Massacre de Goliad

Vitória a partir da Derrota

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Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Fannin Memorial Monument (by Michaelluckey, CC BY-SA)
Monumento Memorial Fannin Michaelluckey (CC BY-SA)

O Massacre de Goliad (27 de março de 1836) consistiu na execução de 350 a 400 texanos, pertencentes à guarnição do Forte Defiance, em Goliad, pelo Exército mexicano, sob as ordens do presidente e general mexicano António López de Santa Anna (1794-1876). O general José de Urrea (1797-1849) comandava as tropas que tinham derrotado as forças do coronel texano James W. Fannin (1804-1836) na Batalha de Coleto (19-20 de março de 1836) e ficou responsável pelos prisioneiros entre essa data e 27 de março, mas Urrea discordava da política de Santa Anna de executar prisioneiros de guerra e, por isso, deixou a cargo do seu estado-maior sénior, principalmente do Coronel José Nicolás de las Portilla, lidar com os prisioneiros.

Antes disso, entre 27 de fevereiro e 14 de março, Urrea tinha enviado prisioneiros de guerra sob escolta para Matamoros, recusando-se a matá-los. Em Goliad, no entanto, embora Urrea tivesse ordenado a Portilla que tratasse bem os prisioneiros (especialmente Fannin), Portilla optou por seguir a diretiva de Santa Anna e mandou executar os prisioneiros texanos. Dos 350 a 400 prisioneiros, 28 sobreviveram fingindo estar mortos ou conseguindo escapar; outros foram resgatados por Francita Alavez, o «Anjo de Goliad»; e outros 20 foram poupados por serem considerados úteis à causa do exército mexicano como médicos, intérpretes ou trabalhadores.

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O Massacre de Goliad e a Batalha do Álamo viriam a ser fundamentais para a vitória do general Sam Houston (1795-1863) sobre Santa Anna na Batalha de San Jacinto, a 21 de abril de 1836. Mobilizando os seus homens com os gritos «Lembrem-se do Álamo!» e «Lembrem-se de Goliad!», Houston venceu a batalha em 18 minutos e, ao fazê-lo, conquistou a independência do Texas.

A Expedição de Matamoros e o Decreto de Tornel

Embora o conflito entre os texanos e o governo mexicano tenha começado com os Distúrbios de Anahuac de 1832 e 1835, a Revolução do Texas teve início com a Batalha de Gonzales, a 2 de outubro de 1835. Entre outubro e dezembro desse ano, os texanos venceram todos os combates. A 10 de outubro, os texanos tomaram o Presídio La Bahía, perto de Goliad, renomeando-o Fort Defiance. Entre 4 e 5 de novembro, as forças texianas sob o comando de Philip Dimmitt (1801-1841) tomaram o Forte Lipantitlán. Dimmitt tinha anteriormente proposto um ataque contra o porto mexicano de Matamoros. No entanto, agora que controlava Lipantitlán, já não considerava necessário tomar Matamoros. Em dezembro, já tinha mudado de ideias, encorajando outros a participar no ataque, e vários planos para uma expedição a Matamoros foram discutidos entre o comando texano. James Grant (1793-1836) e Frank W. Johnson (1799-1884) deveriam liderar a expedição, mas divergências no seio da estrutura de comando levaram a que o coronel Fannin fosse também nomeado para o comando.

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Santa Anna tinha conseguido aprovar o Decreto Tornel, que qualificava qualquer pessoa que tivesse pegado em armas contra o México como "pirata terrestre".

Depois de o general mexicano Martín Perfecto de Cos (1800-1854) ter rendido o Álamo após o Cerco de Béxar (12 de outubro a 11 de dezembro de 1835) e ter abandonado a região, muitos texanos acreditaram que a guerra tinha terminado e regressaram a casa. Muitos outros, no entanto, não o fizeram. Ainda havia voluntários estacionados no Álamo, em San Antonio de Béxar, no Forte Defiance, em Goliad, em Lipantitlán e noutros locais. Grant e Johnson recrutaram homens destes postos, levando 200 da guarnição do Álamo e outros de Goliad.

Sam Houston rejeitou a Expedição de Matamoros por considerá-la dispendiosa e desnecessária, argumentando que Santa Anna regressaria sem dúvida para conquistar o Texas e que todas as tropas disponíveis deveriam ser mobilizadas para defender as posições conquistadas desde outubro de 1835. No início de fevereiro de 1836, Houston convenceu muitos dos homens sob o comando de Grant e Johnson a abandonarem a campanha de Matamoros, o que eles fizeram. Passaram então a estar sob o comando do coronel Fannin, que os conduziu de Refugio de volta ao Forte Defiance, em Goliad. Grant e Johnson continuavam determinados a prosseguir para Matamoros.

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Santa Anna, no entanto, tinha tomado conhecimento da Expedição a Matamoros e enviou o general José de Urrea para a impedir. Antes de enviar Urrea, Santa Anna tinha obtido do Congresso mexicano o Decreto Tornel, de 30 de dezembro de 1835, que definia qualquer pessoa que tivesse pegado em armas contra o México como um «pirata terrestre», a ser executado sem o devido processo legal. Santa Anna emitiu então esta diretiva aos seus oficiais — incluindo Urrea — ordenando-lhes que não fizessem prisioneiros.

Presidio La Bahía (Fort Defiance), Goliad, Texas
Presidio La Bahía (Fort Defiance), em Goliad, Texas Ernest Mettendorf (Public Domain)

Urrea derrotou o comando de Johnson na Batalha de San Patricio, a 27 de fevereiro de 1836, e Grant foi morto na Batalha de Água Dulce, a 2 de março, pondo fim à empreitada de Matamoros. Tudo o que aquele plano tinha conseguido foi trazer o general Urrea para o Texas e, até então, ele tinha vencido ambos os combates e recrutado mais homens. Isto não quer dizer que Urrea não tivesse marchado sobre o Texas sem a Expedição de Matamoros, mas essa foi a causa imediata. Ele marchou então em direção a Goliad, onde, segundo lhe tinham informado, um grande exército texano estava aquartelado no Forte Defiance.

Fannin, o Álamo e Coleto

Enquanto Urrea avançava pela costa, Santa Anna tinha chegado a San Antonio de Béxar a 23 de fevereiro e sitiar o Álamo, sob o comando de William Barret Travis (1809-1836) e James «Jim» Bowie (1796-1836). O Álamo estava gravemente a sofrer de falta de efetivos — em grande parte devido à retirada dos 200 voluntários levados por Johnson — e Travis escreveu a Fannin a pedir reforços.

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Fannin frequentara West Point durante dois anos antes de abandonar os estudos na sequência de uma altercação com um colega cadete que resultou num duelo. Em 1834, encontrava-se no Texas, ganhando a vida com o comércio de escravos e a estabelecer uma grande plantação. Fannin participou em quase todos os principais combates da Revolução do Texas no outono de 1835 e foi nomeado coronel do exército regular naquele mês de dezembro. Embora inicialmente tivesse acolhido com agrado o comando de um posto, assim que lhe foi atribuído Goliad, não considerou a responsabilidade do seu agrado. De acordo com o estudioso J. R. Edmondson (e outros), a 14 de fevereiro de 1836, Fannin escreveu ao vice-governador Robinson:

Não desejo qualquer comando, e muito menos o de chefe. Sinto — e sei, mesmo que o senhor e o Conselho não o saibam — que sou incompetente. A sorte e soldados corajosos poderão favorecer-me e salvar o Estado, conferindo-me uma reputação muito além do que mereço. Não ambiciono tal cargo e peço-lhe sinceramente, bem como a qualquer amigo verdadeiro, que me substitua e escolha alguém que possua todos os requisitos necessários a um comandante.

(pág. 296)

Fannin recebeu as cartas de Travis, mas não tinha recebido ordens de nenhuma autoridade superior para socorrer o Álamo e, por isso, não respondeu a 23 de fevereiro. Acabou por partir com cerca de 320 homens a 25 ou 26 de fevereiro, mas as suas carroças avariaram-se, os bois afastaram-se, os homens tinham-se esquecido de trazer provisões e tinham pouca munição. Fannin ordenou ao seu comando que abortasse a missão e regressasse ao Forte Defiance. A Batalha do Álamo travou-se na manhã de 6 de março de 1836 e resultou na morte de todos os defensores.

Entretanto, Houston tinha enviado ordens para que Fannin marchasse e se juntasse ao exército em Victoria, mas Fannin tinha tomado conhecimento das vitórias mexicanas em San Patricio e Agua Dulce e percebeu que Urrea marchava em direção a Goliad. Não querendo ser apanhado em campo aberto, Fannin adiou a resposta às ordens de Houston. Soube então que famílias texanas estavam a ser perseguidas pela milícia mexicana em Refugio e, por isso, enviou o capitão Amon B. King para as evacuar.

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James W. Fannin
James W. Fannin Unknown Artist (Public Domain)

King ignorou as suas ordens e, em vez disso, enfrentou a milícia mexicana. As suas forças foram derrotadas e ele recuou para a missão em Refugio, enviando um pedido de ajuda a Fannin. Fannin enviou o tenente-coronel William Ward para o ajudar, o que este fez, mas King recusou-se a reconhecer a sua autoridade e continuou o conflito com a milícia. Urrea chegou, capturou e executou King, e localizou os homens de Ward, que foram feitos prisioneiros e reunidos até 22 de março.

Urrea discordava do Decreto de Tornel e, em San Patricio e Agua Dulce, poupou aqueles que se renderam e enviou-os como prisioneiros para Matamoros. Em Refugio, no entanto, ordenou que os texanos fossem levados de volta para Goliad porque, a 22 de março, já tinha vencido a Batalha de Coleto e o Forte Defiance era agora uma prisão sob guarda mexicana.

Fannin esperou pelo regresso de King e Ward enquanto pôde e acabou por partir pela estrada para Victoria a 19 de março. Deu de frente com as forças de Urrea, tendo sido apanhado em campo aberto tal como temia, e ordenou aos seus homens que formassem um quadrado de defesa. Mantiveram a sua posição perto do ribeiro de Coleto até ao dia 20, quando, com as munições a esgotarem-se e sem água, se renderam e foram levados de volta para Goliad.

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O Massacre de Goliad

Fannin tinha-se rendido em Coleto com o entendimento de que ele e os seus homens ficariam «à disposição do Governo Supremo Mexicano», mas tinham-lhe garantido que, como prisioneiros de guerra, seriam tratados com todo o respeito devido e, após deporem as armas, seriam devolvidos a casa. Urrea ofereceu estas garantias para pôr fim rapidamente à batalha antes que houvesse mais baixas, pois estava certo de que, se os texanos soubessem do Decreto de Tornel, teriam lutado até ao último homem.

O general Urrea escreveu a Santa Anna a solicitar clemência para a guarnição de Goliad, mas o pedido foi recusado.

O general Urrea escreveu a Santa Anna a pedir clemência para a guarnição de Goliad, mas o pedido foi recusado. Urrea deixou Goliad sob o comando do coronel José Nicolás de la Portilla e, a 26 de março, Santa Anna escreveu a Portilla, ordenando-lhe que executasse os prisioneiros. Portilla já tinha recebido ordens de Urrea para os poupar, mas Santa Anna era seu superior hierárquico e, por isso, Portilla, após debater-se com a decisão, optou por obedecer a Santa Anna.

Aos prisioneiros tinha sido garantido que em breve seriam autorizados a regressar a casa e, na noite de 26 de março, cantaram Home, Sweet Home (Lar, Doce Lar) após o jantar. Ao nascer do sol de 27 de março de 1836, Domingo de Ramos, a guarnição foi acordada e instruída a preparar-se para deixar o Forte Defiance. Foram-lhes apresentadas várias razões para o despertar matinal, incluindo que alguns deles eram necessários para recolher lenha, outros seriam enviados para o Porto de Copano para deportação para Nova Orleães e alguns deveriam encontrar e trazer de volta gado perdido.

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Os prisioneiros foram divididos em três colunas. Uma marchou pela estrada de Béxar em direção ao rio San Antonio, outra marchou pela estrada de Victoria e a terceira foi conduzida pela estrada de San Patricio. As colunas eram ladeadas por duas filas de soldados mexicanos fortemente armados. A certa altura, a cerca de uma milha de marcha do Forte Defiance, foi dada ordem para parar; a linha de soldados à direita da coluna contornou-a para se juntar à linha da esquerda e, ao grito dos oficiais, os soldados alvejaram os prisioneiros.

Dos 350 a 400 prisioneiros, 24 conseguiram escapar ao massacre nas duas primeiras estradas, enquanto apenas quatro escaparam na San Patricio Road. De volta ao Forte Defiance, os feridos foram levados para fora e executados por um pelotão de fuzilamento no pátio. Fannin foi obrigado a assistir a estas execuções antes de chegar a sua vez. Pediu que lhe disparassem no coração, que os seus pertences pessoais fossem devolvidos à sua família e que lhe fosse concedido um funeral cristão. Foi alvejado no rosto, os seus bens foram confiscados e distribuídos, e foi queimado juntamente com todos os outros numa pira.

Aqueles que sobreviveram ao Massacre de Goliad, para além dos que conseguiram fugir ou se fizeram passar por mortos, devem as suas vidas à intercessão de Francita Alavez (cerca de 1816 a cerca de 1906), o «Anjo de Goliad», que era a esposa do Capitão Telesforo Alavez. Francita foi responsável por sugerir que alguns fossem poupados para servirem como intérpretes, médicos e trabalhadores, e também conseguiu esconder alguns dos homens antes do massacre. O coronel Francisco Garay apoiou-a e garantiu que esses homens fossem poupados.

Historical Marker at Fannin Memorial Monument
Painel Interpretativo no Monumento Memorial Fannin Hardraingonnafall (CC BY)

Conclusão

A queda do Álamo e o Massacre de Goliad desencadearam a «Runaway Scrape», durante a qual texanos e tejanos fugiram em massa para leste para escapar ao avanço do exército mexicano. Houston, que tinha reunido um pequeno exército à espera de Fannin em Gonzales, recuou para norte, com Santa Anna a segui-lo.

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Santa Anna acreditava que o seu tratamento brutal dos defensores do Álamo e a execução de Fannin e dos seus homens em Goliad iriam desmoralizar os texanos e pôr fim à Revolução do Texas. Estava enganado. O Massacre de Goliad indignou tanto os texanos como os cidadãos dos Estados Unidos. O exército de Houston encheu-se de recrutas que queriam vingar os seus amigos, vizinhos e companheiros de armas.

A 21 de abril de 1836, o general Houston derrotou Santa Anna na Batalha de San Jacinto, mobilizando os seus homens com o grito: «Lembrem-se do Álamo! Lembrem-se de Goliad!» A batalha terminou em 18 minutos. Santa Anna foi capturado e, mais tarde, forçado a assinar os Tratados de Velasco, que concediam a independência ao Texas.

Surrender of Santa Anna after San Jacinto in 1836
Rendição de Santa Anna depois de San Jacinto em 1836 William Henry Huddle (Public Domain)

A 3 de junho de 1836, o general Thomas J. Rusk (1803-1857) chegou a Goliad, reuniu os restos mortais da guarnição falecida e enterrou-os com todas as honras militares. Hoje, este é o local onde se encontra o Monumento em Memória de Fannin, que foi encomendado em 1936 para o Centenário do Texas e inaugurado a 4 de junho de 1938.

Embora o Álamo se destaque como o confronto mais dramático e memorável da Revolução do Texas, o Massacre de Goliad foi igualmente importante, pois revelou que Santa Anna não era apenas cruel, mas também hipócrita. Os sobreviventes do Massacre de Goliad testemunharam como lhes tinham sido prometido que seriam libertados e, em vez disso, desarmados, foram massacrados. Esta atrocidade, tanto quanto a queda do Álamo, motivou os homens que compunham o exército de Sam Houston em San Jacinto e conquistaram a independência do Texas.

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Perguntas & Respostas

O que foi o Massacre de Goliad?

O Massacre de Goliad consistiu na execução de 350 a 400 prisioneiros de guerra texanos por ordem do presidente e general Santa Anna, do México. Os prisioneiros tinham sido levados a acreditar que iriam ser libertados, mas, em vez disso, foram fuzilados no Domingo de Ramos, a 27 de março de 1836.

Por que razão a guarnição foi executada no Massacre de Goliad?

Santa Anna tinha convencido o Congresso mexicano a aprovar o Decreto Tornel, em 30 de dezembro de 1835, que definia qualquer pessoa que pegasse em armas contra o México como um «pirata terrestre», passível de ser executada sem o devido processo legal. Não se deveriam fazer prisioneiros na campanha contra o Texas. Embora o general Urrea tenha protestado contra esta política e tentado salvar a guarnição de Goliad, Santa Anna tinha uma patente superior à dele e, por isso, os homens foram executados.

Houve sobreviventes do Massacre de Goliad?

Sim. 28 homens sobreviveram fugindo ou fingindo-se de mortos; outros foram resgatados por Francita Alavez, o «Anjo de Goliad», com o apoio do coronel Francisco Garay; e outros foram poupados para servirem como médicos, intérpretes ou trabalhadores.

O que aconteceu aos corpos do Massacre de Goliad?

Os corpos dos membros da guarnição mortos no Massacre de Goliad foram queimados, incluindo o do coronel James W. Fannin. Os restos mortais permaneceram no local até junho de 1836, altura em que foram sepultados com todas as honras militares pelo general Thomas J. Rusk. O Monumento em Memória de Fannin assinala o local do sepultamento.

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Mark, J. J. (2026, agosto 15). Massacre de Goliad: Vitória a partir da Derrota. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-25099/massacre-de-goliad/

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Mark, Joshua J.. "Massacre de Goliad: Vitória a partir da Derrota." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, agosto 15, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-25099/massacre-de-goliad/.

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Mark, Joshua J.. "Massacre de Goliad: Vitória a partir da Derrota." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 15 ago 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-25099/massacre-de-goliad/.

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