O Museu do Jade (em espanhol: Museo del Jade y de la Cultura Precolombina) em San José, Costa Rica, abriga a maior coleção do mundo de jade antigo das Américas. Com quase 7.000 peças no seu acervo, os artefatos do Museu do Jade refletem a criatividade e as crenças dos povos indígenas da Costa Rica, bem como as suas ricas trocas económicas e culturais com as civilizações da Mesoamérica. Nesta entrevista exclusiva em inglês, James Blake Wiener, da World History Encyclopedia, conversa com a curadora Virginia Novoa Espinoza sobre a magnífica coleção do museu e a arte dos povos pré-colombianos da Costa Rica.
JBW: Dra. Virginia Novoa Espinoza, obrigado por falar comigo em nome da World History Encyclopedia (WHE). Quando muitas pessoas ouvem falar de jade — uma pedra semipreciosa verde —, pensam na China ou na Coreia, em vez da América Central.
No entanto, o jade era encontrado por toda a América Central nos tempos antigos e era muito apreciado pelos povos indígenas da Costa Rica. O que nos pode dizer sobre o significado simbólico, o uso social e a função do jade nas atividades cerimoniais da Costa Rica antiga?
VNE: Para os povos pré-colombianos da Mesoamérica e desta parte da América Central, o jade estava relacionado à fertilidade, à água e ao poder; talvez cativasse as pessoas no passado por ser um mineral raro, difícil de encontrar nos seus territórios, pela sua dureza, brilho, variedade de tons de verde, entre outras características importantes.
Como tal, o jade era usado para esculpir não apenas adornos corporais — pingentes, contas, brincos e argolas de nariz —, mas também para criar símbolos característicos do seu sistema de crenças. Na Costa Rica, estava ligado ao animismo, um princípio básico do xamanismo, que atribuía uma alma aos elementos naturais ou a objetos de uso diário e aos diferentes tipos de animais. Figuras detes animais em jade ou outros materiais não eram consideradas uma simples representação; ao carregar os objetos, carregava-se a ferocidade, a agilidade e o silêncio do animal recriado, para proteger e mediar entre as pessoas e o mundo espiritual.
Entre 500 a.C. e 800 d.C., ocorreram mudanças sociais significativas ligadas ao estilo de vida cada vez mais sedentário e aos desenvolvimentos agrícolas, resultando num aumento gradual da população, na formação de comunidades dispersas com artesãos especializados que trabalhavam com diferentes materiais; um processo que marcou o início das sociedades hierárquicas, o surgimento de funções como chefes, líderes espirituais, agricultores, entre outros membros que formavam o grupo social.
O jade, com o seu simbolismo implícito, era um marcador de prestígio entre estes personagens importantes e sas uas famílias; da mesma forma, a função social sempre foi como um talismã, o mediador entre o povo e o mundo espiritual ou submundo. Assim, era usado durante as cerimónias e festividades relacionadas aos ritos funerários, às práticas de cura e aos eventos agrícolas, ou como oferendas funerárias.
JBW: O Museu do Jade exibe aproximadamente 2.500 objetos de jade. Como o jade chegou ao que hoje é a Costa Rica nos tempos antigos e como os povos indígenas criaram peças de arte tão requintadas?
VNE: A quantidade significativa de objetos de jade pré-colombianos no museu dá-nos uma ideia da escala de produção na atual Costa Rica entre 500 a.C. e 800 d.C. É claro que o intervalo de tempo é amplo, mas tais quantidades de jade ainda não foram relatadas para o resto dos países da América Central. Na minha opinião, isso indica que os colonos pré-colombianos da Costa Rica tinham artesãos especializados em esculpir rochas e minerais; quando se familiarizaram com o jade como matéria-prima, ficaram cativos e tornou-se uma pedra importante ao nível social e ideológico atribuído por outros grupos culturais.
O que é chamado de jade provém de rochas metamórficas compostas pelo mineral jadeíta nefrita, cuja principal fonte é relatada no vale do rio Motagua, na Guatemala, o que torna o jade único; os geólogos não identificaram nenhuma fonte deste material na Costa Rica, dada a recente formação geológica do país. O que sugere uma troca tecnológica, uma transferência de conhecimento, que ocorreu seguindo diferentes rotas de reciprocidade, de sul para norte ou vice-versa. Isto permitiu a troca de conhecimentos sobre a arte lapidária (escultura em jade) com as civilizações olmeca e maia e artefatos acabados nessas áreas, como atestam alguns jades de produção mesoamericana encontrados em contextos arqueológicos da Costa Rica, que podem ser observados na coleção do museu. Na minha opinião, o fenómeno do jade foi um factor importante na dinâmica social e nos movimentos populacionais por toda a América.
É evidente que há mais a investigar sobre a rota do jade a partir da fonte primária, seguindo diferentes pontos de recolha possivelmente próximos ao Golfo do México, Soconusco no México, em Copán ou no Golfo de Honduras, Chalchuapa em El Salvador, entre outros pontos, de onde a matéria-prima poderia ter sido transportada por terra ou mar até chegar a esta parte da América Central. O jade concentrou-se particularmente em duas regiões da Costa Rica: a zona norte e nas Caraíbas Centrais, e por isso alguns pesquisadores as mencionam como possíveis locais de oficinas.
A civilização olmeca foi a primeira a esculpir jade e, mais tarde, os maias seguiram o exemplo, sendo ambos centros lapidários notáveis. No entanto, desde os tempos pré-colombianos, o trabalho com jade também atingiu um nível significativo na Costa Rica, com estilos locais retratando as crenças indígenas. Outro elemento a considerar é a grande quantidade de objetos encontrados em contextos arqueológicos.
Uma das características do jade é a dureza, que requer grande habilidade e ferramentas como cordas de couro, madeiras, brocas de jade ou quartzo e areias abrasivas (principalmente com conteúdo de quartzo), bem como uma fonte de água perto da oficina. Sem entrar em muitos detalhes, algumas técnicas consistiam em perfurar os blocos com uma broca de ponta de jade (taladro de balance), depois unir os orifícios com corda e formar a forma desejada usando areias abrasivas e água. Muitas das figuras têm orifícios bicônicos para pendurá-las, pois o objeto era perfurado em ambos os lados. O brilho do jade é característico, translúcido; o acabamento final ou brilho era obtido esfregando a peça com couro, madeira, areias abrasivas e cera de abelha. As formas predominantes são machados, geralmente decorados com figuras humanas ou animais esculpidos na parte superior do cabo, e adornos corporais, brincos, argolas de nariz e colares, entre outros.
JBW: Embora o Museu do Jade tenha sido fundado em 1977 por Marco Fidel Tristán Castro, a colecção está actualmente alojada numa nova estrutura de cinco andares, inaugurada em 2014. Enfatizando a singularidade do acervo do museu, os arquitetos costarriquenhos procuraram evocar uma conexão entre a arquitectura do edifício e a forma do próprio jade.
Como é que o museu escolheu organizar a imensa coleção de jade?
VNE: O Museu do Jade faz parte da entidade semiautónoma da Costa Rica, o Instituto Nacional de Seguros (INS); ele é o guardião da colecção de 7.000 objetos arqueológicos, incluindo 240 peças etnográficas e 360 obras de arte contemporânea. Levamos muito a sério o nosso papel de proteger o património cultural do país.
O museu foi criado como uma colecção arqueológica em 1977, no 11.º andar do edifício principal do INS. A exposição foi transferida em 2006 para o piso térreo do INS e, em 2014, para o atual edifício do Museu do Jade e da Cultura Pré-colombiana. O projeto arquitetónico do edifício foi proposto pelo arquitecto Diego Van Der Laat; a aparência evoca um bloco de jade cortado ao meio, através do qual a luz entra e é distribuída pelos cinco andares da exposição. Da mesma forma, os visitantes são recebidos no átrio por um bloco de jade (não lapidado) trazido do Vale do Rio Motagua, como uma experiência sensorial em relação à textura e cor da matéria-prima.
Fui responsável pela curadoria desta exposição permanente, com a responsabilidade de avaliar todo o património arqueológico, que consiste não apenas em peças de jade, mas também em outros materiais. Decidi planear uma proposta temática explicativa; não é linear ou cronológica, mas os objetos conduzem-nos a uma narrativa particular através da história antiga da Costa Rica, com o objetivo de destacar aspectos da identidade cultural, organização social e diversidade humana no mundo pré-colombiano. A proposta científica da exposição permanente desenvolve 16 temas e 51 subtemas, abordando diferentes aspectos sociais, culturais e tecnológicos das sociedades pré-colombianas, com os objetos dispostos museograficamente em quatro salas de acordo com cada tema.
O museu possui uma das melhores coleções de jade pré-colombiano da América, o que levou ao tema conceitual principal, o trabalho com jade, o seu simbolismo e os aspectos relacionados ao poder social e espiritual e o seu contexto. São desenvolvidas outras áreas temáticas em torno de diversos temas sociais, económicos, políticos e ideológicos distribuídos em diferentes salas com nomes sugestivos como "jade", "dia", "noite" e "memória ancestral".
JBW: O Museu do Jade também contém milhares de objetos inestimáveis feitos de pedra, ouro, concha e osso, além de cerâmicas, enxadas, esculturas cerimoniais em pedra e outros espécimes ricamente decorados que datam de cerca de 500 a.C. a cerca de 800 d.C.
VNE: A colecção arqueológica sob a custódia do Museu do Jade é composta por objetos em diferentes materiais, como jade, pedra, madeira, osso, concha e resinas. Eles foram feitos para as necessidades diárias e ideológicas dos habitantes deste território durante o período pré-colombiano. A variedade de formas e acabamentos das peças permite-nos inferir que tinham múltiplas funções dentro da comunidade, mas os objetos também ajudam os pesquisadores a interpretar os aspectos gerais das mudanças sociais, cronologia e tecnologia.
A colecção de objetos está em bom estado de conservação; outras características servem como base de dados de apoio para análises comparativas, utilizadas por pesquisadores nacionais e estrangeiros, ou estudantes de diferentes áreas, como arqueologia e arte, entre outras. A nível internacional, algumas das peças relevantes do museu em jade, cerâmica e pedra foram exibidas em diferentes exposições temporárias na América do Norte, México e Espanha. Na área dos trabalhos em pedra, destacam-se os metates cerimoniais, pois foram esculpidos sob o prato usando alto e baixo-relevo, retratando cenas de transformação e o seu mundo espiritual. A colecção possui objectos de diferentes regiões e períodos arqueológicos, mas mais importante do que as datas, a exposição mostra os seres humanos por trás dos artefactos, os seus objetos do quotidiano.
JBW: As cerâmicas da Península de Nicoya, na Costa Rica, situada na costa do Pacífico, são muito interessantes, pois parecem refletir as trocas culturais e económicas com a antiga Mesoamérica. Poderia contar-nos mais sobre as cerâmicas e as trocas entre os povos nativos da Mesoamérica e o que é a atual Costa Rica antes da chegada dos espanhóis no século XVI?
VNE: Sim, neste setor do Pacífico Norte da Costa Rica está o que é culturalmente conhecido como a "Grande Região Arqueológica de Nicoya", onde ocorreram importantes mudanças sociais, particularmente a partir do ano de 800. A decoração das cerâmicas evoluiu do uso de bicromia (duas cores) para policromia, com estilos misturados que utilizavam motivos mesoamericanos (Tlaloc, Serpente Alada, Tezcatlipoca, Ehécatl, Cruz kan, figura humana sentada com cocar, entre outros) e elementos locais. Antes de entrar neste assunto, deve-se observar que, de acordo com os estudos linguísticos, os primeiros colonizadores do que hoje é o território da Costa Rica eram parentes dos grupos Chibcha da América do Sul.
Alguns pesquisadores acreditam que vários factores contribuíram para a chegada dos mesoamericanos à Grande Nicoya; eu diria que foram as pressões políticas e o colapso ocorrido no sul do México por volta de 800 que forçaram alguns grupos (Chorotegas e Nicaraos) a migrar para outros lugares que conheciam por meio de intercâmbios e comércio, neste caso para as costas do Pacífico da Costa Rica, onde se estabeleceram, trazendo a sua própria cultura. Os cronistas espanhóis identificaram e descreveram os grupos mesoamericanos no século XVI; poucos documentos mencionam os colonos originais: Corobicíes, Ramas, Votos. Enfatizo que havia sincretismo no território que hoje é a Costa Rica, refletido não apenas na elaboração de cerâmicas policromáticas, mas também nas práticas funerárias, nos assentamentos e na fisionomia das pessoas.
JBW: Outro tesouro do Museu do Jade e um dos mistérios arqueológicos duradouros da Costa Rica são as misteriosas esferas de pedra (em espanhol: Las Bolas de Costa Rica). O Museu do Jade tem três delas em exposição na sua colecção permanente. De onde vêm, quando foram feitas e o que sabemos sobre elas?
VNE: As esferas de pedra são artefactos pré-colombianos icónicos; foram produzidas a partir de cerca de 300 a.C. no Pacífico Sul da Costa Rica, o que os arqueólogos chamam de sub-região de Diquís. Elas foram feitas de rochas ígneas e sedimentares; o tamanho varia entre 15 cm e 2,5 m de diâmetro. A técnica de escultura para este tipo de objeto exigia acesso a uma pedreira com gabro, granodioritos e calcário, a fim de encontrar o bloco apropriado e moldá-lo com martelos de pedra, cinzéis e areia.
Acho que o mistério é revelado quando voltamos nosso olhar para os artesãos especializados em esculpir pedra, que possuíam o conhecimento ancestral de modelar qualquer tipo de material; vemos isso noutros artefactos de jade da Costa Rica, metates cerimoniais decorados, que se destacam ao nível americano pelos seus motivos e decorações. As esferas eram usadas como marcos em áreas públicas, em contextos funerários e também como símbolos de posição social. Em alguns casos, estão alinhadas em locais de arquitectura complexa. Gostaria de mencionar aqui que, em junho de 2014, quatro assentamentos com esferas de pedra pré-colombianas de Diquís foram declarados Património Mundial pela UNESCO.
JBW: Entre todos os artefatos do Museu do Jade, quais têm um significado especial para si e por quê? Além disso, os visitantes do museu costumam comentar frequentemente sobre algum artefato em particular?
VNE: Como curadora, tenho estado bastante próxima de toda a colecção, escolhendo as peças para cada tema. Pela minha formação como arqueóloga, diria que cada uma destas peças tem sua peculiaridade; elas não deixam de me fascinar pela maestria da técnica aplicada em todos os tipos de indústria (jade, ouro, osso, concha, pedra, entre outros materiais), alcançando figuras realistas com estilizações, com uma síntese impressionante e também o ingrediente ideológico que acrescentaram a cada objeto.
É evidente que as peças de jade feitas na Costa Rica se destacam pelo seu estilo local. Se eu tiver que escolher, vou optar pelo pingente de jade com duas cabeças de pássaro, que representa a dualidade e, na verdade, é daí que veio o logotipo do museu. A figura de jade evoca a associação com a posição do abutre (pássaro necrófago) posicionado com as asas abertas como se estivesse secando a plumagem, conferindo-lhe até mesmo uma imagem mística, passando de um pássaro cruzando o ar para um que, embora posicionado, ainda tem as asas estendidas. A figura nesta posição com duas cabeças, materializada em jade como um elemento de poder, simboliza uma relação dual (dois fenómenos naturais ou psicológicos), a ave de rapina que, sendo necrófaga, pode estar relacionada com a vida e a morte, guiando as almas para a vida após a morte (psicopompo).
Os visitantes sempre demonstram curiosidade pelos diversos objetos expostos nas diferentes salas; entre os que mais atraem estão os machados esculpidos em jade, colares, esferas, barris, metates suspensos, a figura feminina de cerâmica com pintura corporal, o poste ritual feito de rocha vulcânica, os cachimbos e inaladores de cerâmica, os vasos policromáticos e os incensários com tampa.
JBW: Todos os anos, a Costa Rica é visitada por mais de 2 milhões de turistas estrangeiros, que vêm explorar os parques nacionais, florestas tropicais, vulcões e praias do país. Nas suas próprias palavras, por que é que eles também deveriam visitar o Museu do Jade em San José?
VNE: A Costa Rica tem o privilégio de possuir 6% da biodiversidade mundial, expressa nos diferentes ecossistemas (floresta tropical, floresta nublada, floresta seca, extensas cadeias de montanhas vulcânicas, pântanos, charnecas; até mesmo uma ilha vulcânica), algo que turistas de diferentes partes do mundo podem apreciar em primeira mão. Estas maravilhas da natureza também proporcionaram aos seres humanos no passado espaço para estabelecerem os seus lares e meios de subsistência (alimentos, água, matérias-primas); a sua constante interação e observação da flora e da fauna deram origem a mitos e crenças para explicar aspectos sobrenaturais.
Estas crenças são expressas em animais e frutas retratados de forma realista ou estilizada em diferentes materiais, como forma de recriar o ambiente natural. Se um turista visitar os diferentes ecossistemas e tiver a sorte de ver, por exemplo, a diversidade da fauna no seu estado natural, terá um ponto de comparação, ao visitar o Museu de Jade, para admirar como os artesãos retrataram muitas espécies de pássaros, répteis, peixes, tartarugas, entre outros animais, nestes objetos. Quando visita um museu em qualquer lugar do mundo, é a síntese feita pelo aprendizado dos diferentes grupos culturais que formam e consolidam a identidade dos actuais habitantes daquele país que permite compreender os seus hábitos, fisionomia e memória ancestral. Portanto, os turistas não devem apenas visitar a praia e os vulcões, mas também aprender sobre a história do povo; para isso, tem o Museu do Jade em San José, Costa Rica.
JBW: Muito obrigado pelo seu tempo e consideração, Dra. Virginia Novoa Espinoza! Gostei muito de aprender sobre o Museu do Jade e espero visitar a Costa Rica em breve.
VNE: O prazerfoi meu. Esperamos que o James e os seus leitores possam visitar a Costa Rica e aproveitar um passeio pelas salas de exposição arqueológica do Museu do Jade.
Virginia Novoa Espinoza obteve o grau de bacharel em Antropologia pela Universidade da Costa Rica, onde se formou com honras como Licenciada em Arqueologia (Universidade da Costa Rica). Posteriormente, obteve o grau de mestre em Antropologia também na Universidade da Costa Rica. Ela é curadora de arqueologia do Museu do Jade desde 2003 e tem experiência na preparação de roteiros científicos, apoiando textos museográficos e educacionais. Anteriormente, foi responsável pela gestão da colecção arqueológica do museu de 2004 a 2014. De 2003 a 2016, leccionou cursos de arqueologia na Escola de Antropologia da Universidade da Costa Rica. Participou em conferências e ações de formação direcionadas a diversos públicos — desde guias intérpretes a alunos do ensino básico e secundário, professores e público em geral — focadas em temáticas arqueológicas. Com um vasto currículo de publicações em jornais, revistas e livros, Virginia Novoa Espinoza tem também coordenado diversos workshops e desenvolve atividade como consultora no domínio da arqueologia.

