Batalha de Verdun

A Batalha Mais Longa da Primeira Guerra Mundial
Mark Cartwright
por , traduzido por Filipa Oliveira
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Quando o alto comando alemão decidiu implementar uma estratégia de atrito (ou desgaste) para debilitar metodicamente o exército francês em plena Primeira Guerra Mundial (1914-18), o resultado foi a Batalha de Verdun. O conflito, porém, escapou a qualquer controlo, infligindo a ambos os beligerantes perdas muito superiores ao que alguma vez poderiam ter antecipado. Desesperados por manter o prestigiado complexo fortificado de Verdun, os franceses implementaram um sistema de rotatividade de divisões na sua defesa, o que levou a que 75% do exército nacional combatesse nesta gigantesca contenda. Sendo a mais longa da Grande Guerra e uma das mais sangrentas, a Batalha de Verdun (fevereiro a dezembro de 1916) resultou, tal como tantos outros confrontos deste período, em centenas de milhares de baixas sem que daí adviessem ganhos estratégicos significativos para qualquer dos lados. A resistência francesa prevaleceu, deixando a Alemanha num estado de tal exaustão, tanto em recursos humanos como em material bélico, que esta se viu incapacitada de lançar outra ofensiva de grande envergadura até 1918.

French Defence of Verdun
A Defesa Francesa de Verdun French Official Photographer (CC BY-NC-SA)

Fortaleza de Verdun: Ataque e Desgaste

O alto comando alemão acalentava a esperança de que um ataque sustentado à prestigiada praça-forte de Verdun, situada nas colinas a norte de Verdun-sur-Meuse, no nordeste de França, pudesse «sangrar a França até ao extermínio» (Bruce, pág. 389). O raciocínio estratégico baseava-se na premissa de que os generais franceses jamais capitulariam em Verdun, dado que a sua perda representaria um golpe devastador no moral militar e civil do país. A ofensiva alemã, desencadeada num ponto específico da vasta Frente Ocidental, foi meticulosamente planeada para se prolongar no tempo, atraindo de forma contínua as reservas francesas até que o volume de baixas fosse de tal ordem que a população civil se revoltasse, exigindo o fim das hostilidades. É alvo de intenso debate entre os historiadores se o alto comando alemão pretendia, efetivamente, capturar o complexo fortificado ou apenas utilizá-lo como isco. A chave para o sucesso germânico residia em infligir ao inimigo perdas substancialmente superiores às sofridas pelas suas próprias forças, de modo a que o exército atacante exaurisse o defensor. Até então, todos os grandes confrontos da Primeira Guerra Mundial tinham favorecido a postura defensiva; contudo, esta realidade incómoda foi deliberadamente negligenciada quando o alto comando convenceu o Kaiser Guilherme II a autorizar a operação.

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O plano de ataque a Verdun recebeu o nome de código 'Operação Julgamento'.

Coube ao Segundo Exército Francês a missão de defender Verdun a todo o custo. A tarefa era difícil: a praça-forte situava-se num saliente, numa curvatura do rio Meuse, o que permitia ao inimigo fustigá-la por três frentes distintas. A fortaleza constituía, na realidade, um complexo sistema de anéis concêntricos de fortificações que se protegiam mutuamente; contudo, todas elas permaneciam vulneráveis ao devastador fogo da artilharia pesada. Acresce que os franceses dispunham de linhas de comunicação e de abastecimento extremamente precárias em direção a Verdun, ao passo que os alemães beneficiavam de uma infraestrutura ferroviária que se estendia até apenas 19 km (12 milhas) da cidade.

Outro fator adverso para a defesa residia no facto de o alto comando francês ter passado a nutrir sérias dúvidas quanto à eficácia das fortificações permanentes. Esta descrença surgiu após a queda de várias praças-fortes no início do conflito, quando a artilharia pesada alemã as reduziu a escombros. Em consequência, a maioria das peças de artilharia pesada de Verdun já tinha sido removida para ser utilizada noutros sectores como artilharia de campanha. Ademais, a curvatura do rio Meuse tornara-se uma das zonas mais calmas da Frente Ocidental; por conseguinte, em fevereiro de 1916, o complexo fortificado era guarnecido apenas por um punhado de divisões francesas.

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O aspecto favorável aos franceses residia na circunstância de as fortificações continuarem a ser estruturas de extrema dificuldade de intrusão. Muitas destas praças-fortes situavam-se em terrenos elevados e tinham sido alvo de reforços estruturais em 1885 e, mais recentemente, dotadas de betão armado e blindagens pesadas. Os sistemas de trincheiras, estabelecidos entre as diversas fortalezas e na sua periferia, foram igualmente objeto de melhorias substanciais quando a concentração de tropas alemãs indiciou que este seria, quase certamente, o palco do próximo grande embate na Frente Ocidental. A questão fulcral, contudo, era: seria o exército francês capaz de se reorganizar com a celeridade necessária para mobilizar efetivos e material bélico suficientes para garantir a defesa do setor assim que a ofensiva fosse desencadeada?

Fort Douaumont
Forte de Douaumont Photographisches Bild- und Film-Amt (Public Domain)

O Ataque Alemão

O plano de ofensiva recebeu o nome de código 'Operação Julgamento' (Unternehmen Gericht). A batalha teve o seu início a 21 de fevereiro e prolongar-se-ia por dez exaustivos meses. O prelúdio do drama foi gigantesco: as unidades de artilharia alemãs receberam reforços constantes durante os meses de janeiro e fevereiro, resultando no posicionamento de mais de 540 peças de artilharia pesada e 660 canhões ligeiros contra as linhas inimigas. Um bombardeamento de artilharia fustigou as defesas francesas de forma ininterrupta durante 21 horas; a cada hora, eram disparados, em média, 2.400 projécteis. Foi o bombardeamento mais intenso alguma vez registado na história da guerra até àquela data.

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As unidades de infantaria do Quinto Exército Alemão, compostas por cerca de um milhão de homens, avançaram então ao longo de uma frente de 13 km (8 milhas) que acompanhava o curso do rio Mosa. Os atacantes introduziram uma nova e terrível arma no campo de batalha: o lança-chamas. Inicialmente, a ofensiva progrediu com sucesso, avançando 5,6 km (3,5 milhas) — uma distância considerável, dado o carácter tipicamente estático da Frente Ocidental. Os comandantes franceses, confrontados com a escassez de munições e de mantimentos, viram-se obrigados a reagrupar as suas enfraquecidas forças. A retirada estratégica para sul implicou o abandono da planície de Woëvre ao inimigo. Contudo, o golpe mais severo, sobretudo em termos de prestígio, foi a perda do Forte Douaumont, a 25 de fevereiro.

A magnitude do avanço alemão e o êxito inicial da sua ofensiva colocavam a própria cidade de Verdun, fundamental para toda a batalha, sob uma ameaça iminente. Perante este cenário crítico, o Marechal Joseph Joffre(1852-1931), comandante-chefe do exército francês, tomou medidas drásticas ao nomear o General Philippe Pétain (1856-1951) como o novo comandante do sector da frente. Embora os sistemas de trincheiras francesas tivessem já sido neutralizados em grande parte, Pétain recebeu ordens categóricas para manter a defesa de Verdun a todo o custo. Isto ocorria apesar de, do ponto de vista tático, ser teoricamente preferível recuar para o terreno florestal adjacente, cujas características naturais favoreceriam uma postura defensiva atrás do saliente. Pétain revelou-se uma escolha acertada: era um comandante que, embora pragmático quanto às perdas operacionais, fora sempre um fervoroso defensor da primazia da defesa sobre a ofensiva. Se existia um general capaz de salvar a França naquele momento, esse homem era Pétain.

Abandoned French Guns, Verdun, 1916
Peças de Artilharia Francesas Abandonadas, Verdun, 1916 Unknown Photographer (Public Domain)

A Resposta Francesa

Pétain agiu com celeridade, reorganizando as tropas e assumindo o comando pessoal das unidades de artilharia vitais, assegurando que estas passassem a focar-se exclusivamente no fogo de concentração. Além disso, o general reposicionou as peças de artilharia pesada de modo a que, à medida que os alemães progrediam, o seu flanco ficasse cada vez mais vulnerável ao fogo francês. As falhas logísticas tinham prejudicado severamente os franceses desde o eclodir da batalha, uma vez que os abastecimentos e reforços dependiam de uma única estrada secundária. A situação estabilizou significativamente com a organização de uma coluna ininterrupta de camiões de transporte, que ligava a frente de combate à cidade de Bar-le-Duc, situada a cerca de 64-80 km (40-50 milhas) na retaguarda. Inicialmente, a frota contava com 3.500 veículos, número que ascenderia eventualmente aos 12.000. Qualquer veículo que sofresse uma avaria era sumariamente empurrado para as bermas e abandonado, enquanto as equipas especializadas na manutenção da via trabalhavam incessantemente para garantir a fluidez do tráfego. O sucesso desta operação foi tal que, durante o mês de junho, registava-se a passagem de um camião a cada 14 segundos. Esta artéria vital ficaria carinhosamente consagrada, após a guerra, como a Via Sagrada (Voie Sacrée). Apesar de fustigada pela artilharia alemã, esta estrada permitiu um incremento colossal no fornecimento de recursos aos defensores exaustos, viabilizando o sistema de rotatividade das tropas num cenário onde a intensidade dos combates consumia rapidamente os homens.

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No final de março, o exército alemão estava a apenas 4,8 km (3 milhas) de Verdun.

No início de março, a ofensiva alemã estagnou, uma vez que a movimentação da artilharia pesada foi severamente comprometida pela lama. O alto comando alemão subestimara drasticamente a dotação de armamento e munições necessária para debilitar, de forma eficaz, o adversário. O exército francês, recompondo-se do choque inicial e recuperando a sua plena capacidade operacional, estava agora em condições de desencadear as suas próprias contra-ofensivas de âmbito limitado. Esta resistência obrigou os comandantes alemães a estenderem as suas linhas, focando-se sobretudo na tentativa de aniquilar a artilharia francesa posicionada na margem oeste do rio Meuse. Num momento crucial, os franceses lograram manter o controlo da colina Le Mort-Homme (O Homem Morto). Contudo, a ameaça às fortificações de Verdun permanecia latente e, no final de março, as forças alemãs encontravam-se a meros 4,8 km (3 milhas) da cidade. Os combates prosseguiram com avanços e recuos constantes ao longo de uma primavera brutal e terrivelmente chuvosa; a aldeia de Vaux, por exemplo, mudou de mãos nada menos que treze vezes no decorrer da contenda.

A Batalha Prolonga-se

Embora Verdun não tivesse sido capturada, o desígnio alemão de exaurir as forças inimigas estava, efetivamente, a produzir resultados. Na segunda semana de abril, o exército alemão desencadeou uma nova ofensiva no sector oeste; contudo, os êxitos territoriais obtidos na fase inicial não puderam ser replicados. Os combates perderam a mobilidade, transmutando-se numa forma morosa de guerra de trincheiras.

Map of the Battle of Verdun
Mapa da Batalha de Verdun Gdr (CC BY-SA)

No final de maio, com a melhoria das condições meteorológicas e do estado do terreno, a colina de Le Mort-Homme foi finalmente capturada. Seguiu-se-lhe a queda do Forte de Vaux, na segunda semana de junho — embora a guarnição francesa, que defendeu a posição com invulgar vigor, apenas tenha capitulado após o esgotamento total da reserva de água. Em finais de junho, as forças germânicas investiram sobre os fortes estratégicos de Souville e Tavannes. Em 22 de junho, os atacantes introduziram o letal gás fosgénio, infligindo baixas severas às fileiras francesas; contudo, os defensores lograram manter-se firmes nas suas posições. Em meados de julho, o exército alemão encontrava-se num estado de exaustão e Verdun deixara de estar sob ameaça direta. O cenário estava delineado para o início da contra-ofensiva francesa.

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Ambos os lados sofreram tremendas perdas, contudo, a natureza dos combates continuava a favorecer quem assumia uma postura defensiva. As barragens de artilharia, tal como se comprovara noutros teatros de operações, revelaram-se insuficientes para aniquilar defensores devidamente entrincheirados, impossibilitando um avanço facilitado da infantaria. Assim que o bombardeamento cessava, os defensores emergiam dos abrigos subterrâneos e recorriam às metralhadoras para dizimar as vagas de infantaria que se seguiam. Outro factor determinante foi a estratégia francesa de rotatividade das tropas (o sistema de noria), que permitiu a mobilização sucessiva de 42 divisões na defesa do sector. Em contrapartida, os alemães não implementaram esta rotatividade, sujeitando as mesmas 30 divisões a um combate ininterrupto, sem qualquer oportunidade de repouso

Até mesmo a própria terra contava uma história de destruição persistente nesta batalha poderosa:

A forma da paisagem foi alterada permanentemente, as florestas foram reduzidas a lascas, as aldeias desapareceram, a superfície do solo ficou tão marcada pelas explosões que os buracos dos projéteis se sobrepunham uns aos outros... para ambos os exércitos, Verdun tornou-se um lugar de terror e morte que não poderia render vitória.

(Keegan, pág. 285)

Trench Warfare on WWI's Western Front, 1914-18
Guerra de Trincheiras na Frente Ocidental da Primeira Guerra Mundial, 1914-18 Simeon Netchev (CC BY-NC-ND)

A Fase Final

À medida que o verão dava lugar ao outono, ambos os lados efectuaram mudanças no comando: o comandante alemão do ataque, o general Erich von Falkenhayn (1861-1922), foi substituído como chefe do estado-maior pela dupla formada pelo general Erich Ludendorff (1865-1937) e pelo general Paul von Hindenburg (1847-1934).

No lado francês, o General Robert Nivelle (1856-1924) assumira já o comando durante a fase derradeira da Batalha de Verdun, enquanto Pétain fora promovido ao comando do Grupo de Exércitos do Centro. Foi Nivelle quem instigou a aplicação da inovadora "barragem rolante" (ou barragem rastejante) — uma tática que consistia em utilizar a artilharia para criar uma cortina de fogo móvel, que progredia em perfeita sincronia com o avanço da infantaria. Esta técnica revelou-se um sucesso, permitindo a recaptura dos fortes de Douaumont e de Vaux no final de outubro. Os franceses beneficiaram igualmente de um período de relativa acalmia, quando a intensidade dos combates esmoreceu, bem como dos reforços significativos.

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As forças alemãs continuaram a sofrer baixas pesadíssimas e insustentáveis. A Batalha de Verdun foi, inquestionavelmente, uma guerra de atrito, contudo, acabou por exaurir as capacidades de longo prazo dos atacantes de forma muito mais severa do que as dos defensores. No início de dezembro, as forças francesas protagonizaram um novo avanço e, em meados do mês, a captura de 11.000 soldados alemães selou, de forma definitiva, o fim das hostilidades no sector. Ao todo, o exército alemão sofreu 330.000 baixas (das quais 143.000 foram mortos), enquanto as perdas francesas ascenderam a cerca de 351.000 (incluindo 150.000 mortos). Raros foram os confrontos na Grande Guerra que atingiram tamanha magnitude de mortos e feridos. A cidade de Verdun foi reduzida a escombros, mas a praça-forte permaneceu inexpugnável. A Alemanha consumiu material bélico a um ritmo prodigioso; a título de exemplo, foram disparados cerca de 23 milhões de projécteis de artilharia. Esta campanha, apesar do preço incomensurável pago em vidas humanas e recursos militares, não trouxe ganhos estratégicos significativos para nenhum dos beligerantes.

Pétain Pin Badge
Distintivo de Lapela de Pétain Imperial War Museums (CC BY-NC-SA)

O Legado

A magnitude colossal e a natureza prolongada da Batalha de Verdun desencadearam ondas de choque que se fizeram sentir em diversos sectores da Frente Ocidental. A Primeira Batalha do Somme, travada igualmente no norte de França entre 1 de julho e 18 de novembro de 1916, envolveu as forças britânicas e francesas contra o exército alemão. Originalmente concebida como parte integrante de uma ofensiva aliada de maior envergadura, esta operação transmutou-se rapidamente numa manobra de diversão vital para aliviar a pressão asfixiante sobre as tropas francesas em Verdun. O Somme testemunhou também um grande número de baixas, mas logrou cumprir o desígnio de forçar a redistribuição das forças alemãs, desviando-as do sector de Verdun. Paralelamente, na Frente Oriental, as grandes ofensivas dos exércitos do Império Russo alcançaram um objetivo análogo, obrigando o alto comando germânico a deslocar divisões cruciais para leste. Em suma, a Alemanha via-se compelida a combater em múltiplas frentes contra adversários numericamente superiores, provando que a estratégia de uma batalha de atrito massiva, revelou-se um erro estratégico de proporções catastróficas

Pétain ascendeu ao estatuto de herói nacional pela defesa estoica de Verdun, enquanto Nivelle foi nomeado comandante-chefe do exército francês. Contudo, Pétain foi o primeiro a reconhecer que a salvação da praça-forte se deveu à abnegação e coragem do soldado comum. Todavia, mesmo aqueles que sobreviveram a tamanha provação pagaram um tributo terrível pela vitória. O general observou: «Nos seus olhares vacilantes, vislumbravam-se visões de horror, enquanto o seu passo e a sua postura denunciavam um desalento absoluto. Estavam vergados sob o peso de memórias atrozes» (Bruce, pág. 390).

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As campanhas de Verdun e do Somme asseguraram que os Aliados infligissem baixas de tal ordem à Alemanha que esta se viu incapacitada de desencadear outra ofensiva de grande envergadura até 1918. O curso do conflito alterara-se de forma irreversível e, com a entrada dos Estados Unidos na guerra em 1917, a Alemanha deixara de possuir os meios materiais para triunfar naquela que ficaria conhecida como a «guerra para acabar com todas as guerras».

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Sobre o Tradutor

Filipa Oliveira
Tradutora e autora, o gosto pelas letras é infindável – da sua concepção ao jogo de palavras, da sonoridade às inumeráveis possibilidades de expressão.

Sobre o Autor

Mark Cartwright
Mark é escritor, pesquisador, historiador e editor. Tem grande interesse por arte, arquitetura e por descobrir as ideias compartilhadas por todas as civilizações. Possui mestrado em Filosofia Política e é Diretor Editorial da WHE.

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Cartwright, M. (2026, fevereiro 23). Batalha de Verdun: A Batalha Mais Longa da Primeira Guerra Mundial. (F. Oliveira, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2878/batalha-de-verdun/

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Cartwright, Mark. "Batalha de Verdun: A Batalha Mais Longa da Primeira Guerra Mundial." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, fevereiro 23, 2026. https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2878/batalha-de-verdun/.

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Cartwright, Mark. "Batalha de Verdun: A Batalha Mais Longa da Primeira Guerra Mundial." Traduzido por Filipa Oliveira. World History Encyclopedia, 23 fev 2026, https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2878/batalha-de-verdun/.

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