Descoberta e Conquista Europeia do Sri Lanka

James Hancock
por , traduzido por Gabriel Morais Pontes
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A ilha de Sri Lanka (antes conhecida como Ceilão) se tornou um centro da atenção europeia logo após a entrada dos portugueses no Oceano Índico na segunda metade do século XV. Grandes porções da ilha viriam primeiro para as mãos dos portugueses, depois os holandeses e enfim os ingleses. Sri Lanka ficaria sobre controle europeu por quase quatro séculos e meio, até ganhar sua independência da Grã-Bretanha em 1948.

The Town of Colombo
A Cidade de Colombo Johannes Kip (Public Domain)

Sri Lanka Antes da Conquista Europeia

Quando os portugueses começaram sua conquista do Oceano Índico, Sri Lanka era um importante ponto de parada para comerciantes indianos, árabes e chineses, onde se poderia encontrar a melhor canela do mundo, além de joias, pérolas, marfim, elefantes, cascos de tartaruga e tecido. Barcos de todo o mundo oriental vinham para Sri Lanka pelos seus produtos nativos e mercadorias trazidas para lá por outros países.

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SRI LANKA MANTEVE UMA POSIÇÃO ESTRATÉGICA CHAVE NO OCEANO ÍNDICO, ENTRE O ORIENTE E O OCIDENTE.

Sri Lanka manteve uma posição estratégica chave no Oceano Índico, entre o oriente e o ocidente, estando próxima da Índia e ao longo das rotas marítimas que conectavam o Oriente Médio com a Ásia Oriental e a China. Havia inúmeras baías e ancoragens povoando a costa da ilha, que forneciam portos calmos e instalações para navios. No final do século XV, o porto mais importante era Colombo, bastante populado por muçulmanos que se estabeleceram lá para comerciar. Tomé Pires, o cronista português do Oceano Índico no século XV, descreveu a ilha:

A bela ilha de Ceilão... é extensa; deve ter três mil léguas de circunferência, muito mais longa do que tem de largura. É bem populosa; tem várias vilas e grandes casas de oração, com pilares de cobre e com telhados cobertos de chumbo e cobre... Tem toda sorte de pedras preciosas, salvo diamantes, esmeraldas e turquesas... Conta com uma grande abundância de elefantes e marfim; tem canela... Ceilão comercia elefantes, canela, marfim e areca [nozes de palmeira] com toda a Costa do Coromandel e Bengala, e Paliacate, trazendo arroz, sândalo branco, pérolas, tecido e outras mercadorias em troca. Arroz, prata, cobre, um pouco de mercúrio, água de rosas, sândalo branco de madeira e tecidos de Cambaia

(Cortesão, 1944, p. 86).

Descoberta e Conquista Portuguesa

O primeiro europeu a visitar Ceilão foi Lourenço de Almeida (cerca de 1480-1508), filho do primeiro vice-rei da Índia, Francisco de Almeida. Ele topou com Sri Lanka quando ia rumo as Maldivas, vindo de Malaca, procurando navios árabes para saquear e destruir. Lourenço tirou o máximo de sua atracagem acidental e levou uma carga de pimenta. Surpreendentemente, ele não levou muita canela, provavelmente porque os fardos de canela tinham de ser movidos e guardados com cuidado, enquanto a pimenta podia simplesmente ser despejada em todos os espaços disponíveis do navio.

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Quando Almeida chegou ao Sri Lanka em 1505, havia lá três reinos, Cota no sudoeste, governado por Vijayabahu VI (1445-1521), Cândia (Cândi) no oeste, governado por Sēnasammata Vikramabāhu (1469-1511), e Jafanapatão no nordeste, governado por Jayabahu II (1469-1511). O comércio era dominado por uma série de mercadores árabes, indianos, malaios e chineses que transportavam uma grande variedade de cargas, de especiarias a elefantes. O primeiro encontro português foi com Cota cujo rei lhes deu concessões de comércio favoráveis em 1518 e permitiu que construíssem um forte em sua capital em Colombo.

Sri Lanka in 1520
Sri Lanka em 1520 Nishadhi (CC BY-SA)

Em 1521, os três filhos do Rei de Cota mandaram matá-lo, repartiram o reino entre si e começaram a disputar. O mais velho Bhuvanaikabahu VII (reinou de 1521-1551) tomou controle da parte noroeste de Cota; outro Pararajasinghe (reinou em 1521) se tornou o governante de Raigama na região sul do antigo reino; e o terceiro, Mayadunne (reinou de 1521-1581) se tornou rei de Ceitavaca no leste. Bhuvanaikabahu procurou os portugueses para ajudar a manter e construir seu reino, enquanto Mayadunne se aliou com o poderoso samorim muçulmano de Calicute na Índia. Ele se tornou um ardente inimigo dos portugueses e dedicou sua vida para destronar Bhuvanaikabahu e preservar a independência de Ceilão. O outro irmão Pararajasinghe manteve a neutralidade de Raigama.

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Com o tempo, Bhuvanaikabahu se tornou mais e mais dependente dos portugueses para sua defesa e, em 1556, seu herdeiro Dharmapala se converteu do Budismo para o Cristianismo pela ordem Franciscana da Igreja Católica Romana. Quando sua conversão foi anunciada, houve um grande tumulto público e, como resultado, ele teve de confiar ainda mais na proteção portuguesa. Em 1580, os portugueses o convenceram a doar o seu reino a eles e, após sua morte, eles formalmente tomaram posse dele.

AO FINAL DO SÉCULO XVI, OS PORTUGUESES CONTROLAVAM A MAIOR PARTE DA ILHA.

Mayadunne e seu filho herdeiro Rajasinha seguraram os portugueses em terra durante a maioria do século XVI, mas estavam quase indefesos contra o poder marítimo português. Quando Rajasinha morreu sem um claro sucessor em 1593, seu reino se desintegrou e foi absorvido pelos portugueses.

De maioria hindu, Jafanapatão lutou fortemente contra a conversão Católica e, por boa parte do século XVI, a influência dos portugueses se manteve baixa. No entanto, em 1591, sob o apoio de missionários Cristãos, os portugueses invadiram e instalaram um governo títere em Jafanapatão. Em 1619 os portugueses fizeram outra expedição e anexaram completamente o reino.

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Ao final do século XVI, os portugueses controlavam a maior parte da ilha, exceto os Planaltos Centrais e a costa leste do Reino de Cândia, onde agora Vimaladharmasurya I (reinou de 1590-1604) tinha o controle. Os portugueses estavam ansiosos para estabelecer a hegemonia sobre toda a ilha e lutaram muito e arduamente contra ele. Eles sofreram duas derrotas humilhantes na Batalha de Danture em 1594 e na Batalha de Balana em 1602, mas ao cabo puderam expandir seu controle às partes mais baixas dos Planaltos Centrais e aos portos de Triquinimale e Baticaloa na costa leste.

Ceilão Português

Sob controle português, a estrutura administrativa do reino de Cota foi mantida, com os portugueses assumindo os altos cargos, enquanto os cargos locais foram dados à membros da nobreza cingalês leal a eles. O longo e duradouro sistema de tempo de serviço foi mantido e usado para assegurar os produtos tradicionais da terra para o comércio, como a canela, gemas e elefantes. O antigo sistema de castas foi mantido e todas as obrigações devidas ao rei foram transferidas ao estado português. O período de influência portuguese foi marcado por intensa atividade missionária Católica Romana, contando primeiro com Franciscanos e Jesuítas e depois com Dominicanos e Agostinianos. De forma geral, os portugueses ignoraram em grande parte a estrutura antiga dos cingaleses, o que deu em dificuldades generalizadas e hostilidade popular.

Tomada Holandesa

Em 1602, o Almirante Joris van Spilbergen foi o primeiro emissário holandês a entrar em contato com os governantes de Ceilão em Cândia. Spilbergen e o rei Vimaladharmasuriya I se deram bem e desenvolveram relações bem cordiais. O rei viu a chegada dos holandeses como uma ótima oportunidade para ganhar apoio naval contra seus adversários portugueses e Spilbergen fez promessas generosas de apoio militar. O rei ficou tão impressionado com seus visitantes que começou a aprender holandes e Spilbergen deixou um punhado de músicos para entreter o rei.

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Joris van Spilbergen Meets the Rulers of Ceylon
Joris van Spilbergen Encontra os Governantes de Ceilão Unknown Artist (Public Domain)

Alguns meses depois, outro oficial holandês, Sebald de Weert chegou com uma frota de seis navios e uma sólida oferta de apoio. O rei concordou e lançou um ataque conjunto aos portugueses em Baticaloa na costa leste. Durante o ataque, Weert sequestrou quatro navios portugueses, mas libertou os oficiais e tripulação. O rei ficou furioso sobre esta atitude e depois que Weert ofendeu a rainha em um jantar bêbado, ele e todos os 47 holandeses que estavam com ele foram massacrados. Esta fatalidade assustou os holandeses e demoraram outras três décadas antes que eles fizessem outra tentativa série de trabalhar com os locais para expulsar os portugueses do Sri Lanka.

Os holandeses voltaram com força em 1637, depois que o novo Rei Rajasinha II (reinou de 1629-1687) enviou emissários ao encontro do almirante da frota holandesa, Adam Westerwolt, que então estava cercando Goa, na Índia. Depois de dizimar a frota portugueses da região, o vitorioso Westerwolt levou quatro navios e 800 homens e atacou o forte português em Baticaloa, ajudado pelas forças cingalesas. A coalizão conquistou o forte em 18 de maio de 1638 e, ao cabo de cinco dias, Westerwolt assinou um novo tratado com o rei Rajasinha, o Tratado de Cândia de 1638. Sob o tratado, os holandeses iriam fazer guerra aos portugueses e, em troca, teriam o monopólio sobre todo o comércio, salvo elefantes, e quaisquer fortes capturados dos portugueses seriam guarnecidos pelos holandeses às custas do rei.

Devagar e constante, os holandeses e as forças de Cândia expulsaram os portugueses de Sri Lanka. Em maio de 1639, a frota holandesa capturou Triquinimale e, em fevereiro de 1640, os holandeses e os naturais de Cândia se juntaram para capturar Negombo. Em março de 1640 Galle também foi tomada, mas a invasão holandesa teve um fim temporário por uma trégua feita na Europa entre a República Holandesa e a Espanha. Em 1645 as fronteiras dos dois territórios em Ceilão foram demarcadas e Jan Thijssen foi nomeado primeiro governador das regiões holandesas.

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Bird's Eye View of the Fort of Batticaloa
Vista Áerea do Forte de Baticaloa Johannes Janssonius Waasbergen (Public Domain)

Os holandeses retomaram sua guerra aberta aos portugueses em 1656 e enviaram Gerard Pietersz Hulft (1621-1656) ao Sri Lanka com onze navios e 1120 soldados. Os holandeses tomaram o Forte de Kalutara fora de Colombo e depois armaram cerco à cidade. Os portugueses se renderam em 12 de maio de 1656, dando fim a 150 anos de sua presença na cidade. Em 1658, os holandeses avançaram ao norte e capturaram Jafanapatão e Manar, os últimos fortes portugueses na ilha. Ao apoiar aos holandeses, o Rei Rajasinha II terminou aonde havia começado: trocando um ocupante por outro. Ele havia sido enganado pelos holandeses, pensando que teria mais controle quando os portugueses fossem derrotados.

Ceilão Holandês

Um governador holandês, residindo em Colombo, se tornou o chefe executivo, assistido por um concelho de altos funcionários. O país foi dividido em três regiões administrativas: Colombo, Galle e Jaffe. Colombo foi dirigida pelo governador e as outras duas por comandantes holandeses. Para facilitar o comércio, a VOC (Vereenigde Oostindische CompagnieCompanhia das Índias Orientais Holandesa) desenvolveu três grandes sistemas de canais nas partes oeste, sul e leste do país. A canela e bétele foram inicialmente os itens mais importantes de exportação comercial, seguidas por pedras preciosas das minas dos Planaltos Centrais e pérolas do mar. Outras exportações importantes incluiam as outras especiarias do sudoeste, laca, óleo de coco, cordas de fibra de coco e conchas. Elefantes eram um importante produto de exportação para a Índia. Pela metade do século XVIII, duas outras culturas de exportação foram amplamente plantadas: tabaco na península de Jafanapatão e café ao longo da ilha.

Tomada Britânica

Em 1793, a Grã-Bretanha e a República Holandesa foram à guerra contra a República Francesa. Apesar dos máximos esforços do exército holandês e de uma força expedicionária britânica, os holandeses foram derrotados pelos franceses no inverno de 1794-1795 e os franceses transformaram o país num estado cliente, a República Batava. Em resposta, o governo britânico começou a tomar toda a frota Batava para previnir que os franceses tirassem proveito dela e, em 9 de fevereiro, a guerra foi formalmente declarada entre a Grã-Bretanha e a República Batava. Lorde Hobart (1760-1816), Governador de Madras na Índia, foi ordenado pelo governo Britânico à invadir os antigos portos holandeses — agora controlados pelos Batavos — de Ceilão. Ao Coronel James Stuart foi dado o comando do exército que teria suporte das forças navais sob o Contra-Almirante Peter Rainier (1741-1808).

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Peter Rainier
Peter Rainier Arthur William Devis (Public Domain)

Stuart começou a invasão contatando o governador Batavo Johan van Angelbeek (1727-1799) e pendido para que ele entregasse a colônia pacificamente. Ele levou cartas de apoio do líder holandês exilado, Guilherme V de Orange (1748-1806), direcionando a cooperação com as forças britânicas. Van Angelbeek aceitou e permitiu que 300 tropas britânicas desembarcassem no Forte Oostenberg, com vista para Triquinimale. Contudo, o comandante das defeses de lá se recusou a aceitar a rendição, forçando os britânicos a atacar. As forças britânicas lançaram mão de oito canhões longos de 18 libras e vários canhões menores e começaram o bombardeio de Triquinimale. Depois de dois dias, o comandante Batavo se rendeu. A guarnição inteira de 679 tropas foi tomada prisioneira e mais de 100 canhões foram apreendidos pelos britânicos. As baixas britânicas totalizaram 16 mortos e 60 feridos. Com a resistência quebrada, a série de portos Batavos ao longo da costa de Ceilão se rendeu sucessivamente, incluindo Baticaloa em 18 de setembro, Jafanapatão em 27 de setembro, Mullaitivu em 1 de outubro e a ilha de Manar em 5 de outubro.

Em setembro, Rainier designou Alan Gardner para bloquear Colombo, o último território controlado pelos Batavos na ilha. Uma última expedição foi lançada em janeiro, com Stuart novamente no comando, apoiado por Gardner em Heroine e as sloop-de-guerra HMS Rattlesnake, Echo e Swift, assim como cinco embarcações extras das Índias Orientais Britânicas. As forças de Stuart desembarcaram em Negombo, onde o forte holandes já estava abandonado, e marcharam por terra até Colombo, chegando sem oposição em 14 de fevereiro. Foi ordenado que a guarnição se rendesse ou enfrentasse o ataque sangrento e, a 15 de fevereiro, van Angelbeek concordou em capitular. Colombo iria permanecer parte do Império Britânico pelos próximos 153 anos.

EM 1802, CEILÃO SE TORNOU UMA COLÔNIA DA COROA BRITÂNICA E, NO TRATADO DE AMIENS, A SUA POSSE PERMANENTE DE CEILÃO FOI ESTABELECIDA.

Após a derrota dos holandeses, a Grã-Bretanha tomou posse da costa de Ceilão, mas o centro do país ainda era controlado pelo Reino de Cândia. Em 1796, os britânicos pediram ao rei de Cândia que os permitisse substituir os holandeses como protetores de seu reino. Apesar disso, os britânicos logo pensaram que a independência de Cândia ainda traria-lhes problemas. A fronteira teria de ser guardada a muito custo e o comércio com os planaltos seria fortemente dificultado por regulações alfandegárias e insegurança política. Além disso, a comunicação a costa leste e a oeste seria enormemente facilitada se os britânicos pudessem construir suas próprias estradas pelo centro.

A primeira tentativa dos britânicos de capturar totalmente o reino ocorreu em 1803 e terminou em fracasso, porque o rei era popular e a nobreza se uniu sob ele para debantar as forças britânicas. Apesar disso, uma nova janela de oportunidade se abriu quando dissensões crescentes dentro do reino cresceram com o passar do tempo. Usando o suporte dos chefes de Cândia, que estavam descontentes com o rei, as forças britânicas foram bem-sucedidas na tomada do reino em 1815.

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Ceilão Britânico

Em 1802, Ceilão se tornou uma colônia da coroa britânica e, no Tratado de Amiens com a França, a sua posse permanente de Ceilão foi estabelecida. Enquanto o monarca britânico era considerado o chefe de estado, na prática a colônia era dirigida por um Governador colonial, que agia sob instruções do governo britânico em Londres. Sob os britânicos, restrições sobre a posse europeia de terras foram levantadas e a atividade missionária cristã se tornou intensa. A agricultura foi fortemente encorajada e a produção de canela, pimenta, cana-de-açúcar, algodão e café floresceu.

The Supreme Court of Judicature on the Island of Ceylon
O Supremo Tribunal de Justiça da Ilha de Ceilão Unknown Artist (Public Domain)

Na metade do século XIX, o café se tornou o centro do desenvolvimento econômico de Ceilão e os britânicos abriram espaço para as novas plantações de café removendo o que era quase uma impenetrável floresta tropical nos planaltos de Cândia. Eles continuaram este avanço ao longo da década de 1880 até que todos os planaltos do Ceilão central estivessem completamente desnudados e com cultivos de café. Nos anos 1870, as plantações de café foram destruidas por uma praga foliar e foram replantadas com chá, assim como borracha e coco. Eram necessários tantos trabalhadores nas plantações que trabalhadores contratados foram trazidos do sul da Índia em grande número.

Independência do Sri Lanka

Os britânicos iriam governar Ceilão até 1948 quando o país teve sua independência. O movimento para a independência foi um processo longo e tortuoso, que começou na virada do século XIX, empurrado pelo nacionalismo de uma crescente classe média educada nos padrões britânicos, e a insatisfação comunitária a respeito da representação. A constituição do país passou por diversas lentas e dolorosas revisões que gradualmente aumentaram a representação eletiva de diferentes segmentos da sociedade do Sri Lanka e diminuiram o poder do executivo britânico. Em 1947, o Ato de Independência do Ceilão conferiu estatuto dominante para a colônia, por onde Ceilão foi reconhecida como uma entidade autônoma, aliada à coroa Britânica. Em 1972, o país se tornou uma república dentro da Commonwealth e seu nome mudou para Sri Lanka.

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Perguntas & Respostas

Quando os europeus descobriram Sri Lanka?

O primeiro europeu a visitar Ceilão foi Lourenço de Almeida (c. 1480-1508), filho do vice-rei da Índia, Francesco de Almeida.

Qual país europeu colonizou o Sri Lanka?

O Sri Lanka foi colonizado primeiro pelos portugueses, depois os holandeses e finalmente os britânicos antes de se tornar independente em 1947.

Bibliografia

A Enciclopédia da História Mundial é uma Associada da Amazon e recebe uma contribuição na venda de livros elígiveis

Sobre o Tradutor

Gabriel Morais Pontes
Gabriel M. Pontes é um Católico tradicional, escritor e tradutor, com experiência com companhias internacionais em várias línguas. Nascido no Brasil, amante de história, Gabriel é bem-entendido em História da Igreja e secular, da Antiguidade à Segunda Guerra. IHS!

Sobre o Autor

James Hancock
James F. Hancock é um escritor freelancer e professor emérito da Michigan State University. Possui especial interesse na pesquisa da evolução da cultura agrícola e história do comércio. Seus livros incluem "Spices, Scents and Silk" (CABI) e "Plantation Crops" (Routledge).

Cite Este Artigo

Estilo APA

Hancock, J. (2025, novembro 03). Descoberta e Conquista Europeia do Sri Lanka. (G. M. Pontes, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2064/descoberta-e-conquista-europeia-do-sri-lanka/

Estilo Chicago

Hancock, James. "Descoberta e Conquista Europeia do Sri Lanka." Traduzido por Gabriel Morais Pontes. World History Encyclopedia, novembro 03, 2025. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2064/descoberta-e-conquista-europeia-do-sri-lanka/.

Estilo MLA

Hancock, James. "Descoberta e Conquista Europeia do Sri Lanka." Traduzido por Gabriel Morais Pontes. World History Encyclopedia, 03 nov 2025, https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2064/descoberta-e-conquista-europeia-do-sri-lanka/.

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