As Dez Grandes Estupas Mundiais

Joshua J. Mark
por , traduzido por Filipa Oliveira
publicado em
Translations
Versão Áudio Imprimir PDF

Uma estupa é um relicário que contém os restos mortais (relíquias) de um indivíduo associado a um grande poder espiritual e discernimento, na maioria das vezes (desde o século III a.C.) com Buda (cerca de 563 - cerca de 483 a.C.). A forma, uma hemisfério encimada por uma torre e rodeada por um portão e uma pasagem, teve origem na Índia durante o reinado do rei Ashoka, o Grande (268-232 a.C.) do Império Máuria. Antes da época de Buda, as estupas estavam associadas a ascetas, santos ou professores do hinduísmo, mas Buda solicitou que, quando morresse, as suas cinzas fossem enterradas numa estupa localizada numa encruzilhada. Os seus seguidores, em vez disso, dividiram os seus restos mortais e construíram oito (ou dez) estupas em vários locais da Índia, correspondentes a acontecimentos importantes na vida do Buda.

Quando Ashoka se converteu ao budismo pouco depois de 260 a.C., mandou retirar os restos mortais do Buda destas estupas e decretou que fossem construídas mas milhares de estupas por todo o império (84.000 delas, segundo a lenda), cada uma contendo uma pequena quantidade das relíquias sagradas. Uma estupa — pelo menos aquela associada ao budismo — deve abrigar alguma relíquia associada a Buda (ou à pessoa a quem é dedicada) para que seja energizada espiritualmente. A visão de Ashoka era encher o império com a energia de Buda, que então influenciaria e elevaria a vida do seu povo.

Remover publicidades
Publicidade
Sanchi Stupa
Estupa de Sanchi Elleen Delhi (CC BY-NC-SA)

Como parte da sua iniciativa de divulgar o pensamento budista, enviou missionários a outros países, que levaram consigo o conceito da estupa e, presumivelmente, alguma relíquia de Buda para consagrar a estrutura. O primeiro país a abraçar a nova fé foi o Sri Lanka, mas o budismo espalhou-se também pela China, Coreia, Japão, Tailândia e por toda a Ásia Meridional. Com o tempo, construiram-se estupas nestas regiões e, nos últimos 100 anos, também em nações ocidentais. Atualmente, existem milhares de estupas por todo o mundo (não se sabe exatamente quantas), que servem não apenas como locais sagrados de culto e meditação, mas também são consideradas emissoras de energias positivas que ajudam a elevar a vida daqueles que as visitam e, por extensão, de todos aqueles com quem os visitantes interagem.

Uma estupa pode assumir a famosa forma de um monte hemisférico sobre uma base isolada ou estar associada a um complexo de templos com torres, um mosteiro, um centro de aprendizagem, um centro de retiro religioso ou uma comunidade religiosa, além de assumir outras formas. As estupas foram construídas em todos os tamanhos e com todos os tipos de materiais diferentes (até mesmo gelo, em Ladakh, Índia), mas a única constante é a energia espiritual profunda e os benefícios positivos que os budistas, e outros, relatam ter experimentado ao visitá-las.

Remover publicidades
Publicidade

A seguir estão dez das estupas mais conhecidas ou interessantes do mundo:

  • Estupa de Sanchi - Índia
  • Ruwanwelisaya – Sri Lanka
  • Estupa Boudhanath - Nepal
  • Estupa Swayambhunath – Nepal
  • Borobudur – Java
  • As Cento e Oito Estupas – China
  • Pagode Kyaiktiyo – (Estupa da Rocha Dourada) – Mianmar
  • Estupa de Benalmadena - Espanha
  • A Grande Estupa de Dharmakaya, que Liberta ao Ser Vista – EUA
  • A Grande Estupa da Compaixão Universal – Austrália

Existem muitas outras que também deveriam ser incluídas numa lista de grandes estupas, especialmente estruturas bonitas e modestas, como a Estupa Shanti de Leh Ladakh, mas o tempo e o espaço não permitem a sua inclusão aqui.

Estupa de Sanchi

a construção da Grande Estupa em Sanchi foi decretada e supervisionada por Ashoka, o Grande, é a estupa mais antiga da Índia, e possivelmente do mundo.

A estupa mais antiga da Índia, e possivelmente do mundo, a construção da Grande Estupa em Sanchi foi decretada e supervisionada por Ashoka, o Grande. Tem 17 metros (54 pés) de altura e 37 metros (120 pés) de largura, com uma flecha (yashti) no topo da cúpula (conhecida como anda) cercada por uma grade (harmika). A base da cúpula é circundada por um caminho que os visitantes e peregrinos utilizam numa circunvolução ritual no sentido do relógio em redor da estupa, enquanto recitam orações e mantras. Tal como acontece com todas as estupas, os visitantes andam no sentido do relógio em seu redor para simbolicamente traçar o caminho do sol, dador de vida, que sustenta a ordem natural; mover-se no sentido anti-horário ao redor da estupa é resistir às energias positivas da vida, mudança e transformação.

Remover publicidades
Publicidade

A estupa é cercada por um muro com quatro portões (toranas) correspondentes aos pontos cardeais e aos quatro eventos centrais da vida de Buda (nascimento, iluminação, primeiro sermão, morte/nirvana). Os portões são altamente ornamentados com várias figuras que sugerem a vida de Buda (embora não apareça em forma física), bem como divindades locais. A estupa faz parte de um complexo maior de outras estupas, templos e edifícios. Foi seriamente danificada (ou parcialmente destruída, de acordo com alguns relatos) pelo primeiro monarca do Império Shunga (que sucedeu o Império Maúria), Pushyamitra Shunga (reinou 185 - cerca de 149 a.C.), que ressentia a fama de Ashoka e rejeitava o budismo. Quaisquer danos causados à estupa foram reparados pelo filho de Shunga, Agnimitra (reinou 149-141 a.C.), que também renovou a estrutura. Esteve abandonada durante algum momento e esquecida até o século XIX, quando foi redescoberta e escavada; a restauração começou no início do século XX. Continua a ser um dos locais de peregrinação e atrações turísticas mais populares da Índia.

Sanchi Stupa Gate
Portão da Estupa Sanchi Andrea Kirkby (CC BY-NC)

Ruwanwelisaya

A estupa Ruwanwelisaya é o santuário budista mais famoso do Sri Lanka e um dos mais venerados do mundo, pois contém a maior quantidade de relíquias de Buda e, por isso, acredita-se que tenha uma significativa energia espiritual. Tem 103 metros (338 pés) de altura e 290 metros (951 pés) de largura na base, tornanda-a um dos maiores e mais altos monumentos religiosos do mundo. A estupa foi consagrada por volta de 140 a.C. pelo rei Dutugemunu (reinou 161-137 a.C.), que, entre outros feitos, é lembrado pelos seus extensos projetos de construção. A estupa original foi construída para abrigar a relíquia sagrada da tigela de esmolas de Buda e começou com uma fundação de pedra britada que foi achatada no solo por elefantes usando botas de couro para proteger os pés e incentivar a uniformidade das pedras; os elefantes são, portanto, homenageados no local por meio de estátuas. A estupa fica no centro de um pátio quadrado murado com quatro portões e com quatro estupas menores em cada canto. A estrutura original de Dutugemunu foi renovada e ampliada ao longo dos séculos, como parte dos cuidados e atenção regulares dados às estupas em geral.

Ruwanwelisaya Stupa
Estupa de Ruwanwelisaya Arian Zwegers (CC BY)

Estupa de Boudhanath

A grande estupa de Boudhanath, em Catmandu, é uma das maiores do Nepal e um importante local de peregrinação, além de atração turística. A sua história é vaga, pois as suas origens são claramente mitológicas e diferentes tradições atribuem a sua data de construção e consagração a diferentes épocas e circunstâncias muito diferentes. Acredita-se que tenha sido construída no final do século VI por um rei do reino nepalês de Licchavi e que tenha sido ampliada e expandida posteriormente, provavelmente no século XIV; recebeu maior atenção desde que refugiados tibetanos encontraram um lar na área e é deles que provêm as diferentes histórias do local. A estupa tem 36 metros (118 pés) de altura e 100 metros (328 pés) de circunferência. Tal como todas as estupas, a sua arquitetura é simbolicamente significativa, pois a base, a cúpula, a harmika, a flecha e o pináculo representam os cinco elementos e toda a composição é um microcosmo do universo. A estrutura foi danificada num terramoto em 2015 e restaurada a um custo superior a 2 000 000 de dólares americanos. É frequentemente retratada em imagens sobre o tema devido à sua dramática flecha com os grandes olhos de Buda pintados, voltados para as quatro direções.

Remover publicidades
Publicidade
Boudhanath Stupa, Nepal
Estupa de Boudhanath, Nepal Jorge Láscar (CC BY)

Estupa de Swayambhunath

A Estupa de Swayambhunath em Catmandu (também conhecida como Svayambhunath, Swoyambhu) também tem origens mitológicas, como sugere o nome, que significa «auto-criada». Segundo a lenda, uma flor de lótus cresceu na superfície de um grande lago que foi misticamente drenado pelo bodhisattva Manjushri; o vale que era o leito do lago tornou-se então uma terra fértil para a agricultura, e a flor de lótus transformou-se na estupa. Assim que a estupa se desdobrou, quatro seres de energias brilhantes e positivas passaram a residir nela e, ainda, continuam a viver, ajudando a manter a Terra em equilíbrio e harmonia. O local é frequentemente referido como o «Templo dos Macacos» devido à colónia de macacos que vivem em redor, que se acredita serem descendentes dos macacos que se transformaram a partir dos piolhos de Manjushri. O tema da transformação é, claramente, um aspeto importante desta estupa: transformação, mudança, aceitação e movimento com o fluxo natural da existência são aspectos essenciais de todas as estupas, mas Swayambhunath enfatiza este conceito de forma mais direta do que muitas outras.

Swayambhunath Stupa
Estupa de Swayambhunath Jorge Láscar (CC BY)

Historicamente, foi provavelmente construída no século V num local já consagrado a Buda por Ashoka, o Grande, no século III a.C., e posteriormente ampliada e expandida. Ergue-se duma colina que se acredita ter sido o monte místico que Manjushri estava a construir (ou a ampliar) quando drenou o lago. A estupa tem 40 metros (131 pés) de altura e 100 metros (328 pés) de circunferência, com 365 degraus que conduzem à entrada. O local é sagrado tanto para budistas como para hindus, que participam em rituais ali realizados. Foi danificada no mesmo terramoto de 2015 que atingiu Boudhanath e também foi reparada com uma despesa significativa, que foi suportada pelas comunidades budistas e hindus de todo o mundo.

Borobudur

Borobudur é o maior templo budista do mundo e o monumento mais famoso da Java Central, na Indonésia. A estrutura tem a forma de uma pirâmide escalonada com 72 pequenas estupas no nível superior, mas é ela própria uma enorme estupa, altamente ornamentada com milhares de relevos e estátuas, incluindo 504 estátuas de Buda. A construção ocorreu nos séculos VIII e IX, mas não há registos sobre a sua fundação ou consagração. A estupa tem 29 metros (95 pés) de altura e cobre uma área de 2770 metros quadrados (29,910 pés quadrados). Borobudur foi um importante local de peregrinação desde a sua conclusão até ao século XV, quando foi abandonado por razões desconhecidas. Foi redescoberto no século XIX e escavado no início do século XX. Hoje é um local classificado como Património Mundial pela UNESCO.

Remover publicidades
Publicidade
Borobudur Temple
Templo de Borobudur Gilbert Sopakuwa (CC BY-ND)

As Cento e Oito Estupas

O monumento das Cento e Oito Estupas (também conhecido como as 108 Pagodes) é outro impressionante monumento budista e um importante local de peregrinação/turismo em Ningxia, China. A construção começou durante o período do Reino Xia Ocidental (Império Tangute) (1038-1227), continuando posteriormente, com acréscimos feitos em diferentes épocas pelos estados sucessores. A estrutura tem 31 metros (104 pés) de altura e 54 metros (177 pés) na base, elevando-se 12 níveis da base ao topo e apresentando 108 estupas. O número 108 é sagrado no budismo (e também no hinduísmo), pois representa vários aspetos da condição humana, mas principalmente a totalidade. O local nunca foi abandonado, mas ficou em mau estado e foi renovado e remodelado na década de 1980, quando começou a ser promovido como atração turística.

108 Stupas
Estupas 108 Hayden Opie (CC BY-NC-ND)

Pagode Kyaiktiyo

O Pagode Kyaiktiyo (também conhecida como Estupa da Rocha Dourada) é um das mais incomuns do mundo. É uma estupa de 7,3 metros (24 pés) de altura construída sobre uma rocha de 7 metros (25 pés) de altura e 15 metros (50 pés) de circunferência, na beira de um penhasco a 1.100 metros (3,600 pés) acima do nível do mar, nas montanhas Yoma Orientais, em Mianmar. A estupa foi construída em 574 a.C., mas as origens são obscurecidas pela lenda. De acordo com o relato tradicional, um eremita carregava um único fio de cabelo de Buda, que mantinha na sua própria cabeça, e procurava um local para construir uma estupa quando encontrou a rocha na beira do penhasco que lhe parecia semelhante à sua cabeça. Esta lenda dá ao local o seu nome na língua mon, que se traduz como «carregar na cabeça do eremita». Diz-se que o cabelo de Buda, que foi colocado debaixo da rocha, é a única razão pela qual a pedra e a estupa permanecem no lugar. Tal como as outras estupas, é um destino turístico e de peregrinação popular, mas as mulheres não podem aproximar-se da rocha ou da escadaria que conduz à estupa, embora possam vê-la e prestar homenagem a uma curta distância do passeio e do complexo que rodeia o local. O ouro do local é reaplicado por monjes e peregrinos do sexo masculino como um ato devocional.

Kyaiktiyo Pagoda
Pagode Kyaiktiyo Jason Eppink (CC BY)

Estupa de Benalmadena

A Estupa de Benalmadena, na Andaluzia, Espanha, é a estupa mais alta da Europa, com 33 metros (108 pés) de altura. Consagrada em 2003, a estupa é única, pois, ao contrário da maioria das estupas, cujo interior é fechado e contém relíquias, esta está aberta ao público para meditação e oração. A localização também é particularmente interessante, pois fica perto da famosa zona balnear de Benalmadena, um destino turístico muito popular; e enfatiza a integração dos princípios budistas na vida e nas atividades diárias das pessoas. O espaço sagrado da estupa não contrasta com a vida secular dos 'resorts', mas acolhe a todos num local inclusivo de reflexão, regeneração e renovação.

Remover publicidades
Publicidade
Benalmadena Stupa
Estupa de Benalmadena Mike Finn (CC BY)

Grande Estupa de Dharmakaya que Liberta ao Ver

Esta estupa é a mais alta da América do Norte, com a mesma altura da Estupa de Benalmadena, 33 metros (108 pés), localizada no Shambhala Mountain Center, em Red Feather Lakes, Colorado, EUA. O seu propósito também reflete o da Estupa de Benalmadena como símbolo e farol da paz mundial. Foi encomendada em 1988, após a morte do mestre budista Chogyam Trungpa Rinpoche, fundador do centro, cujos restos mortais estão enterrados na base e nas paredes, juntamente com relíquias de Buda e outros objetos sagrados. Foi consagrada em 2001, tem três níveis e é cercada por 13 torres, simbolizando os 13 níveis de iluminação. Assim como a de Benalmadena, é uma estupa aberta com um centro de meditação no interior, cujo ponto focal é uma estátua dourada de Buda.

Great Stupa of Dharmakaya
Grande Estupra de Dharmakaya Jessica Ryan (CC BY-NC-ND)

A Grande Estupa da Compaixão Universal

A Grande Estupa da Compaixão Universal foi concebida como uma réplica exata da Grande Estupa de Gyantse (conhecida como Kumbum) em Gyantse, Tibete, consagrada em 1497. Tal como a estrutura original, a grande stupa em Victoria (Bendigo), Austrália, foi projetada para refletir o cosmos budista, servindo também como um centro de retiro e símbolo da paz mundial, compaixão e compreensão. Tem 50 metros (164 pés) de altura e 15,24 metros quadrados (164 pés quadrados) na base, tornando-a a maior estupa do mundo ocidental. A estupa foi consagrada em 2020 e abriga uma estátua única de Buda, esculpida a partir de uma única peça de jade, com 2,5 metros (8 pés) de altura e pesando 4 toneladas. Tal como as duas últimas estupas mencionadas, o interior desta estrutura também está aberto ao público e os visitantes são convidados a meditar e a refletir na presença da estátua de Buda em jade, que se acredita ter poderes curativos devido à natureza da pedra e ao propósito altruísta ao qual o jade foi dedicado.

Conclusão

Como mencionado, existem muitas outras estupas notáveis em todo o mundo que merecem ser mencionadas, entre elas a Estupa Phra Pathommachedi, na Tailândia, considerada a estupa mais alta do mundo, com 120 metros (393 pés). A sua construção começou em 193 a.C. e continuou em uso até o século XVI, quando foi abandonada e esquecida. A estupa atual data do século XIX, quando o local foi redescoberto e a estupa foi restaurada e renovada, ganhando maior altura e largura.

Remover publicidades
Publicidade

Uma estupa mais modesta está localizada no Amitabha Stupa and Peace Park (Parque da Estupa Amitaba e da Paz), em Sedona, Arizona, consagrada em 2004, e há muitas outras, de tamanhos e graus de grandiosidade variados, que podem ser encontradas em países com ou sem uma grande comunidade ou afiliação budista. Em Ladakh, Índia, a forma da estupa tem sido utilizada desde 2013 para criar estupas de gelo (glaciares artificiais) que derretem lentamente na primavera e fornecem água às aldeias abaixo.

As estupas de gelo são a expressão mais clara do objetivo da estrutura de elevar e ajudar as pessoas nas suas vidas diárias. O simbolismo e a energia espiritual da estupa transcendem as barreiras religiosas ou culturais e convidam qualquer pessoa, de qualquer fé, a visitá-la e a renovar-se através de uma reflexão profunda, que pode então inspirar ações diretas na transformação da sua vida e da comunidade em geral.

Remover publicidades
Publicidade

Sobre o Tradutor

Filipa Oliveira
Jornalista brasileiro que vive no Rio de Janeiro. Seus principais interesses são a República Romana e os povos da Mesoamérica, entre outros temas.

Sobre o Autor

Joshua J. Mark
Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.

Cite Este Artigo

Estilo APA

Mark, J. J. (2025, novembro 09). As Dez Grandes Estupas Mundiais. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1594/as-dez-grandes-estupas-mundiais/

Estilo Chicago

Mark, Joshua J.. "As Dez Grandes Estupas Mundiais." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, novembro 09, 2025. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1594/as-dez-grandes-estupas-mundiais/.

Estilo MLA

Mark, Joshua J.. "As Dez Grandes Estupas Mundiais." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 09 nov 2025, https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1594/as-dez-grandes-estupas-mundiais/.

Remover publicidades