Batalha de Passchendaele

O Desvario de Haig na Lama da Flandres
Mark Cartwright
por , traduzido por Filipa Oliveira
publicado em
Translations
Versão Áudio Imprimir PDF

A Batalha de Passchendaele (outubro-novembro de 1917), a etapa final da Terceira Batalha de Ypres, travou-se na Flandres, na Bélgica, durante a Primeira Guerra Mundial (1914-18). O objectivo do comandante aliado neste sector da Frente Ocidental, o Marechal de Campo Haig, consistia em romper o saliente de Ypres e recapturar os portos belgas estratégicos, bem como um entroncamento ferroviário vital para o exército alemão. Após chuvas excepcionalmente fortes e persistentes, o campo de batalha transformou-se num terrível mar de lama e buracos cheios de água, o que reduziu o avanço a apenas alguns quilómetros. As forças britânicas e do Império Britânico sofreram mais de 250.000 baixas sem qualquer ganho estratégico.

Third Battle of Ypres Battlefield
Campo de Batalha da Terceira Batalha de Ypres Frank Hurley - Imperial War Museums (CC BY-NC-SA)

Ypres pela Terceira Vez

A Frente Ocidental da Grande Guerra viu as forças alemãs posicionadas contra os exércitos francês, belga e britânico. Após as frenéticas primeiras seis semanas de guerra, marcadas pelos grandes movimentos de tropas da Batalha das Fronteiras e da Primeira Batalha do Marne, a Frente Ocidental estabilizou-se numa guerra de trincheiras mais ou menos estática. Esta frente estendia-se desde Ypres, perto da costa belga, até à fronteira suíça, a sul. Ocorreram ainda grandes batalhas, muitas das quais envolveram centenas de milhares de baixas de ambos os lados, nomeadamente a Batalha de Verdun (fevereiro-dezembro de 1916) e a Primeira Batalha do Somme (julho-novembro de 1916). Todavia, nenhuma destas batalhas resultou num ganho estratégico significativo para qualquer uma das partes.

Remover Publicidades
Publicidade
Haig sonhava com uma grande e dramática ruptura das linhas alemãs.

A cidade de Ypres, na Bélgica, já fora o cenário de dois grandes confrontos: a Primeira Batalha de Ypres (outubro-novembro de 1914) e a Segunda Batalha de Ypres (abril-maio de 1915). No verão de 1917, os generais voltaram a olhar para o canto superior dos seus mapas de campanha e identificaram, uma vez mais, Ypres como o local onde os exércitos se defrontariam numa tentativa de romper o impasse da Frente Ocidental.

O Plano de Haig para Ypres

O Marechal de Campo Douglas Haig (1861-1928) mantinha-se como o comandante-geral do Exército Britânico em França e na Bélgica, apesar de lhe ter sido imputada a responsabilidade pelo massacre do Somme, onde os britânicos sofreram 432.000 baixas, a metade do total das suas forças. Haig ganhou a pouco invejável alcunha de 'o Talhante do Somme'. Em boa verdade, Haig não diferia muito dos seus contemporâneos. Os generais de ambos os lados foram extremamente lentos a compreender que metralhadores bem entrincheirados podiam aniquilar por completo uma carga de infantaria através da no man's land (terra de ninguém) que separava os sistemas de trincheiras. É igualmente verdade que os superiores políticos de Haig não julgaram conveniente afastá-lo.

Remover Publicidades
Publicidade
Field Marshal Haig
Marechal de Campo Haig Imperial War Museums (CC BY-NC-SA)

Em 1917, Haig continuava a acalentar o sonho de uma ruptura profunda e dramática das linhas alemãs. Haig selecionou Ypres, visto que um avanço neste sector permitiria aos Aliados recuperar os portos estratégicos, capturar o nó ferroviário de Roulers (vital para as linhas de abastecimento alemãs), colocar a base de submarinos de Bruges ao alcance de um ataque e desviar a pressão sobre os exércitos franceses mais a sul, os quais sofriam de um colapso no moral e até de motins na primavera de 1917.

O plano de Haig era que o Segundo e o Quinto Exércitos Britânicos rompessem a saliência de Ypres e capturassem as terras mais altas mais a leste, cruciais para dominar o campo de batalha e permitir um avanço adicional, que poderia então capturar os portos de Ostend e Zeebrugge. Se tudo corresse bem, Haig esperava expulsar por completo o exército alemão da Bélgica e talvez até mesmo vencer a guerra. O primeiro-ministro britânico, David Lloyd George (em funções entre 1916-22), estava profundamente céptico quanto à viabilidade do plano de Haig, dado que os Aliados detinham apenas uma ligeira superioridade numérica sobre o exército alemão na Flandres e uma paridade ao nível da artilharia. O primeiro-ministro era de opinião que se deveria aguardar pela chegada das tropas norte-americanas à Europa antes de lançar uma ofensiva. Crucialmente, o principal conselheiro militar de Lloyd George, o General Sir William Robertson, apoiou o plano de Haig.

Remover Publicidades
Publicidade

Começa a Batalha

A fase de abertura da Terceira Batalha de Ypres teve início a 7 de junho, quando os britânicos avançaram para capturar a cumeada de Messines, um passo crucial antes que qualquer ofensiva de maior envergadura pudesse ser lançada. Embora tenha sido uma operação bem-sucedida, esta alertou o Quarto Exército Alemão de que algo mais vasto estava prestes a começar. As forças alemãs estavam confiantes de que conseguiriam manter a linha de frente principal, uma vez que tinham passado o último ano a transformar as suas posições em verdadeiras fortalezas de abrigos de betão e postos de metralhadoras, posicionados de modo a prestarem apoio mútuo através de fogo cruzado. Os britânicos sabiam-no, mas eles próprios tinham estado ocupados a escavar túneis sob as linhas alemãs e a colocar minas profundas carregadas com 450.000 kg (um milhão de libras) de potentes explosivos. Foram disparadas 3,5 milhões de granadas de artilharia, que incluíam obuses de gás, contra as posições alemãs e, finalmente, as minas foram detonadas – a explosão foi ouvida em Londres, do outro lado do Canal. Neste ataque morreram dez mil soldados alemães. O Segundo Exército Britânico, comandado pelo General Herbert Plumer (1857-1932), avançou então e capturou a cumeada a 14 de junho.

Trench Warfare on WWI's Western Front, 1914-18
Guerra de Trincheiras na Frente Ocidental da Primeira Guerra Mundial, 1914-18 Simeon Netchev (CC BY-NC-ND)

Após o raro e total sucesso da operação na cumeada de Messines, Haig estava agora em condições de preparar a ruptura a partir do saliente; contudo, enquanto este reorganizava a sua estrutura de comando, o movimento seguinte não foi executado durante várias semanas, um atraso que permitiu ao exército alemão reforçar as suas defesas, as quais se tornaram ainda mais fortes do que as de Messines.

As barragens de artilharia destruíram o sistema de drenagem natural, porém frágil, desta região da Flandres.

A 11 de julho, foi lançado um bombardeamento aéreo contra as linhas alemãs e, uma semana depois, teve início a barragem de artilharia, a mais pesada até então vista na guerra, tendo sido disparado, pelo menos, o triplo das granadas utilizadas na Primeira Batalha do Somme. Na verdade, a barragem foi excessiva, uma vez que os projécteis pouco podiam fazer contra as posições alemãs, que se encontravam bem protegidas.

Remover Publicidades
Publicidade

A 31 de julho, a infantaria do Segundo e do Quinto Exércitos britânicos, bem como a do Primeiro Exército francês, tentou avançar; contudo, como era hábito, os defensores revelaram-se difíceis de repelir, tendo os alemães lançado repetidos pequenos contra-ataques utilizando as suas reservas posicionadas em profundidade. A estratégia britânica de uma 'barragem rolante' (creeping barrage), na qual a artilharia mantinha o fogo cada vez mais à frente à medida que a infantaria progredia, era uma boa táctica, pois fornecia uma cortina de protecção aos homens no terreno. Infelizmente para os britânicos, este tipo de barragem móvel exigia tanto céu limpo, para que os observadores em balões e aeronaves pudessem reportar a precisão do tiro de artilharia, como um terreno em boas condições para que a infantaria avançasse a uma velocidade razoável. Nenhuma destas condições se verificava aqui.

Passchendaele Battlefield
Campo de Batalha de Passchendaele W. Rider-Rider - Imperial War Museums (CC BY-NC-SA)

Depois de avançar apenas 3,2km (2 milhas), os Aliados foram impedidos de prosseguir devido às chuvas fortes, o que transformou o terreno, já de si lamacento, num pântano lodoso e sugador. O nível freático encontrava-se muito próximo da superfície de argila e silte, o que significava que a água da chuva não era absorvida, permanecendo à superfície. A barragem de artilharia revolveu a superfície, resulando na destruição do sistema de drenagem natural, porém frágil, desta região da Flandres.

O soldado britânico Charles Carrington descreve o campo de batalha inundado:

Estabelecemo-nos no nosso objetivo num conjunto de crateras de granada e ali permanecemos sentados durante três dias. Ao segundo dia, começou a chover e choveu continuamente, de tal forma que o lamaçal de Passchendaele se estendeu até se tornar um lago. Para começar, estávamos sentados com lama e água até aos joelhos, com uma enorme falta de sono e tendo acabado de passar por este fortíssimo desgaste mental da batalha em si. Depois disto, não houve mais combates. Na verdade, os alemães não nos contra-atacaram naquela altura; no entanto, bombardearam-nos de forma muito científica. E, ao segundo e terceiro dias, ficámos apenas sentados na lama a ser bombardeados de forma muito intensa e sistemática com munições bastante pesadas.

(Imperial War Museums/Museu Imperial da Guerra)

Uma nova ofensiva aliada em direção ao norte, em meados de agosto — a Batalha de Langemarck —, foi ainda menos bem-sucedida do que a ofensiva de julho. Haig redesenhou os planos de batalha, mas o seu objectivo continuou a ser a cumeada a leste de Ypres. De 20 a 25 de setembro, a força aliada, reforçada e com um apoio de artilharia ainda maior, avançou numa frente muito mais estreita do que anteriormente. O dinâmico General Plumer foi encarregado do ataque principal, empregou uma nova táctica de 'conquista e consolidação' (bite and hold), que consistia em realizar pequenos avanços, consolidar posições e lançar um bombardeamento de artilharia pós-batalha para garantir que a fatia de território recém-conquistada (normalmente com apenas 2.750 metros/3.000 jardas de profundidade) não fosse simplesmente retomada pelo contra-ataque inimigo seguinte, como habitualmente acontecia em ofensivas anteriores. Outra das inovações de Plumer consistiu na utilização da infantaria em pequenas equipas, cada uma composta por um homem especializado no manuseio de uma arma específica, tais como granadas de espingarda, metralhadoras e espingardas de precisão. Este confronto foi a Batalha da Cumeada de Menin Road. O apoio aéreo britânico e francês ajudou a repelir os alemães. O tempo mais seco também auxiliou grandemente o avanço. As lições aqui aprendidas beneficiariam os Aliados durante o resto da guerra.

Remover Publicidades
Publicidade
German Trench, WWI
Trincheira Alemã, Primeira Guerra Mundial Bundesarchiv, Bild 136-B0560 / Tellgmann, Oscar (CC BY-SA)

Nos primeiros dias de outubro, a cumeada de Menin e outras duas tinham sido alcançadas, mas, uma vez mais, o tempo voltou-se contra Haig. O Marechal de Campo decidiu prosseguir de qualquer forma, possivelmente contra o conselho dos seus próprios comandantes no terreno e, certamente, equivocado na sua convicção inabalável de que o moral alemão estava prestes a quebrar. O que se seguiu foi o massacre total, primeiro na batalha de Poelcappelle e, depois, na batalha pela conquista da aldeia de Passchendaele

Tomada da Crista de Ypres

A 12 de outubro, teve início o ataque para a conquista da cumeada de Ypres e de Passchendaele. As forças australianas e neozelandesas envolvidas pouco conseguiram avançar contra as defesas alemãs, em parte por terem sido enviadas na direção errada devido a falhas de comunicação. Além disso, o terreno continuava terrivelmente pantanoso e os tanques não conseguiam progredir na lama, tendo cerca de 300 ficado atolados, o mesmo acontecendo com os cavalos e com as peças de artilharia. Os soldados de infantaria afogavam-se se, sobrecarregados com o seu equipamento, se afastassem dos passadiços de madeira, das pranchas ou dos caixotes de mantimentos afundados que tinham sido colocados para criar algum meio de atravessar o lodaçal. William Collins, um maqueiro, descreve o quão mortal a lama podia ser:

Era um pesadelo, porque tudo o que se tinha eram algumas passarelas lado a lado e, em ambos os lados, havia cerca de três metros de lama com a parte superior de um tanque aparecendo aqui e ali. Se caíssemos, seria necessário um trator para nos tirar de lá. Era tão profundo assim — era lama que sugava completamente. Houve casos em que um ou dois homens escorregaram das tábuas e foram necessários dois dos seus companheiros para os puxar para fora gradualmente, centímetro a centímetro, quando conseguiram manter os braços fora e os puxaram, centímetro a centímetro, para fora da lama e os colocaram novamente nas tábuas...

(Idem)

Passchendaele's Ruined Church, 1917
Ruínas da Igreja de Passchendaele, 1917 Imperial War Museums (CC BY-NC-SA)

Durante a batalha, não havia para onde levar os feridos ou os prisioneiros capturados; eram simplesmente deixados em grupos nas crateras de granada. Edwin Vaughan descreve a cena nocturna:

Remover Publicidades
Publicidade

De outras crateras de granada, vindos da escuridão de todos os lados, chegavam os gemidos e os lamentos de homens feridos; lamentos de agonia ténues, longos e soluçantes, e gritos de desespero. Era horrivelmente óbvio que dezenas de homens com ferimentos graves se teriam arrastado, em busca de segurança, para dentro de crateras recentes; e agora a água subia à sua volta e, impotentes para se mexerem, estavam a afogar-se lentamente.

(Keegan, pág. 364)

As unidades de artilharia alemãs bombardearam os atacantes com granadas convencionais e gás mostarda (dicloretilsulfeto). Este gás não era tão letal como os outros tipos utilizados na guerra, mas, ainda assim, era capaz de causar ferimentos graves, destruindo o revestimento das vias respiratórias à volta do nariz e da boca, limitando a visão e causando bolhas grandes e dolorosas na pele. O gás mostarda era particularmente difícil de evitar, dado que formava poças líquidas no solo que permaneciam perigosas durante semanas após as explosões iniciais das granadas.

O tempo melhorou um pouco e, a 26 de outubro, os aliados realizaram outra ofensiva. O terreno continuava tão difícil de atravessar como sempre. As forças britânicas e canadianas que se juntaram à batalha, a oitava e última do que colectivamente se designa por Terceira Batalha de Ypres, lutaram para conseguir avançar, mas, a 30 de outubro, tinham alcançado o topo da cumeada. Os Aliados, especificamente a Primeira e a Quarta Divisões canadiana, finalmente capturaram Passchendaele a 6 de novembro. A conquista foi um pouco ofuscada pelo facto de Passchendaele ter sido totalmente destruída pela barragem de artilharia aliada que deu início à batalha. Uma maior extensão da cumeada de Ypres foi também capturada, mas a parte mais a norte permaneceu em mãos alemãs, tal como o entroncamento ferroviário que Haig tanto desejara conquistar. O exército alemão continuava a controlar o planalto de Gheluvelt, que dominava toda esta área. A operação aliada chegou ao fim a 10 de novembro e, imediatamente, surgiram questões sobre qual teria sido o propósito de tudo aquilo.

Soldier Tending a Grave, Ypres, 1917
Soldado a Cuidar de uma Sepultura, Ypres, 1917 J.W. Brooke - Imperial War Museums (CC BY-NC-SA)

Consequências

A Terceira Batalha de Ypres foi amplamente vista como um fracasso dos Aliados. A rigor, Haig vencera a batalha, mas os ganhos foram mínimos e os custos exorbitantes. As forças britânicas e do Império sofreram, no total, entre 250.000 e 275.000 baixas (incluindo 70.000 mortos) em três meses de combate, sem qualquer ganho estratégico significativo. Os exércitos alemães sofreram cerca de 220.000 baixas. Mais uma vez, Haig foi criticado por desperdiçar homens para obter o ganho limitadíssimo de um saliente com apenas 8 km (5 milhas) de profundidade em território inimigo. Todo este território seria perdido em apenas três dias durante a Ofensiva da Primavera alemã de 1918, altura em que a falta de reservas britânicas, os homens perdidos em Passchendaele, se fez sentir de forma decisiva.

Remover Publicidades
Publicidade

O mito dos 'leões liderados por burros' (sendo os soldados comuns os leões e os generais retratados como burros) será talvez injusto, dado que comandantes como Haig estavam limitados pelas armas ao seu dispor, pelas comunicações chocantemente deficientes da época e pela escassez de oficiais qualificados e de experiência nos seus vastos exércitos de recrutas. Haig não era nem mais nem menos competente do que a maioria dos seus pares de ambos os lados, embora uma crítica seja válida: Haig baseava persistentemente os seus planos de batalha numa avaliação demasiado optimista do que os seus exércitos conseguiriam alcançar no terreno e, com demasiada frequência, prolongava uma batalha — sendo Passchendaele o exemplo primordial — muito depois de ser claro que os objetivos originais já não podiam ser atingidos. Até o principal argumento de Haig, de que a batalha manteve os alemães ocupados e os impediu de lançar uma ofensiva contra os exércitos franceses a sul, assolados por motins, era espúrio, visto que os comandantes alemães estavam, na verdade, a retirar divisões para apoiar os seus debilitados aliados, os austro-húngaros, que combatiam os italianos nos Alpes.

Pelo menos, em Passchendaele, aprenderam-se lições. A experiência duramente conquistada permitiu que, um ano mais tarde, Haig e os comandantes Aliados fossem capazes de utilizar eficazmente armas combinadas (aviação, artilharia, tanques e infantaria) e novas táticas, como a de 'conquista e consolidação' e as unidades de armas especializadas, para infligir à Alemanha uma série de derrotas decisivas que acabariam por trazer a vitória na guerra. Já na reforma, Haig defendeu que a vitória final só fora possível devido às pesadas baixas infligidas ao exército alemão em batalhas como a de Passchendaele.

Remover Publicidades
Publicidade

Sobre o Tradutor

Filipa Oliveira
Tradutora e autora, o gosto pelas letras é infindável – da sua concepção ao jogo de palavras, da sonoridade às inumeráveis possibilidades de expressão.

Sobre o Autor

Mark Cartwright
Mark é Diretor Editorial da WHE e possui mestrado em Filosofia Política pela Universidade de York. Ele é pesquisador em tempo integral, escritor, historiador e editor. Tem grande interesse por arte, arquitetura e por descobrir as ideias compartilhadas por todas as civilizações.

Cite Este Artigo

Estilo APA

Cartwright, M. (2026, março 01). Batalha de Passchendaele: O Desvario de Haig na Lama da Flandres. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2893/batalha-de-passchendaele/

Estilo Chicago

Cartwright, Mark. "Batalha de Passchendaele: O Desvario de Haig na Lama da Flandres." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, março 01, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2893/batalha-de-passchendaele/.

Estilo MLA

Cartwright, Mark. "Batalha de Passchendaele: O Desvario de Haig na Lama da Flandres." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 01 mar 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2893/batalha-de-passchendaele/.

Remover Publicidades