Harriet Tubman (cerca de 1822-1913) foi uma antiga escrava, abolicionista, ativista dos direitos das mulheres e famosa condutora da Underground Railroad (Rede Ferroviária Subterrânea). Serviu como cozinheira, enfermeira, batedora e espia para o Exército da União durante a Guerra Civil Americana e, nos seus últimos anos, fundou a «Casa Harriet Tubman para Idosos« em Auburn e Fleming, Nova Iorque, atualmente um Sítio Histórico Nacional.
Nascida como escrava em Maryland, Tubman escapou em 1849, indo até Filadélfia e alcançar a liberdade. Regressou depois a Maryland para libertar a família e tornou-se condutora na Underground Railroad, trabalhando com outros abolicionistas como William Still (1819-1902), Passmore Williamson (1822-1895), Frederick Douglass (1818-1895), William Lloyd Garrison (1805-1879), John Brown (1800-1859), entre muitos outros, no auxílio a quem procurava a liberdade (escravos fugitivos) na sua fuga do cativeiro.
Apoiou a resistência armada à 'instituição peculiar' e ajudou John Brown a planear o assalto ao arsenal de Harpers Ferry, na Virgínia, em 1859, que esperavam vir a encorajar uma revolta de escravos em grande escala. O raide falhou e Brown foi executado, mas Tubman continuou a defesa da ação militar contra os detentores de escravos, ajudando a recrutar soldados negros e servindo como guia e batedora no Raide do Rio Combahee (Raide de Combahee Ferry) em 1863, que libertou mais de 750 escravos.
Após a Guerra Civil, Tubman defendeu os direitos das mulheres e os direitos civis a partir da sua casa em Auburn, Nova Iorque, estabeleceu uma Casa para Idosos e doou generosamente para qualquer causa que defendesse a igualdade de direitos para todos. Morreu de pneumonia em 1913 e foi enterrada com honras semimilitares no Cemitério de Fort Hill, em Auburn. Nos dias de hoje, é recordada como uma grande defensora americana da liberdade e da justiça para todos.
O Início de Vida, a Lesão e a Família
De acordo com as escritoras Jean Marie Wiesen e Rita Daniels, a avó materna de Tubman, conhecida como Modesty, era 'uma jovem Ashanti… nascida no Gana, na Costa do Ouro de África' e estava 'entre as centenas de africanos ocidentais capturados na sua aldeia no final dos anos 1700' (pág. 14). A mãe de Tubman, Harriet ('Rit') Green, casou-se com Ben Ross por volta de 1808 e teve nove filhos, incluindo Araminta ('Minty') Ross (nascida por volta de 1822), que viria a tornar-se Harriet Tubman.
A família foi separada, uma vez que Rit era propriedade da família Brodess, enquanto Ben era escravo dos Thompson. Como quaisquer filhos nascidos de uma mulher escravizada eram escravizados pelos seus proprietários, todos os filhos passaram a ser propriedade de Mary Pattison Brodess e do seu filho Edward. Edward separou ainda mais a família ao alugá-los para diferentes locais e, a certa altura, ao vender duas das irmãs de Tubman.
Quando Tubman tinha seis anos, foi alugada a uma mulher como ama de leite e, sempre que o bebé acordava e chorava, Tubman era chicoteada. Ela passou a vestir várias camadas de roupa como proteção, o que poderá ter ajudado, mas carregou as cicatrizes dessas chicotadas por toda a vida.
Em 1835, quando Tubman tinha cerca de 13 anos, foi enviada numa diligência, juntamente com o cozinheiro da plantação, a uma loja local para trazer alguns mantimentos. Tubman recordou mais tarde que se sentia envergonhada com o aspeto do seu cabelo, mesmo coberto com um xaile, e esperou fora da loja enquanto o cozinheiro entrava. Um feitor, que perseguia um escravo fugitivo, pediu a Tubman que o ajudasse a detê-lo, mas ela recusou. O feitor arremessou então um peso de 2 libras contra o escravo em fuga, mas falhou o alvo, atingindo Tubman na cabeça. A académica Kate Clifford Larson escreve:
A última coisa de que ela se lembrava era do feitor 'a levantar o braço para atirar um peso de ferro a um dos escravos, e foi a última coisa que soube'. Ela recordava vividamente como o peso 'partiu o meu crânio, cortou um pedaço daquele xaile e enterrou-o na minha cabeça. Carregaram-me para casa, toda a sangrar e a desfalecer. Não tinha cama, nem lugar nenhum onde me deitar, e deitaram-me no banco do tear, e ali fiquei todo aquele dia e o seguinte'.
(pág. 42)
Tubman foi enviada de volta para os campos no dia seguinte, trabalhando 'com o sangue e o suor a escorrer-me pelo rosto até não conseguir ver' (Idem), mas foi finalmente autorizada a ser tratada pela mãe, uma curandeira herbalista, que a ajudou a recuperar a saúde. De acordo com Larson, esta lesão resultou em epilepsia do lobo temporal, caracterizada por episódios de sono durante os quais experienciava visões que ela entendia como enviadas por Deus. Permanecia nestes estados até acordar subitamente ou até que o 'sacudir persistente dos seus companheiros escravos a trouxesse de volta à realidade, embora ela protestasse que não tinha estado a dormir de todo' (Ibid., págs. 43-44).
Estas visões continuariam ao longo da sua vida e, afirmava ela, diziam-lhe frequentemente para onde ir, quando e como encontrar aqueles que ofereceriam ajuda a quem procurava a liberdade. Afirmou ter visto John Brown nas suas visões, por exemplo, anos antes de o conhecer.
A Fuga da Escravatura
Por volta de 1844, casou-se com John Tubman, um homem negro livre, e mudou o nome de Araminta para Harriet, possivelmente em honra da mãe. Embora estivesse agora casada com um homem livre, ela continuava a ser escrava e, como tal, podia ser vendida. Edward Brodess fez o que pôde para a vender, mas ninguém queria comprar uma escrava 'danificada'. Enquanto Brodess tentava vendê-la, Tubman rezou pela sua morte e, pouco tempo depois, ele morreu. Reconhecendo que ela e os seus irmãos seriam vendidos pela viúva, Eliza Brodess, ela escapou com dois deles, Ben e Henry, em setembro de 1849.
Eles seguiam para norte quando ambos os irmãos reconsideraram e regressaram, pelo que Tubman voltou com eles. No final de outubro ou em novembro, ela recomeçou, desta vez sozinha. Para acalmar quaisquer preocupações que a sua família pudesse ter ao dar pela sua falta, ela cantou uma canção a um companheiro escravo — um espiritual sobre a partida para a terra prometida. Wiesen e Daniels comentam:
Cantar não era apenas um passatempo para as pessoas escravizadas. Tornou-se uma ferramenta estratégica na sua busca pela liberdade. Eles compunham canções sobre o seu trabalho, não apenas para passar o tempo, mas também para se motivarem. Com o tempo, estas canções evoluíram para uma comunicação velada, com letras e melodias específicas que transportavam mensagens ocultas. Continham direções precisas, guiando as pessoas escravizadas até pontos de encontro designados onde se podiam reunir e planear a sua fuga para o Norte.
(pág. 43)
Após a sua lesão, Brodess permitira que ela se alugasse a outras plantações, e uma delas reuniu-a com o seu pai, que trabalhava na exploração madeireira. Ali, ela conheceu vários negros livres, nomeadamente marinheiros, que lhe falaram sobre a Underground Railroad e as rotas para norte. Quando Tubman fugiu em 1849, recordou as palavras deles, seguiu a Estrela do Norte e fez o seu caminho de Maryland até ao estado livre da Pensilvânia e a Filadélfia, onde foi acolhida por William Still e pelos outros abolicionistas locais.
A Condutora da Underground Railroad
Embora fosse agora livre, sentia que não podia desfrutar da sua liberdade enquanto a sua família permanecesse escravizada. Em 1850, soube que a sua sobrinha Kessiah, juntamente com os seus filhos, ia ser vendida e, com a bênção de William Still, tornou-se uma 'condutora' na Underground Railroad, viajando de volta a Maryland para os resgatar.
Em Maryland, Tubman traçou um plano com o seu cunhado, Tom Tubman, e o marido de Kessiah, John Bowley, um homem negro livre. Quando chegou o dia do leilão, Bowley fez a licitação vencedora por Kessiah e depois, enquanto o leiloeiro estava distraído com a sua pausa para almoço, fugiu para uma casa segura sem pagar; de noite, navegaram para o local previamente combinado onde se encontraram com Tubman, que conduziu toda a família para Filadélfia.
Após esta primeira viagem, Tubman regressou a Maryland repetidamente, trazendo mais familiares seus (incluindo os pais) para a liberdade no Norte através da Underground Railroad, que não sendo nem subterrânea nem uma linha ferroviária, era sim uma confederação informal de abolicionistas e simpatizantes dos escravos fugitivos que os ajudavam a encontrar a liberdade nos estados do Norte ou no Canadá. Contudo, os participantes utilizavam terminologia associada a uma ferrovia real, incluindo:
- Agentes – pessoas que alertavam os escravizados para a existência da rede e marcavam encontros com os condutores.
- Condutores – que guiavam os escravos fugitivos até às 'estações' ao longo da 'ferrovia'.
- Chefes de Estação – que geriam as casas seguras conhecidas como 'estações'.
- Acionistas – que forneciam apoio financeiro à rede, mas não participavam necessariamente de forma ativa.
Tal como William Still e muitos outros, Tubman ocuparia todos estes cargos em diferentes alturas entre 1850 e 1860, embora seja mais conhecida como condutora.
A Lei do Escravo Fugitivo de 1850, que estipulava que os cidadãos dos estados livres deviam auxiliar na captura e devolução de quem procurava a liberdade, significava que a sua família já não estava segura nem em Filadélfia; por isso, ela enviou-os para St. Catharines, em Ontário, no Canadá.
Em 1851, regressou para trazer o marido, mas este, pensando que ela tinha morrido, voltara a casar-se e, como a sua segunda mulher estava grávida, não tinha qualquer desejo de a seguir para o Norte. Tubman, embora de coração partido, continuou o seu trabalho, realizando 19 viagens entre o Maryland e o Canadá entre 1850 e 1860. Ficou conhecida como 'Moisés', conduzindo o seu povo para a liberdade como o patriarca bíblico, liderando pessoalmente 70 escravos rumo ao Norte e fornecendo a outros informações sobre as Rotas do Norte da Underground Railroad.
Entre aqueles que ela trouxe para o Norte estava uma menina de oito anos chamada Margaret. Tubman afirmava que Margaret era sua sobrinha, mas não há provas disso. Muitos anos depois, a filha de Margaret, Alice Lucas Brickler, descreveu a mãe como a 'sobrinha favorita da Tia Harriet' (Larson, pág. 197), mas disse também que Tubman tinha 'raptado' Margaret de uma casa próspera na margem oriental de Maryland; a própria Margaret recordava-se de uma bela casa com cavalos e uma carruagem elegante. Larson especula que Margaret possa ter sido filha ilegítima de Tubman, que esta teria entregue a um casal negro livre e mais tarde reclamado, mas tal não pode ser comprovado. Quem era Margaret, e porque é que Tubman a tirou de sua casa e a separou do seu irmão gémeo, permanece um mistério.
Passmore Williamson e John Brown
Em julho de 1855, Passmore Williamson e William Still participaram na libertação de Jane Johnson (cerca de 1814/1827 a 1872), em Filadélfia. Johnson era escravizada por um tal John Hill Wheeler; Williamson e Still confrontaram-no nas docas e ajudaram Johnson a escapar. Still levou Johnson para uma casa segura, cuja localização era desconhecida para Williamson; assim, quando Williamson foi levado a tribunal por Wheeler e o juiz exigiu que ele apresentasse Johnson e os seus dois filhos, ele honestamente não pôde cumprir, pois não fazia ideia de onde estavam.
Ele foi condenado a 100 dias na Prisão de Moyamensing por desrespeito ao tribunal e tornou-se um prisioneiro célebre, concedendo entrevistas a repórteres de todos os Estados Unidos sobre o motivo do seu encarceramento e os males da escravatura. Nesta altura, Tubman era também bastante famosa — ou infame, dependendo do lado da questão da escravatura que se apoiasse — e os detentores de escravos do Sul tinham fixado uma recompensa de 40 000 dólares (aproximadamente 1 500 000 dólares atualmente) pela captura da mulher conhecida como 'Moisés'.
Apesar disso, Tubman continuou os seus esforços para libertar os escravizados e conduzir os que procuravam a liberdade para o Norte e, arriscando a sua própria liberdade, visitou Williamson na prisão em outubro de 1855. Larson escreve:
Williamson era um dos muitos abolicionistas brancos influentes por quem Tubman se sentia atraída; mantendo-se firmes nos seus princípios, eles arriscavam a liberdade e o sustento para proteger escravos fugitivos e lutar pelo fim da escravatura. Williamson, e muitos como ele, passaram a admirar — alguns com enorme reverência — a tenacidade e o empenho de Tubman, reconhecendo que os esforços dela excediam de longe até o trabalho mais apaixonado e perigoso de defesa do escravo.
(pág. 123)
Esta 'tenacidade e empenho' foram além de ajudar escravos a encontrar a liberdade e tornaram-se mais militantes após o encontro com John Brown em 1858. Brown, um abolicionista que lutava contra os detentores de escravos no chamado 'Bleeding Kansas' na década de 1850, respeitava Tubman tanto quanto ela o respeitava a ele. Ambos acreditavam ter sido chamados por Deus para o trabalho da abolição e que, tal como no Antigo Testamento da Bíblia, Deus aprovava o uso da violência na causa da justiça.
Tubman ajudou Brown a planear o seu agora famoso raide a Harpers Ferry, na Virgínia, onde esperavam capturar o arsenal, armar a população negra e iniciar uma insurreição maior do que a Rebelião de Nat Turner de 1831, que se espalharia para além das fronteiras do estado e se tornaria um movimento nacional, derrubando a instituição da escravatura.
Os planos foram traídos e o raide falhou. Brown foi detido pelo então Coronel Robert E. Lee (1807-1890) e enforcado. Tubman pretendia participar no raide, mas foi impedida pela doença, que também a impossibilitou de assistir à execução de Brown. Mais tarde na vida, já estabelecida em Auburn, Nova Iorque, quando fundou a Casa para Idosos, deu à residência central o nome de 'John Brown Hall' em sua honra.
O Serviço na Guerra Civil
Após o início da Guerra Civil Americana em 1861, Tubman serviu primeiro como enfermeira, utilizando remédios à base de ervas que aprendera com a sua mãe, e depois como espia, batedora e guia. Foi enviada para a Carolina do Sul pelo Governador de Massachusetts, John Andrew, em 1862, e trabalhou com o General David Hunter, um fervoroso abolicionista, que declarou livres todos os escravos em Port Royal.
O Presidente Abraham Lincoln ainda não estava convencido de que a emancipação fosse a melhor ideia e, por isso, invalidou a proclamação de Hunter. Hunter ignorou esta decisão, continuou a recrutar soldados negros para o exército e, eventualmente, procurou a ajuda de Tubman para esse fim. Os antigos escravos desconfiavam dos brancos, mas a reputação de Tubman como a 'Moisés' da Underground Railroad ajudou-os a pôr de lado os seus receios e a alistarem-se no serviço militar.
Como Tubman passara anos a orientar-se em todo o tipo de terrenos através da Underground Railroad, serviu com distinção o Exército da União no reconhecimento e mapeamento da área em redor de Port Royal; e, uma vez que os soldados confederados, os detentores de escravos e os seus simpatizantes nunca prestavam atenção à mulher negra que seguia a sua vida, ela conseguia recolher informações que transmitia aos oficiais da União, como o Coronel James Montgomery.
Em 1863, Tubman guiou as tropas sob o comando de Montgomery no Raide de Combahee Ferry. As tropas negras queimaram as plantações, apreenderam mantimentos e libertaram os escravos da zona — mais de 750 —, que escaparam todos a bordo dos barcos a vapor que tinham transportado as tropas. Após o raide, ela regressou às suas funções como batedora, enfermeira e espia até ao fim da guerra, em 1865.
Conclusão
Tubman tinha comprado uma quinta em Fleming, Nova Iorque (adjacente a Auburn), a Frances Adeline Seward (mulher do senador abolicionista William H. Seward) em 1859 e, após a guerra, regressou para lá. Aceitou hóspedes para ajudar com as despesas e, entre estes, encontrava-se o agricultor Nelson Davis. Embora ele fosse 22 anos mais novo do que Tubman, apaixonaram-se e casaram-se em 1869. Nesse mesmo ano, a escritora Sarah Hopkins Bradford escreveu Scenes in the Life of Harriet Tubman (Cenas da Vida de Harriet Tubman), a primeira biografia da agora famosa mulher, com todos os lucros a reverterem para ela, o que ajudou ainda mais na manutenção da sua quinta.
Nelson Davis morreu de tuberculose em 1888 e, como era um veterano da Guerra Civil, Tubman recebeu uma pensão como sua viúva. Utilizou parte do dinheiro para apoiar o movimento pelo sufrágio feminino e para fundar a Casa Harriet Tubman para Idosos, providenciando habitação para negros idosos ou sem-abrigo na região.
Em 1911, Tubman tornou-se residente na casa e, quando se soube que a sua saúde estava a fraquejar, muitos apoiantes e admiradores enviaram donativos para manter a quinta e a residência em funcionamento. Tubman morreu de pneumonia, a 10 de março de 1913, e foi enterrada com honras semimilitares no Cemitério de Fort Hill, em Auburn, Nova Iorque. Sobre o seu legado, Larson escreve:
Tubman foi guiada por uma vida interior moldada por uma experiência particular de escravatura. Sofrendo sob o chicote, incapacitada por uma lesão na cabeça quase fatal, Tubman elevou-se acima da terrível adversidade da infância para emergir com uma vontade de aço. Recusando-se a ser limitada pelas correntes da escravatura ou pelas baixas expectativas que restringiam as vidas das mulheres e dos afro-americanos, Tubman lutou contra probabilidades incríveis para perseguir o seu compromisso de uma vida com a liberdade, a igualdade de direitos, a justiça e a autodeterminação. Devendo o seu sucesso a técnicas de sobrevivência únicas, Tubman conseguiu transcender a vitimização para alcançar a liberdade emocional e física face aos seus opressores… A vida extraordinária de Tubman, mais poderosa e excecional na sua realidade, é o material de que são feitas as lendas e, em última análise, a história de uma verdadeira heroína americana.
(págs. xx-xxi)
Em 1978, Harriet Tubman tornou-se a primeira mulher afro-americana a figurar num selo postal dos EUA e foi novamente homenageada da mesma forma em 1995. Desde 2016, o governo dos EUA planea colocar a imagem de Tubman na frente da nota de 20 dólares, contudo sem sucesso. Ela tem sido objeto de romances, livros de história, programas de televisão e filmes, mais recentemente no filme Harriet de 2019, interpretada por Cynthia Erivo. Tubman continua a ser homenageada através de nomes de locais e sítios históricos, e a história da sua vida inspira as pessoas hoje tal como o fez enquanto foi viva.
