Canyon do Chaco

Benjamin Oswald
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Pueblo Bonito, Chaco Canyon (by Chris M Morris, CC BY)
Pueblo Bonito, Canyon do Chaco Chris M Morris (CC BY)

O Canyon do Chaco foi o centro de uma civilização pré-colombiana que floresceu na Bacia de San Juan, no Sudoeste americano, entre o século IX e o século XII. A civilização chacoana representa um período singular na história de um povo antigo, agora referido como "Pueblos Ancestrais", dada a sua relação com os povos indígenas modernos do Sudoeste, cujas vidas se organizam em torno de Pueblos, ou habitações comunais ao estilo de apartamentos.

Os chacoanos construíram obras épicas de arquitetura pública sem precedentes no mundo pré-histórico da América do Norte e que permaneceram inigualáveis em tamanho e complexidade até aos tempos históricos — um feito que exigiu planeamento a longo prazo e uma organização social significativa. O alinhamento preciso destes edifícios com os pontos cardeais e com as posições cíclicas do sol e da lua, juntamente com uma abundância de artigos comerciais exóticos encontrados nestes edifícios, servem como indicação de que Chaco era uma sociedade avançada com profundas ligações espirituais à paisagem circundante.

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O que torna esta fluorescência cultural ainda mais notável é o facto de ter ocorrido no deserto semiárido de alta altitude do Planalto do Colorado, onde a própria sobrevivência constitui uma realização, e que o planeamento e a organização a longo prazo envolvidos foram realizados sem uma língua escrita. Esta ausência de um registo escrito contribui também para uma certa mística em torno de Chaco — com provas limitadas aos objetos e estruturas deixadas para trás, muitas questões tentadoramente significativas sobre a sociedade chacoana permanecem apenas parcialmente respondidas, apesar de décadas de estudo.

O Assentamento Inicial

Por volta de 850 d.C., os chacoanos começaram a construir "grandes casas", estruturas colossais de alvenaria de arenito que utilizavam paredes espessas para suportar múltiplos andares e centenas de divisões.

As primeiras provas de povoamento humano de longa duração no Canyon do Chaco remontam ao século III d.C., com a construção de casas parcialmente subterrâneas conhecidas como pithouses (casas-fosso), estruturas que acabaram por ser agrupadas para formar grandes aldeias. À medida que os habitantes se tornaram cada vez mais integrados, começaram a surgir, no século VIII, edifícios de um só andar com múltiplas divisões entre as aldeias de pithouses. Depois, cerca do ano de 850, começou a ocorrer uma mudança notável na arquitetura chacoana, que a distinguiu de qualquer outra área do Sudoeste. Enquanto a maioria dos edifícios contemporâneos da região continha menos de dez divisões e era construída com postes de madeira e adobe, os chacoanos começaram a construir "grandes casas", colossais estruturas de alvenaria de arenito que utilizavam paredes espessas para suportar múltiplos andares e centenas de divisões. O que motivou uma mudança tão dramática e intensiva em termos de mão-de-obra permanece desconhecido hoje em dia.

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As Grandes Casas

Uma das primeiras e mais magníficas grandes casas construídas dentro das paredes do canyon é referida como Pueblo Bonito, um nome espanhol dado por Carravahal, um guia mexicano que acompanhou um engenheiro topográfico do Exército dos EUA que fazia um levantamento da região em 1849 (os nomes de muitas estruturas, incluindo o próprio canyon, são de origem espanhola ou derivados de transliterações espanholas de nomes atribuídos pelos Navajo, um povo nativo americano cujas terras rodeiam o canyon). Pueblo Bonito foi planeado e construído em fases ao longo de três séculos. Cresceu até incluir quatro ou cinco andares em certas partes, mais de 600 divisões e uma área superior a cerca de 0,8 hectares (dois acres), mantendo sempre o seu traçado original em forma de D.

Sem um registo definitivo, surgiram muitas interpretações sobre o papel que estas estruturas desempenharam. É agora amplamente aceite a probabilidade de as grandes casas terem tido propósitos predominantemente públicos — acomodando fluxos intermitentes de pessoas que visitavam o canyon para participar em cerimónias e no comércio, servindo simultaneamente como locais de reunião pública, centros administrativos, locais de sepultamento e instalações de armazenamento. Com base na presença de divisões habitáveis, é provável que estes complexos também suportassem um número limitado de residentes permanentes, presumivelmente da elite.

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Para além da sua imensidão, as grandes casas partilhavam várias características arquitetónicas que refletiam o seu papel público. Muitas incluíam uma grande praça, fechada por uma linha de divisões de um só andar a sul e blocos de divisões de vários andares a norte, subindo de um único andar na praça até ao andar mais alto na parede posterior. Em Chetro Ketl, outra grande casa monumental dentro do canyon, o elemento da praça torna-se ainda mais impressionante através da sua elevação artificial, a mais de 3,5 metros acima do solo do canyon — um feito que exigiu o transporte de toneladas de terra e rocha sem a ajuda de animais de tração ou veículos com rodas. Incorporadas nas praças e nos blocos de divisões das grandes casas encontravam-se câmaras grandes, redondas e habitualmente subterrâneas conhecidas como kivas. Com base no uso de estruturas semelhantes pelos povos Pueblo modernos, estas salas eram provavelmente espaços comunais utilizados durante cerimónias e reuniões, com uma lareira no centro e acesso à sala feito por uma escada que se estendia através de um orifício de ventilação no teto. As kivas sobredimensionadas, ou "grandes kivas", eram capazes de acomodar centenas de pessoas e, quando não estavam incorporadas num complexo de grande casa, erguiam-se isoladas, formando frequentemente um espaço central para as comunidades circundantes compostas por casas (relativamente) pequenas.

Para suportar as construções de vários andares das grandes casas, que continham divisões com áreas de chão e alturas de teto muito superiores às das habitações pré-existentes, os chacoanos criaram paredes maciças utilizando uma versão da técnica de "núcleo e revestimento". Um núcleo interno de arenito toscamente talhado, mantido unido com argamassa de lama, formava o núcleo ao qual eram fixadas pedras de face mais finas para formar um revestimento. Estas paredes tinham, em alguns casos, quase um metro de espessura na base, estreitando à medida que subiam para reduzir o peso — uma indicação de que os construtores planeavam os andares superiores durante a construção do primeiro. Embora hoje estes revestimentos de estilo mosaico sejam visíveis, contribuindo para a beleza impressionante destes edifícios, os chacoanos aplicavam reboco a muitas paredes interiores e exteriores assim que a construção estava concluída, para proteger a argamassa de lama dos danos causados pela água.

Chetro Ketl, Chaco Canyon
Chetro Ketl, Canyon do Chaco Benjamin Oswald (CC BY-NC-SA)

A construção de estruturas desta dimensão exigiu uma enorme quantidade de três materiais essenciais: arenito, água e madeira. Usando ferramentas de pedra, os chacoanos extraíram, talharam e rebocaram o arenito das paredes do canyon, preferindo, durante a construção inicial, pedra tabular dura e de cor escura encontrada no topo das falésias, transitando, à medida que os estilos mudavam durante construções posteriores, para pedra mais macia e maior, de cor bronzeada, localizada mais abaixo nas falésias. A água, necessária juntamente com areia, silte e argila para criar argamassa de lama e reboco, era escassa e estava disponível principalmente sob a forma de breves e frequentemente torrenciais tempestades de verão. Além de reservatórios naturais de arenito, a água da chuva era capturada em poços e áreas represadas criadas no arroyo (um curso de água intermitente) que esculpiu o canyon, o Chaco Wash, e em charcos para os quais o escoamento era direcionado através de uma série de valas.

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As fontes de madeira, necessária para a construção de telhados e pisos de andares superiores, existiram outrora no canyon, mas desapareceram por volta da altura da fluorescência chacoana devido à seca ou à desflorestação. Como resultado, os chacoanos viajavam a pé 80 quilómetros até florestas de coníferas a sul e a oeste, cortando árvores, descascando-as e deixando-as a secar durante um período prolongado para reduzir o peso, antes de regressarem e transportarem cada uma de volta ao canyon. Esta não era uma tarefa pequena, considerando que o transporte de cada árvore teria exigido uma viagem de vários dias por uma equipa de pessoas e que mais de 200.000 árvores foram utilizadas ao longo dos três séculos de construção e reparação da cerca de uma dúzia de grandes casas e grandes kivas dentro do canyon.

A Paisagem Planeada

Embora o Canyon do Chaco contivesse uma elevada densidade de arquitetura de uma dimensão nunca antes vista na região, o canyon era apenas uma pequena peça localizada no centro de uma vasta área interligada que formava a civilização chacoana. Mais de 200 comunidades com grandes casas e grandes kivas, utilizando o mesmo estilo de alvenaria e design distinto dos localizados dentro do canyon, embora numa escala menor, existiam para lá do canyon. Embora estes locais fossem mais numerosos na Bacia de San Juan, no total abrangiam uma parte do Planalto do Colorado maior do que a área de Inglaterra.

Para ajudar a ligar estes locais ao canyon e entre si, os chacoanos construíram um elaborado sistema de estradas, escavando e nivelando o solo subjacente, em alguns casos adicionando lancis de terra ou alvenaria para suporte. Estas estradas originavam-se habitualmente nas grandes casas dentro e fora do canyon, irradiando para o exterior em secções notavelmente retas. Os chacoanos mantiveram a linearidade destas estradas mesmo quando formas de relevo íngremes, comuns no Sudoeste americano (por exemplo, mesas e buttes), cruzavam o seu caminho, optando em vez disso por construir escadarias ou rampas nas faces das falésias. Dada a grande inconveniência de tal abordagem, juntamente com o facto de muitas estradas não terem destinos aparentes e terem sido construídas com larguras superiores às necessárias para o transporte a pé (muitas tinham 9 metros de largura), é possível que as estradas servissem um propósito primordialmente simbólico ou espiritual, uma espécie de entrada para as grandes casas, guiando peregrinos que viajavam para cerimónias ou outros encontros. Para permitir uma comunicação mais rápida, algumas grandes casas foram colocadas no campo de visão umas das outras e de santuários no topo de mesas próximas, permitindo sinalizar outras casas e regiões distantes através de fogo ou do reflexo da luz solar.

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Fajada Butte, Chaco Canyon
Fajada Butte, Canyon do Chaco Benjamin Oswald (CC BY-NC-SA)

Aumentando ainda mais a estrutura e a interligação do mundo chacoano, existia a prática generalizada de alinhar edifícios e estradas com os pontos cardeais e com as posições do sol e da lua durante momentos cruciais, como solstícios, equinócios e paragens lunares. Por exemplo, a parede frontal e a parede que divide a praça da grande casa Pueblo Bonito estão alinhadas a este-oeste e norte-sul, respetivamente, enquanto o local está situado precisamente a oeste de Chetro Ketl. Casa Rinconada, uma grande kiva de 19 metros de diâmetro localizada no canyon, tem duas portas interiores opostas em forma de T colocadas ao longo de um eixo norte-sul e duas portas exteriores alinhadas a este-oeste, através das quais a luz do sol nascente passa diretamente apenas na manhã de um equinócio (se este último alinhamento existia durante os tempos chacoanos é incerto, devido a trabalhos de restauro realizados na primeira metade do século XX).

Casa Rinconada, Chaco Canyon
Casa Rinconada, Canyon do Chaco Benjamin Oswald (CC BY-NC-SA)

Outros locais parecem ter servido como observatórios, permitindo aos chacoanos marcar a progressão do sol antes de cada solstício e equinócio, informação potencialmente utilizada no planeamento de atividades agrícolas e cerimoniais. Talvez os mais famosos sejam os petróglifos (imagens em rocha criadas por entalhe ou semelhante) do "Adaga de Sol", localizados em Fajada Butte, uma forma de relevo alta e isolada na entrada leste do canyon. No topo, existem dois petróglifos em espiral que eram bissectados ou enquadrados por feixes de luz solar ("adagas") que passavam entre três lajes de rocha em frente às espirais no dia de cada solstício e equinócio. Mais provas da consciência celeste dos chacoanos surgem sob a forma de vários pictógrafos (imagens em rocha criadas por pintura ou semelhante) localizados numa secção da parede do canyon. Um pictógrafo representa uma estrela, potencialmente simbolizando uma supernova ocorrida em 1054, um evento que teria sido suficientemente brilhante para ser visível durante o dia por um período prolongado. A localização próxima de outro pictógrafo de uma lua crescente confere credibilidade a esta teoria, uma vez que a lua estava na sua fase de quarto minguante e aparecia perto da supernova no céu durante o seu período de brilho máximo.

Supernova Pictograph, Chaco Canyon
Pictógrafo da Supernova, Canyon do Chaco Benjamin Oswald (CC BY-NC-SA)

A Agricultura e o Comércio

A uma altitude de aproximadamente dois quilómetros, o inverno no Canyon do Chaco é longo e brutalmente frio, encurtando a estação de crescimento, enquanto os verões são abrasadoramente quentes. As temperaturas oscilam até 27°C num único dia, exigindo tanto lenha para manter o calor durante a noite como água para manter a hidratação durante o dia — algo difícil de gerir com a quase ausência de árvores no canyon e a alternância climática entre seca e excesso de chuva. Apesar desta imprevisibilidade, os chacoanos conseguiram cultivar o triunvirato mesoamericano — milho, e mais tarde feijão e abóbora — utilizando várias técnicas de agricultura de sequeiro, comprovadas pela presença de terrenos em socalcos e sistemas de irrigação. Contudo, dada a escassez de recursos dentro do canyon e arredores, grande parte do que era necessário para a vida quotidiana, incluindo uma certa quantidade de alimento, era importado.

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Pueblo del Arroyo
Pueblo del Arroyo Benjamin Oswald (CC BY-NC-SA)

O comércio regional resultou na importação para o canyon de vasos de cerâmica usados para armazenamento, rocha sedimentar dura e pedra vulcânica usadas para fabricar ferramentas afiadas ou pontas de projéteis, turquesa transformada em ornamentos e incrustações pelos artesãos chacoanos, e perus domesticados cujos ossos eram usados para fazer ferramentas e cujas penas eram usadas para fazer cobertores quentes. À medida que a sociedade chacoana crescia em complexidade e dimensão, atingindo o seu zénite perto do final do século XI, também crescia a extensão da sua rede comercial. Os chacoanos importavam objetos e animais exóticos através de rotas comerciais que se estendiam para oeste em direção ao Golfo da Califórnia e para sul, mais de 1000 quilómetros ao longo da costa do México — conchas marinhas usadas para formar trombetas, sinos de cobre, cacau (o ingrediente principal do chocolate) e araras-vermelhas (papagaios com penas vibrantes vermelhas, amarelas e azuis) mantidas como animais de estimação dentro das paredes das grandes casas.

O Ritual

A presença de cacau fornece provas de uma transferência não apenas de bens tangíveis, mas de ideias da Mesoamérica para o Chaco. O cacau era venerado pela civilização Maia, que o usava para preparar bebidas que eram espumadas ao serem vertidas entre jarros antes de serem consumidas durante rituais reservados à elite. Vestígios de resíduos de cacau foram encontrados em fragmentos de cerâmica no canyon, provavelmente provenientes de jarros cilíndricos altos que se encontravam em conjuntos nas proximidades e que são semelhantes na forma aos utilizados durante os rituais Maias.

É provável que muitos destes artigos comerciais extravagantes, para além do cacau, desempenhassem um papel cerimonial. Foram encontrados predominantemente em grandes casas, em quantidades enormes dentro de despensas e salas funerárias, ao lado de artigos com conotações rituais — cajados e flautas de madeira esculpidos e efígies de animais. Só em Pueblo Bonito, descobriu-se que uma sala continha mais de 50.000 peças de turquesa, outra 4.000 peças de azeviche (uma rocha sedimentar de cor escura) e 14 esqueletos de araras.

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O Abandono

Coleções de dados de anéis de árvores indicam que a construção de grandes casas cessou por volta de 1130, coincidindo com o início de uma seca de 50 anos na Bacia de San Juan. Com a vida no Chaco já sendo marginal durante períodos de pluviosidade média, uma seca prolongada teria pressionado os recursos e desencadeado o declínio da civilização e a migração para fora do canyon e de muitos locais periféricos, o que se concluiu a meio do século XIII. Provas do selamento de portas de grandes casas e a queima de grandes kivas indicam uma possível aceitação espiritual desta mudança de circunstâncias — uma perspetiva tornada mais provável pelo papel integrante que a migração desempenha nas histórias de origem dos povos Pueblo.

Pueblo Bonito, Chaco Canyon
Pueblo Bonito, Canyon do Chaco Benjamin Oswald (CC BY-NC-SA)

Os chacoanos migraram para comunidades circundantes a norte, sul e oeste com ambientes menos marginais, que refletiam a influência chacoana durante este período. Secas prolongadas, que persistiram até ao século XIII, impediram a recriação de um sistema integrado semelhante ao do Chaco e contribuíram para a dispersão dos povos chacoanos por todo o Sudoeste. Os seus descendentes, os povos Pueblo modernos que vivem principalmente nos estados americanos do Arizona e do Novo México, consideram o Chaco como parte da sua terra ancestral — uma ligação afirmada por tradições de história oral transmitidas de geração em geração.

O Legado

Na segunda metade do século XIX, ocorreu um vandalismo significativo no canyon, com visitantes a derrubarem secções de paredes de grandes casas, acedendo a salas e removendo o seu conteúdo. O efeito dos danos tornou-se evidente em escavações e levantamentos arqueológicos que começaram em 1896, o que levou à formação do Monumento Nacional do Canyon do Chaco em 1907, travando o saque desenfreado e permitindo que estudos arqueológicos sistemáticos fossem conduzidos. O monumento foi expandido e renomeado para Parque Histórico Nacional da Cultura Chaco em 1980 e foi inscrito na Lista do Património Mundial da UNESCO em 1987. Os descendentes Pueblo mantêm a sua ligação a uma terra que serve como memória viva do seu passado partilhado, regressando para honrar os espíritos dos seus antepassados.

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Bibliografia

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Estilo APA

Oswald, B. (2026, julho 19). Canyon do Chaco. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17116/canyon-do-chaco/

Estilo Chicago

Oswald, Benjamin. "Canyon do Chaco." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, julho 19, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17116/canyon-do-chaco/.

Estilo MLA

Oswald, Benjamin. "Canyon do Chaco." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 19 jul 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17116/canyon-do-chaco/.

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