Os sindicatos na Revolução Industrial Britânica

Artigo

Mark Cartwright
por , traduzido por Pedro Lerbach
publicado em 31 Março 2023
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Disponível noutras línguas: Inglês, francês, espanhol, Turco

Os sindicatos foram formados no Reino Unido durante a Revolução Industrial (1760-1840) para proteger trabalhadores de riscos desnecessários ao usar máquinas perigosas ou pelas condições insalubres e horas excessivas de trabalho. O movimento sindical sofreu forte resistência de governos e de empregadores, mas nos anos 1850 já tinha se tornado poderoso o suficiente para trazer mais proteção e melhores contratos para seus membros.

Trade Union Scroll for the Amalgamated Society of Engineers
Arte da Sociedade Amalgamada de Engenheiros
Science Museum, London (CC BY-NC-SA)

O surgimento das máquinas

A partir da segunda metade do século 18 a Revolução Industrial varreu o Reino Unido. Máquinas, especialmente movidas a vapor, ajudaram a constituir fábricas completamente mecanizadas e capazes de produzir bens em massa, como ferramentas e têxteis. Novos empregos foram criados, mas eles geralmente envolviam tarefas repetitivas e eram regulados pelo relógio. Antes, os trabalhadores eram pagos por um projeto específico (trabalho por peça) e trabalhavam em seu próprio ritmo. As fábricas cheias de máquinas tornaram-se quentes, barulhentas e geralmente lugares perigosos para se trabalhar. Nos moinhos têxteis, homens, mulheres e crianças trabalhavam por 12 horas.

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Conforme o dinheiro e a eficiência se tornavam a obsessão de muitos proprietários de moinhos, os trabalhadores eram cada vez mais pressionados a trabalhar mais rápido.

Em 1830, um a cada 80 britânicos trabalhavam em um moinho têxtil. A maioria era mulheres e crianças, ambos mais baratos do que o trabalho masculino (mulheres, em torno de 50% mais barato que um homem adulto; crianças, 80%) e com outras vantagens, como dedos mais habilidosos e menor chance de aborrecer a gerência. "Uma pesquisa britânica de 1818 descobriu que mulheres compreendiam pouco mais da metade dos trabalhadores em fábricas de algodão, com crianças representando outro terço" (Horn, 57). Crianças eram usadas em muitas outras indústrias, tanto que em 1851 "uma comissão descobriu que um terço das crianças abaixo de quinze anos trabalhava fora de casa" (Horn, 57), e essa pesquisa não contou o número considerável de crianças que trabalhavam na agricultura.

Condições de trabalho precárias

Nas fábricas, as máquinas tinham muitas partes que se moviam, e elas machucavam os operadores. O rompimento de uma máquina era um risco muito grande, pois as peças voavam pelo chão da fábrica como balas. Fusos voadores eram uma possibilidade particularmente desagradável em moinhos têxteis. A atmosfera em um moinho era mantida intencionalmente úmida, para garantir que os fios de algodão permanecessem fortes e maleáveis. Muitos trabalhadores sofriam de problemas de saúde pela constante umidade, especialmente nos seus pulmões. A perda da audição pelo trabalho em fábricas barulhentas era outro problema comum. Não era incomum que matérias primas perigosas à saúde (sabendo-se ou não que eram perigosas) fossem usadas em vários tipos de fábricas, por exemplo, substâncias altamente tóxicas como arsênico, chumbo e mercúrio.

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Power Looms in a Textile Mill
Tear Mecânico em uma Fábrica Têxtil
J. Tingle (Public Domain)

Mesmo quando o ambiente era relativamente seguro, havia ainda o problema comum de repetitivos danos por estresse e deformidades físicas, pois os trabalhadores executavam a mesma ação repetidamente por horas a fio. No fim das contas, o poeta William Blake não exagerou quando, em 1808, descreveu as fábricas britânicas como "moinhos satânicos escuros" (Horn, 52). Em 1831, um médico enviado especificamente para avaliar o bem-estar físico da força de trabalho de uma fábrica em Manchester observou:

Aqui eu vi, ou pensei ter visto, uma raça degenerada - seres humanos atrofiados, enfraquecidos e depravados - homens e mulheres que não deveriam estar envelhecidos - crianças que nunca se tornariam adultos saudáveis. Foi um espetáculo lúgubre

(Horn, 65)

Outro médico, dessa vez em Leeds, comparou a expectativa de vida de diferentes grupos sociais. Ele descobriu que a média de expectativa de vida para fabricantes e classes altas era de 44, comparado a apenas 19 para trabalhadores.

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Muitos donos de fábricas queriam que seus trabalhadores fossem tão eficientes e incansáveis quanto as máquinas que eles operavam.

Conforme o dinheiro e a eficiência se tornavam a obsessão de muitos proprietários de moinhos, os trabalhadores eram cada vez mais pressionados a trabalhar mais rápido e não atrasar a produção. Havia multas para trabalhadores com mãos sujas, que se atrasassem por mais do que cinco minutos, que deixassem uma janela aberta ou demorassem muito no intervalo do banheiro. Os trabalhadores poderiam perder parte do salário se o gerente achasse que não tinham trabalhado duro o suficiente na semana. Havia casos, ainda, do uso de punição corporal, mesmo para adultos. A maioria das invenções na Revolução Industrial era motivada pelo desejo de aumentar os lucros. Consequentemente, mesmo quando as máquinas estavam em uso, a procura por mais lucro era contínua. Como observa o historiador J. Horn, "implementar a redução de custos de trabalho era provavelmente a função mais importante de gestores e empreendedores" (56).

Embora a forma de tratamento dos empregadores para com empregados variasse, havia uma suspeita geral de que os empregados nunca trabalhavam tão duro quanto poderiam, uma vez que não tinham nenhum pensamento de longo prazo além da sobrevivência semanal. Um empreendedor do West Country lamentou: "os pobres (trabalhadores) nas regiões manufatureiras, no geral, nunca trabalharão nada além do necessário para viver e manter sua devassidão semanal" (Horn, 60). Trabalhar por longas jornadas, fazendo trabalhos repetitivos, era ainda uma forma relativamente nova de trabalhar, e muitos ainda lutavam para conseguir lidar com isso, ao menos de acordo com um proprietário de uma fábrica de meias que destacou: "vejo o maior desgosto, da parte dos homens, por qualquer horário ou hábito regular" (Horn, 60).

Making Steel by Skinner
Fabricando aço, por Skinner
Science Museum, London (CC BY-NC-SA)

Parte do problema era que muitos donos de fábricas, em particular, queriam que seus trabalhadores fossem tão eficientes e incansáveis quanto as máquinas que eles operavam. Longas jornadas do anoitecer ao amanhecer e o mínimo de feriados possíveis eram objetivos de muitos empregadores para a sua força de trabalho. Outro problema regular e divisivo era a estratégia de empregadores de cortar os salários de seus trabalhadores sempre que as vendas reduzissem, em vez de fixar um lucro reduzido. Os trabalhadores conheciam muito bem as atitudes predominantes de seus patrões, como dito em 1811 neste lamento por empregados da fiação de algodão de Charles Lacy, de Nottingham: "parece a nós que o dito Charles Lacy foi acionado pelos motivos mais diabólicos, a saber: ganhar riquezas pela miséria de seus semelhantes" (Horn, 64).

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A formação dos sindicatos

As condições precárias de muitos locais de trabalho e a atmosfera de suspeita dos empregadores de que os trabalhadores poderiam sempre fazer mais ajudaram a criar o movimento sindical no final do século XIII. Os sindicatos frequentemente eram extensões das guildas de artesãos que existiam desde a Idade Média, motivo pelo qual muitos dos primeiros sindicatos representavam trabalhadores especializados, como mecânicos e tipógrafos. Os sindicatos buscaram proteger os direitos dos trabalhadores de proprietários inescrupulosos. Uma vez estabelecidos, os sindicatos conseguiam coletar fundos dos membros e ajudar aqueles trabalhadores que ficavam doentes ou lesionados e, portanto, incapazes de trabalhar (e que, por isso, não eram pagos). Os sindicatos também permitiram o poder da barganha coletiva, pelo qual os trabalhadores poderiam aumentar seus salários e melhorar condições de contratos (se de fato tivessem um contrato). Um sindicato poderia também ameaçar um empregador de greve, quando os membros simplesmente se recusavam a trabalhar (mas eram temporariamente pagos pelo sidicato pelas taxas de filiação). Havia então a zona cinza entre colaboração e resistência. Muitos trabalhadores protestavam contra o que viam como práticas injustas trabalhando mais devagar, estratégia difícil para a gerência lidar.

Os sindicatos não cuidavam dos trabalhadores infantis, que eram deixados para enfrentar os desafios da punição corporal, multas, ameaças ou demissão instantânea que tipificavam o trabalho infantil no período. Mesmo para adultos, os sindicatos eram frequentemente incapazes de proteger seus membros. Alguns trabalhadores desistiam completamente e emigravam, especialmente para os Estados Unidos, na esperança de encontrar uma vida de trabalho melhor por lá.

Restrição e Repressão

Muitos donos de empresas não gostavam da ideia de trabalhadores se reunindo para limitar seus lucros. "Os gerentes atacavam essas organizações, quebrando elas sempre e do modo que fosse possível" (Horn, 62). Se um sindicato ou organização de trabalhadores não pudesse ser dissolvida, os empregadores miravam nos indivíduos. Trabalhadores que entrassem para um sindicato eram frequentemente alvos de preconceito e discriminação. A crescente população britânica (de 6 milhões em 1750 a 21 milhões em 1851) significava muita gente aguardando preencher a vaga de um trabalhador demitido por ser excessivamente confrontativo ou militante. Nos anos 1830, muitos empregadores insistiam que um novo contratado assinasse um documento declarando que não era membro de um sindicato.

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The First Industrial Revolution, c. 1760 - 1840
A Primeira Revolução Industrial, c. 1760 - 1840
Simeon Netchev (CC BY-NC-SA)

Os empregadores podiam até mesmo tomar medidas mais drásticas do que demitir um indivíduo na hora. Confrontados por um grupo de funcionários demandantes, os proprietários ameaçavam trazer (e frequentemente traziam) uma força de trabalho completamente nova vinda de um lugar distante, como as Highlands escocesas ou da Irlanda. Ainda, ao passo que a industrialização se tornava mais profundamente entranhada na economia, o trabalhador de uma fábrica não tinha habilidades o suficiente para trabalhar em qualquer lugar que não fosse outra fábrica. No passado, um trabalhador manual de têxteis podia em algum momento poupar e montar seu próprio negócio, mas o abismo entre empregado e empregador já havia se tornado muito grande para que a vasta maioria dos trabalhadores conseguisse passar por essa mudança.

Os capitalistas tinham a lei e as ciências econômicas do seu lado, e tinham também a sociedade, uma vez que o período vitoriano assistiu a um forte apoio público das classes altas e médias para uma "melhora" da classe baixa, fazendo-os trabalhar mais e viverem vidas mais "limpas". Os capitalistas também tinham a maior parte dos políticos do seu lado (muitos eram eles mesmos políticos). O governo sofria o lobby dos proprietários, e então as Leis de Combinação (Combination Acts) baniram os sindicatos ou qualquer tipo de associação coletiva e de atividade por trabalhadores entre 1799 e 1824. Qualquer um que fosse pego quebrando as regras enfrentava três meses na prisão. Em 1823, a Lei de Mestre e Servidor (Master and Servant Act) efetivamente tornou as greves impossíveis, uma vez que tornou-se ofensa criminal descumprir um contrato de trabalho. Somaram-se em torno de 10.000 processos a cada ano até a década de 1870. A Lei de Combinação de Trabalhadores (Combinations of Workmen Act), de 1825, proibiu os operários de agir coletivamente para demandar mudanças em suas horas ou pagamento. O laço da lei havia sido apertado no pescoço do jovem movimento sindical, mas alguns trabalhadores persistiram, como a Associação de Mineiros dos Rios Tyne e Wear (Association of Colliers in the Rivers Tyne and Wear), de 4.000 membros, fundada em 1825.

Mesmo quando não banidos oficialmente, participar de um sindicato geralmente significava correr um grande risco. Em 1833-4, por exemplo, um pequeno número de trabalhadores de uma fazenda em Dorset se reuniu para formar um sindicato. Eles foram presos pelas autoridades sob a dúbia acusação de jurar ilegalmente sobre a Bíblia. Todos foram considerados culpados e levados para a Austrália. De outro lado, o governo tentou impedir a emigração de trabalhadores. Trabalhadores com diversos tipos de habilidades foram proibidos de deixar o Reino Unido até 1824. O front coletivo de leis, empresas e governo pode ser visto na extraordinária decisão de 1811, que tornou a quebra de máquinas (por manifestantes como os luditas, que tinham perdido seus empregos para a mecanização) uma ofensa punível com a pena de morte.

Child Cotton Mill Worker
Criança Trabalhando em Manufatura de Algodão
Lewis Hine (Public Domain)

Apelos por um salário mínimo ou por atrelar de algum modo os salários ao preço dos alimentos eram repetidamente ignorados por sucessivos governos, sendo que as desculpas habituais eram não interferir em um arranjo econômico privado feito por um trabalhador e um empresário (economia laissez-faire), o risco percebido de restringir o crescimento capitalista e a necessidade de que "todos" deveriam apertar os cintos para que a nação pudesse enfrentar desafios, como as Guerras Napoleônicas (1803-15). Apenas em 1871, quando a Lei dos Sindicatos (Trade Union Act) foi expedida, a participação de trabalhadores em sindicatos foi estabelecida como um direito legal, e mesmo assim os sindicatos não poderiam "intimidar", termo sem definição clara, geralmente aplicado desde a qualquer grito até a ações pacíficas, como formar piquetes fora de uma fábrica.

Reformas Trabalhistas no Governo

Finalmente, os governos fizeram o que os sindicatos lutaram para alcançar, e a partir dos anos 1830, a situação para os trabalhadores em fábricas e minas, incluindo crianças, começou a melhorar paulatinamente. Diversos atos do Parlamento foram passados em 1833 para tentar limitar a exploração que os empregadores impunham sobre a força de trabalho e estabelecer padrões mínimos, embora nem sempre conseguissem. A primeira indústria a receber restrições na exploração dos trabalhadores foi a de algodão, mas logo as leis passaram a se aplicar a trabalhadores de todo tipo. As novas regulações incluíam a idade mínima que crianças poderiam trabalhar. A Lei de Fábricas (Factory Act), de 1833, estipulou que crianças não poderiam trabalhar legalmente abaixo dos 9 anos, e não poderiam trabalhar por mais do que 8 horas diárias se tivessem entre 9 e 13 anos, e não mais do que 12 horas diárias se tivessem entre 14 e 18. O mesmo ato proibia as crianças de trabalhar à noite e tornou obrigatório que elas cumprissem ao menos duas horas de educação a cada dia. Havia ainda uma obrigação para os proprietários de construir telas protetivas para máquinas mais perigosas em suas fábricas.

Embora houvesse muitos abusos das novas regulamentações, havia inspetores do governo encarregados de garantir que fossem cumpridas. Esses servidores podiam demandar, por exemplo, certificados de idade para qualquer criança empregada. A Lei de Fábricas (Factory Act) de 1844 limitou a hora de trabalho de homens, mulheres e crianças a 12 horas, máquinas perigosas tinham que ser colocadas em um local separado e regulações sanitárias foram impostas aos contratantes. A Lei de Fàbricas (Factory Act) de 1847 limitou ainda mais a jornada de trabalho, para 10 horas. A Comissão para as Fábricas (Factory Comission) ainda tinha pouquíssimos inspetores para os mais de 4.000 moinhos espalhados pelo Reino Unido, mas as coisas caminhavam na direção correta, e mais Leis de Fábricas (Factory Acts) se seguiram ao longo do século XIX.

O movimento sindical também estava ganhando força. Até os anos 1850, mais trabalhadores habilidosos com melhores salários, como engenheiros e carpinteiros, conseguiam contribuir financeiramente o suficiente (cerca de 5% de seus salários) para que os sindicatos tivessem funcionários dedicados aos seus interesses em tempo integral. Uma crítica a esses sindicatos, mesmo quando muitos do mesmo ramo se juntassem como a Sociedade Amalgamada de Engenheiros (Amalgamated Society of Engineers), de 1851, era que eles melhoravam a situação apenas de suas profissões, e não da força de trabalho mais ampla. Tentou-se uma colaboração intersindical por várias vezes, todas com vida curta. Havia conselhos sindicais compostos por um representante de vários sindicatos, mas apenas em 1868 e com a formação do Congresso Sindical (Trades Union Congress - TUC), uma poderosa federação de sindicatos de ramos totalmente diferentes, que o real poder de barganha dos trabalhadores foi alcançado.

Os sindicatos também fizeram progresso quando adotaram uma abordagem mais amigável aos empregadores, com diálogo e negociação, estratégia geralmente chamada de um Novo Modelo de Sindicalismo (New Model Unionism). Havia ainda, no entanto, muito trabalho a fazer para continuar a proteger os trabalhadores da exploração. É notável que um dos mais duros críticos do capitalismo, Karl Marx (1818-83) baseou muitas de suas visões no que ele havia testemunhado em primeira mão na indústria britânica do século XIX. A batalha entre o trabalho e o capital continuaria acirrada através do século XX e, de muitas maneiras, continua na atualidade.

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Perguntas e respostas

Qual foi o papel dos sindicatos na Revolução Industrial?

O papel dos sindicatos na Revolução Industrial era proteger os trabalhadores da exploração dos empregadores e limitar os abusos, como condições precárias e horas excessivas de trabalho.

O movimento sindical foi bem sucedido na Revolução Industrial?

O movimento sindical lutou muito para ser bem sucedido na Revolução Industrial, por causa da atitude negativa de muitos empregadores e de leis específicas que proibiram os sindicatos em alguns períodos.

Sobre o tradutor

Pedro Lerbach
Pedro Lerbach é tradutor freelance. Estudou ciência política na Universidade de Brasília e fala português, inglês, espanhol e francês.

Sobre o autor

Mark Cartwright
Mark é autor, pesquisador, historiador e editor em tempo integral. Seus principais interesses incluem arte, arquitetura e descobrir as ideias que todas as civilizações compartilham. Ele possui mestrado em Filosofia Política e é diretor editorial da WHE.

Citar este trabalho

Estilo APA

Cartwright, M. (2023, Março 31). Os sindicatos na Revolução Industrial Britânica [Trade Unions in the British Industrial Revolution]. (P. Lerbach, Tradutor). World History Encyclopedia. Obtido de https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2212/os-sindicatos-na-revolucao-industrial-britanica/

Estilo Chicago

Cartwright, Mark. "Os sindicatos na Revolução Industrial Britânica." Traduzido por Pedro Lerbach. World History Encyclopedia. Última modificação Março 31, 2023. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2212/os-sindicatos-na-revolucao-industrial-britanica/.

Estilo MLA

Cartwright, Mark. "Os sindicatos na Revolução Industrial Britânica." Traduzido por Pedro Lerbach. World History Encyclopedia. World History Encyclopedia, 31 Mar 2023. Web. 17 Abr 2024.