Ulrico Zuínglio e ‘Recusa de Quaresma e Proteção da Liberdade Cristã’

Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Apesar de Ulrico Zuínglio (1483-1531) ter iniciado os seus esforços de Reforma em Zurique em 1519, a sua primeira ruptura com a Igreja ocorre em 1522, quando defende um grupo de cidadãos que quebrou o jejum da Quaresma ao comer salsichas. O evento, conhecido como o Episódio da Salsicha ou o Caso da Salsicha, marca o início da Reforma Protestante na Suíça.

Protestant Reformation in Switzerland
A Reforma Protestante na Suíça Ascot Elite Entertainment Group (Copyright)

O acontecimento ocorreu no primeiro domingo da Quaresma do ano de 1522, quando um dos paroquianos de Zuínglio, o impressor Christoph Froschauer, convidou doze amigos (incluindo Zuínglio) para jantar e serviu salsichas em desafio à proibição da Igreja de comer carne durante a Quaresma. Apesar de Zuínglio não ter comido salsicha, acredita-se que tenha dado a sua aprovação tácita pela mera presença na refeição. Quando a notícia do jantar de salsichas se espalhou, Froschauer foi preso e os outros denunciados, até que Zuínglio os defendeu no sermão, "Sobre a Escolha e a Liberdade a Respeito dos Alimentos", (Von Erkiesen und Freiheit der Speisen, 16. April 1522) no qual argumentou que o jejum durante a Quaresma – ou em qualquer outra altura – era não bíblico. Em seguida, explicou as razões do sermão no "Sobre a Rejeição da Quaresma e a Proteção da Liberdade Cristã de Obrigações Criadas pelo Homem" (Acta Tiguri 7. 8. 9. diebus aprilis 1522, April 1522), um resumo de um sermão mais longo.

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Indignado com o sermão, o Bispo de Constança exigiu que Zuínglio fosse afastado como sacerdote do povo da Grossmünster (Grande Catedral), contudo, o Concelho da cidade permitiu que apresentasse os seus argumentos e organizou um debate entre ele e uma delegação Católica. O resultado foi a Primeira Disputa de 1523, na qual Zuínglio apresentou os "67 Artigos" (Die 67 Artikel Zwinglis) estabelecendo as bases da Reforma enquanto acusava a Igreja de corrupção e de políticas anticristãs não apoiadas pelas escrituras. Nesse mesmo ano, após a Segunda Disputa, Zuínglio firmou-se, sem margem de dúvida, como o líder da Reforma Protestante em Zurique, desempenhando-o até ao momento em que defendeu a conversão forçada de católicos por meio da guerra o que culminou com a sua morte durante a Segunda Guerra de Kappel em 1531.

Rebelião Inicial

Em 1519, Zuínglio foi nomeado sacerdote do povo da Grossmünster de Zurique, apesar das objeções de alguns dos clérigos mais conservadores, uma vez que já demostrava o que consideravam 'tendências indisciplinadas' ao satirizar por escrito a política da igreja. As “95 Teses” de Martinho Lutero tinham desencadeado a Reforma na Alemanha a partir de 1517 e, em 1519, a obra tinha sido traduzida para o vernáculo e amplamente publicada. Martinho Lutero (1483-1546) fora um sacerdote e teólogo muito conceituado antes das críticas que teceu à política da Igreja, e o Clero conservador estava apreensivo em nomear para o posto eclesiástico mais influente de Zurique alguém que pudesse sentir simpatia pela reforma.

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MUITOS ESTUDIOSOS ACREDITAM QUE Zuínglio ORQUESTROU O CASO DA SALSICHA DE FORMA A HAVER UM FÓRUM PÚBLICO ATRAVÉS DO QUAL PUDESSE CONFRONTAR A IGREJA.

As suas preocupações mostraram-se bem fundamentadas, já que, assim que subiu ao púlpito na Grossmünster, Zuínglio descartou a liturgia tradicional da Igreja e começou a ler, interpretar e comentar o “Evangelho Segundo S. Mateus” num claro desafio à política da Igreja. Como sacerdote do povo, Zuínglio servia não apenas como pastor, mas também como mediador entre o povo e o Concelho da cidade, e assim a posição oferecia a possibilidade de influência eclesiástica, social e política. Em 1521, novamente contra a oposição dos conservadores, Zuínglio foi feito cónego e cidadão de Zurique, e nesta altura, a sua poderosa oratória e claro desafio à autoridade papal haviam-no tornado uma figura popular entre o povo e muito respeitado pelo Concelho.

Martinho Lutero tinha desafiado abertamente a Igreja na Dieta de Worms em abril de 1521, e o Édito de Worms havia-o condenado como um fora da lei e herege, contudo o Concelho da cidade de Zurique recusou-se a publicar o édito, pois simpatizava com a causa. A constante recusa de Zuínglio em cumprir a política da igreja também foi aprovada silenciosamente, até que o Caso da Salsicha chamou demasiada atenção para as suas atividades e foram forçados a tomar partido publicamente.

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Zwingli by Hans Asper
Ulrico Zuínglio por Hans Asprer Hans Asper (Public Domain)

O Caso da Salsicha

A Reforma de Lutero na Alemanha encorajou outros a questionarem a autoridade da Igreja, e Zuínglio certamente já estava emplogado com a Reforma na Alemanha antes da Quaresma de 1522. Realmente, muitos estudiosos e historiadores modernos acreditam que Zuínglio orquestrou o Caso da Salsicha, divulgou a notícia à sua congregação de forma a permitir que houvesse um fórum público através do qual pudesse confrontar a Igreja com o que considerava deuso de práticas corruptas. Outros acreditam que o evento foi espontâneo e Zuínglio simplesmente aproveitou o escândalo que daí resultou. O estudioso Hughes Oliphant Old comenta:

O jejum tornara-se a pedra de toque de uma vida devocional séria. Estava no coração do calendário litúrgico. Ao longo do ano havia duas longas estações de jejum, Advento e Quaresma; depois havia os jejuns de sexta-feira... Aparentemente, a revolta contra as leis do jejum surgiu espontaneamente entre os cidadãos de Zurique. Não era algo planeado pela Reforma. Durante a Quaresma de 1522, vários cidadãos proeminentes de Zurique, incluindo o distinto editor Christoph Froschauer, quebraram publicamente o jejum da Quaresma. Houve uma audiência sobre o assunto, e os réus, para se justificarem, apelaram para a pregação de Zuínglio. Toda a cidade ponderou no assunto, e Zuínglio subiu ao púlpito para garantir à sua congregação que os cristãos que viviam sob a Graça não estavam vinculados por leis sobre quais alimentos eram ou não permitidos. Isto era característico da Lei de Moisés, não do Evangelho de Cristo. Como Froschauer estava particularmente envolvido, não é de admirar que tenha publicado o sermão de Zuínglio. (pág. 51)

Após a defesa de Zuínglio a Froschauer e aos outros, o Concelho da cidade decidiu não apresentar acusações. De acordo com o estudioso Diarmaid MacCulloch (entre outros), Froschauer, Zuínglio e os outros convivas do jantar (incluindo o sacerdote Leo Judd, que se tornaria um dos apoiadores mais vocais de Zuínglio) tinham a intenção de que a notícia do jantar de salsicha se tornasse pública para fornecer a Zuínglio a oportunidade de denunciar o jejum durante a Quaresma, bem como a própria Quaresma. Se assim for (e isso parece provável), o plano funcionou perfeitamente. Froschauer foi libertado, nenhum dos outros foi processado e Zuínglio proferiu um de seus mais poderosos sermões.

Texto de "Sobre a Rejeição da Quaresma"

Posteriormente, ao esclarecer as suas razões sobre o sermão e resumi-lo, proferiu o sermão "Sobre a Rejeição da Quaresma e a Proteção da Liberdade Cristã de Obrigações Criadas pelo Homem". Nele, primeiro compara o seus paroquianos aos israelitas libertados da escravidão no Livro de Êxodo; depois refere o "escândalo" do jantar de salsicha e explica porque é que os participantes não fizeram nada de errado; contudo ainda precisavam da sua defesa como seu pastor: conclui afirmando que apenas aderiu às escrituras, apresentando, deste modo, a alegação de que a sua visão do Cristianismo é mais autêntica do que a da Igreja Católica Romana.

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Statue of Zwingli in Zürich
Estátua de Ulrico Zuínglio em Zurique Roland zh (CC BY-SA)

O texto infra é extraído do The Latin Works and the Correspondence of Huldrych Zwingli: Together with Selections from His German Works (Obras e Correspondência em Latim de Ulrico Zuínglio : Com uma Selecção de Obras em Alemão) de Samuel Macauley Jackson, traduzido (do Latim para inglês) por Henry Preble, págs. 71-73:

Caríssimos amados em Deus, depois de terem ouvido tão ansiosamente o Evangelho e os ensinamentos dos Santos Apóstolos, agora pelo quarto ano, ensinamentos que o Deus Todo-Poderoso teve a misericórdia de publicar para vós através de meus fracos esforços, a maioria de vós, graças a Deus, foi grandemente inflamada com o amor de Deus e do próximo. Vós também começais a abraçar fielmente e a tomar para vós os ensinamentos do Evangelho e a liberdade que vos dão, de modo que, depois de terem provado e experimentado a doçura do pão celestial pelo qual o homem vive, nenhum outro alimento foi capaz de vos agradar. E, como quando os filhos de Israel foram expulsos do Egito, a princípio impacientes e desacostumados à dura jornada, às vezes em irritação desejavam regressar ao Egito, com a comida deixada lá, como alho, cebolas, alho-porro e panelas de carne, esqueceram-se completamente de tais reclamações quando chegaram à terra prometida e provaram os frutos deliciosos: assim também alguns entre nós saltaram e pularam indecentemente no primeiro estímulo — como alguns ainda agora fazem, que como um cavalo não são capazes nem deveriam livrar-se do estímulo do Evangelho; — ainda assim, com o tempo, tornaram-se tão tratáveis e tão acostumados ao sal e ao bom fruto do Evangelho, que nele encontram abundantemente, que não apenas evitam a antiga escuridão, trabalho, alimento e jugo do Egito, mas também se irritam com todos os irmãos, isto é, cristãos, onde quer que não se aventurem a fazer uso livre da liberdade cristã.

E para o demostrar, uns publicaram poemas em alemão, alguns encetaram conversas e discussões amigáveis em salas públicas e em reuniões; outros agora, finalmente, durante este jejum — e era da opinião que ninguém mais se poderia ofender com isso — em casa, e quando estavam juntos, comeram carne, ovos, queijo e outros alimentos até então não utilizados em jejuns. Mas estavam errados; pois alguns ofenderam-se, e isto também por simples boas intenções; e outros, não por amor a Deus ou aos seus mandamentos (tanto quanto posso julgar), mas para rejeitar aquilo que ensina e adverte os homens comuns, e por não concordar com as suas opiniões, agiram como se estivessem feridos e ofendidos, para aumentar a discórdia. A terceira parte dos hipócritas de um espírito falso fez o mesmo, e secretamente incitou as autoridades civis, dizendo que tais coisas nem deveriam nem seriam permitidas, que isso destruiria os jejuns, como se eles nunca pudessem jejuar, se o pobre trabalhador, nesta época da primavera, tendo que suportar o fardo e o calor do dia, comesse tal alimento para sustentar seu corpo e ter sustento para poder trabalhar.

Deveras, todos eles empolaram tanto a questão e a pioraram, que o honrado Concelho da nossa cidade foi obrigado a tratar do assunto. E quando as pessoas mencionadas anteriormente, instruídas evangelicamente, descobriram que provavelmente seriam punidas, intentaram proteger-se por meio das Escrituras, que, no entanto, nenhum dos membros do Concelho tinha sido sábio o suficiente para entender, de modo que pudesse aceitá-las ou rejeitá-las. O que eu deveria fazer, como alguém a quem o cuidado das almas e o Evangelho foram confiados, senão examinar as Escrituras, particularmente de novo, e trazê-las como uma luz para esta escuridão do erro, para que ninguém, por ignorância ou falta de reconhecimento, prejudicando ou atacando outro, caia em grande arrependimento, especialmente porque aqueles que comem não são levianos ou palhaços, mas pessoas honestas e de boa consciência?

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Portanto, seria muito mau para mim, que eu, como um pastor descuidado e apenas por ganho egoísta, tratasse as ovelhas confiadas aos meus cuidados, de modo que não fortalecesse os fracos e protegesse os fortes. Por isso, fiz um sermão sobre a escolha ou diferença de alimentos, no qual nada além dos Santos Evangelhos e dos ensinamentos dos Apóstolos foi usado, o que muito alegrou a maioria e os emancipou. Mas aqueles, cuja mente e consciência estão corrompidas, como diz Paulo [Tito, 1:15], apenas os enlouqueceu. Mas como usei apenas as Escrituras mencionadas acima, e como estas pessoas gritam não obstante injustamente, tão alto que seus gritos são ouvidos noutros lugares, e como aqueles que ouvem ficam irritados por causa de sua simplicidade e ignorância do assunto, parece-me necessário explicar a coisa a partir das Escrituras, para que todos, dependendo das Divinas Escrituras, se possam defender contra os inimigos das Escrituras.

A Resposta da Igreja

O Bispo de Constança, Hugo von Hohenlandenberg (1457-1532), responsável por supervisionar os assuntos eclesiásticos dos vários cantões (províncias), incluindo Zurique, há já algum tempo que estava ciente das atividades de Zuínglio. Concordava com a sua objeção à política da Igreja sobre as indulgências – documentos vendidos pela Igreja para diminuir o tempo da alma no purgatório – reconhecendo que estas não podiam fornecer o que alegavam e eram apenas um meio de arrecadar fundos. Consta que tenha feito vista grossa ao facto de Zuínglio se recusar a usar a liturgia e a leitura da Bíblia durante os cultos de domingo à congregação.

Contudo, quando soube do sermão que rejeitava o jejum da Quaresma, ficou indignado e exigiu a demissão de Zuínglio. A Igreja tendo aprendido com o caso de Martinho Lutero, de que uma mão pesada ao lidar com reformadores apenas aumentava o apoio popular, o Bispo Hohenlandenberg apenas solicitou ao Concelho da cidade de Zurique, que tinha poder sobre nomeações eclesiásticas, que Zuínglio fosse afastado silenciosamente.

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Zuínglio APRESENTOU ELOQUENTEMENTE “OS 67 ARTIGOS”, VENCEU A DISPUTA E O CONCELHO ORDENOU QUE CONTINUASSE A PREGAR DE ACORDO COM AS ESCRITURAS.

O Concelho recusou e, em vez disso, convidou o Bispo Hohenlandenberg a deslocar-se a Zurique para debater com Zuínglio a questão do jejum da Quaresma. O bispo recusou ir pessoalmente, porém enviou uma delegação liderada pelo vigário-geral Johannes Fabri; instruindo-o a não ser atraído para um debate público sobre teologia na frente de leigos não instruídos, onde Zuínglio seria capaz de fazer uma boa apresentação, mas a confrontar o sacerdote renegado num debate privado e guiá-lo de volta ao rebanho da Igreja

Assim, Fabri preparou-se para um debate privado, contudo Zuínglio, conhecendo a sua congregação e o apoio que tinha do Concelho, escreveu “Os 67 Artigos”: articulando a natureza não bíblica da Igreja, e rejeitando a autoridade papal; o sacerdócio; a existência do purgatório; o celibato clerical, e abordando uma série de outros pontos que precisavam de reforma. Em janeiro de 1523, compareceram mais de 600 pessoas à Primeira Disputa, e Fabri, mantido sob controlo pela proibição de discutir teologia em público, pouco podia fazer além de insistir na autoridade da Igreja sem fornecer suporte para as suas alegações. Por outro lado, Zuínglio apresentou eloquentemente os 67 Artigos, venceu a disputa e o Concelho ordenou que continuasse a pregar de acordo com as escrituras.

Conclusão

A Segunda Disputa, em outubro de 1523, fortaleceu a posição de Zuínglio ao permitir que cada igreja decidisse sobre assuntos como a remoção de ícones, e, na primavera de 1524, muitas tinham-se afastado das práticas tradicionais como a observância da Páscoa e abraçado os ensinamentos de Zuínglio. Há já algum tempo que Zuínglio morava com a viúva Anna Reinhart e, agora, tendo provado que o celibato clerical era não bíblico (além de apontar que a maioria do Clero vivia secreta ou abertamente com mulheres e, portanto, eram hipócritas), casaram-se numa cerimónia pública. Pediu, igualmente, a dissolução das ordens monásticas e transformou os mosteiros e conventos de Zurique em hospitais, casas de pobres e orfanatos.

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As reformas de Zuínglio continuaram até 1529, e à medida que ganhava mais apoio, convenceu-se de que a Suíça, naquela época uma confederação de províncias operando de forma mais ou menos independente, deveria unir-se como um país protestante, seguindo o modelo da comunidade cristã no livro Bíblico dos “Atos dos Apóstolos”. Quando as províncias católicas se recusaram a aceitar esta visão, iniciou as Guerras de Kappel. A primeira guerra terminou num armistício antes que pudesse começar, mas a paz não abordou a animosidade que se havia desenvolvido entre os cantões católicos e protestantes.

Zwingli's Death on the Battlefield of Kappel
A Morte de Zuínglio no Campo de Batalha de Kappel August Weckesser (Public Domain)

Os cinco cantões católicos marcharam sobre Zurique na Segunda Guerra de Kappel em 1531, e Zuínglio foi morto em batalha sendo uma das 500 baixas protestantes. Como Zuínglio havia incentivado as hostilidades, foi considerado culpado pela derrota, e o movimento perdeu apoio popular até ser assumido por Heinrich Bullinger (1504-1575), mais moderado, que foi capaz de estabilizar e popularizar novamente a interpretação protestante do cristianismo.

Embora não tenha alcançado o seu objetivo de uma Suíça unida sob a sua visão, conseguiu estabelecer a Reforma e Bullinger e outros apoiantes continuaram o seu trabalho até ser finalizado por João Calvino (1509-1564). No entanto e até ao momento em que começou a defender a conversão forçada, Zuínglio tinha todo o apoio de que precisava para desenvolver a sua visão, e tudo começou com um simples jantar de salsichas durante a Quaresma.

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Sobre o Tradutor

Filipa Oliveira
Jornalista brasileiro que vive no Rio de Janeiro. Seus principais interesses são a República Romana e os povos da Mesoamérica, entre outros temas.

Sobre o Autor

Joshua J. Mark
Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.

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Mark, J. J. (2025, agosto 10). Ulrico Zuínglio e ‘Recusa de Quaresma e Proteção da Liberdade Cristã’. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1929/ulrico-zuinglio-e-recusa-de-quaresma-e-protecao-da/

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Mark, Joshua J.. "Ulrico Zuínglio e ‘Recusa de Quaresma e Proteção da Liberdade Cristã’." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, agosto 10, 2025. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1929/ulrico-zuinglio-e-recusa-de-quaresma-e-protecao-da/.

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Mark, Joshua J.. "Ulrico Zuínglio e ‘Recusa de Quaresma e Proteção da Liberdade Cristã’." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 10 ago 2025, https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1929/ulrico-zuinglio-e-recusa-de-quaresma-e-protecao-da/.

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