Procópio: A Respeito da Peste de Justiniano: Texto e Comentário

Joshua J. Mark
por , traduzido por Jose Monteiro Queiroz-Neto
publicado em
Translations
Versão em áudio Imprimir PDF

A Peste de Justiniano (541-542 d.C. e anos seguintes) foi o primeiro caso de Peste Bubônica completamente documentado na história, recebendo esse nome devido a Justiniano I, Imperador do Império Bizantino (reinou 527-565), no poder à época da eclosão da doença e registrada pelo historiador de sua corte, Procópio de Cesareia (527-565), em sua História das Guerras, Livro II. 22. Ao que parece, a Peste originou-se na China, propagou-se para a Índia, em seguida pelo Oriente Próximo e daí para o Egito, de onde Procópio alega ter chegado a Constantinopla, capital do Império.

Emperor Justinian & His Court
Imperador Justiniano e sua Corte Carole Raddato (CC BY-SA)

No período em que a Peste se espalhou – cerca de 750 – o volume de mortos passou de 30 milhões, mas muitos estudiosos estimam um padrão próximo a 50 milhões. Apesar da doença estar se espalhando pelo Oriente Próximo, antes de alcançar Constantinopla, os bizantinos não tinham a menor ideia a respeito da doença ou como ter alguma providência a fazer a respeito dela. E mesmo não haveria nada a fazer pois, conforme as palavras de Procópio, os bizantinos nada sabiam a respeito da disseminação da doença e apelaram para rituais religiosos como maneira de se defenderem dela, o que, evidentemente, foi ineficaz e 25% da população foi acometida pela Peste.

Remover anúncios
Anúncio publicitário

Circunstâncias para a Peste

A causa da Peste somente foi identificada em 1894, quando a bactéria Yersinia pestis foi isolada e identificada em pulgas de roedores, primariamente em ratos. Antes dessa identificação, a doença era atribuída a causas sobrenaturais e, no caso da Peste de Justiniano, à ira de Deus. Procópio, e sua Anecdota (mais bem conhecida como História Secreta), condena o reinado de Justiniano como injusto e caprichoso, afirmando que ele era controlado por suas paixões - e por sua esposa Theodora – sugerindo com muita ênfase que Deus estava descontente com ele.

a única medida efetiva tomada foi o que se conhece hoje em dia como distanciamento social e auto-isolamento, iniciados pelo povo, mas não pela administração de justiniano.

Procópio observa como, mesmo quando a Peste estava violentamente ativa, Justiniano I exigiu uma carga exorbitante de impostos sobre os sobreviventes, para compensar os impostos dos que haviam morrido (Anecdota XXIII.20), para os projetos de construções do Imperador e não para providências a respeito dos doentes e moribundos. Tal comportamento foi, segundo Procópio, a causa mais óbvia da ira de Deus e o sofrimento do povo foi o dano colateral da ira Divina.

Remover anúncios
Anúncio publicitário

Justiniano também se infectou com a Peste, porém sobreviveu, enquanto a maioria da população, não, o que pode ter enraivecido Procópio. Mesmo assim, como ele observa, não havia nenhuma razão pela qual a doença atacava uma pessoa e não outra, não se compreendia por que uma sobrevivia e outra não e porque um tratamento era efetivo em um e não conseguia salvar outros. A Peste entrou na cidade através do comércio – muito provavelmente transportada por ratos em navios graneleiros vindos do Egito – e rapidamente se espalhou por toda Constantinopla. A única medida efetiva empregada, conhecida hoje em dia, era o isolamento social, adotado pelas pessoas, mas não pela administração de Justiniano I.

O Texto

Procópio detalha a origem, sintomas, disseminação e reação à Peste, oferecendo, em suas observações, de que fora enviada por Deus. A versão portuguesa a seguir, tal como a do artigo em inglês, está um tanto editada por razões de espaço (indicado por elipses) foi tirada de sua História das Guerras Livro II.22, traduzida para o inglês por H.B.Dewing para a Coleção Biblioteca Loeb, 1914, como fornecida pelo editor Jon W. Lewis no The Mammoth Book of Eyewitness Ancient Rome:

Remover anúncios
Anúncio publicitário

Naqueles dias ocorreu uma pestilência em que toda a raça humana chegou próxima da aniquilação. Em todos os outros flagelos enviados pelos Céus, alguma explicação a respeito de uma causa pode ser dada por homens ousados, como as muitas teorias propostas por tais peritos nesses assuntos, pois que eles fazem surgir causas absolutamente incompreensíveis aos homens e fabricam bizarras teorias de filosofia natural, bem sabendo que não estão dizendo nada de sólido, porém se consideram satisfeitos e suficiente para si próprios, mesmo se desapontam completamente, com seus argumentos, algumas pessoas que encontram e tentam persuadir para com suas opiniões. Mas para essa calamidade é um tanto impossível expressar em palavras ou conceber em pensamento qualquer explicação, exceto, de fato, referi-la a Deus. Pois que ela não aparece em uma parte do mundo e nem sobre certas pessoas, não fica confinada a uma estação do ano, pois que em tais circunstâncias poderia ser que fosse possível encontrar sutis explicações de uma causa, o que deveria envolver o mundo como um todo e arruinaria as vidas de todos os homens, embora diferindo uns dos outros em graus mais acentuados, sem respeito por idade ou sexo.

Por mais que os homens se diferenciem entre si com respeito aos lugares em que vivem, nas leis que governam suas vidas, no seu caráter ou talento naturais, nos seus exercícios profissionais ou no que mais um homem difira de outro, mas no caso dessa doença não há nenhuma diferença entre as pessoas. Ela ataca alguns no verão, outros no inverno e, ainda outros, em outras épocas do ano. Permitamos que cada um expresse sua própria opinião a respeito desse assunto, sejam sofistas ou astrólogos, mas eu relatarei onde essa doença se originou e a maneira como destruiu os homens.

Originada nos egípcios que viviam em Pelúsio, dividiu-se em duas direções: uma para Alexandria e restante do Egito, em outra, para a Palestina na fronteira com o Egito e daí, para o restante do mundo, seguindo em frente, sempre que a ocasião lhe fosse favorável e as condições propícias, permanecendo na região por tempo determinado, esvaindo-se desdenhosamente, mas espalhando-se em todas as direções até onde o mundo acaba, como que temendo que algum canto lhe escapasse das mãos. Não havia nem ilhas, nem caverna, nem alta montanha que tivessem algum homem nelas habitando e se passasse por algum lugar, não afetando os homens do lugar ou atingindo-os de diferentes maneiras, ainda voltaria ali mais tarde. Portanto, as pessoas que por essa região andavam, anteriormente atingidos por ela gravemente, porém não se afastava do local em questão até que tivesse completado o número de mortos que achasse adequado, correspondendo exatamente ao número destruído em época anterior entre aqueles que viviam nas imediações. E essa doença sempre se iniciava a partir das regiões costeiras, posteriormente tomando rumo ao interior.

E no segundo ano alcançou Bizâncio na metade da primavera, quando aconteceu de eu estar ali naquele tempo. E sucedeu assim. Foram vistas por muitas pessoas aparições de seres sobrenaturais com diversas formas humanas e os que as viram pensavam que elas os haviam atingido nesta o naquela parte do corpo, onde haviam se abrigado, e imediatamente após a visão da aparição eram eles tomados pela doença. Primeiramente as pessoas que tinham se encontrado com essas criaturas tentavam afastá-las proferindo os mais sagrados dos nomes, exorcizando-se por outros meios disponíveis a cada um, porém nada faziam, pois mesmo nos santuários para onde a maioria se dirigia procurando refúgio, constantemente ali morriam. Mais tarde, ficavam relutando até mesmo em ter consideração para com seus amigos, trancavam-se em seus quartos e nada queriam ouvir, embora constantemente batessem em suas portas, temendo, obviamente, que cada um que os chamasse em suas portas fossem um daqueles demônios. Mas no caso da pestilência, ela não viria desse modo, porém tinham uma visão em sonho e procuravam sentir as mesmas coisas como nas mãos da criatura que pairava sobre eles ou mesmo ouvir uma voz predizendo-lhes que foram inscritos no número dos que deveriam morrer. Mas com a maioria, acontecia que eram tomados pela doença sem tomar consciência do que estava por vir, através de uma visão ou um sonho.

Remover anúncios
Anúncio publicitário

Eram eles tomados pela doença da seguinte maneira. Uma febre repentina, em alguns no exato momento de se despertar, outros enquanto vagavam sem rumo e com outros enquanto ocupados, independentemente do que estivessem fazendo. Os corpos não mostravam nenhuma alteração de cor, nem se encontravam mais quentes como poderia ser esperado quando atacados por uma febre, nem demonstravam qualquer inflamação em evolução, porém a febre trazia uma espécie de languidez desde seu início e até próximo ao entardecer, de modo que nem aos próprios doentes e nem ao médico que os havia tocado poderiam suspeitar do perigo. Era natural que nenhuma das pessoas que haviam contraído a doença previa que poderia morrer por ela. Porém no mesmo dia, em alguns casos, em outros, no dia seguinte e quanto ao restante, não muitos dias mais, surgia um inchaço bubônico e este aparecia, não somente em um local particular do corpo chamado boubon (bubão ou edema de gânglio linfático), isto é, “abaixo do abdómen”, mas também no interior das axilas, em outros ao lado das orelhas e em diferentes pontos das coxas.

Até esse ponto, tudo seguia da mesma maneira com todas as pessoas acometidas pela doença. Porém, a partir daí, surgiam acentuadas diferenças e me sinto incapaz de dizer se a causa dessa diversidade de sintomas poderia ser encontrada nas diferenças dos corpos ou no fato de que evoluía ao desejo d’Ele que trouxe a doença ao mundo. Pois seguia-se com alguns um coma profundo, com outros em um violento delírio e, em qualquer um dos casos, eles apresentavam os sintomas característicos da doença. As pessoas em coma ignoravam todas as pessoas que lhes eram familiares e demonstravam estar dormindo constantemente. Mas se alguém lhes prestasse cuidados, eles se alimentariam sem acordar, se alguns deles não recebessem cuidados, logo morriam por falta de alimento. Já os que caíam em delírio sofriam de insônia e eram vítimas de uma imaginação distorcida, pois suspeitavam que as pessoas vinham até eles para destruí-los e ficavam agitados e fugiam em desabalada carreira, gritando o mais alto que podiam. As caridosas pessoas que lhes prestavam cuidados ficavam em constante exaustão e passavam por grandes dificuldades o tempo todo. Por isso, todas as pessoas se compadeciam deles não menos do que com os doentes... devido às grandes tribulações porque passavam. E quando os pacientes caíam de suas camas e ficavam rolando pelo chão, seus cuidadores retornavam-nos ao leito e quando se debatiam para sair correndo para fora de suas casas, esforçavam-se para impedi-los, puxando-os contra a sua vontade....

Em alguns casos, a morte aparecia repentinamente, em outros após muitos dias. Os doentes nos quais o corpo era tomado por pústulas negras, maiores que grãos de lentilha, não sobreviviam mais um dia, morrendo quase imediatamente. Muitos que vomitavam sangue também encontravam rapidamente a morte. Sou capaz de afirmar: os mais ilustres médicos predisseram que muitos iriam morrer, os que surpreendentemente escaparam inteiramente do sofrimento, logo em seguida declaravam que muitos poderiam ser salvos, porém estavam mesmo é destinados a serem atacados pela doença quase imediatamente. E nessa doença, em que nenhuma causa pôde ser detectada pelo raciocínio humano, pois em todos os casos a situação tratava-se de algo inexplicável. Por exemplo, enquanto alguns melhoravam com banhos, outros não conseguiam nenhum alívio e até pioravam bem mais. E dos muitos pacientes que não recebiam nenhum cuidado, morriam, já outros, contrário à lógica e razão, salvavam-se. Novamente observava-se que diferentes métodos de tratamento, exibiam resultados diferentes em pacientes diferentes. De fato, a situação como um todo pode ser resumida assim: que nenhum recurso foi descoberto pelos humanos para salvarem-se a si próprios, pois tomando precauções poderiam não sofrer ou que quando a doença já os atacou eles poderiam obter o melhor delas, porém o sofrimento chega sem aviso e a recuperação não se deve a nenhuma causa externa. Com as mulheres grávidas a morte podia ser certamente prevista caso fossem contaminadas. Algumas morriam devido a abortamento, outras imediatamente após o parto junto com os recém-natos. Algumas pessoas diziam que três mulheres confinadas sobreviveram, mas não os bebês, e que uma mulher morreu no momento do parto, mas que sua criança nasceu e sobreviveu...

Remover anúncios
Anúncio publicitário

No momento, a doença já cursa em Bizâncio há quatro meses e sua maior virulência permaneceu durante três. Inicialmente, as mortes eram um pouco maior que o normal, em seguida a mortalidade atingiu patamares ainda maiores, posteriormente o relato de mortos alcançou cinco mil a cada dia e, novamente, subiu para dez mil ou muito mais. No início, cada homem cuidava do sepultamento dos mortos de sua própria casa, lançando-os até mesmo nos túmulos de outros, às escondidas, escapando à fiscalização, ora de forma forçada recorrendo à violência, gerando confusões e desordens completas. Os escravos permaneceram sem seus mestres e as pessoas que em outros tempos eram prósperas, ficaram privadas dos serviços de seus empregados domésticos, estes já doentes ou mortos e muitas casas ficaram completamente vazias, privadas de moradores humanos. Por essa razão, aconteceu que alguns homens de destaque da cidade, devido à miséria coletiva, permaneceram insepultos por muitos dias...

E quando todas as tumbas existentes previamente ficaram cheias, abriram sepulturas em diversos lugares ao redor da cidade, um após o outro, ali depositavam os mortos, desordenadamente, cada um a seu modo e partiam, em seguida. Posteriormente, as pessoas que cavavam essas valas, não podendo acompanhar o elevadíssimo número de óbitos, subiram até as torres das fortificações em Sicas e, arrancando os telhados, ali lançaram os corpos em completa desordem, empilhando-os à medida que chegavam, enchendo praticamente todas as torres, cobrindo-os, posteriormente, com os telhados. Como resultado dessa prática, o mal cheiro envolveu a cidade e irritou ainda mais os seus habitantes, principalmente quando o vento soprava vindo dessa região.

Naquela época todos os costumeiros rituais funerários foram negligenciados, pois os mortos não eram acompanhados por um cortejo da maneira habitual, nem os cantos de praxe eram executados. A situação chegou a tal ponto que era suficiente alguém transportar em seus ombros o corpo de algum morto, para locais da cidade próximos ao mar, e dali os cadáveres eram jogados e empilhados, sobre barcos e transportados para qualquer lugar. Naquela época, pessoas que haviam pertencido a facções deixaram de lado suas mútuas inimizades e, juntos, comandavam os ritos funerários, transportando com as próprias mãos pessoas não pertencentes às suas associações e as enterravam. Mais ainda, todos que em épocas passadas se dedicavam prazerosamente na busca de coisas vergonhosas e ultrajantes, livraram-se dos erros diários de suas vidas e passaram a praticar as obrigações religiosas com diligência, não tanto porque tenham ficado sábios, nem por que de repente, como se dizia, se tornaram amantes da virtude — pois certos hábito que se fixam nos homens pela natureza ou pelo costume de longos anos, é impossível serem tão facilmente abandonados, a não ser por influência divina soprada sobre eles — mas porque todos estavam profundamente aterrorizados pelos acontecimentos e que poderiam, repentinamente, morrer, aprenderam, como era natural, a se darem ao respeito, por algum tempo, por pura necessidade. Tão logo se tornaram livres da doença e se sentiram salvos e em segurança, à medida que a maldição se movia para outras pessoas, rapidamente voltaram ao que eram anteriormente e mais uma vez reverteram seus corações aos comportamentos ultrajantes...

Remover anúncios
Anúncio publicitário

Os artesãos e comerciantes abandonaram seus trabalhos, o mesmo prejuízo atingiu todas as outras profissões, com graves prejuízos. De fato, em uma cidade em que havia abundância boas coisas, a fome quase absoluta rumava para um motim. Certamente, parecia difícil e era uma coisa notável ainda se ter suficiente pão ou de coisas mais, tanto que com algum doente ela parecia que o fim da vida chegaria cedo, pois deveria chegar em razão da falta das necessidades da vida...

Foi esse o curso da pestilência no Império Romano em geral e em Bizâncio. E a doença atingiu também a terra dos persas e visitou, além dos mais, todos os outros bárbaros.

Conclusão

Outra testemunha da Peste, João de Éfeso (cerca de 507– 588), corrobora o relato de Procópio e observa que a população de Constantinopla já tinha conhecimento da doença por dois anos antes de ser atingida, mas não fez nenhum esforço para se preparar para a sua chegada. Quando a peste seguiu seu curso, as colheitas foram abandonadas e apodreceram nos campos, a inflação atingiu níveis alarmantes e Justiniano I continuou a empenhar-se sofregamente em arrecadar impostos necessários a seus ambiciosos projetos de construção — sobretudo igrejas — que ele imaginava seriam capazes de aplacar a ira de Deus, para que outra pestilência semelhante não voltasse a assolar o seu império.

Remover anúncios
Anúncio publicitário

Após deixar Constantinopla, a Peste retornou ao Oriente Próximo – “a terra dos persas” – e destruiu a sua população até 749, antes de se enfraquecer. Posteriormente reaparece como Peste Negra (ou Morte Negra) que se abateu sobre o Oriente entre 1346-1360 e a Europa entre 1347-1352. Como nessas últimas pandemias, a Peste de Justiniano produziu um pânico generalizado e um esgarçamento social, com danos econômicos, militares e todos os outros aspectos da vida no Império Bizantino e adjacências. Procópio observa como “toda a raça humana aproximou-se de ser aniquilada” e, a partir da perspectiva de sua época, o evento não poderia ser interpretado de outra maneira.

Remover anúncios
Anúncio publicitário

Sobre o tradutor

Jose Monteiro Queiroz-Neto
Monteiro é um pediatra aposentado interessado na história do Império Romano e da Idade Média. Tem como objetivo ampliar o conhecimento dos artigos da WH para o público de língua portuguesa. Atualmente reside em Santos, Brasil.

Sobre o autor

Joshua J. Mark
Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.

Cite este trabalho

Estilo APA

Mark, J. J. (2026, abril 04). Procópio: A Respeito da Peste de Justiniano: Texto e Comentário. (J. M. Queiroz-Neto, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1536/procopio-a-respeito-da-peste-de-justiniano-texto-e/

Estilo Chicago

Mark, Joshua J.. "Procópio: A Respeito da Peste de Justiniano: Texto e Comentário." Traduzido por Jose Monteiro Queiroz-Neto. World History Encyclopedia, abril 04, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1536/procopio-a-respeito-da-peste-de-justiniano-texto-e/.

Estilo MLA

Mark, Joshua J.. "Procópio: A Respeito da Peste de Justiniano: Texto e Comentário." Traduzido por Jose Monteiro Queiroz-Neto. World History Encyclopedia, 04 abr 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1536/procopio-a-respeito-da-peste-de-justiniano-texto-e/.

Remover anúncios