Um mapa que ilustra o Império Britânica na Índia (Raj Britânico) por volta de 1930, um período de domínio britânico direto sobre o subcontinente indiano que teve início em 1858. Na sequência da Revolta dos Sipaios de 1857, também conhecida como a Primeira Guerra da Independência, o Parlamento Britânico aprovou o Act for the Better Government of India (Lei para o Melhor Governo da Índia). Esta legislação transferiu o poder da Companhia das Índias Orientais para a Coroa Britânica. O último imperador mogol, Bahadur Shah II, foi exilado para a Birmânia, e a Rainha Vitória (que reinou de 1837 a 1901) foi proclamada Imperatriz da Índia, marcando o início formal do Império Britânico na Íindia.
Embora a Grã-Bretanha exercesse controlo direto sobre as vastas regiões do Sul da Ásia, cerca de dois quintos do subcontinente permaneciam divididos entre quase 800 estados principescos, ou seja, territórios liderados por governantes nativos com diferentes graus de autonomia, administrados sob supervisão britânica através de alianças subsidiárias. O Império Britânico na Íindia persistiu até 1947, altura em que a descolonização e os movimentos nacionalistas culminaram na partição da Índia Britânica em dois domínios independentes: a Índia e o Paquistão.

