A Batalha de Gonzales, que ocorreu em outubro de 1835, é reconhecida como o ponto de partida oficial da Revolução Texana. Contudo, o conflito armado entre os governos texano e mexicano já havia irrompido durante as Perturbações de Anáhuac de 1832 (incluindo a Batalha de Anáhuac e a Batalha de Velasco) e 1835.
As Perturbações de Anáhuac não são consideradas o ponto de partida da Revolução Texana porque não foram seguidas por outros conflitos imediatamente após; ao passo que, após a Batalha de Gonzales, a guerra escalou rapidamente até ser vencida pelos texanos na Batalha de San Jacinto, em 21 de abril de 1836, levando à fundação da República do Texas. As batalhas da Revolução Texana foram:
- Batalha de Gonzales (2 de outubro de 1835), vencida pelos texanos;
- Batalha de Goliad (10 de outubro de 1835), vencida pelos texanos;
- Batalha de Concepción (28 de outubro de 1835), vencida pelos texanos;
- Batalha de Lipantitlán (4-5 de novembro de 1835), vencida pelos texanos;
- Batalha do Pasto (26 de novembro de 1835), vencida pelos texanos;
- Cerco de Béxar (12 de outubro a 11 de dezembro de 1835), vencida pelos texanos;
- Cerco do Álamo (23 de fevereiro a 6 de março de 1836), vencida pelos mexicanos;
- Batalha de San Patricio (27 de fevereiro de 1836), vencida pelos mexicanos;
- Batalha de Agua Dulce (2 de março de 1836), vencida pelos mexicanos;
- Batalha de Refugio (14 de março de 1836), vencida pelos mexicanos;
- Batalha de Coleto (19-20 de março de 1836), vencida pelos mexicanos;
- Batalha de San Jacinto (21 de abril de 1836), vencida pelos texanos.
Batalha de Gonzales – 2 de outubro de 1835
A Batalha de Gonzales começou por causa de um canhão. Em 1831, Green DeWitt, fundador da cidade de Gonzales, requisitou um canhão do governo mexicano para defesa contra ataques de grupos guerreiros comanches. O canhão foi providenciado com a estipulação de que os texanos o devolveriam quando autoridades mexicanas solicitassem.
Em 1835, com as tensões entre os pioneiros anglo-americanos e as autoridades mexicanas aumentando no Texas, o tenente Francisco de Castañeda foi enviado à cidade de Gonzales para solicitar a devolução do canhão. Entretanto, em vez de entregá-lo, os texanos ergueram a famosa bandeira com a imagem do canhão e a provocação “Venha buscar!”. Eles atiraram contra o grupo de Castañeda, matando dois soldados mexicanos e ferindo um. A única baixa texana foi um homem que quebrou o nariz ao cair do cavalo. Com isso, Castañeda recuou e voltou ao seu posto sem o canhão.
Batalha de Goliad - 10 de outubro de 1835
Os dois principais fortes de resistência mexicanos no Texas eram o Presidio La Bahía, perto da cidade de Goliad, e o Álamo, na cidade de Béxar (atual San Antonio). Após a vitória em Gonzales, um grupo de cerca de 125 milicianos texanos liderados por George Collinsworth marchou sobre Goliad, planejando sequestrar o general Martín Perfecto de Cos, cunhado do presidente mexicano Santa Anna. Ele havia sido enviado ao Texas especialmente para lidar com os anglo-americanos rebeldes. Os texanos também esperavam roubar uma grande quantidade de ouro que, segundo se dizia, estava nas mãos de Cos no Presidio La Bahía.
Antes de chegarem em Goliad, eles descobriram que Cos havia deixado Béxar, mas continuaram o caminho. Então, o grupo atacou o forte de Presidio La Bahía, cortando a porta de madeira na parede norte com machados fornecidos pelos moradores locais, e tomou o pátio pouco depois das 23h. A guarnição composta por 50 soldados mexicanos foi pega de surpresa, embora um vigia tenha alarmado o ataque antes de ser baleado e morto. Após meia hora de fogo cruzado, os texanos exigiram que a guarnição mexicana se rendesse para ser poupada; caso contrário, os texanos não fariam prisioneiros.
A guarnição rapidamente se rendeu e lhes foi permitido irem embora. O número de baixas entre a guarnição é estimado em 1-3 mortos e 3-7 feridos. A única baixa do lado texano foi Samuel McCulloch Jr., que ficou ferido. McCulloch era um ex-escravo de George Collinsworth, que havia sido libertado. Mais tarde, quando a Constituição do Texas de 1836 proibiu qualquer negro livre de viver no Texas, McCulloch, sua família e seus descendentes foram isentos porque ele foi o primeiro a derramar sangue pela causa da independência do Texas. Os texanos levaram armas, canhões e provisões de Presidio La Bahía, renomearam-no “Fort Defiance” e o guarneceram com 100 homens.
Batalha de Concepción - 28 de outubro de 1835
Em 13 de outubro, Stephen F. Austin, comandando a milícia texana, marchou em direção a Béxar para confrontar o general Cos. Em 27 de outubro, Austin enviou Jim Bowie e James Fannin com 90 soldados para encontrar um local estratégico para acampamento do exército. Bowie e Fannin escolheram um lugar próximo à igreja Missão Concepción. General Cos, sabendo que os texanos haviam divido suas forças, enviou o coronel Domingo Ugartechea e seu batalhão contra Bowie, Fannin e seus homens. A esperança de Cos era dispersá-los antes que Austin e seu grupo se juntassem a eles.
As forças mexicanas atacaram a posição texana três vezes e foram afugentados com grande número de baixas. Os texanos possuíam armas mais precisas para tiros de longo alcance e mantinham uma posição forte que era fácil de defender. Alguns historiadores estimam que o exército mexicano perdeu cerca de 76 soldados e aproximadamente 40 ficaram feridos. O número de baixas texanas foi de um homem morto e um ferido. A batalha durou cerca de 30 minutos antes de Ugartechea ordenar a retirada e retornar a Béxar, mas Austin e seu grupo chegaram em seguida, juntando-se a Bowie e Fannin para o ataque à cidade.
Batalha de Lipantitlán - 4 e 5 de novembro de 1835
De volta à Goliad, o comandante Philip Dimmitt havia escrito para Austin solicitando permissão para ataque ao forte Lipantitlán na Costa do Golfo. Lipantitlán era naquele momento a única guarnição de soldados mexicanos no Texas, além daqueles sob o comando do general Cos em Béxar. O comandante do forte de Lipantitlán, Nicolas Rodriguez, havia capturado dois homens de Dimmitt: John Toole e John Williams. Dimmitt garantiu que o seu ataque não apenas libertaria aqueles homens – e outros feitos prisioneiros – mas abasteceria os texanos com recursos, armamento e expulsaria a guarnição mexicana do Texas.
Contudo, Austin rejeitou a proposta, obrigando Dimmit a permanecer em Goliad e proteger a cidade de qualquer ataque. Enquanto essa situação ocorria, Rodriguez ordenou que Toole e Williams fossem transportados para a prisão no México. Ao descobrir essa decisão estratégica, Dimmitt enfureceu-se, ignorou as ordens de Austin e enviou Ira Westover com cerca de 70 homens para atacar o forte de Lipantitlán. Enquanto Westover estava a caminho, Rodriguez deixou Lipantitlán para atacar Goliad, mas, ao saber que uma força texana havia partido de lá, deu meia-volta e retornou ao forte. Não encontrando texanos lá, a tropa deu meia-volta sentido Goliad.
Entretanto, nesse período, Westover e seus homens haviam escapado de Rodriguez tomando uma rota mais longa e inesperada para Lipantitlán. Seus homens capturaram um morador local, James O'Riley, que convenceu a guarnição mexicana (com menos de 30 homens) a se render. Os texanos permitiram que a guarnição partisse, libertaram os prisioneiros, destruíram as defesas e levaram armas e canhões. Eles estavam se preparando para voltar a Goliad, mas Rodriguez recebeu a notícia da queda de Lipantitlán e marchou com suas tropas de volta, atacando os texanos no rio Nueces.
Tal como na Batalha de Concepción, os texanos mantiveram uma posição forte (apesar de apenas metade das forças ter atravessado o rio quando Rodriguez lançou o seu ataque), e a área densamente arborizada neutralizou a cavalaria mexicana. As baixas mexicanas foram cerca de cinco mortos e 17 feridos. Os texanos tiveram apenas um homem ferido. Rodriguez retirou-se para Matamoros, destituindo o título de Béxar de última cidade guarnecida pelos mexicanos no Texas.
Batalha do Pasto - 26 de novembro de 1835
Stephen F. Austin iniciou o cerco a Béxar em 12 de outubro. Ele já estava cansado de insubordinações, como a de Dimmitt, quando seu pedido para que os homens preparassem um ataque em grande escala à cidade fortificada foi rejeitado. Austin renunciou ao cargo de comandante do exército e Edward Burleson foi eleito para substituí-lo.
Burleson e o exército texano acamparam próximos a Béxar quando seu batedor Erastus, “O surdo”, Smith chegou a cavalo e relatou que uma caravana de mulas e cerca de 100 soldados mexicanos se dirigiam para a cidade. Os texanos já esperavam por essa companhia, que, segundo eles, chegaria com a folha de pagamento das tropas mexicanas em Béxar. Burleson enviou o coronel James “Jim” Bowie e o coronel William Jack para interceptar a caravana e confiscar o dinheiro e quaisquer provisões.
Bowie escolheu seus melhores atiradores e Jack ordenou, aproximadamente, mais 100 homens. Juntos eles atacaram a caravana a cerca de 1,6 km (1 millha) de Béxar. O general Cos, que se encontrava na cidade, foi alertado e enviou reforços. Os texanos, mais uma vez, tinham armas melhores e conseguiram uma posição mais vantajosa, repelindo três vezes os ataques mexicanos antes que os soldados mexicanos se retirassem para Béxar. As baixas mexicanas foram três mortos e 14 feridos. Os texanos perderam apenas um homem e tiveram quatro feridos.
Após a batalha, os texanos revistaram as alforjes e as mochilas das mulas e não encontraram dinheiro, apenas grama recém-cortada para os cavalos da cavalaria mexicana em Béxar. Por isso, o confronto ficou conhecido posteriormente como “Batalha do Pasto".
Cerco de Béxar - 12 de outubro a 11 de dezembro de 1835
Após a renúncia de Austin, ele foi escolhido pelo recém-nascido governo texano para ir aos Estados Unidos solicitar dinheiro, homens e provisões para a Revolução do Texas. Burleson enfrentou a mesma insubordinação que Austin havia enfrentado quando propôs um ataque, então considerou suspender o cerco durante o inverno e permitir que o exército voltasse para casa.
O coronel Ben Milam rejeitou essa proposta e reuniu os homens. Milam e o coronel Francis W. Johnson lideraram dois grupos em Béxar em 5 de dezembro, garantindo duas casas como bases de operação. Os texanos então lutaram casa a casa para tomar a cidade. Milam foi morto em 7 de dezembro e Johnson assumiu seu comando, continuando o ataque constante às forças mexicanas.
O general Cos retirou seu comando para a antiga missão espanhola, o Álamo, que havia sido usada como forte no passado. O tamanho do complexo da missão e suas condições tornavam difícil defendê-lo. Como os texanos agora controlavam a cidade e os reforços do México — que ainda nem haviam sido enviados — chegariam tarde demais para fazer qualquer diferença, Cos se rendeu em 11 de dezembro. Ele deixou Béxar no dia 14, e com isso as guarnições mexicanas no Texas foram eliminadas. Para a maioria dos texanos, a guerra havia sido vencida.
Cerco do Álamo - 23 de fevereiro a 6 de março de 1836.
O general Sam Houston, comandante do exército regular, não estava entre eles. Houston tinha certeza de que o presidente Santa Anna enviaria mais tropas para retomar o Texas. Por isso, ordenou ao coronel Jim Bowie que retornasse ao Álamo, pegasse as armas, artilharia e provisões que lá estivessem e destruísse o complexo para que as forças de Santa Anna não pudessem usá-lo para lançar ataques em todo o Texas.
Uma pequena força texana, sob o comando do coronel James C. Neill, manteve o Álamo após o cerco de Béxar e, quando Bowie chegou, ambos concluíram que o Álamo deveria ser mantido como um forte texano e não destruído. Como ele já sabia que Houston seria contra essa ideia, apelou ao governo provisório por mais homens, armas e provisões para o Álamo.
O coronel Neill deixou o forte no início de fevereiro e passou o seu poder de comando para o tenente-coronel William Barret Travis, que havia chegado com cerca de 30 homens. Outros milicianos voluntários também começaram a chegar ao Álamo, incluindo David “Davy” Crockett do Tennessee. Em 23 de fevereiro, uma grande força armada mexicana sob o controle imediato do presidente Santa Anna chegou a Béxar e levantou um cerco ao Álamo. No clarão da aurora da manhã de 6 de março, Santa Anna lançou um ataque em grande escala ao forte, rompendo a muralha norte e matando todos os defensores. Como considerava os texanos que lutavam contra o México como piratas terrestres e os piratas eram executados sem julgamento, ordenou aos seus homens que não fizessem prisioneiros. As baixas texanas estão estimadas entre 185 e 250 mortos, enquanto as perdas mexicanas podem ter chegado a 600.
Batalha de San Patricio - 27 de fevereiro de 1836
Enquanto Santa Anna estava em Béxar levantando o cerco contra o Álamo, o general José de Urrea marchava pela costa. Nesse meio tempo, o coronel Frank W. Johnson e seu adjunto, James Grant, foram enviados pelo governo provisório texano para atacar Matamoros, um importante porto mexicano. Johnson e Grant chegaram à região do rio Nueces, perto de Lipantitlán, com aproximadamente 70 homens e interromperam a campanha para reunir cavalos e voltar para o norte.
Urrea já havia entrado no Texas em 18 de fevereiro e marchava em direção à posição de Johnson em San Patricio no dia 26. Johnson e Grant haviam dividido suas forças em 21 de fevereiro, e assim havia apenas pouco mais de 40 texanos sob o comando de Johnson na cidade.
No início da manhã do dia 27, as forças de Urrea entraram em San Patricio, incendiaram as casas onde os texanos dormiam e, quando estes saíram correndo para se render, atiraram neles até matá-los. Johnson e outros cinco conseguiram escapar, fugindo para Goliad. Em menos de 15 minutos, 16 texanos foram mortos e 21 capturados. As baixas mexicanas foram 1 morto e 4 feridos. Embora Urrea tivesse ordens para não fazer prisioneiros, ele discordava dessa política, e os texanos capturados foram enviados sob guarda para a prisão em Matamoros.
Batalha de Agua Dulce - 2 de março de 1836
Johnson e Grant dividiram seus homens para que Grant pudesse reunir mais cavalos. Em 27 de fevereiro, ele e seus soldados conduziam uma manada em direção a San Patricio e chegaram à travessia de Agua Dulce em 1º de março. Eles foram recebidos pelos moradores locais, que então enviaram secretamente uma mensagem a Urrea informando sua localização. Em 2 de março (o mesmo dia em que o governo provisório do Texas declarou independência), Urrea surpreendeu os texanos, matando 15 (incluindo Grant) e capturando seis. Outros escaparam e seguiram para Goliad. Como antes, Urrea enviou os prisioneiros para Matamoros.
Batalha de Refugio - 14 de março de 1836
As notícias das derrotas em San Patricio e Agua Dulce chegaram rapidamente ao coronel James Fannin em Goliad. Pouco depois, Lewis Ayers, de Refugio, chegou com a notícia de que uma milícia mexicana estava realizando incursões em Refugio, onde a família de Ayers vivia com outros texanos. Fannin ordenou ao capitão Amon B. King que fosse a Refugio, evacuasse os texanos e os trouxesse de volta para Goliad. King desobedeceu a essas ordens quando, ao chegar a Refugio, decidiu enfrentar os membros da milícia mexicana sob o comando do capitão Carlos de la Garza. Depois de ser derrotado pela milícia, King refugiou-se no antigo complexo missionário em Refugio, que foi então cercado pela milícia. King enviou uma mensagem a Fannin pedindo ajuda.
Fannin havia recebido ordens de Houston para deixar Goliad e se encontrar com o exército de Houston em Victoria. Ele estava apenas esperando King retornar com os evacuados. Depois de receber a mensagem de King, ele enviou o tenente-coronel William Ward a Refugio para trazer King e os outros de volta. Ward tinha ordens para realizar apenas essa tarefa, sem entrar em combate com as forças inimigas e por isso ele e seus homens viajaram com pouca munição.
Ao encontrar a missão de Refugio cercada, os homens de Ward atiraram na milícia, que se dispersou. Ward então começou a reunir as pessoas dentro da missão para retornar a Goliad, mas King se recusou a reconhecer a autoridade de Ward e partiu com seus homens para enfrentar novamente os milicianos mexicanos. A essa altura, o exército de Urrea havia chegado a Refugio e cercado a missão. Os homens de King, entretanto, foram dispersados por uma força mexicana maior e se refugiaram na floresta.
Ao longo do dia 14 de março, as forças de Urrea dispararam contra a missão em Refugio. Ward, ficando sem munição, recusou-se a se render, mas liderou seus homens para fora da missão na madrugada do dia 15, escapando pelas linhas inimigas. Eles foram perseguidos pela cavalaria de Urrea, renderam-se por volta do dia 22 de março e foram levados para Goliad, que, a essa altura, já havia caído após a Batalha de Coleto. King e seus homens foram executados em Refugio.
Batalha de Coleto - 19 e 20 de março de 1836
Houston ordenou ao coronel Fannin que abandonasse Fort Defiance e Goliad e se reunisse ao seu exército em Victoria, mas Fannin atrasou-se à espera de King e Ward. Finalmente, em 19 de março, ele conduziu sua guarnição para fora do forte pela estrada para Victoria, mas foi interceptado pelas forças de Urrea. Os texanos formaram um quadrado na planície e defenderam sua posição perto do riacho Coleto até o dia 20, quando, sem água e com pouca munição, se renderam. Eles foram levados de volta a Fort Defiance e mantidos como prisioneiros de guerra. Em 27 de março, a guarnição, incluindo os capturados em Refugio, foi executada conforme as ordens de Santa Anna. Urrea, novamente desaprovando essa política, deixou a cargo de seus oficiais subalternos a realização das execuções.
Batalha de San Jacinto - 21 de abril de 1836
Após a queda do Álamo e a execução do comando de Fannin, o único exército que restava para enfrentar Santa Anna e Urrea era o de Houston. Houston recuou para o norte, perseguido por Santa Anna, até chegar a um local próximo ao rio San Jacinto, na atual La Porte. Houston fortificou uma posição forte, enquanto Santa Anna, quando chegou, acampou em um campo aberto, acreditando que os texanos não representavam uma ameaça real.
Em 21 de abril, Houston lançou um ataque surpresa, pegando Santa Anna desprevenido, e o derrotou em 18 minutos. Santa Anna foi capturado, forçado a assinar os Tratados de Velasco, e o Texas tornou-se uma república independente. Sam Houston foi eleito o primeiro presidente e, na Convenção de 1836, a Constituição da nova nação foi ratificada. A República do Texas continuou como uma nação independente até ser anexada pelos Estados Unidos em dezembro de 1845, tornando-se o 28º estado da União em 19 de fevereiro de 1846.
