Sam Houston

Um Homen de Dois Mundos

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Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Sam Houston c. 1850 (by Mathew Brady, Public Domain)
Sam Houston, cerca de 1850 Mathew Brady (Public Domain)

Sam Houston (1793-1863) foi um soldado norte-americano na Guerra de 1812, um estadista, um general na Revolução do Texas, o primeiro presidente da República do Texas e um cidadão da Nação Cherokee. Era um homem branco que vivia entre os nativos americanos, um agricultor que detestava a agricultura, um proprietário de escravos que se opunha à expansão da escravatura, um sulista que apoiava as políticas do Norte e um político que não gostava de política.

Podia ser considerado um homem de dois mundos em qualquer momento da sua vida, movendo-se entre diferentes esferas, sem se sentir completamente à vontade em nenhuma delas. Carismático e um líder nato, Houston atraía as pessoas para si, ao mesmo tempo que, muitas vezes, as afastava. Continua a ser uma das figuras mais fascinantes e controversas da história americana.

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A Infância e os Cherokee

Sam Houston nasceu a 2 de março de 1793, filho de Samuel Houston e de Elizabeth Paxton Houston, do condado de Rockbridge, na Virgínia. Tinha cinco irmãos e três irmãs, todos nascidos na plantação de Timber Ridge, onde trabalhavam escravos. Samuel Houston faleceu em 1807 e a sua mulher mudou-se com a família para Maryville, no Tennessee.

Houston fugiu de casa aos 16 anos e foi viver com os Cherokee.

Sam Houston frequentou a escola durante cerca de meio ano quando era criança e, mais tarde, pode ter frequentado uma academia perto de Maryville, mas foi, em grande parte, autodidata, passando o tempo na biblioteca do pai a ler literatura clássica e história.

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Embora tivesse nascido numa família de agricultores, não tinha apetência para o campo, preferindo passar o tempo a ler ou a explorar os bosques à volta de casa. Os seus irmãos mais velho não acharam piada ao que viam como a sua "disposição ociosa" e tentaram forçá-lo a assumir mais responsabilidades. Em resposta, Houston fugiu de casa quando tinha 16 anos e foi viver com os Cherokee.

Ele foi acolhido pelo chefe deles, Ahuludegi (também conhecido como John Jolly), na Ilha Hiwassee, aprendeu a sua língua, observou as suas tradições e recebeu o nome de "Raven" (Corvo). Permaneceu com os Cherokee durante três anos, regressando ao mundo seu mundo em 1812 e assumindo um cargo de professor em Maryville, na escola de uma só sala.

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A Guerra de 1812

A vida sedentária em Maryville não lhe agradava e, por isso, aos 20 anos, alistou-se no exército e, em 1813, foi soldado na Guerra de 1812, combatendo os britânicos e os seus aliados nativos americanos, nomeadamente os Creek. Subiu rapidamente na hierarquia e, na altura da Batalha de Horseshoe Bend (27 de março de 1814), já era terceiro-tenente. O estudioso Michael Wallis descreve as ações de Houston durante a batalha:

Um dos primeiros soldados a escalar o muro para entrar na aldeia foi um tenente ousado do Tennessee chamado Sam Houston… [que] foi atingido na virilha por uma flecha, que pediu a um colega tenente para retirar. Quando o homem tentou, mas não conseguiu, Houston brandiu a espada e gritou uma ameaça, levando o oficial perplexo a arrancar a flecha com farpas e, juntamente com ela, um pedaço de carne e uma torrente de sangue.

Ordenado por Jackson a retirar-se da batalha, Houston pegou num mosquete e regressou à luta, apenas para ser atingido duas vezes por balas no ombro e no braço. Apesar da perda de sangue, Houston conseguiu, de alguma forma, sobreviver, mas a ferida causada pela flecha nunca sarou completamente e atormentou-o durante o resto da sua longa e ilustre vida.

(pág. 120)

Também a servir sob o comando de Andrew Jackson durante as Guerras dos Creek estava o jovem batedor e caçador David Crockett — embora os dois só se fossem realmente conhecer anos mais tarde.

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Map of the British-American War of 1812
Mapa da Guerra Anglo-Americana de 1812 Simeon Netchev (CC BY-NC-ND)

A Política

Jackson ficou especialmente impressionado com o jovem Houston e promoveu-o a segundo-tenente, garantindo que este mantivesse o seu posto após a guerra e ajudando-o a conseguir um cargo como funcionário administrativo do exército. Jackson, ciente da experiência de Houston junto dos Cherokee, nomeou-o subagente na remoção da tribo do Tennessee, em 1817.

Em 1818, quando John C. Calhoun criticou duramente Houston por usar trajes tradicionais cherokee numa reunião entre Calhoun e representantes cherokee, Houston renunciou à sua patente, deixou o exército e regressou por algum tempo à vida indígena, ajudando no reassentamento das tribos cherokee no Oeste.

Em 1827, foi eleito governador do Tennessee.

Voltando novamente ao seu mundo nativo, decidiu tornar-se advogado, estudou com o juiz James Trimble em Nashville, no Tennessee, e foi eleito procurador distrital da cidade em 1819. Em 1823, concorreu a um lugar na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos e venceu. Em 1827, foi eleito governador do Tennessee.

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Houston casou-se pela primeira vez em 1829 com Eliza Allen, mas o casamento fracassou rapidamente. Pouco tempo depois, Houston demitiu-se do cargo de governador e regressou à vida entre os Cherokee. O estudioso James L. Haley escreve:

No dia em que se demitiu, Houston recebeu a visita de David Crockett, congressista do Tennessee no seu primeiro mandato e também protegido de Jackson, que lhe perguntou o que o antigo governador tencionava fazer a seguir. Enquanto tenente de infantaria e agente para os índios, Houston tinha exilado os seus Cherokee Hiwassee para oeste, para o Território do Arkansas; agora, respondeu ele, tencionava partilhar o exílio com eles.

(pág. 60)

O regresso ao mundo dos Cherokee não decorreu sem problemas. Houston tinha um longo historial com o álcool, mas agora, na sequência do seu casamento fracassado, bebia mais do que o habitual. Haley observa:

O consumo pessoal de álcool por parte de Houston era repugnante até mesmo para os Cherokee, cuja tolerância para com os bêbados era bem conhecida. Até mesmo o nome indígena de Houston, o Corvo, que ele sempre ostentava com tanto orgulho, era ocasionalmente substituído por uma alcunha menos lisonjeira… «Grande Bêbado».

(pág. 74)

Com o tempo, Houston diminuiu o consumo de álcool e casou-se com Tiana Rogers Gentry, com quem geria um entreposto comercial perto de Fort Gibson. Os Cherokee, no entanto, reconheceram que Houston poderia ser especialmente influente nas relações com o governo dos EUA e, por isso, pediram-lhe que fosse a Washington, D.C., para os ajudar nas negociações relativas aos suprimentos prometidos. Em 1832, o congressista William Stanberry acusou Houston de fraude por ter tentado fornecer rações aos Cherokee e, quando Stanberry se recusou a responder às repetidas negações de Houston quanto a qualquer irregularidade, Houston encontrou o congressista e espancou-o com uma bengala.

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A Câmara dos Representantes censurou Houston, que foi multado. Desta vez, em vez de fugir de volta para o mundo dos Cherokee, Houston dirigiu-se para sul, para o território mexicano de Coahuila y Tejas — que em breve viria a ser conhecido como Texas —, deixando para trás a mulher e os Cherokee.

A Revolução do Texas

Os historiadores ainda hoje debatem a razão pela qual Houston se dirigiu ao Texas, mas, independentemente dos pormenores, parece certo que o fez pela mesma razão que tantos outros: para recomeçar a vida. Houston chegou em dezembro de 1832 e, em 1833, foi batizado na Igreja Católica Romana, um requisito do governo mexicano para ter direito a terras. Recebeu a sua concessão de terras e, graças à sua reputação como soldado e político, foi eleito para representar Nacogdoches na Convenção de 1833.

A Convenção de 1832 tinha sido convocada para resolver os problemas entre os colonos anglo-americanos e o governo mexicano. O México tinha convidado colonos anglo-americanos a colonizar o seu distrito setentrional a partir de 1821 — as primeiras famílias trazidas por Stephen F. Austin —, mas, a partir de 1830 e com a escalada dos conflitos de Anahuac em 1832, os texanos mostravam-se cada vez mais favoráveis à declaração de independência do México e à formação da sua própria república.

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Stephen F. Austin, the Father of Texas
Stephen F. Austin, o Pai do Texas Unknown Artist (Public Domain)

A Convenção de 1833 teve uma natureza diferente da reunião anterior e centrou-se na declaração de independência. Houston apoiava esta linha de ação e presidiu à comissão que redigiu uma versão preliminar da constituição da nova república. Nesse mesmo ano, Austin deslocou-se à Cidade do México para tentar resolver os problemas pessoalmente e foi detido por incitar à rebelião no Texas. Passou os dois anos seguintes na prisão, o que apenas veio atiçar ainda mais o ímpeto do «Partido da Guerra» no Texas — do qual faziam parte William Barret Travis e James Bowie.

A Revolução do Texas eclodiu na Batalha de Gonzales (2 de outubro de 1835), e Houston foi eleito general do exército em novembro. Um grande problema, no entanto, era que não havia exército, apenas milícia, que era comandada por Stephen F. Austin após a sua libertação da prisão. Austin comandou as tropas no outono de 1835 até se demitir em dezembro e ser enviado como delegado aos Estados Unidos para trazer armas, munições, provisões e recrutas que formariam um exército.

Houston não participou em nenhuma das batalhas da Revolução do Texas no outono de 1835. Edward Burleson assumiu o comando de Austin em dezembro, derrotando as forças mexicanas sob o comando do general Cos no Cerco de Béxar (12 de outubro a 11 de dezembro de 1835), capturando o Álamo e forçando o exército mexicano a abandonar o Texas.

Em janeiro de 1836, Houston enviou James Bowie ao Álamo para retirar o armamento e os suprimentos e, em seguida, destruí-lo, a fim de impedir que o forte fosse tomado pelo presidente/general Antonio López de Santa Anna, pois Houston tinha a certeza de que este regressaria para tentar reconquistar o Texas. Bowie e o coronel James C. Neill insistiram, no entanto, em que o Álamo fosse mantido e enviaram um pedido de reforços e suprimentos.

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Houston acreditava que Santa Anna não conseguiria regressar ao Texas até à primavera, talvez no início de março, mas este chegou a San Antonio de Béxar a 23 de fevereiro, dando início ao cerco ao Álamo, que era então comandado conjuntamente por William Barret Travis e James Bowie. A 24 de fevereiro, Bowie adoeceu e Travis assumiu o comando total, enviando nesse mesmo dia a sua famosa carta «Vitória ou Morte», na qual pedia ajuda.

Plaque of William Barret Travis's Letter from the Alamo
Placa da Carta de William Barret Travis do Álamo Betsy Mark (CC BY-NC-SA)

Houston tinha chegado a Washington-on-the-Brazos para a convenção convocada para discutir a declaração de independência, voltou a beber em excesso e, segundo o estudioso William C. Davis, descartou a carta de Travis como «uma maldita mentira», alegando que «não havia forças mexicanas ali» (pág. 547). Haley discorda de Davis quanto a isto (e também rejeita os relatos sobre o alcoolismo de Houston), mas, seja qual for a razão, é claro que Houston não respondeu à carta de Travis e também dissuadiu outros de tomarem medidas para aliviar o cerco ao Álamo.

A guarnição de San Antonio caiu a 6 de março de 1836 na Batalha do Álamo, e todos os defensores, incluindo David Crockett, foram mortos. Quando a notícia da queda chegou a Houston, em Gonzales, a 11 de março, ele descartou-a como mais mentiras até que fosse confirmada no dia 13. Houston ordenou então que Gonzales fosse incendiada e que a população fosse evacuada, dando início à chamada «Runaway Scrape» (fuga em massa).

O coronel Juan Seguín comandou a retaguarda, protegendo o exército de Houston enquanto este fugia de Santa Anna, e comandou uma companhia de cavalaria tejana na Batalha de San Jacinto (21 de abril de 1836), onde Houston derrotou Santa Anna. O governo provisório tinha declarado a independência a 2 de março de 1836 e, agora, com a vitória de Houston, a República do Texas podia ser estabelecida. Naquele outono, Houston derrotou Stephen F. Austin nas eleições e tornou-se o primeiro presidente da nova república.

O Primeiro Presidente da República do Texas

Como «Herói de San Jacinto», Houston era extremamente popular e, em 1837, a nova capital da República do Texas recebeu o seu nome. O povo apoiava a anexação do Texas pelos Estados Unidos, mas a Constituição do Texas de 1836 identificava claramente a República do Texas como uma nação escravocrata, e o presidente Andrew Jackson rejeitou a anexação, uma vez que isso perturbaria o equilíbrio entre os estados escravistas e os estados livres.

Uma vez que a Constituição do Texas proibia que um presidente exercesse um segundo mandato, Houston deixou o cargo em 1838, e o seu vice-presidente, Mirabeau B. Lamar, assumiu o poder, revogando muitas — se não todas — as políticas progressistas que Houston tinha estabelecido e, através de uma série de guerras imprudentes e desnecessárias, mergulhou a república na dívida.

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Sam Houston, First President of the Republic of Texas
Sam Houston, O Primeiro Presidente da República do Texas Unknown Artist (Public Domain)

Em 1840, Houston casou-se com Margaret Moffette Lea, de 21 anos. Margaret era uma batista rigorosa e obrigou Houston a deixar de beber, de dizer palavrões e de se envolver em brigas. Também o convenceu a converter-se à sua fé, tendo ele sido batizado mais tarde, em 1854.

Houston regressou à presidência em 1841 e pressionou pela anexação pelos EUA. Renunciou novamente em 1844, e a anexação foi finalmente concretizada por Anson Jones e pelo presidente dos EUA, James K. Polk, em 1845, um acontecimento que desencadeou a Guerra Mexicano-Americana (1846-1848).

O Senador, o Governador e a Guerra Civil

Houston não desempenhou qualquer papel na guerra, tendo sido eleito senador dos EUA pelo Texas em fevereiro de 1846 e viajado para Washington, D.C. Nessa qualidade, rompeu com os seus colegas senadores do Sul ao apoiar legislação antiescravagista, nomeadamente a Lei do Oregon de 1848, que estabelecia o Oregon como um território livre. Também procurou repetidamente obter nomeações para a presidência, mas sem sucesso.

Opôs-se à Lei do Kansas-Nebraska de 1854, acreditando que esta iria fomentar novas divisões políticas e sociais em torno da escravatura e que também resultaria na perda de mais terras por parte dos nativos americanos. Quando a legislação foi aprovada, Houston abandonou o Partido Democrata e alinhou-se com o Partido Americano (parte do Partido Know Nothing). Em 1856, não conseguiu obter a nomeação como candidato presidencial pelo seu partido e, em 1857, cansado da política de Washington, D.C., anunciou a sua candidatura a governador do Texas, cargo que conquistou em 1859.

Em 1861, quando o Texas estava a ponderar a secessão, Houston opôs-se a ela e, quando o estado se separou a 1 de fevereiro de 1861, Houston recusou-se a prestar juramento de lealdade à Confederação e foi destituído do cargo.

Estabeleceu-se em Huntsville, no Texas — como cidadão comum pela primeira vez em décadas — e foi, de um modo geral, rejeitado pelos vizinhos devido à sua posição pró-União. A família, juntamente com os seus escravos, alugou uma habitação de dois andares conhecida como Steamboat House (por se assemelhar a um barco fluvial), e Houston parece ter desfrutado do seu tempo fora do cargo. Contrariamente à lenda, não há provas de que Houston tenha libertado os seus escravos depois de lhes ter lido o rascunho inicial da Proclamação de Emancipação. Os escravos de Houston ainda constavam como sua propriedade quando ele morreu de pneumonia a 26 de julho de 1863. Os escravos de Houston foram emancipados, juntamente com todos os outros no Texas, a 19 de junho de 1865 — data hoje comemorada pelo Juneteenth.

Sam Houston's Grave, Huntsville, Texas
Túmulo de Sam Houston, Huntsville, Texas J. Williams (Public Domain)

Conclusão

Já foram escritas mais de 60 biografias sobre Houston, e ele foi retratado em peças de teatro, programas de televisão e filmes, desde The First Texan, de 1956 (protagonizado por Joel McCrea), até The Alamo, de 2004, no qual é interpretado por Dennis Quaid. Houston continua a fascinar porque é muito difícil de definir. Haley escreve:

Era uma figura de enormes contradições. O Sam Houston que adorava literatura clássica e conseguia recitar longos trechos de Homero, cujo vocabulário ativo excedia o de qualquer um dos seus contemporâneos, detestava tanto a escola que abandonou as aulas após menos de um ano de educação formal. O Houston cuja energia incansável o impulsionava a passar noites sem dormir a trabalhar e a estudar sentia-se tão entediado com empregos normais que, aos dezasseis anos, fugiu da família para viver com os índios Cherokee. O jovem que viveu como filho adotivo de um chefe Cherokee… mais tarde sofreu ferimentos quase fatais ao lutar contra outros índios – os Creeks… E o Houston que, enquanto senador, procurou proteção para os colonos americanos na fronteira, também se manifestou veementemente contra a traição brutal do governo para com os nativos americanos.

(pág. XII)

O caráter contraditório de Houston garantiu que ele nunca se sentisse completamente à vontade em qualquer papel definível, e é precisamente este aspeto da sua personalidade que contribui para o interesse público contínuo nele. Houston continua a ser hoje o que foi em vida – uma figura enigmática, maior do que a vida, mas com tantos aspetos familiares que parece haver algo nele com que qualquer pessoa se possa identificar.

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Perguntas & Respostas

Quem foi Sam Houston?

Sam Houston foi um estadista, soldado na Guerra de 1812, cidadão da Nação Cherokee, general na Revolução do Texas, primeiro presidente da República do Texas e governador do Estado do Texas. A cidade de Houston, no Texas, recebeu o nome em sua homenagem.

Será que Sam Houston viveu mesmo entre os Cherokee?

Sam Houston fugiu de casa aos 16 anos e viveu durante três anos entre os Cherokee. Recebeu o nome de «Raven», aprendeu a língua e seguiu as suas tradições. Mais tarde, regressou aos Cherokee pelo menos duas vezes e era considerado um cidadão da Nação Cherokee.

Por que é que Sam Houston é mais famoso?

Sam Houston é mais conhecido por ter vencido a Batalha de San Jacinto em 18 minutos, a 21 de abril de 1836, derrotando o general mexicano Santa Anna e possibilitando o nascimento da República do Texas.

Como é que Sam Houston morreu?

Sam Houston faleceu de pneumonia a 26 de julho de 1863.

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Estilo APA

Mark, J. J. (2026, agosto 15). Sam Houston: Um Homen de Dois Mundos. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-25625/sam-houston/

Estilo Chicago

Mark, Joshua J.. "Sam Houston: Um Homen de Dois Mundos." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, agosto 15, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-25625/sam-houston/.

Estilo MLA

Mark, Joshua J.. "Sam Houston: Um Homen de Dois Mundos." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 15 ago 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-25625/sam-houston/.

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