Artaxes I

Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Ardashir I - Founder of the Sassanid Persian Empire (by Mohammad Rasoulipour, CC BY-NC-SA)
Artaxes I - Fundador do Império Persa Sassânida Mohammad Rasoulipour (CC BY-NC-SA)

Artaxes I (Artaxerxes I) (viveu entre 180 e 241, reinou entre 224 e 240) foi o fundador do Império Sassânida persa (224-651) e pai do grande rei sassânida Sapor I (reinou entre 240 e 27). É igualmente conhecido como Artaxes I Babakan, Artaxerxes I, o Unificador, e Ardashir Papakan.

Era filho do príncipe de Estacar, Papak (também conhecido como Babak e Papag, reinou cerca de 205-210) e da princesa Rodak da tribo Shabankara (que alguns estudiosos sugerem ser de origem curda) e nasceu em Tirdeh, em Persis, por volta do ano de 180. Acredita-se também que era neto do sumo sacerdote do zoroastrismo, Sasan (século III), que deu nome ao Império Sassânida, embora algumas evidências sugiram que era filho de Sasan e mais tarde adotado por Papak.

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Artaxes I foi general do exército partiano durante o reinado do rei Artabano IV (reinou 213-224), cuja família controlava a região simbolicamente significativa de Estacar, onde ficavam as ruínas da capital aqueménida de Persépolis. Embora o Império Aqueménida (cerca de 550-330 a.C.) fosse uma memória distante, ainda tinha forte ressonância em toda a região na época de Artaxes I, e a sua família recusou-se a ceder o controlo da região a Artabano IV. Para complicar ainda mais as relações entre os dois, Artaxes I obteve ganhos significativos para si mesmo na região às custas de Artabano IV, cujo poder estava em declínio.

Artaxes I é considerado um dos maiores reis do Oriente Próximo em geral e do Império Sassânida em particular.

Em 224, Artaxes I derrotou Artabano IV em batalha, derrubando o Império Partiano (247 a.C. - 224 d.C.) e fundou o seu próprio, que modelou com base no sucesso do antigo Império Aqueménida persa. Logo depois, concentrou os esforços no desenvolvimento urbano e em campanhas militares contra Roma, que foram universalmente bem-sucedidas. Ele governou em conjunto com o filho Sapor I no final do seu reinado e morreu em paz, após garantir que o império que havia fundado continuaria em boas mãos. É considerado um dos maiores reis do Oriente Próximo em geral e do Império Sassânida em particular.

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O Declínio do Império Parta

Após a queda do Império Aqueménida para Alexandre, o Grande, em 330 a.C., o Império Selêucida (312-63 a.C.) controlou a região até ser substituído pelos partas. O rei parta Ársaces I (reinou 247-217 a.C.) estabeleceu um reino independente da Pártia enquanto os selêucidas ainda mantinham um firme controlo, mas, à medida que seu poder diminuía, a Pártia aproveitou-se e ampliou os seus territórios, controlando finalmente a maior parte do que antes era o Império Aqueménida.

Reconhecendo a fraqueza de um governo centralizado — e especialmente de um exército centralizado destacado de um ponto fixo (como no caso dos aqueménidas e selêucidas) —, os partas descentralizaram ambos para permitir uma administração e defesa mais eficientes. Os sátrapas partas tinham um maior grau de autonomia e podiam mobilizar exércitos para defesa sem ter que consultar primeiro o rei.

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Ardashir I
Artaxes I dynamosquito (CC BY-SA)

Apesar de este modelo funcionar bem para os partas durante a maior parte da história do império, quando Artaxes I nasceu, a sua vitalidade estava a ser constantemente esgotada devido aos conflitos com o Império Romano e às dissensões internas. A descentralização que havia funcionado tão bem anteriormente era agora um problema, pois Roma podia mobilizar mais homens do que os pequenos exércitos das satrapias individuais podiam enfrentar. Além disso, a autonomia dos sátrapas nesta época resultou em mini-reinos dentro do império, que estavam mais preocupados com seus próprios interesses do que com a preservação do império.

Primeiros Anos de Vida e Ascensão ao Poder

O sátrapa da região de Persis, onde Artaxes vivia, era Guchehr (também conhecido como Gochihr), com quem o seu pai, Papak, tinha algumas divergências. As fontes não são claras sobre se Papak — um sumo sacerdote do zoroastrismo e guardião de um Templo do Fogo, além de membro da realeza — iniciou uma rebelião ou era simplesmente um dos líderes de um movimento já em andamento. O filho mais velho de Papak, Sapor, parece ter sido preparado para assumir a posição do pai, enquanto o segundo filho, Artaxes, foi enviado aos sete anos de idade ao comandante do Forte Darabgerd para receber instrução em assuntos militares e administração.

Nada se sabe sobre o tempo que passou em Darabgerd, mas ele sucedeu o comandante do forte em algum momento antes de 200 e, portanto, deve ter sido considerado um soldado e administrador competente na época. Em 200, Papak derrubou Guchehr e assumiu o trono, que então passou para seu filho Sapor antes da sua morte. Artaxes participou do golpe com a família e parece ter contribuído mais do que Sapor, então naturalmente se ofendeu por ter sido preterido em favor de seu irmão. Desafiou a autoridade de Sapor, e os dois prepararam-se para a batalha, mas Sapor foi morto por pedras que caíram de uma muralha em ruínas antes que as forças pudessem se encontrar.

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Victory Monument of Ardashir I
Monumento da Vitória de Artaxes I Johannes Lundberg (CC BY-NC-SA)

Assim auto-proclamou-se rei da Pérsia em 208, o que foi recebido com objeções dos seus irmãos mais novos. Em vez de mergulhar a região numa guerra civil, mandou executá-los, todos, antes que pudessem organizar qualquer resistência armada. Esta medida não impediu que outros nobres seguissem o mesmo caminho dos irmãos, para tal, organizou campanhas e derrotou-os a todos. Estas ações chamaram a atenção do rei dos reis partas, Artabano IV, mas ele parecia confiante nas suas habilidades, tendo sido bem treinado em Darabgerd e já com várias vitórias militares no seu currículo.

O estudioso Kaveh Farrokh sugere que a confiança de Artaxes e o seu sucesso posterior se devem ao seu carisma pessoal e à ligação de sua família com os curdos das terras altas:

O sucesso de Artaxes em receber o apoio dos medos e dos curdos na sua revolta contra os partas pode ter sido em parte devido à sua própria herança como montanhês. (pág. 178)

O desafio de Artaxes à autoridade do rei não poderia ficar sem resposta, mas Artabano IV não dispunha dos recursos que os seus antecessores tinham. As incursões romanas no império partiano estavam em andamento desde 116 e, em 198, o império estava mais fraco do que nunca. Havia muitos sátrapas por toda a região — muito antes de Papak lançar o seu golpe — que estavam insatisfeitos com a forma como Artabano IV lidava com as várias ameaças, e estes sátrapas foram agora cortejados por Artaxes e levados para a rebelião. Em 224, na Batalha de Hormozdgan, Artaxes derrotou Artabano IV e o Império Parta ruiu. Permaneceram depois disso, alguns focos de resistência e alguns reinos mantiveram a sua identidade parta, mas, formalmente, Hormozdgan foi o fim do império.

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Início do Reinado e Guerra com Roma

A sua primeira tarefa foi unir as regiões díspares do império e esmagar qualquer resistência, o que conseguiu entre 224 e 227. Durante este mesmo período, encomendou uma série de projetos de construção, incluindo a restauração da cidade de Ctesifonte, antiga capital do Império Partiano, que havia sido destruída por Septímio Severo em 197. Posteriormente, fez de Ctesifonte a capital sassânida.

Centralizou o governo e as forças armadas, trazendo o exército de volta à linha de acordo com o modelo aqueménida anterior, e manteve os melhores aspectos da guerra selêucida e parta em relação à armadura corporal e, no caso dos partas, o uso da cavalaria em batalha. Reviveu o modelo aqueménida de um exército permanente (o spada ou spah) e um imposto (o kara) cobrado aos sátrapas para preencher as fileiras e aprimorou a cavalaria parta na forma dos catafractários de elite conhecidos como os Cavaleiros Sassânidas, guerreiros fortemente blindados, totalmente equipados e altamente treinados, que também eram cavaleiros experientes.

Em 226-227, Artaxes I tentou, sem sucesso, tomar a cidade de Hatra, que permanecia como um reino partiano independente. A maioria dos estudiosos aceita que a coroação de Artaxes I em Ctesifonte ocorreu em 224, mas há alguns indícios que sugerem que só foi coroado depois de ter unido a maioria das terras e reconstruído a cidade, em 226 ou 227, uma vez que abandonou as tentativas de integrar Hatra ao seu império. Há razões válidas para aceitar as datas posteriores, pois são sugeridas por historiadores romanos ao relatar os relatos das guerras sassânidas com Roma, e provavelmente não teria sido capaz de reconstruir Ctesifonte antes de 226.

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Coin of Ardashir I
Moeda de Artaxes I The Trustees of the British Museum (CC BY-NC-SA)

Os romanos estavam acostumados a lidar com o decadente Império Parto e, portanto, mal preparados para o advento de um novo império persa forte o suficiente para fazer exigências. Farrokh escreve:

Os romanos logo perceberam que a "nova administração" na Pérsia era uma força a ser reconhecida. Artaxes reivindicou corajosamente "sua herança legítima dos seus antepassados" ao ter todos os territórios do antigo Império Aqueménida, até o Mar Egeu, restituídos à Pérsia. Os romanos, que ocupavam todos os territórios a oeste do rio Tigre, sabiam que um confronto com o novo Império Sassânida era praticamente inevitável. (pág. 184)

Antes que o "confronto" pudesse começar, Artaxes I e o filho Sapor I marcharam com exércitos para a Mesopotâmia e a Síria e expulsaram os romanos em 229. O imperador romano Alexandre Severo (reinou 222-235) enviou-lhe uma carta exigindo a retirada, mas Artaxes I ignorou-o e, para insultá-lo ainda mais, tomou a Capadócia. Alexandre Severo escreveu-lhe novamente, repreendendo-o, e Artaxes I respondeu ao enviar 400 delegados, que repetiram a exigência de que Roma desocupasse as regiões que antes pertenciam ao Império Aqueménida e as devolvesse, ao legítimo rei. Severo respondeu prendendo os delegados, desarmando-os, despindo-os, e condenando-os a trabalhar como escravos nas fazendas romanas. Em seguida, montou uma campanha para lidar com o novo rei persa de uma vez por todas.

A Campanha de Severo

No ano de 231, Alexandre Severo guerreou em três frentes: o primeiro exército romano marchou pela Arménia para chegar a Artaxes I pelo norte; o segundo veio pela Mesopotâmia pelo sul; e o terceiro veio em direção à capital sassânida de Ctesifonte, entre os dois. O avanço do norte retomou a Capadócia e devastou a Arménia, enquanto o sul progredia de forma constante e o centro também era bem-sucedido, mas nenhum dos comandantes sabia que, até então, tinham enfrentado apenas uma parte do exército sassânida e ainda não tinham defrontado com a cavalaria fortemente armada e altamente treinada, incluindo os Cavaleiros Sassânidas.

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Alexander Severus
Alexandre Severo Carole Raddato (CC BY-SA)

O ímpeto das tropas romanas foi interrompido em 233, quando os exércitos de Severo enfrentaram e foram derrotados pela cavalaria sassânida na Batalha de Ctesifonte. Os savaranos eram mestres da lança e empurraram a infantaria romana para formações menores, onde foram facilmente mortos pelos arqueiros sassânidas montados, que lançavam flechas repetidamente sobre eles e recuavam rapidamente, apenas para voltar e atacar novamente.

A estratégia de Severo de um ataque em três frentes acabou sendo equivocada porque, como observa Farrokh, tudo o que Artaxes precisava fazer era "observar os eixos de avanço romanos e então decidir onde atacaria com a maior parte das suas forças" (pág. 185). Uma única grande força romana teria sido, no final das contas, muito mais eficaz contra as tropas menos numerosas dos sassânidas. Severo voltou a Roma, onde anunciou uma grande vitória, enquanto Artaxes I, cansado de tantas campanhas ao longo de tantos anos do seu reinado, permitiu que o fosse e, além disso, passou a responsabilidade de novas campanhas para o filho Sapor I.

Projetos de Construção e Políticas

Vários estudiosos modernos sugeriram que Artaxes I — e os sassânidas em geral — poderiam não ter conhecimento do Império Aqueménida, pois havia caído cerca de 500 anos antes e não há provas escritas de que os sassânidas tivessem qualquer informação propriamente dita sobre o primeiro império persa. Esta afirmação ignora o fato de que a cultura persa mantinha uma tradição oral e, portanto, é claro, que não haveria registros escritos. Os persas orgulhavam-se de sua habilidade de contar histórias, e a história do Império Aqueménida e os seus grandes reis teria sido transmitida de geração em geração pelos contadores de histórias.

Artaxes I convidou sacerdotes zoroastrianos para a corte para recitarem o texto central da religião zoroastriana — o Avestá — e transcrevê-lo.

O conhecimento de Artaxes I sobre o passado, que remonta ao Império Aqueménida, é comprovado mais claramente nos seus esforços para preservar a tradição religiosa do seu povo por escrito. A religião do zoroastrismo era uma fé oral — não havia absolutamente nenhuma escritura — e, portanto, a fé era mantida pelos sacerdotes que recitavam os preceitos do profeta Zoroastro na antiga língua avéstica. Cada geração de sacerdotes ensinava os versos memorizados à seguinte, até que Artaxes I decretou que deveriam ser colocados por escrito; convidou sacerdotes zoroastrianos para a corte para recitar o texto central da religião – o Avesta (Avestá)– e transcrevê-lo. Para isso, foi necessário desenvolver uma escrita totalmente nova a partir do aramaico existente, a fim de preservar a inflexão e a pronúncia precisa da língua falada avéstica.

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Este esforço foi iniciado por Artaxes I, continuado por Sapor I, mas só foi concluído por Sapor II (reinou 309-379) e Cosroes I (reinou 531-579). A visão de Artaxes I de preservar o passado salvou o Avestá de se perder no tempo, especialmente quando se considera a supressão do zoroastrismo após as invasões muçulmano-árabes do século VII, quando tantos textos zoroastrianos foram destruídos num esforço para estabelecer a supremacia do Islão. Se a fé tivesse permanecido uma tradição oral, o massacre dos sacerdotes zoroastrianos a teria silenciado para sempre, mas, como foi escrito, o Avestá foi preservado e ainda é parte integrante da religião viva do zoroastrismo nos dias atuais.

Parece bastante claro, a partir das fontes primárias, que Artaxes I conhecia bem a história de seu povo e aproveitou-a ao máximo, mantendo o que funcionava melhor para o seu próprio império e descartando outros aspectos que se mostraram ineficazes. Uma das facetas mais impressionantes do Império Sassânida sempre foi a sua visão de reter o melhor do passado, melhorá-lo e descartar os outros elementos.

Nesta linha, Artaxes I encomendou projetos de construção que refletiam a grandiosidade das obras-primas aqueménidas, como Persépolis, mas faziam uso das inovações partas, como o arco. A arquitetura parta enfatizava a circularidade — simbolizando totalidade, estabilidade — e as obras de Artaxes I continuaram a tradição. Da arquitetura romana aplicou o conceito da cúpula, mas, em vez de uma cúpula colocada no topo de uma estrutura, a mesma crescia organicamente do chão para cima, muitas vezes sustentada pelo arco. É difícil discernir exatamente quais ruínas existentes foram encomendadas por Artaxes I, mas acredita-se que o filho continuou a visão e, possivelmente, o grande arco de Taq Kasra em Ctesifonte tenha sido construído sob o comando de Sapor I, seguindo a linha da visão do pai.

Standing Arch at Ctesiphon
Arco Remanescente em Ctesifonte Nick Maroulis (CC BY-NC-ND)

Uma das inovações arquitetónicas mais conhecidas do reinado de Artaxes I foi o desenvolvimento do minarete, que levou o conceito da cúpula a um nível superior; em vez de uma simples cúpula no topo de uma estrutura, o minarete acentuava a altura com a torre e aumentava a grandiosidade da estrutura por meio da ornamentação. Os minaretes do Oriente Próximo, que hoje são quase sinónimos da arquitetura muçulmano-árabe, eram na verdade de origem persa e datam da época do reinado de Artaxes I.

O pai e, possivelmente, o avô de Artaxes I foram ambos sumos sacerdotes zoroastrianos responsáveis pela manutenção dos Templos do Fogo dedicados ao deus Ahura Mazda. Portanto, não surpreendentemente, Artexes I fez do zoroastrismo a religião oficial do Estado, mas, em consonância com a política aqueménida de tolerância religiosa, permitiu que as outras religiões fossem praticadas como bem entendessem. Parece que Artaxes I não era tão tolerante quanto os reis aqueménidas, como Ciro, o Grande, ou Dario I, pois há evidências de que os não zoroastrianos tinham menos direitos do que os seguidores da religião de Artaxes I, mas esta tendência seria revertida sob o reinado de Sapor I.

Conclusão

Artaxes I governou em conjunto com o filho no final do reinado e finalmente renunciou totalmente à responsabilidade em 240. Sapor I passou a reinar como Rei dos Reis do Império Sassânida, embora se acredite que Artaxes I tenha continuado a aconselhar sobre assuntos de Estado até à sua morte, em 241. Artaxes I unificou a região sob o seu reinado e estabeleceu um império que duraria mais de 400 anos. Farrokh escreve:

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Durante o seu reinado de 20 anos, Artaxes I não apenas consolidou o poder sassânida, mas também conseguiu derrotar as tentativas romanas de destruir o novo Império Iraniano. (pág. 184)

A sua visão foi continuada por Sapor I que, em consonância com o talento persa para adaptação e melhoria, descartou a tendência do pai para a intolerância religiosa e abraçou totalmente o modelo aqueménida de Ciro, o Grande. Sob Sapor I, todas as religiões eram bem-vindas para praticar livremente os seus ritos. Sapor I, como seu pai, também é considerado um dos maiores reis sassânidas, mas o seu reinado foi influenciado pelo primeiro rei e fundador do império, cujos impressionantes talentos incluíam a capacidade de ver o que precisava ser feito e a habilidade e coragem para a tornar uma realidade.

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Sobre o Tradutor

Filipa Oliveira
Jornalista brasileiro que vive no Rio de Janeiro. Seus principais interesses são a República Romana e os povos da Mesoamérica, entre outros temas.

Sobre o Autor

Joshua J. Mark
Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.

Cite Este Artigo

Estilo APA

Mark, J. J. (2025, novembro 09). Artaxes I. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11948/artaxes-i/

Estilo Chicago

Mark, Joshua J.. "Artaxes I." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, novembro 09, 2025. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11948/artaxes-i/.

Estilo MLA

Mark, Joshua J.. "Artaxes I." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 09 nov 2025, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11948/artaxes-i/.

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