessoas que, por alguma razão, se consideravam superiores aos cães.

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Bear Baiting
Caça ao Urso Abraham Hondius (Public Domain)

A RSPCA (Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals - Liga de Prevenção de Maus Tratos aos Animais) foi fundada em 1824 como a primeira organização a promover o bem-estar dos animais no mundo. Embora a Colónia da Baía de Massachusetts, na América do Norte, tivesse aprovado a primeira lei relativa aos maus-tratos aos animais, o Regulamento contra a Tirania ou a Crueldade, em 1641, a lei não criou uma organização, nem teve qualquer alcance para além daquela colónia.

O objetivo da RSPCA não era apenas proteger os animais de danos, mas levar à justiça aqueles que os feriam propositadamente. No seu primeiro ano, conseguiu efetuar a detenção de 63 pessoas acusadas de crueldade contra animais e tornou-se ainda mais eficaz depois de ter recebido o patrocínio da então princesa e mais tarde Rainha Vitória (reinado 1837-1901), cujo animal de estimação favorito era o seu cão Dash, muito antes de se tornar uma admiradora de gatos.

Embora a RSPCA tenha cometido uma série de erros graves no início, que acabaram por prejudicar mais animais do que se pretendia (como a Lei da Polícia de Londres de 1839, que inadvertidamente causou a morte de milhares de cães), ainda assim fez mais bem do que mal e continuou a chamar a atenção para os direitos dos animais e para a dignidade e o respeito básicos devidos a todas as criaturas vivas.

Organizações semelhantes acabaram por ser criadas noutros países, o que elevou ainda mais o estatuto do cão como o omnipresente melhor amigo da humanidade e, nos dias de hoje, os cães estão entre os animais de estimação mais populares e mimados do mundo, rivalizando apenas com os gatos, que alcançaram a popularidade generalizada mais tarde e beneficiaram significativamente da atenção prestada anteriormente ao cão na Era do Iluminismo.

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Perguntas & Respostas

Como eram vistos os cães no início do Iluminismo?

No início da era do Iluminismo, os cães eram vistos como «máquinas» desprovidas de alma.

O que mudou a visão sobre os cães durante o Iluminismo?

Durante o Iluminismo, desenvolveu-se uma visão mais ampla do mundo, que reconhecia os direitos humanos fundamentais e contestava as visões anteriores defendidas pela Igreja Católica, o que levou a uma revisão da forma como eram vistos os cães e os outros animais.

Quando é que as pinturas de cães se tornaram populares na Europa e nos EUA?

As pinturas de cães tornaram-se populares na Europa e nos EUA no século XVIII.

De que forma as pinturas de cães contribuíram para mudar a forma como eram vistos pelas pessoas?

As pinturas de cães elevaram o seu estatuto, tornando-os temas dignos de consideração artística.

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Mark, J. J. (2026, maio 01). Os Cães e as Suas Coleiras no Iluminismo: De «Máquinas» a Animais de Estimação Mimados. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1730/os-caes-e-as-suas-coleiras-no-iluminismo/

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Mark, Joshua J.. "Os Cães e as Suas Coleiras no Iluminismo: De «Máquinas» a Animais de Estimação Mimados." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, maio 01, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1730/os-caes-e-as-suas-coleiras-no-iluminismo/.

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Mark, Joshua J.. "Os Cães e as Suas Coleiras no Iluminismo: De «Máquinas» a Animais de Estimação Mimados." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 01 mai 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1730/os-caes-e-as-suas-coleiras-no-iluminismo/.

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