William Tyndale (l.c. 1294-1536) foi um linguista Inglês talentoso, estudioso e padre que foi o primeiro a traduzir a Bíblia para o Inglês. Tyndale tinha objeções contra o controle da Igreja Católica sobre a escritura em Latim e a proibição acerca da tradução para o Inglês. Seu trabalho formou a base para todas as outras traduções da Bíblia para o Inglês até a era moderna.
A Vulgata Bíblia em Latim, traduzida do original pelo São Jerônimo (l. 347-420), 347-404) auxiliado por Santa Paula (l. 347-404) foi considerada a única verdadeira versão para a Igreja, e a tradução para o vernáculo, em qualquer país, era proibida. Ainda antes da Reforma começar em 1517, estudiosos Europeus já tinha traduzido a Bíblia para seus próprios idiomas, a tradução para o Alemão por Martin Lutero (l. 1484-1546) sendo apenas uma dentre muitas. O percursos da reforma, John Wycliffe (l. 1330-1384) havia traduzido a Bíblia da Vulgata para o Inglês Médio em c. 1380, mas volumes do seu trabalho foram queimadas após sua morte.
Tyndale solicitou permissão das autoridades eclesiásticas para traduzir a Bíblia do Hebreu e Grego original, mas foi negado. Então ele foi para a Alemanha, onde ele traduziu e publicou seu trabalho sobre o Novo Testamento e parte do Velho Testamento, juntamente com outras escrituras, e os teve contrabandeados para a Inglaterra. Tyndale é reconhecido como o primeiro a traduzir a Bíblia para o Inglês, de maneira melhor do que Wycliffe, pois ele trabalhou a partir dos idiomas originais, não apenas a tradução em Latim, como Wycliffe fez.
Tyndale se mudou a fim de manter-se salvo após Henry VIII (r. 1509-1547) convocar sua prisão, e estava bem protegido por ricos comerciantes em Antuérpia quando Tyndale foi traído por Henry Phillips, um homem que ele pensou ser seu amigo, e o aprisionou. Tyndale foi executado por estrangulação e seu corpo queimado na estaca em Outubro de 1536. Três anos depois, a versão em Inglês da Bíblia foi completada por seu colega Myles Coverdale (l. 1488-1569), foi publicada na Inglaterra com a aprovação do rei. Tyndale e Coverdale são ambos honrados nos dias presentes como os primeiros a traduzir a Bíblia para o Inglês, mesmo que seja de conhecimento que Coverdale desenvolveu amplamente o anterior trabalho de Tyndale.
Juventude & Educação
Pouco se sabe sobre a juventude da vida de Tyndale. É dito que ele nasceu na vila de Stinchcombe, Gloucestershire em algum momento entre 1491-1494 com a maioria dos seus estudos favorecidos em data posterior. A família era da alta classe, descendidos dos Tyndales de Northumberland, e seu irmão, Edward, é registrado como tendo posse de uma posição proeminente. A família tinha o nome de Hynchyns, assim como Tyndale e William Tyndale usaram ambos os nomes alternando-os quando jovens. Ele foi educado desde uma idade jovem, apesar dos detalhes serem desconhecidos, e foi matriculado na Universidade de Oxford em 1506, recebendo seu diploma de Bacharelado em 1512 e seu diploma de mestre em 1515.
Em 1512 ele também foi consagrado como padre e serviu como subdiácono em serviços religiosos. Por volta de 1517, ele foi matriculado na Universidade de Cambridge e demonstrou um talento para aprender línguas, se tornando fluente em Francês, Alemão, Grego, Hebraico, Italiano, Latim e Espanhol. Apesar de estar associado com a Igreja Católica como um subdiácono entre c. 1512-1521, ele parece ter deixado essa posição para se tornar um tutor para as crianças do Senhor John Walsh de Gloucestershire c. 1521.
Nesse tempo, os religiosos e o movimento social que veio a ser conhecido como a Reforma Protestante estava em curso na Alemanha, liderada por Martinho Lutero, e na Suíça pelos esforços de Huldrych Zwingli (l. 1484-1531). A Inglaterra, entretanto, permaneceu um país Católico sobre o poder de Henry VIII, que recebeu o título honorário de “Defensor da Fé” pelo Papa, pelo seu trabalho escrito condenando Lutero e seus ensinamentos. No mesmo ano que Tyndale tomou a posição na residência dos Walsh, Thomas Wolsey, arcebispo Cardinal de York (l.c. 1473-1530), presidiu uma queima dos trabalhos de Lutero em Londres na Catedral de São Paulo.
Em direção a Reforma
Enquanto muitos Católicos do clero, que mais tarde se tornaram Reformadores famosos, pode ser que esse evento tenha sido o primeiro que levou Tyndale em direção aos ensinamentos de Lutero. Ele pode ter incorporado o conceito da reforma antes, entretanto, como é dito que ele tenha sido desgostado pelos teológos do programa de Oxford, que enfatizavam o aprendizado da liturgia da Igreja ao mesmo tempo que ignoravam a Bíblia em si mesma. Mais tarde ele iria comentar sobre como tantos padres não tinham nenhum conhecimento da escritura, conhecendo apenas os ensinamentos da Igreja que eles eram obrigados a memorizar.
Ele foi significantemente influenciado por Lutero, tendo lido a Bíblia em Alemão de Lutero, e provavelmente seus outros trabalhos em 1522 e foi sincero o suficiente em seus ideais que, no mesmo ano, ele foi chamado para responder a análise de suas crenças por John Bell, Chanceler da Diocese de Worcester. O polemista/historiador John Foxe (l.c. 1517-1587) no seu Atos e Monumentos (melhor conhecido como O Livro dos Mártires de Foxe, 1563), relata a resposta agora famosa de Tyndale sobre um clérigo Católigo (não Bell), por volta deste tempo que tentou guiar Tyndale de volta ao ortodoxo, revindicando “Nós estamos melhor sem as leis de Deus do que as do papa”, da qual Tyndale respondeu, “Eu desafio o papa e todas as suas leis e, se Deus poupar minha vida, antes de muitos anos, eu irei levar o garoto que dirige o arado de conhecer mais da Escritura do que tu fazes” (Foxe, XII). Talvez temendo que sua visão iria causar problemas para a família Walsh, ele saiu do seu estabelecimento para Londres em 1523, esperando encontrar um patrono no bispo Cuthbert Tunstall.
Tunstall trabalhou com o acadêmico, humanista e teoligista Desiderius Erasmus (l. 1466-1546), que teve o Novo Testamento traduzido do Latim para o Grego em 1516 e atualizou a Vulgata de Jerome. Apesar de que Erasmus nunca abandonou o Catolicismo, ele defendeu a reforma e Tyndale teve boas razões para acreditar que Tunsdall, como um dos associados de Erasmus em tradução, teria a mente aberta o suficiente para apadrinhar seus próprios esforços na criação da Bíblia em Inglês. Tunsdall o desapontou, entretanto, alertando-o para ficar longe de “heresia”, e então, Tyndale confiou no suporte de um comerciante local, ensinando e palestrando, antes de ir para Colônia, Alemanha, em 1524.
Europa & Tradução Bíblica
Ele é lembrado por ter passado tempo em Wittenberg e outorgado com Martinho Lutero enquanto ele começava sua tradução do Novo Testamento, o qual ele completaria no Castelo de Wartburg. Ele confiou na Bíblia Alemã de Lutero, no Novo Testamento em Grego e em Latim de Erasmus, na Vulgata de Jerome, e trabalhos anteriores em Grego, terminando sua tradução para o Inglês em 1525 e a publicando em 1526. Sabendo da condenação de Henry VIII acerca de trabalhos sobre a reforma, ele teve seu Novo Testamento contrabandeado para a Inglaterra, onde se transformou num best-seller, assim como, mais de cem anos antes, aconteceu com a tradução de Wycliffe.
Tyndale não apenas traduziu o Novo Testamento, mas o embelezou. O manuscrito mais antigo usado nos escritos de livros bíblicos é o tipo textual Alexrandrino, seguido pelos tipos textuais Ocidental e Bizantino. Cada um desses tem seu próprio estilo, com o Alexandrino, normalmente, sendo mais conciso e o Bizantino sendo mais Lírico e rebuscado. Aparentemente, Tyndale trabalhou a partir de manuscritos de tipos textuais antigos, juntamente com aqueles citados acima e moldado os versos de acordo com sua própria sensibilidade poética.
Tyndale é responsável por algumas das passagens bíblicas mais bem conhecidas, incluindo “Não julguem, para que vocês não sejam julgados” (Mateus 7:1), “Peçam, e será dado a vocês; busquem e vocês encontrarão; batam, e a porta será aberta a vocês”, (Mateus 7:7; Lucas 11:9), e “Vocês são o sal da terra” (Mateus 5:13). Ele também traduziu algumas palavras chave e conceitos em um jeito radicalmente diferente que os textos tinham sido entendidos, e ensinou, pela Igreja.
Entre esses estava a palavra Grega ekklesia, que era entendida com o significado de “igreja”, como interpretado pela Igreja Católica. Quando Jesus Cristo disse a São Pedro, “sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mateus 16:18), foi entendido que o Cristo estava estabelecendo sua igreja - a Igreja Católica - através de Pedro, quem foi designado como primeiro papa. Tyndale, entretanto, reconheceu que uma tradução mais precisa da tradução de ekklesia era “congregação”, uma interpretação que se alinhou ao conceito Luterano de “sacerdócio de todos os crentes”, o que ecoou nas palavras do Cristo, “Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles” (Mateus 18:20), e isso enfraqueceu a autoridade da Igreja.
Um dos casos da Reforma Boêmia (c. 1380 a c. 1436) foi a negação da Igreja acerca da prática do utraquismo (“sob ambas as espécies”) significando que ambos pão e vinho deveriam ser oferecidos para todos os crentes em bom posicionamento durante a celebração da Eucaristia. O clero somente ofereceu o pão da congregação, mantendo o vinho para eles mesmos, pois era entendido que o clero Cristão estava acima do Cristão leigo, pois o clero entendia a escritura. A tradução de Tyndale encorajou o conceito reformado de que a Igreja era uma falsa autoridade, assim como qualquer indivíduo poderia ter acesso a Deus através da fé, e sua própria leitura da Bíblia, sem um intermediário, e, quando esta uma pessoa se reunir com outras, eles formariam a “verdadeira” igreja.
As autoridades na Inglaterra estavam revoltadas por esse trabalho e ele foi condenado por Sir Thomas More (l. 1478-1535), pelo Bispo Tunstall, e outros cléricos. O Novo Testamento de Tyndale, foi, não somente o primeiro trabalho bíblico em Inglês traduzido dos idiomas originais, mas o primeiro desse modo produzido pela imprensa. Seu Novo Testamento foi produzido em massa e contrabandeado para a Inglaterra, onde, em um momento, mais de 16.000 cópias estavam em circulação. Enquanto muitos destes textos puderam ser encontrados, foram confiscados e queimados na Inglaterra na Cruz de São Paulo, assim como ocorreu com os textos de Lutero, e também aqueles que foram pegos contrabandeando e distribuindo-os.
Henry VIII & More
O Bispo Tunsdall e outros clérics queriam Tyndale extraditado para a Inglaterra, para responder a acusações de heresia, e isso foi apoiado por Henry VIII, mas ele também tinha razões pessoais. Henry VIII queria o anulamento do seu casamento com Catarina de Aragão (l. 1285-1536) para que ele pudesse se casar com Ana Bolena (l. c. 1501-1536), na esperança de ter um filho homem como herdeiro, e Tyndale condenou essa ação em seu trabalho em 1530, A Prática dos Prelados. Henry VIII apelou ao Papa para o anulamento, citando uma passagem de Levítico como justificativa, mas Tyndale apontou que a passagem, Levítico 20:21, não corrobora com as reclamações de Henry VIII e que sua tentativa era antibíblica. Henry VIII enviou uma mensagem para Charles V, Sacro Imperador Romano (r. 1519-1556), pedindo com urgência a prisão e extradição de Tyndalle, mas Charles V recusou, afirmando que a Inglaterra não teria fornecido a evidência necessária para corroborar com esse pedido.
Enquanto isso, Tyndalle estava trabalhando em revisões para seu trabalho publicado, escrevendo comentários e traduzindo o Velho Testamento. Ele mesmo defendeu em escritos contra as acusações de heresia de Sir Thomas More, que estava caçando associados de Tyndale na Inglaterra e os queimando na estaca juntamente com seus escritos. Onde esteve Tyndale, ou por quanto tempo, entre c. 1526 e c. 1529 e c. não se sabe, e aparentemente ele teria mudado frequentemente para evitar causar problemas para benfeitores ou ser preso. Apesar de que Charles V tenha recusado extradição, isso não significava que Tyndale não poderia ser preso por heresia nas regiões do Império Sagrado Romano.
Traição & Execução
Em 1529 ele estava vivendo em Antuérpia, Bélgica, onde ele completou os primeiros cinco livros do Velho Testamento e os teve enviados para a Inglaterra. Ele revisou completamente seu Novo Testamento em 1534 na casa do comerciante Inglês Thomas Poyntz, que era simpático à causa da reforma. Por volta deste período, é pensado que, Myles Coverdale - que é conhecido por ter estado em Antuérpia - ajudou Tyndale com suas traduções. Os oficiais da Igreja tenderam a deixar os comerciantes Ingleses em paz - assim como seus convidados - devido ao imenso lucro que eles geraram para a cidade e, então, Tyndale parece ter sido capaz de viver e se descolar livremente pelo bairro Inglês. Em acréscimo ao seu escrito, ele ministrou para os pobres da área e leu publicamente a escritura duas vezes na semana.
Em 1534, ele conheceu um jovem estudante Inglês, Henry Phillips, que estava inscrito na Universidade de Leuven e foi um convidado em jantares nos quais Tyndale também participou. Phillips veio de uma proeminente família de classe alta e estudou em Oxford, que cativou Tyndalle como um colega acadêmico. Tyndale convidou Phillips para jantar várias vezes na casa de Poyntz, e os dois parecem ter se tornado amigos próximos, Phillips até mesmo permaneceu durante a noite algumas vezes quando as discussões após o jantar se estendiam até tarde. Mais tarde, Poyntz afirmou que nunca confiou em Phillips, e, caso fosse, ele estava certo. No início de 1535, Phillips convidou Tyndale para almoçar, levando-o para longe da vizinhança protetora dos mercadores Ingleses, e então, após pegar dinheiro emprestado de Tyndale, o entregou às autoridades. Ele foi detido no Castelo de Vilvoorde, fora de Bruxelas, e permaneceu lá até que ele fosse julgado e condenado como herege em 1536.
Já que Tyndale tinha estabelecido uma reputação como um acadêmico de destaque, foi concedido a ele a cortesia de ser estrangulado antes de ser queimado na estaca. É dito que suas últimas palavras tenham sido uma oração para que o rei da Inglaterra abrisse seus olhos, interpretada como esperança de que o rei permitiria que uma tradução em Inglês da escritura estivesse disponível para todos. Mais tarde, escritores estavam mais ou menos de acordo que Henry Pillips foi mandado pelo clero Inglês, até mesmo por Henry VIII, para encontrar e trair a Tyndale. Phillips teria precisado de pouco incentivo para aceitar pagamento pela traição, já que ele teria gastado seu dinheiro em apostas de jogo e precisava de dinheiro rápido.
Thomas Cromwell (l. c. 1485-1540) intercedeu a favor de Tyndale, mas Henry VIII recusou seu pedido. Também é pensado que Ana Bolena, que era simpática à Reforma, ou influenciou a intercessão de Cromwell ou tentou interceder ela mesma, mas sem sucesso. Mais tarde, Philips foi condenado por Henry VIII por conspirar com o Papa contra ele e se tornou um fugitivo, fugindo de agentes Ingleses pouco depois de sua traição contra Tyndale e desapareceu da história em 1521 em Viena.
Conclusão
A Reforma Inglesa foi estabelecida em 1534 quando o Parlamento promulgou o Ato de Traição, proibindo qualquer um de se pronunciar contra o rei, e o Ato de Supremacia, declarando Henry VIII o líder da Igreja da Inglaterra e rompendo laços com a Igreja Católica. No mesmo ano que Tyndale foi executado, Henry VIII e Cromwell iniciaram a dissolução dos monastérios na Inglaterra e Cromwell emitiu seus Dez Artigos, que, seguindo os preceitos Luteranos, rejeitaram quatro de sete sacramentos da Igreja. Em 1539, três anos após a morte de Tyndale, sua oração no leito de morte foi atendida quando Henry VIII autorizou a tradução Inglesa da Bíblia - A Grande Bíblia - a criação e impressão, da qual foi revisada por Coverdale, trabalhando a partir das traduções de Tyndale.
Comentários dos acadêmicos Diamaid MacCulloch:
A tradução da Bíblia de Tyndale, juntamente com as complementações feitas por seus assistentes, formou a base de toda Bíblia Inglesa subsequente até o século vinte: ela teve um impacto enorme no futuro do mundo do falar Inglês. Veladamente lida e discutida durante os anos de 1520 e 1530, ela funcionou na imaginação daqueles que não tinham acesso à pregação pública devido a repressão oficial ou pela falta de disponibilização. Pode ser significante que havia um declínio nacional perceptivo nas ordenações na Inglaterra durante o ano de 1520: talvez a Igreja tradicional estivesse perdendo sua garra naqueles pensando em uma carreira no clero. Tyndale foi o primeiro tradutor bíblico da Reforma a morrer - preso e estrangulado no seu exílio nos Países Baixos pelos oficiais do Sacro Imperador Romano com a conivência do Bispo de Londres e por Henry VIII. Ainda assim, antes do momento do martírio de Tyndale em 1536, talvez 16.000 cópias de sua tradução tenham entrado na Inglaterra. (203)
Henry VIII foi sucedido por seu filho, Edward VI da Inglaterra (r. 1547-1553) que prosseguiu com a Reforma e foi sucedido por Mary I da Inglaterra (r. 1553-1558), conhecida como “Maria Sangrenta” por sua execução de Protestantes como parte de sua política de tornar a Inglaterra um país Católico novamente. Mary I foi sucedida por Elizabeth I da Inglaterra (r. 1558-1603), que reestabeleceu firmemente o Protestantismo antes de sua morte e sucessão por James I da Inglaterra (r. 1603-1625). James I é bem conhecido por ser o patrono responsável pela tradução da Bíblia do Rei James em 1611, que se estendeu grandemente pelo trabalho de Tyndale. Traduções que seguiram, até o momento presente, mantiveram o legado de Tyndale como um tradutor poético, retendo 84% de seu trabalho para o Novo Testamento, 76% para o Velho Testamento, muitas das frases que ele criou, e atendendo ao voto que ele fez, um dia, mesmo o membro mais humilde da sociedade conheceria sua escritura, assim como aqueles que consideram ser melhores educados nisto.
