Nossa Senhora de Guadalupe

Padroeira das Américas
Jordy Samuels
por , traduzido por Filipa Oliveira
publicado em
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The Miraculous Flowers of the Virgin of Guadalupe (by Lawrence OP, CC BY-NC-ND)
As Flores Milagrosas da Virgem de Guadalupe Lawrence OP (CC BY-NC-ND)

Nossa Senhora de Guadalupe, também conhecida como Virgem de Guadalupe, é um título dado a uma imagem específica de Maria, Mãe de Jesus, tal como se materializou no Novo Mundo nos anos após a conquista espanhola do México. Um símbolo amado da Misericórdia, Aceitação, Cura, Salvação e Rebelião, a chegada às Américas alterou drasticamente o curso do catolicismo no Novo Mundo, e a Basílica na Cidade do México atrai cerca de 15 milhões de pessoas todos os anos. Ao longo dos séculos, a influência estendeu-se além da prática católica no Novo Mundo e transformou-se em nacionalismo, à medida que os devotos a levaram para as arenas social e política, tornando-a um símbolo duradouro da herança e identidade mexicanas.

A Virgem dos Conquistadores

Desde as primeiras chegadas ao Novo Mundo no final do século XV, Maria era o rosto do cristianismo e a protetora escolhida dos conquistadores. Na verdade, a Virgem que dois dos mais famosos conquistadores carregavam também se chamava Guadalupe, e o seu santuário está localizado em Cáceres, Espanha. A escultura, que ainda é o foco no santuário, é feita de madeira de cedro e retrata uma mulher de pele escura vestida com roupas elaboradamente bordadas, as vestes cobertas de joias preciosas e a cabeça emoldurada por uma enorme auréola de ouro. À sua esquerda, o filho bebé está sentado ao colo, igualmente vestido com esplendor. A mãe e o filho estão tão ricamente vestidos que apenas são visíveis a pele dos rostos e das mãos.

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Hoje, a figura é conhecida como Nossa Senhora de Guadalupe na Extremadura e, de 1340 a 1561, foi o centro da vida religiosa da Espanha devido à sua associação com a Reconquista e a luta contra os mouros pelo controlo da Península Ibérica. Nesta guerra motivada pela religião entre cristãos e muçulmanos, Nossa Senhora de Guadalupe na Extremadura foi situada como uma espécie de general celestial dos exércitos da cristandade:

Ao garantir a vitória dos cristãos, infligiu a morte aos mouros e, neste processo, tornou-se um sinal de destruição apocalíptica. A conquista do México foi entendida como uma continuação da Reconquista.

(Harrington 1988, pág. 28)

Quando Cristóvão Colombo (1451-1506) chegou às Caraíbas em 1492, trazia consigo esta imagem de Maria, cujo nome ele daria a uma das ilhas, ainda hoje conhecida como Guadalupe. Algumas décadas após a chegada de Colombo ao Novo Mundo, Hernán Cortés conquistaria o México "com uma imagem da Virgem da Extremadura numa mão e uma cruz na outra" (Zarebska, pág. 174). Cortés e as suas tropas carregavam pequenas imagens e estandartes de Maria para todos os lugares durante a colonização europeia das Américas, instalando-os em templos nativos e deixando-os para trás em cada vila e cidade por onde passavam a caminho de Tenochtitlan. Estas imagens, usadas em roupas, carregadas ou incorporadas em santuários já existentes, estabeleceriam um precedente para a imagem de Maria como um ícone a ser carregado pelos seus fiéis. Na história da Senhora de Guadalupe, no México, a imagem que definiria o catolicismo no Novo Mundo apareceria nas roupas de um homem humilde chamado Juan Diego.

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Relatos Escritos da Aparição

Em 1649, Luis Laso de la Vega, vigário do Santuário de Guadalupe de 1647 a 1657, publicou um livro em nahuatl narrando a aparição de Nossa Senhora de Guadalupe a Juan Diego. O livro é chamado Huei tlamahuiçoltica omonexiti, em ilhuicac tlatocacihuapili Santa Maria totlaçonantzin Guadalupe em nican Huei altepenahuac México itocayocan Tepeyacac, que se traduz como Por um Grande Milagre, a Rainha Celestial, Santa Maria, Nossa Preciosa Mãe de Guadalupe, Apareceu aqui perto da Grande Cidade do México, num lugar chamado Tepeyacac.

Saint Juan Diego Cuauhtlatoatzin
São Juan Diego Cuauhtlatoatzin Nheyob (CC BY-SA)

O Huei tlamahuiçoltica de Laso de la Vega também contém uma obra chamada Nican Mopohua, que significa "Aqui está Contado", que constitui o relato da aparição da Virgem de Guadalupe a Juan Diego. Os estudiosos geralmente concordam que o conteúdo desta secção veio de uma obra de Antonio Valeriano, escrita em 1556 e baseada nas histórias orais transmitidas nos anos seguintes à aparição.

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São Juan Diego e a Aparição em Tepeyacac

Nascido em 1474, no povo Chichimeca de Cuauhtitlán, o homem que se tornou o honrado mensageiro de Nossa Senhora de Guadalupe chamava-se Cuauhtlatoatzin, que significa algo como "Águia Falante Preciosa" na língua nahuatl, derivado de cuauh, que significa "águia", tlatoa, que significa "falar", e o honorífico-tzin, que é um termo que transmite uma sensação de reverência ou preciosidade. Cuauhtlatoatzin foi batizado com o nome de Juan Diego em 1524, quando tinha aproximadamente 50 anos.

Em dezembro de 1531, Juan Diego encontrou a gloriosa aparição de uma mulher que lhe disse ser Maria, a Virgem Mãe de Cristo.

De acordo com a história, em dezembro de 1531, a caminho da missa matinal, Juan Diego passava pela colina de Tepeyacac (também conhecida como Tepeyac) quando encontrou a gloriosa aparição de uma mulher. Em alguns relatos, a aparição feminina falou com Juan Diego em nahuatl, disse-lhe que era Maria, a Virgem Mãe de Cristo, e instruiu-o a ir ao palácio do bispo do México e dizer-lhe «quanto desejo que ele me construa uma casa aqui, que ele erga o meu templo na planície» (Zarebska 2002, pág. 103).

Diego foi imediatamente ao palácio e contou ao bispo, Juan de Zumárraga, que não acreditou nele. Desanimado, Diego voltou à colina e informou-A do seu fracasso, implorando-lhe que escolhesse alguém com mais prestígio social, alguém mais respeitado do que ele, para que o bispo o ouvisse. A aparição insistiu que deveria ser Juan Diego a apresentar os seus desejos, e ele disse-lhe, de acordo com o Nican Mopohua:

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"Irei com prazer cumprir a Sua palavra, o Seu desejo: nada me impedirá, aprecio ainda mais o caminho por causa dos seus obstáculos. Irei cumprir a Sua palavra, mas posso não ser ouvido e, se for ouvido, posso não ser acreditado"

(Idem, pág. 106)

Diego voltou ao bispo no dia seguinte, contudo Zumárraga continuou a não acreditar, dizendo ao humilde homem que sua palavra não era suficiente, que seria necessário outro sinal para confirmar a história. Diego contou à aparição, e Ela prometeu-lhe um sinal para o bispo no dia seguinte.

Mas quando Juan Diego deveria ir a Tepeyacac e receber o sinal da aparição, seu tio adoeceu gravemente e pediu ao sobrinho que fosse a Tlatelolco e encontrasse um padre para ouvir a última confissão. Juan Diego partiu imediatamente e, embora esperasse evitar a aparição na colina contornando-a, a sua tentativa foi infrutífera; a aparição desceu a colina, perguntando a Diego o que o incomodava.

Ele contou-lhe sobre a doença do tio, e a aparição respondeu dizendo: "Não temas... Não estou eu, tua Mãe, aqui? Não estás tu sob a minha sombra e a minha proteção?Não estás no recanto do meu manto, no cruzamento dos meus braços?» (Ibid., pág. 111). Tranquilizado pelas palavras, Juan Diego implorou para ser enviado com o seu sinal ao bispo.

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A aparição instruiu-o a ir até o topo da colina e colher algumas das flores que cresciam ali. Quando chegou, ficou surpreso ao descobrir que a colina estava coberta por uma variedade de flores, lindas e em flor, apesar de ser meados de dezembro. Juan Diego colheu as flores, e a aparição as colocou na cavidade de sua tilma, uma vestimenta áspera usada pelos povos indígenas da época, semelhante a um manto feito de fibras da planta agave (maguey). Ela disse-lhe que as flores serviriam como prova da sua mensagem e que ele deveria levá-las diretamente ao bispo.

Quando Diego chegou ao palácio do bispo, contou-lhe toda a história e abriu o manto, deixando as flores caírem. Mas o milagre não se limitou às flores. Na cavidade em que elas estavam havia uma imagem da Virgem Maria que se tornaria um dos ícones cristãos mais famosos do hemisfério ocidental. Ao ver a imagem milagrosa, o bispo percebeu o erro e imediatamente ordenou que um santuário à Virgem Maria fosse construído na colina de Tepeyac.

The Lady of Guadalupe
Nossa Senhora de Guadalupe Daniel Case (CC BY-SA)

Com a sua tarefa sagrada cumprida, Juan Diego voltou para casa e encontrou o tio milagrosamente curado e falando sobre a Senhora de Guadalupe, que havia aparecido para curá-lo. Juan Diego dedicou o resto da sua vida a servir o santuário da Senhora de Guadalupe e, quando morreu em 1548, foi enterrado na capela.

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A Imagem na Tilma

A tilma que trazia a primeira imagem de Nossa Senhora de Guadalupe é considerada um milagre em si mesma e ainda atrai milhões de visitantes à basílica todos os anos. Apesar do tecido áspero e da curta vida útil da vestimenta original, a tilma emoldurada sobreviveu em excelentes condições, resistindo à deterioração, às enchentes e até mesmo a um bombardeio, ao longo dos séculos, à medida que o santuário crescia em tamanho.

A imagem de Nossa Senhora de Guadalupe é considerada uma ponte única entre a iconografia dos astecas e a linguagem visual do catolicismo espanhol.

Na imagem, os olhos estão abertos, a cabeça reclinada e as mãos postas em oração, significando a sua humildade e deferência ao poder de Deus. Veste uma túnica vermelha simples, decorada com flores, com uma faixa preta logo acima da barriga, representando a gravidez. O manto turquesa é decorado com estrelas douradas, que simbolizam os céus e fazem referência à majestade de Maria no contexto das hierarquias astecas, em que apenas a nobreza mais alta se podia vestir com estes tons de azul-esverdeado. Usa um crucifixo com um pingente à volta do pescoço, e um brilho dourado ardente emana de todo o seu corpo. A seus pés, um anjo com asas coloridas a sustenta no ar, e Ela parece estar pisando na curva menor de uma lua crescente negra.

Devido ao significado religioso desta imagem, abundam as interpretações, todas situando Nossa Senhora de Guadalupe como uma ponte única entre a iconografia indígena dos astecas e a linguagem visual do catolicismo espanhol.

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A Deusa Asteca e Tepeyacac

Numa passagem em espanhol do Códice Florentino, Bernardino de Sahagún explica o significado de Tepeyacac como o local da aparição de Nossa Senhora de Guadalupe, onde escreve:

Há uma pequena colina chamada Tepeacac... agora chamada Nossa Senhora de Guadalupe. Neste lugar, eles tinham um templo dedicado à mãe dos deuses, a quem chamavam Tonantzin, que significa "nossa mãe". E realizavam muitos sacrifícios ali em honra a essa deusa. E vinham a [esses lugares] de mais de vinte léguas de distância, de todas as regiões do México; e traziam muitas oferendas... há muitas igrejas de Nossa Senhora por toda parte, e não vão a elas; [em vez disso], eles vêm de terras distantes para esta Tonantzin, assim como faziam nos tempos antigos.

(Tradução de Garagarza, 2023)

Tonantzin é um termo nahuatl que vem de to, que significa "nosso", nantli ou nanan, que significa "mãe", e -tzin (mencionado acima), e assim se traduz como "Nossa Preciosa Mãe".

Entre as deusas astecas, havia alguma sobreposição e equivalência em relação às associadas à terra, fertilidade e morte, personificando a terra como útero e túmulo. Qualquer deusa asteca poderia ser referida como Tonantzin, pois parece ter sido um título ou epíteto, em vez do nome de uma deusa separada. Algumas destas figuras femininas divinas incluíam Cihuacoatl, Coatlicue, Xochiquetzal e Toci. Toci (pronuncia-se "TOH-see"), por exemplo, significava "Nossa Avó", mas também tinha vários outros epítetos, incluindo Teteo Innan ("Mãe dos Deuses"), Tlalli Iyollo ("Coração da Terra") e Temazcalteci ("Avó dos Banhos de Suor"). Ela era uma deusa das parteiras, da cura e das saunas, às vezes chamada de xochicalli ("casa das flores"), e estava, portanto, ligada às ideias de purificação, cura e renascimento, todas associadas à Nossa Senhora de Guadalupe.

Coatlicue
Coatlicue Luidger (CC BY-NC-SA)

O facto de, a aparição da Virgem Maria ter instruído que seu santuário fosse construído na colina onde os povos indígenas outrora veneravam uma deusa asteca parece sugerir, como Sahagún suspeitava, evidências de uma forma contínua de culto à deusa, agora direccionado à Virgem Maria. Estas práticas foram fortalecidas pela validade de Maria aos olhos da Igreja e, possivelmente, pelo facto de Maria ser chamada de Tonantzin pelos missionários ansiosos por transmitir informações sobre "Nossa Senhora, Mãe de Deus" na língua nahuatl.

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Nossa Senhora do Novo Mundo

Outrora divididos por um oceano, o Velho Mundo e o Novo Mundo tornaram-se inextricavelmente ligados, e poucos símbolos representam a unificação dos mundos díspares tão bem quanto Nossa Senhora de Guadalupe. Para os espanhóis, ela representava a Reconquista e o crescente poder do Deus católico na Nova Espanha. Para os povos indígenas, representava uma guardiã divina no meio da turbulência inimaginável, já que a chegada dos espanhóis deu início a séculos de instabilidade e perturbação nas Américas.

Precisando de mão de obra, os colonizadores espanhóis forçaram as populações indígenas — e os africanos escravizados através do comércio transatlântico de escravos — a tornarem-se a força de trabalho do Novo Mundo. As condições de vida eram inimagináveis; doenças generalizadas acompanhavam a exaustão, a desnutrição, as condições de trabalho insalubres e os abusos, afetando uma população já reduzida por doenças do Velho Mundo para as quais não tinham imunidade. Em 1520, viviam no México aproximadamente 25 milhões de pessoas. Um século depois, em 1620, havia cerca de 1 milhão de indígenas ainda vivos; a maior e mais destrutiva força de todas veio na forma de epidemias.

Quando, em 1736, uma epidemia específica ceifou a vida de pelo menos 40.000 pessoas na Cidade do México num único ano, a cidade devastada recorreu a Nossa Senhora de Guadalupe e encontrou a salvação. Sabemos disso porque, em 1738, um padre episcopal chamado Cayetano de Cabrera y Quintero foi encarregado pelo arcebispo de escrever um relato sobre a peste.

Ao descrever a epidemia como uma guerra pela qual Deus estava exercendo um poder vingativo ao qual os humanos não tinham capacidade de resistir, Cabrera estabelece Nossa Senhora de Guadalupe como a principal intercessora, um escudo divino contra a ira de Deus. Parte do que fez esta associação de Maria com o fim da peste foi a percepção entre as populações indígenas de que uma deusa da doença era responsável pela doença e morte generalizadas: alguém que podia dar vida e tirá-la. Para eles, a intervenção divina de Maria como mãe sagrada, mas também como a figura sob cuja bandeira destruiu o seu modo de vida, teria encaixado nas suas expectativas do divino feminino. Afinal, as deusas astecas, incluindo Chalchiuhtlicue, Tlaltecuhtli, Mayahuel e Coatlicue, estavam na encruzilhada da vida e da morte, e Guadalupe, estando tão intimamente ligada aos povos indígenas e às suas crenças por meio da localização do seu santuário e do epíteto Tonantzin, teria sido uma candidata ideal para tal intervenção.

Our Lady of Guadalupe and the Four Apparitions
Nossa Senhora de Guadalupe e as Quatro Aparições Nicolás Enríquez (Public Domain)

De acordo com Cabrera, mesmo nos piores dias da peste, ninguém morreu no santuário de Guadalupe, tanto que, apesar da localização periférica na época, se tornou um centro espiritual da cidade. Ele escreve que, no mesmo dia em que o governo municipal elegeu oficialmente a Senhora de Guadalupe como padroeira, em maio de 1737, a epidemia diminuiu, consolidando a imagem vista pela primeira vez por Juan Diego duzentos anos antes, como a Protetora do México.

Conclusão

Apesar das diferentes perspectivas sobre Nossa Senhora de Guadalupe entre os habitantes altamente estratificados da Nova Espanha, ela tornou-se um símbolo de um novo modo de vida, no qual o seu cuidado e proteção se estendiam a ambos os lados como um todo comum. Ela encarnava a mãe carinhosa, amorosa, gentil e misericordiosa; era o meio intercessedor pelo qual os humanos podiam implorar a Deus, uma aliada natural do povo comum e uma encarnação da unidade, ligando a terra e os céus, a paz e a guerra, o cristianismo e as crenças indígenas, o poder e a impotência. Mesmo pertencendo, como Virgem Maria, à ordem colonial estabelecida, podia representar todos os povos do México, e a Sua imagem podia ser sua bandeira de protesto e rebelião, como foi quando Miguel Hidalgo (1753-1811) liderou a revolta que levaria o México à independência em 1821 e quando Cesar Chavez (1927-1993) lutou pelos direitos dos trabalhadores rurais nos Estados Unidos.

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Desde 1531, são muitos os milagres que foram atribuídos a Nossa Senhora de Guadalupe: desde a cura de doenças em cidades inteiras até milagres pessoais realizados para os suplicantes na basílica na Cidade do México. Todos os anos, milhões de pessoas celebram a Festa ou Solenidade de Nossa Senhora de Guadalupe a 12 de dezembro, marcando o dia do aparecimento milagroso da imagem na tilma de São Juan Diego Cuauhtlatoatzin. Ao longo de quase 500 anos, Nossa Senhora de Guadalupe tornou-se muito mais do que apenas uma das muitas imagens únicas da Virgem Maria; Ela é, entre muitas outras coisas, Jefita de los Barrios, Senhora Apocalíptica, Generalíssima, Padroeira das Américas e Tonantzin.

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Bibliografia

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Sobre o Tradutor

Filipa Oliveira
Tradutora e autora, o gosto pelas letras é infindável – da sua concepção ao jogo de palavras, da sonoridade às inumeráveis possibilidades de expressão.

Sobre o Autor

Jordy Samuels
Jordy é uma bibliotecária, entusiasta de história e uma pessoa persistentemente curiosa. Adora mitos e o estudo de sistemas de crenças, ler 'graphic novels', cozinhar, olhar para o céu em dias parcialmente nublados e aprender com outras pessoas curiosas, especialmente crianças.

Cite Este Artigo

Estilo APA

Samuels, J. (2026, fevereiro 11). Nossa Senhora de Guadalupe: Padroeira das Américas. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-25613/nossa-senhora-de-guadalupe/

Estilo Chicago

Samuels, Jordy. "Nossa Senhora de Guadalupe: Padroeira das Américas." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, fevereiro 11, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-25613/nossa-senhora-de-guadalupe/.

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Samuels, Jordy. "Nossa Senhora de Guadalupe: Padroeira das Américas." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 11 fev 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-25613/nossa-senhora-de-guadalupe/.

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