Batalha de Timbra

Joshua J. Mark
por , traduzido por Raimundo Raffaelli-Filho
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Defeat of Croesus at Thymbra (by Unknown Artist, Public Domain)
Derrota de Creso em Timbra Unknown Artist (Public Domain)

A Batalha de Timbra (547 a.C.) foi o confronto decisivo entre Ciro II (o Grande, reinou cerca 550-530 a.C.), da Pérsia e Creso (reinou 560-546 a.C.), rei da Lídia. A vitória persa pôs fim ao Reino da Lídia, que foi então absorvido pelo Império Persa, e permitiu que Ciro expandisse os seus territórios e estabelecesse completamente o Império Aquemênida.

Creso havia arranjado o casamento de sua irmã, Aréias, com o rei dos medos, Astíages (reinou 585-550 a.C.), e mantinha relação cordial com o reino medo, concordando com que o rio Hális fosse a fronteira entre seus territórios. Quando Ciro depôs Astíages, por volta de 550 a.C., Creso viu oportunidade de enriquecer-se enquanto protegia seu reino contra possível agressão persa e, portanto, lançou campanha militar através do Hális.

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Uma batalha inconclusiva foi travada entre os exércitos de Creso e Ciro em Pteria, e Creso então recuou para sua capital, Sardes, onde dispersou grande parte de seu exército para a temporada de inverno, como era costume, e esperava que Ciro fizesse o mesmo. De acordo com Xenofonte (430- a cerca de 354 a.C.), Ciro foi orientado a seguir o mesmo caminho por seus conselheiros, mas optou por prosseguir com o ataque, marchando sobre Sardes e encontrando Creso no campo de Timbra.

Ciro dispersou a cavalaria da Lídia colocando camelos à frente de seu exército, o que assustou os cavalos dos lídios, e então conduziu sua própria cavalaria através das brechas nas fileiras, derrotando Creso e forçando-o a recuar para a cidade. Após cerco de quatorze dias, Sardes caiu e Creso foi capturado.

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CRESO INICIOU AS HOSTILIDADES APÓS ENVIAR EMISSÁRIOS AO ORÁCULO DE DELFOS, PERGUNTANDO SE DEVERIA ATACAR CIRO.

A batalha é frequentemente citada como uma das mais importantes da história, pois pôs fim à Lídia, anteriormente o reino mais rico e poderoso da Ásia Menor, que era aliado da Babilônia. Uma vez conquistada a Lídia, Ciro conseguiu tomar a Babilônia, por volta de 539 a.C., colocando a Mesopotâmia sob controle persa e fundando o Império Aquemênida.

Fontes e Pontos Fortes

As principais fontes sobre a batalha são os escritores gregos Heródoto (cerca de 484-425/413 a.C.) e Xenofonte, embora a queda de Sardes sob Creso também seja abordada por Ctésias (século V a.C.). O relato de Heródoto em suas Histórias l.79-81 e l.84 é considerado preciso, enquanto o de Xenofonte, de sua Ciropédia (A Educação de Ciro, 2.1.6 e 7.1.23-28), é entendido como relato semificcional baseado em obras anteriores. O relato de Xenofonte ainda é reconhecido como confiável em alguns pontos, embora os números que ele fornece para os exércitos tenham sido contestados.

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De acordo com Xenofonte, Ciro estava em grande desvantagem numérica em Timbra, liderando 200.000 homens contra o exército de Creso, de 420.000. É mais provável que Ciro tivesse entre 20.000 e 50.000 homens e Creso, mesmo tendo dispensado seus mercenários, o dobro desse número, possivelmente mais de 100.000.

Cyrus the Great (Artist's Impression)
Ciro, o Grande (Impressão Artística) Mohawk Games (Copyright)

O exército persa era composto principalmente por persas, com mercenários da Armênia, Arábia e Média, e incluía infantaria, cavalaria, cavalaria de camelos (aparentemente decisão de última hora de Ciro), arqueiros, fundeiros, 300 carros de guerra e pelo menos cinco torres de cerco. O exército lídio era composto por cavalaria da Lídia, bem como infantaria mercenária da Babilônia, Capadócia, Egito e Frígia. Creso também tinha arqueiros, fundeiros e cerca de 300 carros de guerra.

Pteria e Batalha de Timbra

Creso iniciou as hostilidades após enviar emissários ao Oráculo de Delfos, perguntando se deveria atacar Ciro. O Oráculo respondeu com a sua agora famosa frase: "Se ele fizer guerra aos persas, destruirá um grande império" (Heródoto I.53). Ele nunca parou para considerar que o império que seria destruído poderia ser o seu próprio. Confiante em seu exército, que havia subjugado as cidades jônicas, ele lançou seu ataque. Parece que sua principal motivação era a riqueza da Pérsia que ele adicionaria à sua própria, mas ele também pode ter considerado suas ações um ataque preventivo contra Ciro para impedir a invasão da Lídia.

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Não está claro se Ciro inicialmente tinha planos de atacar o reino de Creso, embora ele tivesse que conquistar a Lídia eventualmente para estabelecer seu império. Ele desconhecia a campanha de Creso até que por acaso ouviu falar de ataques lídios do outro lado do rio Hális; não houve nenhuma declaração formal por parte de Creso. Ciro teria que ter reunido seu exército (ou remontá-lo, já que o ano se aproximava do inverno, quando as tropas eram regularmente desmobilizadas) rapidamente.

Red-Figure Depiction of Croesus
Representação de Creso em Figura Vermelha Marco Prins (Public Domain)

Seja como for, ele tinha força considerável o suficiente para resistir a Creso em Pteria e depois persegui-lo, contando com a rápida desmobilização das tropas de Creso para que ele não tivesse que pagá-las. Ele até esperou alguns dias em Pteria para permitir isso antes de marchar sobre Sardes. Heródoto escreve:

Assim que Creso retirou suas tropas após a batalha em Pteria, Ciro soube que ele pretendia dispersar seus homens. Depois de pensar um pouco, percebeu que seria melhor marchar o mais rápido possível sobre Sardes, antes que as forças lídias pudessem se reunir pela segunda vez. Mal havia chegado a essa decisão, colocou-a em prática e marchou para a Lídia. Ele próprio foi o mensageiro por meio do qual Creso soube de sua chegada. Isso colocou Creso em situação impossível, porque as coisas não tinham saído como ele esperava; no entanto, ele liderou suas tropas para a batalha. Os lídios eram a raça mais corajosa e guerreira da Ásia na época; lutavam a cavalo, carregavam longas lanças e eram cavaleiros magníficos. (l.79)

Embora tivesse pensado que pegaria Creso quase indefeso, o rei lídio conseguiu convocar ou reunir força considerável, como observa o estudioso Paul K. Davis:

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Apesar do que Ciro supunha, Creso conseguiu convocar um grande exército. O tamanho exato é desconhecido, mas certamente era significativamente maior do que o dos persas… As duas forças se encontraram nos arredores de Sardes, na planície de Timbra… Ciro posicionou seu exército em quadrado, com unidades de cavalaria e carros de guerra recuadas nas laterais. Os lídios se posicionaram na formação tradicional de longas linhas paralelas. (7)

À medida que os lídios avançavam na tentativa de cercar o centro de Ciro, ele percebeu brechas em suas linhas nas dobradiças, que poderiam ser exploradas. Segundo Heródoto, foi o general de Ciro, Hárpago, quem sugeriu transformar os camelos, que serviam como animais de carga, em montarias de cavalaria e enviá-los primeiro contra a cavalaria lídia; a tática creditada pela vitória persa. Heródoto descreve a batalha:

Os dois lados se encontraram na planície em frente à cidade de Sardes. Esta planície é ampla e árida, com vários rios que a atravessam, incluindo o Hilo. Todos esses rios são afluentes do maior rio, o Hermo, que nasce na montanha sagrada para a Mãe Dindimene (Cibele) e deságua no mar perto da cidade de Foceia. Quando Ciro viu os lídios se posicionando para a batalha nesta planície, percebeu que a cavalaria lídia era ameaça, então adotou as seguintes táticas, que lhe foram sugeridas por um medo chamado Hárpago. Havia camelos com o exército, usados ​​para transportar comida e bagagem. Ciro os reuniu e descarregou, e então montou homens neles com armadura completa de cavalaria. Assim que os homens estavam prontos, ele ordenou que avançassem contra a cavalaria de Creso, com o resto do exército seguindo-os – primeiro a infantaria atrás dos camelos e, em seguida, toda a sua cavalaria regular fechando a retaguarda. Quando todas as suas tropas assumiram suas posições, ele ordenou que matassem sem piedade todos os lídios que encontrassem, mas que poupassem Creso, mesmo que este resistisse à captura. Essas foram as suas instruções. Ele posicionou os camelos para confrontar a cavalaria, pois os cavalos temem os camelos e não suportam nem a sua visão nem o seu cheiro. Em outras palavras, o objetivo da estratégia era incapacitar a cavalaria de Creso, que era justamente a parte do seu exército com a qual Creso pretendia causar impacto. Assim, a batalha começou e, assim que os cavalos sentiram o cheiro e viram os camelos, fugiram, destruindo as esperanças de Creso. Contudo, isso não transformou os lídios em covardes; quando perceberam o que estava acontecendo, saltaram dos cavalos e enfrentaram os persas a pé. As perdas em ambos os lados foram pesadas, mas, por fim, os lídios foram repelidos para a cidade, onde ficaram encurralados atrás das muralhas e sitiados pelos persas. (l.80)

Camel Riders in the Desert
Cavaleiros de Camelos no Deserto Mohawk Games (Copyright)

O relato de Xenofonte apresenta a mesma história básica, mas com mais detalhes. Xenofonte havia servido no exército persa e o seu relato é mais completo e muito mais longo do que o de Heródoto. Em consonância com o foco principal de sua Ciropédia, Ciro serve como figura central na batalha, e é também Ciro, não Hárpago, quem elabora o plano de usar os camelos. Empregando a tática do crescente invertido, durante a qual a linha de frente recua gradualmente para atrair o exército adversário para uma armadilha fechada pelas alas, Ciro usou o avanço lídio contra eles. No relato de Xenofonte, os camelos vêm atrás da carga de cavalaria de Ciro, detalhe que foi contestado.

Quando Ciro completou sua ronda pelas tropas, passou para a ala direita. Creso, pensando que o centro, que comandava pessoalmente, já estava mais próximo do inimigo do que as alas que se estendiam além, deu sinal às suas alas para não avançarem mais, mas para pararem e se virarem. E quando pararam, encarando o exército de Ciro, Creso deu-lhes o sinal para avançarem contra o inimigo. E assim as três falanges avançaram sobre o exército de Ciro, uma pela frente, as outras duas contra as suas alas, uma pela direita, a outra pela esquerda; em consequência, grande temor tomou conta de todo o seu exército. Pois, como uma pequena telha dentro de uma grande, o exército de Ciro estava cercado pelo inimigo por todos os lados, exceto pela retaguarda, com cavaleiros e hoplitas, atiradores, arqueiros e carros de guerra. Mesmo assim, quando Ciro deu a ordem, todos se viraram e encararam o inimigo. E profundo silêncio reinou por todos os lados devido à apreensão quanto ao que estava por vir. Então, quando pareceu a Ciro ser o momento certo, ele entou o canto de guerra e todo o exército se juntou ao canto. Ao término, juntos ergueram o grito de guerra e, naquele instante, Ciro avançou; imediatamente lançou sua cavalaria sobre o flanco inimigo e, em um momento, estava em combate corpo a corpo. Com movimento rápido, a infantaria o seguiu em boa ordem e começou a cercar o inimigo por todos os lados, de modo que os colocou em grande desvantagem; pois se chocou com uma falange contra o flanco inimigo; e, como resultado, o inimigo logo estava em fuga desenfreada.

Assim que Artagerses [comandante da cavalaria de Ciro] viu Ciro em ação, lançou seu ataque à esquerda do inimigo, enviando os camelos à frente, como Ciro havia ordenado. Mas, enquanto os camelos ainda estavam a grande distância, os cavalos cederam diante deles; alguns se assustaram e fugiram, outros começaram a empinar, enquanto outros se chocaram uns contra os outros; pois esse é o efeito usual que os camelos produzem sobre os cavalos. E Artagerses, com seus homens em ordem, atacou-os em meio à confusão; no mesmo instante, as bigas também investiram pela direita e pela esquerda. E muitos, em sua fuga das bigas, foram mortos pela cavalaria que perseguia o ataque pela lateral, e muitos também, tentando escapar da cavalaria, foram alcançados pelas bigas. (7.1.23-28)

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Os arqueiros persas lançaram uma chuva de flechas sobre o exército lídio, que então fugiu, exceto os mercenários egípcios, que mantiveram suas posições até serem cercados. Nesse momento, Ciro ofereceu-lhes misericórdia se eles se juntassem ao seu exército. Os egípcios concordaram com a condição de não terem que lutar contra Creso, que já os havia pago, mas serviriam a Ciro depois. Uma vez acordado isso, os egípcios permitiram que os persas passassem em direção a Sardes, e a batalha foi vencida.

Persian Archers
Arqueiros Persas mshamma (CC BY)

Cerco e Queda de Sardes

Ciro cercou a cidade enquanto Creso rapidamente enviava mensageiros para chamar seus mercenários de volta e pedir ajuda imediata aos seus aliados, como descreve Heródoto:

Assim, os persas sitiavam a cidade. Creso esperava que o cerco durasse muito tempo, então enviou homens para fora da cidade com novas mensagens para seus aliados. Enquanto os homens que ele havia enviado antes levavam mensagens pedindo aos aliados que se reunissem em Sardes em quatro meses, este novo grupo de mensageiros deveria pedir que viessem ajudar o mais rápido possível, já que ele estava sob cerco. (l.81)

O cerco durou 14 dias. Creso não recebeu notícias de seus aliados e Ciro não conseguiu estabelecer posição para tomar a cidade, cujas muralhas eram grossas e fortemente fortificadas. Sardes estava localizada abaixo do Monte Tmolo, sobre o qual sua acrópole foi construída, então, mesmo que as muralhas da cidade fossem rompidas, os defensores poderiam recuar e manter o terreno elevado. Heródoto descreve como Ciro finalmente conseguiu neutralizar essa vantagem:

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Foi assim que Sardes caiu. No décimo quarto dia do cerco, Ciro enviou mensageiros aos vários contingentes de seu exército e anunciou que haveria recompensa para o primeiro homem a escalar a muralha. Isso induziu seus homens a tentar, mas sem sucesso. Então, quando todos os outros desistiram, um mardiano chamado Hiroíades subiu para tentar um ponto específico da acrópole onde não havia guarda, pois a inclinação acentuada e a inexpugnabilidade da acrópole naquele local levavam as pessoas a acreditar que não havia perigo de ela ser tomada ali. Até mesmo Meles, o antigo rei de Sardes, havia omitido esse local quando carregava pela acrópole o leão que sua concubina havia dado à luz, em resposta ao julgamento telmessiano de que Sardes jamais seria capturada se o leão fosse carregado ao redor das muralhas. Meles carregou o capacete ao redor do restante da muralha, onde a acrópole estava vulnerável a ataques, mas ignorou este local devido à sua inexpugnabilidade e inclinação acentuada. Fica no lado da cidade voltado para Tmolo. De qualquer forma, este mardiano, Hiroíades, havia visto no dia anterior um lídio descer esta parte da acrópole para recuperar seu capacete (que havia rolado pela encosta). Ele observou isso e refletiu a respeito, então liderou um grupo de persas na subida. Logo, muitos deles haviam subido, e então Sardes foi capturada e toda a cidade saqueada. (l.84)

Conclusão

Creso foi capturado e entregue a Ciro acorrentado. Ele foi condenado à morte junto com alguns jovens nobres lídios em uma pira funerária, mas, enquanto estava com eles, lembrou-se das palavras do sábio Sólon, que o visitara quando ele se considerava o homem mais feliz do mundo. Sólon havia lhe dito que ninguém pode ser considerado o mais feliz ou afortunado até que seu fim seja conhecido e agora, diante de sua execução, Creso chamou o nome de Sólon, reconhecendo que ele estava certo.

Ciro enviou intérpretes para descobrir o que Creso estava dizendo, e este explicou a visita de Sólon e seu significado, que os intérpretes transmitiram a Ciro. Heródoto escreve:

Quando os intérpretes transmitiram a história a Ciro, ele mudou de ideia. Ele viu que estava queimando vivo um semelhante, alguém que havia sido tão próspero quanto ele; além disso, ele temia a retribuição e refletiu sobre a total falta de certeza na vida humana. Então, ele disse a seus homens para não perderem tempo em apagar as chamas e retirar Creso e os outros da pira. (l.86)

Heródoto então relata como o fogo foi apagado por uma tempestade repentina que ele atribui ao deus Apolo e como Creso recebeu um cargo de conselheiro de Ciro. Essa conclusão para a história de Creso é considerada improvável, sendo muito mais provável que ele tenha sido executado após a queda de Sardes.

Ao conquistar a Lídia, Ciro neutralizou uma das maiores ameaças aos seus planos de conquista, e prosseguiu subjugando Elão, em 540 a.C., e a Babilônia, em 539 a.C., estabelecendo o Império Aquemênida, que eventualmente se estenderia da Ásia Menor até as fronteiras da Índia.

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Perguntas & Respostas

O que foi a Batalha de Timbra?

A Batalha de Timbra (547 a.C.) foi o confronto decisivo entre Ciro da Pérsia e Creso da Lídia, resultando na vitória persa e na queda da Lídia.

Como Ciro derrotou Creso na Batalha de Timbra?

Ciro derrotou Creso por meio da tática do crescente invertido, que permitiu aos persas cercar os lídios por três lados, e pelo uso da cavalaria de camelos, que neutralizou a cavalaria Lídia, cujos cavalos temiam os camelos.

Quais são as fontes antigas sobre a Batalha de Timbra?

A Batalha de Timbra é mencionada em “Histórias” I.79-81 e I.84, de Heródoto , e na “Ciropédia” 2.16, de Xenofonte, onde é indicado o número de tropas envolvida, e em 7.1.23-28, onde relata a batalha. A batalha também é mencionada pelo escritor Ctésias.

Por que a Batalha de Timbra é importante?

A Batalha de Timbra é importante porque pôs fim ao poderoso Reino da Lídia, que era aliado da Babilônia, permitindo que Ciro, o Grande, conquistasse a Babilônia, subjugasse a Mesopotâmia e estabelecesse o Império Aquemênida Persa.

Sobre o Tradutor

Raimundo Raffaelli-Filho
Médico, professor de Clínica Médica (MD, PHD) e apaixonado por História, particularmente pela Antiga e Medieval, especialmente pelo Império Romano.

Sobre o Autor

Joshua J. Mark
Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.

Cite Este Artigo

Estilo APA

Mark, J. J. (2026, janeiro 27). Batalha de Timbra. (R. Raffaelli-Filho, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-21176/batalha-de-timbra/

Estilo Chicago

Mark, Joshua J.. "Batalha de Timbra." Traduzido por Raimundo Raffaelli-Filho. World History Encyclopedia, janeiro 27, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-21176/batalha-de-timbra/.

Estilo MLA

Mark, Joshua J.. "Batalha de Timbra." Traduzido por Raimundo Raffaelli-Filho. World History Encyclopedia, 27 jan 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-21176/batalha-de-timbra/.

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