Alfred Rosenberg (1893-1946) foi um nazi de origem estónia que defendeu a teoria racial antissemita e valores anticristãos. As teorias de Rosenberg coincidiam com as do líder da Alemanha nazi, Adolf Hitler (1889-1945), e foram utilizadas para justificar ataques contra os judeus, os comunistas e os homossexuais, entre muitos outros.
Rosenberg foi também o Ministro para os Territórios Ocupados de Leste durante a Segunda Guerra Mundial (1939-45), onde os seus crimes incluíram a utilização de trabalho escravo infantil. No entanto, a carreira de Rosenberg como administrador nazi foi frequentemente eclipsada por rivais mais ambiciosos, que garantiram que ele permanecesse apenas como uma figura de proa de certas instituições culturais nazis, tais como as que roubaram sistematicamente obras de arte da Europa ocupada. Nos julgamentos de Nuremberga de 1945-46, Rosenberg foi considerado culpado de crimes de guerra e crimes contra a humanidade, tendo sido executado por enforcamento.
A Juventude e as Obras Antissemitas
Alfred Rosenberg nasceu a 12 de janeiro de 1893 em Taline, na Estónia (então chamada Reval e parte do Império Russo). Os pais de Rosenberg pertenciam à numerosa comunidade de imigrantes de língua alemã na Estónia; o pai era sapateiro. Apesar de Rosenberg ser hipernacionalista em relação à Alemanha — tendo-se juntado a um grupo pró-germânico enquanto estudante — os seus antepassados poderão ter sido estónios e o nome Rosenberg era, na verdade, um nome adotado; ironicamente, atendendo aos acontecimentos futuros, tratava-se de um apelido com associações judaicas.
Rosenberg estudou arquitetura no Instituto Técnico de Riga e depois mudou-se para Moscovo, onde aperfeiçoou o russo, casou-se com uma colega estudante chamada Helga e vivenciou em primeira mão a Revolução Russa de Fevereiro. Acabou por receber o diploma de arquitetura em março de 1918. Rosenberg também testemunhou os acontecimentos da Revolução de Outubro. Não estando diretamente envolvido em nenhuma das revoluções, Rosenberg era convictamente antibolchevique e proferiu vários discursos públicos nesse sentido. Rosenberg, juntamente com muitos outros antibolcheviques, decidiu mudar-se para a segurança de Paris. Foi em França que Rosenberg começou a ler sobre teoria racial, esmiuçando as obras de autores como Arthur de Gobineau (1816-1882) e Houston Stewart Chamberlain (1855-1927), ambos crentes numa super-raça nórdica, em relação à qual todas as outras raças eram consideradas inferiores.
Em dezembro de 1918, Rosenberg mudou-se para Munique, ganhando algum dinheiro como pintor. Aqui, escreveu vários artigos contra os judeus e os comunistas, que classificava essencialmente como um único e mesmo inimigo, referindo-se frequentemente à Revolução Russa, por exemplo, como tendo sido levada a cabo pelo "bolchevismo judaico" (Gellately, pág. 48). Rosenberg escreveu o seu primeiro livro em 1920, O Rasto dos Judeus através dos Tempos (Die Spur des Juden im Wandel der Zeiten), no qual apresentava as suas ideias, bastante inconsistentes, de que os judeus estavam por trás tanto do capitalismo como do bolchevismo e que pretendiam destruir a cultura e a moralidade onde quer que vivessem.
Rosenberg era um teórico da conspiração cujas ideias se baseavam frequentemente em investigação falsa apresentada por outrem. Os judeus não estavam, como Rosenberg apresentava, a beneficiar da Revolução Bolchevique, mas foram sim uma das suas maiores vítimas através de uma série de violentos pogroms. As ideias de Rosenberg baseavam-se também em estatísticas incorretas (como o número de Comissários Soviéticos que eram judeus) e em desinformação, por exemplo, de que a ajuda externa dos EUA era apenas concedida a judeus. O que o convenceu de que os judeus trabalhavam em conjunto numa conspiração internacional para dominar o mundo. Nesta fase, Rosenberg não apelava ao extermínio dos judeus, mas pretendia o seu completo afastamento de toda e qualquer atividade política, económica e cultural na Alemanha. Estas ideias extremistas tiraram partido de uma Alemanha assolada por problemas económicos, como a hiperinflação, nos anos que se seguiram à Primeira Guerra Mundial (1914-18). Tais ideias foram adotadas por muitos trabalhadores comuns que pensaram ver ligações (onde, na verdade, não existiam nenhumas) entre a ascensão do comunismo e o elevado desemprego e estagnação económica da Alemanha. Esta foi uma interpretação dos acontecimentos que se tornou ainda mais generalizada após a Grande Depressão de 1929. Em suma, os escritos e discursos de Rosenberg deram às pessoas um bode expiatório facilmente identificável para todos os seus males: o povo judeu.
Rosenberg conheceu o aspirante a político de extrema-direita Adolf Hitler, e os dois tornaram-se colaboradores próximos. Em 1919, Rosenberg juntou-se ao novo partido fascista, o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP - Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei - ou, abreviadamente, Partido Nazi). Rosenberg conseguiu um emprego como redator do jornal oficial semanal nazi, o Völkischer Beobachter; onde impressionou os seus superiores e tornou-se o diretor de redação do jornal em 1923. Este jornal estava repleto de propaganda nazi, fomentando o ódio contra os judeus, os comunistas e qualquer outra pessoa de quem os nazis não gostassem. Os "contos conspiratórios contínuos [de Rosenberg] alimentaram o lado perverso do antissemitismo nacional-socialista" (Gellately, pág. 51). Estas histórias mirabolantes também identificavam a URSS como um inimigo da Alemanha, uma vez que Rosenberg insistia que os bolcheviques pretendiam expandir-se e atacar a Europa Ocidental. Estas ideias ajustavam-se perfeitamente aos planos de Hitler de apresentar os nazis como os verdadeiros defensores da Alemanha.
Os Cargos no Partido Nazi
Rosenberg, com a sua experiência de ter vivido ambas as revoluções russas, conseguiu fornecer informações sobre os acontecimentos em curso naquele país e encorajar o desejo de Hitler de levar a cabo a sua própria tomada de poder de forma violenta. De facto, Hitler orquestrou o Putsch da Cervejaria em novembro de 1923, mas este terminou num fracasso total e na sua prisão. Durante o seu ano na prisão, Hitler escreveu um livro, em 1925, Mein Kampf (A Minha Luta - 1.ª Ed.ª portuguesa de 1934/Minha Luta - 1.ª Ed.ª no Brasil de 1934). Nesta obra, e provavelmente graças às visitas diárias de Rosenberg, Hitler incorporou as ideias antissemitas de Rosenberg numa teoria onde os judeus alemães eram identificados como inimigos do Estado e a principal razão pela qual a Alemanha não estava a atingir todo o seu potencial. Hitler sugeriu que este potencial só seria alcançado se o país fosse governado por alemães "arianos" de sangue puro (cf. infra), embora os próprios líderes nazis estivessem frequentemente longe de pertencerem a este grupo físico restrito.
Enquanto Hitler e outros nazis seniores como Rudolf Hess (1894-1987) estavam na prisão, Rosenberg assumiu a liderança do Partido Nazi, ainda que este estivesse oficialmente banido. Contudo, Rosenberg não era popular entre os fiéis do partido e foi obrigado a afastar-se. Os rivais de Rosenberg no partido nazi ironizavam frequentemente que ele era o único Rosenberg ariano no mundo. Rosenberg continuou a publicar literatura antissemita onde os judeus eram acusados de conspirar em conjunto para o domínio mundial. Foi também em 1923 que Rosenberg se divorciou de Helga, mas voltou a casar-se e teve uma filha.
Hitler foi libertado em dezembro de 1924, mas Rosenberg, tendo outrora estado muito próximo do líder, viu-se gradualmente cada vez mais afastado do círculo restrito de liderança de Hitler e dos processos de tomada de decisão dentro do movimento nazi. No entanto, Hitler permaneceu sempre leal a um dos seus camaradas mais antigos e continuou a dar a Rosenberg cargos de importância secundária. Foi nomeado chefe da Sociedade Nacional-Socialista para a Cultura e Aprendizagem em 1927. Em 1928, esta organização mudou o seu nome para Liga de Combate pela Cultura Alemã. Rosenberg depressa acabou por perder terreno nesta área específica do nazismo para o Ministro da Propaganda Joseph Goebbels (1897-1945). Rosenberg foi influente no Movimento da Fé Alemã, uma alternativa pagã à religião dominante na Alemanha, o Protestantismo. Contudo, uma vez mais, as ambições de Rosenberg foram cerceadas por outrem, neste caso pelo próprio Hitler, uma vez que o líder não queria alienar os apoiantes nazis na Igreja Cristã.
O Mito do Século XX
A principal obra de Rosenberg sobre o que os nazis descreviam como o "Problema Judaico" foi o seu livro O Mito do Século XX (Der Mythus des Zwanzigsten Jahrhunderts), publicado em 1930. O livro foi popular, com dois milhões de exemplares vendidos, talvez precisamente pelo facto de a Igreja Católica o ter incluído no seu índice de livros proibidos (devido ao seu conteúdo anticristão). No entanto, a prosa desconexa do livro tornava as ideias muito difíceis de assimilar. Como observa um historiador, "poucos conseguiram ler além do primeiro capítulo" (Cimino, pág. 41). Albert Speer, o arquiteto principal de Hitler, descreveu a obra de Rosenberg como sendo simplesmente "ilegível" (Speer, pág. 149). Até Hitler descreveu o livro como contendo "coisas que ninguém consegue entender" e sublinhou que este não deveria ser considerado um livro oficial do pensamento do Partido Nazi. Hitler descreveu Rosenberg como "um alemão báltico de vistas curtas que pensa em termos horrivelmente complicados" (Idem, pág. 150). Apesar disso, O Mito continha muitas ideias essenciais que coincidiam com as que Hitler apresentara em Mein Kampf.
Rosenberg não apresentou nada de especialmente novo no seu livro, mas reuniu várias ideias preconceituosas sobre raça e construção de impérios, que grupos de extrema-direita vinham exaltando pelo menos desde o século XIX. O autor também misturou um amálgama de pseudociência e história das civilizações, antigas e modernas, reais ou imaginárias. Rosenberg rejeitou tanto os valores democráticos como os liberais, substituindo-os por um sistema ditatorial onde uma raça de "super-homens" governava sobre as raças inferiores. Os "super-homens" eram os "arianos", um termo algo vago que os nazis utilizavam para se referirem a grupos como os povos nórdicos. Rosenberg considerava que a elite da "raça mestra" eram os "arianos" germânicos. Em contraste, os judeus e os negros foram colocados no patamar mais baixo da escala social de Rosenberg.
De acordo com Rosenberg, os "super-homens" deveriam tornar-se ainda mais fortes através da sua luta constante com outras raças e nações. A guerra é, portanto, uma luta necessária e constante para alcançar a supremacia. Acima de tudo, os "super-homens" devem lutar para controlar o povo judeu, uma vez que este é, segundo estas teorias, o principal responsável pelo declínio da sociedade e pela estagnação da economia mundial. Além disso, Rosenberg repete a ideia de Lebensraum ("espaço vital") discutida por Hitler em Mein Kampf, isto é, a percecionada necessidade de conquistar território da URSS para que os povos germânicos possam lá viver e explorar a riqueza de recursos naturais da região.
As ideias de Rosenberg forneceram a base sobre a qual os nazis construíram edifícios terríveis, responsáveis pela destruição de outrem. Isto apesar do facto da teoria racial nazi estar repleta de lacunas, erros e inconsistências. A teoria racial nazi "pode ser vista como um mero verniz de propaganda para uma estratégia política que foi oportunista ou moldada pelas circunstâncias" (Dear, pág. 608). Ou, dito de outra forma, Rosenberg "procurou fazer com que a teoria nacional-socialista parecesse o resultado de investigação e ciência genuínas, em vez de ser o produto do ódio" (Gellately, pág. 52).
A teoria racial nazi foi apresentada às crianças através de atividades educativas e aos adultos via propaganda na imprensa, rádio e cinema. As teorias foram então utilizadas para justificar inúmeras ações, que variaram desde a invasão da URSS à eutanásia de pessoas com deficiências físicas e mentais, até ao Holocausto e ao assassínio de seis milhões de judeus.
O Papel nos Assuntos Externos
Em 1930, Rosenberg foi eleito para o Reichstag, o parlamento alemão. Concentrou-se nos assuntos externos, particularmente nas relações com a Grã-Bretanha e a Itália. O regime fascista desta última era suficientemente amigável, mas os diplomatas britânicos não se deixaram convencer pela abordagem amadora de Rosenberg e pelas suas teorias antissemitas: "a missão de boa vontade de Rosenberg à Inglaterra em 1933 reforçou a repugnância britânica face ao Terceiro Reich" (Boatner, pág. 474).
Em meados de 1933, após Hitler ter estabelecido uma ditadura fascista na Alemanha, Rosenberg tornou-se chefe do Departamento de Assuntos Externos nazi. As ambições de Rosenberg no Ministério dos Negócios Estrangeiros foram, no entanto, cerceadas pelo mais capaz e ambicioso Joachim von Ribbentrop (1893-1946), que viria a servir como Ministro dos Negócios Estrangeiros nazi (1938-45), um cargo que Rosenberg cobiçara arduamente. Rosenberg teve de procurar outra área do nazismo. Assim, em janeiro de 1934, supervisionou um novo projeto de doutrinação quando lhe foi atribuído o título de: "Delegado do Führer para Toda a Educação e Instrução Intelectual e Filosófica do Partido Nacional-Socialista" (solidarizamo-nos com o letreiro que teve de atualizar a porta do gabinete de Rosenberg). Isto levaria Rosenberg, entre outros projetos, a fundar a Universidade Central Nacional-Socialista, que ensinava ideologia nazi aos estudantes e continha gabinetes de investigação que se esforçavam por encontrar provas físicas espúrias para sustentar tais teorias (foram medidos, por exemplo, milhares de crânios de judeus). Outra das instituições de Rosenberg, aberta em março de 1941, foi o Instituto de Francoforte para o Estudo da Questão Judaica.
A Equipa de Administração Rosenberg
À medida que a Alemanha atacava outros países, Rosenberg foi nomeado figura de proa de um departamento nazi especial, encarregado de adquirir objetos de relevância cultural nos territórios ocupados. Desafiando a Convenção de Haia, que proibia saques em tempo de guerra, a Equipa de Administração Rosenberg (Einsatzstab-Reichsleiter Rosenberg ou ERR) adquiriu progressivamente, ao longo da Segunda Guerra Mundial, milhares de pinturas, esculturas, peças de mobiliário, livros e documentos de arquivo. Todos estes bens foram amealhados pelos nazis para armazenamento, para serem exibidos publicamente em novos e grandes museus, como os construídos em Berlim e Linz, ou para adornar as casas privadas de figuras como Hermann Göring (1893-1946), que era quem realmente geria a ERR. Museus, palácios e residências privadas foram pilhados por toda a Europa. A desculpa utilizada era que estes itens estariam mais seguros na Alemanha, chegando a afirmar-se que os objetos tinham sido criados por artistas alemães ou que eram inspirados na cultura germânica.
Na Europa Ocidental ocupada, os objetos de arte eram habitualmente pagos com Reichsmarks desvalorizados, enquanto na Europa de Leste ocupada eram geralmente apenas roubados, embora o amor dos nazis pela documentação significasse frequentemente que era emitido um recibo de qualquer forma. Muitos funcionários de museus mantiveram registos secretos das obras que tinham sido roubadas. O projeto de Rosenberg beneficiou alguns alemães comuns, uma vez que itens de mobiliário mais mundanos, retirados dos territórios ocupados, foram distribuídos a agregados familiares que tinham sofrido danos nos bombardeamentos dos aliados na Alemanha.
Apesar do sucesso na localização de milhares de obras roubadas por unidades como as equipas de Monumentos, Belas Artes e Arquivos dos Aliados (Monuments Men), infelizmente, inúmeras obras importantes perderam-se para o público para sempre; um exemplo famoso é o Retrato de um Jovem de Rafael (1483-1520), que se presume estar hoje na coleção privada de alguém.
O Regresso aos Assuntos Externos
Em 1943, Hitler nomeou Rosenberg Ministro do Reich para os Territórios Ocupados de Leste, que consistiam, na verdade, em duas áreas: o Comissariado do Reich para o Ostland e o Comissariado do Reich para a Ucrânia que, juntos, abrangiam a Ucrânia, parte da Bielorrússia, parte do leste da Polónia e os estados bálticos. Rosenberg, apesar das suas teorias sobre raça, tentou evitar o tratamento habitual das populações orientais que ficavam sob o domínio nazi, ou seja, a expulsão e o assassínio em massa. Rosenberg procurou obter o apoio das populações locais a fim de as tornar aliadas e fazê-las combater o Exército Vermelho da URSS. No entanto, Rosenberg continuou a impor medidas como o trabalho forçado para crianças entre os 10 e os 14 anos. Em muitas áreas políticas, Rosenberg foi desautorizado por outros, uma vez que não se saía bem contra rivais nazis que eram mais talentosos na administração e muito mais implacáveis. Na Ucrânia, por exemplo, o poder de Rosenberg foi completamente usurpado por Erich Koch (1896-1986), o comissário do Reich. De uma forma mais geral no Leste, Rosenberg viu-se subordinado ao líder das SS, Heinrich Himmler (1900-1945). Incapaz de encontrar o seu lugar no habitual caos nazi de organizações sobrepostas e concorrentes no Leste, Rosenberg escreveu uma carta de demissão diretamente a Hitler em outubro de 1944, uma carta que nunca obteve resposta.
O Julgamentos de Nuremberga e a Execução
Rosenberg foi julgado como criminoso de guerra, juntamente com outros altos dirigentes nazis, nos julgamentos de Nuremberga do pós-guerra. Ele permaneceu impenitente quanto às suas opiniões sobre raça, dando respostas extremamente longas e incoerentes quando questionado no banco dos réus. Como escreveu um jornalista exausto no Manchester Guardian: "Durante horas, ele divagou. Era tao imposssível compreender o que ele dizia quanto tentar agarrar um punhado de nuvens" (MacDonald, pág. 113). Rosenberg alegou que Hitler e outros se tinham apropriado das suas ideias para justificar o genocídio, quando ele próprio teria pretendido uma política mais moderada de emigração forçada do povo judeu para locais isolados, como a ilha de Madagáscar. Os procuradores, no entanto, focaram-se no seu papel como Ministro do Reich para os Territórios Ocupados de Leste. Rosenberg foi considerado culpado de todas as quatro acusações: conspiração para provocar a guerra, crimes contra a paz, crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Alfred Rosenberg foi condenado à morte e executado por enforcamento a 16 de outubro de 1946. Os seus restos mortais foram espalhados no estuário do rio Isar, na Alemanha.
