Budismo Esotérico

Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
publicado em
Translations
Versão Áudio Imprimir PDF
Vairochana (by rocor, CC BY-NC-SA)
Vairochana rocor (CC BY-NC-SA)

O budismo esotérico é a interpretação e a prática místicas do sistema de crenças fundado pelo Buda (conhecido como Buda Sakyamuni, cerca de 563 – cerca de 483 a.C.). É conhecido por vários nomes e caracteriza-se por uma relação pessoal com um guia espiritual ou divindade que conduz a pessoa à iluminação.

Um iniciado deve primeiro estudar com um mestre que partilha escritos, ensinamentos e conhecimentos pouco conhecidos e frequentemente referidos como «secretos». O aluno domina várias técnicas de meditação e estuda o tantra, geralmente entendido como significando «o continuum», tal como expresso nos textos tântricos. Este continuum é o padrão de amor universal e compaixão demonstrado ao longo do tempo pelas entidades sobrenaturais dos budas, dos quais o Buda Sakyamuni foi apenas um, para com a humanidade.

Remover Publicidades
Publicidade

Um adepto do budismo esotérico estabelece uma relação com um destes budas e é então guiado espiritualmente pela entidade (ou divindade) no caminho para a iluminação como um bodhisattva. O budismo Vajrayana (também conhecido como budismo tibetano) é considerado uma forma tanto do budismo Mahayana como do budismo esotérico, uma vez que combina elementos de ambos, e a maioria das escolas, tal como o budismo Zen, segue este mesmo padrão ao adotar o que funciona melhor de outras escolas para complementar os ensinamentos fundamentais.

O sistema de crenças do budismo esotérico está aberto apenas àqueles que se sentem chamados a segui-lo e estão dispostos a submeter-se à instrução de um mestre.

As crenças e práticas do budismo esotérico não são tão conhecidas ou amplamente reconhecidas como as do popular budismo Mahayana, porque não é suposto que o sejam. O sistema de crenças está aberto apenas àqueles que se sentem chamados a segui-lo e estão dispostos a submeter-se à instrução de um mestre. O sistema de crenças pode ter-se desenvolvido como uma reação ao Renascimento Hindu do século VIII, inspirado pela obra do filósofo Shankara (embora esta afirmação seja contestada), que enfatizava muitos dos mesmos aspetos de fé e conhecimento posteriormente defendidos pelo budismo esotérico, incluindo o conhecimento fundamental, a submissão aos ensinamentos de um mestre e a importância da revelação pessoal.

Remover Publicidades
Publicidade

A Reforma Religiosa Inicial

Na região da Índia atual, durante o Período Védico (cerca de 1500 - cerca de 500 a.C.) o sistema de crenças conhecido como Sanatan Dharma («Ordem Eterna»), mais conhecido como hinduísmo, desenvolveu-se a partir de crenças anteriores através das obras escritas conhecidas como os Vedas, que preservavam uma tradição oral muito mais antiga. O hinduísmo era altamente ritualizado nesta época. Os textos Vedas («conhecimento») foram compostos em sânscrito, incompreensível para a maioria das pessoas, e os sacerdotes precisavam de interpretar os textos, que se pensava explicarem o universo, a vida humana e a melhor forma de a viver.

Os Vedas sustentavam que existia um ser divino, Brahman, que tanto criou como era o universo. Uma centelha do divino (o atman) estava dentro de cada pessoa, e o propósito da vida era despertar a centelha e viver virtuosamente para que, após a morte, a própria luz divina se fundisse com Brahman numa unidade eterna, e a pessoa fosse libertada do ciclo de renascimento e morte (conhecido como samsara), que estava associado ao sofrimento.

Remover Publicidades
Publicidade
The Vedas (Rig-veda)
Os Vedas (Rig Veda) BernardM (CC BY-SA)

Por volta de 600 a.C., um movimento de reforma religiosa varreu a Índia, questionando o hinduísmo ortodoxo. Nessa época, desenvolveram-se diferentes escolas de pensamento conhecidas como astika («existe»), que apoiavam a afirmação hindu sobre a existência do atman, e nastika («não existe»), que rejeitavam essa afirmação, bem como quase toda a visão hindu.

As escolas nastika mais famosas da época eram o Charvaka, o jainismo e o budismo. A primeira era inteiramente materialista e negava a existência da alma. As duas últimas, embora também negassem o atman hindu, reconheciam um eu indiferenciado do universo que sofria sob a ilusão de ser um eu separado, distanciado tanto da sua origem como dos outros eus no mundo.

O Budismo: a Origem e o Desenvolvimento

Segundo a tradição, Buda era um príncipe hindu chamado Siddhartha Gautama que renunciou à sua posição e riqueza para procurar e alcançar a iluminação espiritual. Ele percebeu que o sofrimento provém do apego aos aspetos transitórios da vida e à própria vida, que se encontrava num estado constante de mudança e, por isso, não podia ser retida, mantida ou controlada, mas que as pessoas insistiam que deveria ser duradoura. Sofria-se por insistir continuamente numa permanência impossível. Ao reconhecer isto e seguir um caminho de desapego, podia-se alcançar o nirvana («libertação») na morte, libertando o eu do samsara e do sofrimento que o acompanha.

Remover Publicidades
Publicidade

Buda fundou o seu sistema na aceitação das Quatro Nobres Verdades e do Caminho Óctuplo e ensinou aos seus discípulos uma disciplina espiritual através da qual poderiam alcançar a iluminação individual, tal como ele o tinha feito. No seu leito de morte, pediu que não fosse escolhido nenhum líder espiritual para o substituir e que cada um dos seus discípulos continuasse no seu próprio caminho. Após a sua morte, no entanto, foi escolhido um líder, foram escritas regras e os ensinamentos de Buda foram institucionalizados.

Buddha Sculpture in Ajanta
Escultura de Buda em Ajanta Jean-Pierre Dalbéra (CC BY)

A nova fé fragmentou-se em 383 a.C. devido a diferenças doutrinárias, e desenvolveram-se muitas escolas budistas, incluindo a Sthaviravada e a Mahasanghika, o que encorajaria ainda mais. Nessa altura, o budismo disputava adeptos com as religiões mais firmemente estabelecidas do hinduísmo e do jainismo e pouco progrediu até ser abraçado por Ashoka, o Grande (reinou 268-232 a.C.), do Império Máuria, que não só ajudou a estabelecer o sistema na Índia, como o difundiu pelo Sri Lanka, Coreia, Tailândia, China e Japão.

Shankara e o Renascimento Hindu

O budismo foi recebido com entusiasmo nesses países, mas continuou a ter dificuldades em conquistar e manter seguidores na Índia. O hinduísmo oferecia uma maior variedade de rituais e pompa, ao mesmo tempo que promovia o conceito de que todos possuíam uma centelha do divino, eram, de facto, seres divinos e parte do universo, o que contrastava fortemente com a doutrina budista da vacuidade do eu e da simplicidade da observância.

Remover Publicidades
Publicidade
Shankara atacou o pensamento budista pela sua negação do atman, mas a sua compreensão da libertação é semelhante ao conceito budista de alcançar o nirvana.

Os esforços budistas de conversão foram ainda mais prejudicados pelo Renascimento Hindu dos séculos VIII e IX, encorajado (pelo menos segundo a tradição) pelo sábio Shankara, que defendia a doutrina do Advaita Vedānta («não-dualidade»), enfatizando a realidade última do Brahman, a existência do atman e a natureza ilusória de tudo o resto. Apenas existiam o Brahman e os seres humanos, através do atman, como partes de Brahman. Shankara atacou o pensamento budista pela sua negação do atman, mas a sua compreensão da libertação através da unidade do atman com Brahman é semelhante ao conceito budista de alcançar o nirvana através do desapego.

A doutrina de Shankara baseava-se na aceitação, por parte do adepto, de um programa assente na revelação da realidade última. O programa tinha quatro aspetos de igual importância:

  • Śāstra – escrituras
  • Yukti – razão
  • Anubhava – conhecimento através da experiência
  • Karma – ações espiritualmente relevantes

Um aluno submetia-se a um professor que o ajudava a compreender as escrituras, a aplicar a razão e a experiência à interpretação das escrituras e a agir corretamente com base nessa interpretação. Segundo alguns estudiosos, este paradigma influenciou diretamente o budismo esotérico. De acordo com outras visões, os fundamentos do budismo esotérico, especialmente a relação pessoal com um espírito ou divindade, já tinham séculos de existência quando Shankara surgiu. Nesta perspetiva, Shankara pode ter influenciado a forma de budismo esotérico do século VIII, mas a sua doutrina não inspirou nem moldou as crenças e as práticas fundamentais.

Remover Publicidades
Publicidade

O Budismo Esotérico na Índia

O budismo esotérico é também conhecido como Mantrayana («veículo do mantra»), Guhyamantrayana («veículo secreto do mantra»), Tantrayana («veículo do tantra») e Vajrayana («veículo do diamante»). Os três primeiros nomes têm a ver com a importância da revelação através de obras escritas – mantras e tantras –, enquanto o último se refere ao valor da experiência que conduz a uma verdade tão valiosa e inquebrável como um diamante. De acordo com algumas tradições, cada uma destas quatro era/é uma escola única, mas todas partilham a mesma compreensão essencial e, mais ou menos, constituem o mesmo sistema de crenças.

Um mantra (literalmente «feitiço» ou «encantamento») é recitado para limpar e proteger a mente da ilusão. Pode ser uma palavra ou mesmo uma sílaba (como no caso de Om, a sílaba sagrada), uma frase ou uma série de sons. Um tantracontinuum») é um manual, um guia sobre como progredir espiritualmente. Os estudiosos Robert E. Buswell, Jr. e Donald S. Lopez, Jr. comentam:

No budismo, o termo tantra refere-se geralmente a um texto que contém ensinamentos esotéricos, frequentemente atribuídos a Sakyamuni ou a outro Buda. [Os tantras podem incluir] mantra, mandala, mudra, abhiseka (iniciações), homa (sacrifícios de fogo) e Ganacakra (festas), todos apresentados com o objetivo de obter siddhi (poderes) tanto mundanos como supramundanos. Os poderes mundanos são tradicionalmente enumerados como envolvendo quatro atividades: pacificação de dificuldades (santika), aumento da riqueza (paustika), controlo de forças negativas (vasikarana) e destruição de inimigos (abhicara). O poder supramundano é a iluminação (bodhi). Os textos chamados tantras começaram a surgir na Índia no final do século VII e início do século VIII, frequentemente escritos num sânscrito não padrão.

(pág. 894)

As datas dos tantras correspondem às atividades de iogues itinerantes conhecidos como mahasiddhas. Um siddha era um asceta espiritual e um mahasiddha um siddha «grande» ou «aperfeiçoado». Estes iogues eram conhecidos por frequentarem cemitérios a céu aberto (onde os corpos eram deixados a decompor-se como parte de rituais mortuários) e associavam-se à esfera de transição entre a vida e a vida após a morte. Afirmavam ser capazes de interagir com poderosas divindades espirituais como os Naga, Yakshas e Dakini, bem como com os espíritos dos falecidos.

Remover Publicidades
Publicidade
Dharmachakra Mudra
Mudra da Roda do Dharma Jean-Pierre Dalbera (CC BY)

Embora eles próprios fossem budistas, desafiavam o budismo dominante com o argumento de que este era demasiado ritualista e que se tinha desviado dos ensinamentos do Buda Sakyamuni. Os siddhas afirmavam possuir os verdadeiros ensinamentos do Buda, que tinham sido transmitidos em segredo a um seleto grupo antes da sua morte. Alegavam ter sido informados por forças sobrenaturais, incluindo a bodhisattva feminina Tara, uma figura salvadora que protegia os adeptos do perigo e era a manifestação da compaixão divina. A interpretação do budismo pelos siddhas foi bem recebida pela dinastia Pala do Reino de Kamarupa (900-1100), que encorajou o seu crescimento até que duas formas de budismo, por vezes difíceis de diferenciar, florescessem ambas em Bengala. O estudioso John Keay comenta:

Na Índia oriental, a demarcação entre budistas e não budistas tornou-se ainda mais difusa, uma vez que ambos aceitavam a eficácia dos mantras (fórmulas repetitivas), dos yantras (desenhos místicos), dos mudras (posturas dos dedos) e das inúmeras outras práticas associadas ao tantrismo… Os rituais e disciplinas envolvidos eram complexos e secretos. Algumas imitavam a imagética sexual de mitos envolvendo a união da divindade e da sua shakti, ou contraparte feminina. Quebrando os tabus de casta, dieta, vestuário e fidelidade sexual, os praticantes podiam desfrutar tanto de uma libertadora libertinagem como de uma reputação reforçada, mesmo que os poderes mágicos lhes escapassem.

(pág. 194)

Os siddhas e os seus seguidores bebiam álcool, praticavam vários atos sexuais, recusavam-se a reconhecer a casta ou o estatuto social e afirmavam que a sua liberdade em relação às normas sociais era concedida e aprovada por entidades sobrenaturais que sempre existiram. O seu objetivo principal era que cada pessoa envolvida se tornasse um bodhisattva desperto, reconhecendo que as normas sociais eram simplesmente uma armadilha que mantinha a pessoa acorrentada ao mundo da ilusão e do sofrimento. Em vez de renunciarem a aspetos da vida ao praticarem o desapego, entregavam-se a tudo o que a vida tinha para oferecer, na crença de que, à medida que buscavam a iluminação, esses prazeres terrenos deixariam de lhes interessar e, com base em escritos posteriores, de qualquer forma, parecem ter estado corretos.

As afirmações dos siddhas medievais acabaram por evoluir para, ou foram absorvidas pelos adeptos do budismo Vajrayana, que se desenvolveu no Tibete e foi sistematizado pelo sábio Atisha (982-1054), assumindo a forma hoje reconhecida como budismo tibetano, que é uma forma de budismo esotérico. Os adeptos devem submeter-se à disciplina de um mestre que incentiva a transformação e o empoderamento através da transmissão de conhecimento secreto. A forma básica de instrução é bastante semelhante à do programa de Shankara do século VIII, na medida em que as escrituras são utilizadas como base para construir a experiência espiritual, exercitar a razão e realizar ações espiritualmente relevantes que aproximam a pessoa de se tornar um bodhisattva, capaz de ajudar outros no mesmo caminho.

O Budismo Esotérico na China e no Japão

O budismo esotérico chegou à China através da Rota da Seda no início do século VII e foi adotado pela dinastia Tang (618-907). O budismo já tinha sido introduzido séculos antes, na sequência dos esforços missionários de Ashoka, pelo que os chineses já estavam familiarizados com os ensinamentos básicos e a mensagem geral. Contudo, o budismo tântrico afirmava oferecer uma experiência mais imediata de iluminação espiritual e tornou-se mais popular do que a versão dominante. Grandes mestres budistas viajaram para a China para ajudar a desenvolver centros de aprendizagem e traduzir textos, e os estudiosos chineses deslocavam-se regularmente à Índia para encontrar e trazer de volta cópias e traduções de mais textos.

Remover Publicidades
Publicidade

A Índia era reconhecida como o berço do budismo e os estudiosos viajavam para lá especificamente para encontrar, traduzir e trazer consigo tudo o que pudessem encontrar. Entre estes está o famoso Xuanzang (602-644), que desafiou o decreto imperial do imperador chinês Taizong (626-649) contra as viagens ao estrangeiro para ir à Índia em 627. É bem conhecido por traduzir o Sutra do Coração da Perfeição da Sabedoria (tít. original Prajñāpāramitā Hṛdaya), que continua a ser o mais popular e frequentemente recitado pelos budistas na China e em todo o mundo.

Copy of the Heart Sutra
Cópia do Sutra do Coração Unknown (Public Domain)

A China convidou estudiosos budistas indianos para ensinar e traduzir; e a coleção chinesa de textos budistas cresceu sob a sua orientação. Os textos traduzidos procuravam regularmente imitar os originais o mais fielmente possível, como observam os estudiosos Forrest E. Baird e Raeburne S. Heimbeck:

É inegável que o texto [destas obras] exibe algumas das características de um texto budista indiano, incluindo muitos termos técnicos em sânscrito e doutrinas de origem indiana. Numa época em que os budistas chineses procuravam na Índia o budismo autêntico, conferir a uma composição chinesa um verniz de sânscrito tornaria a sua apresentação da crença no Absoluto mais credível.

(pág. 435)

O sistema de crenças viajou da China para o Japão, onde foi notoriamente encorajado pelo Príncipe Shotoku (reinou 594-622), que ajudou a estabelecê-lo em todo o país. O budismo esotérico foi refinado, sistematizado e difundido ainda mais por Kukai (também conhecido como Kobo Daishi, 774-835), um monge-erudito e poeta que fundou o budismo Shingon no Japão. O budismo Shingon («Palavra Verdadeira») aderiu à visão cósmica do budismo como um conjunto eterno de preceitos que tinham sido articulados claramente pelo Buda, mas não concebidos por ele, nem ele tinha sido o primeiro Buda e certamente não o último. O Shingon, tal como o budismo Vajrayana, afirmava que se podia alcançar a iluminação completa durante a vida e apenas submetendo-se à disciplina de um mestre virtuoso.

Chinese Diamond Sutra
Sutra do Diamante Chinês International Dunhuang Project (Public Domain)

Conclusão

O budismo tradicional enfatizava a adesão ao Caminho Óctuplo após o reconhecimento das Quatro Nobres Verdades, que conduziam à iluminação e à libertação, na morte, do ciclo de renascimentos. O budismo esotérico oferece a mesma plataforma básica, mas afirma que é possível alcançar resultados mais rapidamente ao abraçar e, posteriormente, libertar-se dos apegos da vida à medida que se amadurece espiritualmente. Não se deve, portanto, renunciar ao mundo da ilusão, mas reconhecer o seu valor, uma vez que não se poderia acumular mérito espiritual sem ele e, sem o mérito espiritual conquistado através da disciplina de se distanciar desse mundo, não se poderia avançar em direção à iluminação.

Buswell e Lopez observam que um dos nomes do budismo esotérico é Mantrayana e destacam a importância de recitar um mantra pessoal para manter o rumo em direção a valores mais elevados. Comentam ainda:

De acordo com uma interpretação popular, o termo mantra significa «protetor da mente», especialmente no sentido de proteger a mente das aparências comuns do mundo. Neste sentido, o mantrayana referir-se-ia não apenas à recitação de um mantra, mas a toda a gama de práticas destinadas a transformar o praticante comum numa divindade e o seu mundo comum numa mandala.

(pág. 530)

O objetivo final do budismo esotérico, tal como em qualquer escola budista, é a iluminação e uma vida compassiva. Os adeptos das escolas budistas esotéricas reivindicam um conhecimento especial, distinto das outras escolas, mais capaz de promover os seus objetivos espirituais, mas, ao mesmo tempo, reconhecem que a sua escola é apenas um aspeto do Ekayana ("Um Veículo" ou "Um Caminho") em que todas as escolas budistas participam, e o que é mais importante não é a que escola se escolhe pertencer, mas como se escolhe viver o princípio budista da compaixão universal e do desapego iluminado da melhor maneira possível.

Remover Publicidades
Publicidade

Remover Publicidades
Publicidade

Sobre o Tradutor

Sobre o Autor

Cite Este Artigo

Estilo APA

Mark, J. J. (2026, maio 01). Budismo Esotérico. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-15820/budismo-esoterico/

Estilo Chicago

Mark, Joshua J.. "Budismo Esotérico." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, maio 01, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-15820/budismo-esoterico/.

Estilo MLA

Mark, Joshua J.. "Budismo Esotérico." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 01 mai 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-15820/budismo-esoterico/.

Remover Publicidades