Mercy Otis Warren

Harrison W. Mark
por , traduzido por Ricardo Albuquerque
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Mercy Otis Warren (by John Singleton Copley, Public Domain)
Mercy Otis Warren John Singleton Copley (Public Domain)

Mercy Otis Warren (1728-1814) foi uma poetisa, dramaturga e ativista americana na época da Revolução Americana (1765-1789). Através de suas obras de sátira política, ela defendeu a causa dos Patriotas e se familiarizou com vários líderes revolucionários. Em 1805, publicou uma história abrangente da revolução, em três volumes, considerada sua obra mais importante.

Autodidata, Warren tornou-se uma Patriota convicta durante a Revolução Americana, escrevendo três peças e duas obras de prosa dramática em apoio aos direitos e liberdades dos americanos. Embora essas obras tenham sido publicadas anonimamente, ela ainda atraiu a atenção de muitos líderes Patriotas, a quem muitas vezes hospedava na sua casa, em Plymouth. Depois que os Estados Unidos conquistaram a independência, Warren criticou a Constituição dos EUA, temendo que ela resultasse num governo federal opressivo, e denunciou o Partido Federalista, a quem acusou de ter traído os princípios da Revolução em troca de poder. A obra History of the Rise, Progress e Termination of the American Revolution [História do Início, Desenvolvimento e Término da Revolução Americana], importante registro histórico, rendeu-lhe tanto aclamação quanto escárnio.

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Infância e Juventude

Mercy Otis nasceu no dia 25 de setembro de 1728 em Barnstable, Massachusetts, a terceira dos 13 filhos de James Otis Jr. (1702-1778) e sua esposa Mary Allyne Otis (1702-1774). Seu pai era um próspero advogado e político que venceu a eleição para a Assembleia Legislativa de Massachusetts em 1745 e sua mãe pertencia a uma antiga família da colônia, descendentes de um passageiro do navio Mayflower. Quando jovem, Mercy atendeu às expectativas ao aprender as habilidades domésticas típicas da América do século XVIII, tais como cozinhar, costurar e bordar. Mas sua ambição e sede pelo conhecimento a levaram a buscar outras alternativas aos papéis tradicionais femininos. Quando seus dois irmãos mais velho, James Jr. e Joseph, iniciaram sua educação na casa do reverendo Jonathan Russel, Mercy passou a acompanhá-los e a assistir às aulas. Desta forma, a jovem aprendeu tópicos de literatura clássica e história, além de ter acesso à extensa biblioteca do reverendo Russell e estudar outros temas. Apesar do acesso das mulheres à educação mais ampla ser algo incomum na América colonial, os esforços acadêmicos de Mercy parecem ter sido apoiados pelo seu pai e irmãos.

Mercy escreveu os primeiros poemas durante sua segunda gestação, em 1759.

A despeito do conhecimento acumulado, Mercy Otis não podia ingressar em Harvard (que não admitia mulheres), a faculdade na qual se formaram seus irmãos mais velhos. Ainda assim, ela comemorou a graduação de James Jr., em 1743; a cerimônia de formatura, em Cambridge, pode ter sido a primeira vez que a jovem saiu de Cape Cod. Deve ter sido também a ocasião em que se encontrou pela primeira vez com James Warren, um calouro em Harvard que fizera amizade com seus irmãos. Graças à amizade com James Otis Jr. e negócios com o pai, James Warren passava muito tempo com a família nos anos seguintes e se tornou particularmente íntimo de Mercy. No dia 14 de novembro de 1754, eles se casaram e se mudaram para Plymouth, Massachusetts, onde ela viveria o resto da vida. Segundo todos os relatos, tratava-se de um casamento feliz; raramente discutiam e James estimulava os interesses literários e autorais da esposa, referindo-se a ela, carinhosamente, como a "rabiscadora". Quando o pai de James morreu, o casal mudou-se para Clifford Farm, a propriedade da família, onde Mercy deu à luz cinco filhos saudáveis entre 1757 e 1766. Mercy escreveu os primeiros poemas durante sua segunda gestação, em 1759.

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Rivalidade e Revolução

Enquanto Mercy vivia como uma típica esposa em Plymouth, seu pai ascendia na arena política colonial. James Otis Sr. tornou-se presidente da Câmara de Representantes e liderava um bloco político de fazendeiros coloniais. Logo passou a ser considerado como líder da fação populista colonial, uma condição que o colocava, com frequência, em desacordo com o vice-governador de Massachusetts, Thomas Hutchinson. Descendente de uma antiga família da colônia (e de Anne Hutchinson), o vice-governador liderava a facção Tory (Tóri ou Conservadora) e representava a ordem estabelecida; de fato, costuma ser visto como o Legalista mais importante da América pré-revolucionária. Em 1761, Hutchinson foi nomeado ministro-chefe do Tribunal Superior de Massachusetts no lugar de Otis Sr., que afirmou ter sido o cargo prometido a ele pelo governador anterior. Isso originou uma amarga rixa entre as famílias Otis e Hutchinson, que rapidamente levou a um racha entre os populistas whigs [equivalentes aos trabalhistas na Inglaterra] e os tóries conservadores; para os whigs, Otis Sr. havia sido marginalizado para que Hutchinson pudesse amealhar mais poder e implementar políticas da sua facção.

Thomas Hutchinson
Thomas Hutchinson Edward Truman (Public Domain)

O racha político só se aprofundou em 1765, quando o Parlamento britânico aprovou a Lei do Selo, criando um imposto sobre todos os documentos em papel nas colônias. A despeito de suas próprias objeções pessoais sobre a nova legislação, Hutchinson acreditava na supremacia da autoridade parlamentar e anunciou sua intenção de aplicar a lei. Muitos whigs opunham-se ao novo imposto, argumentando que o Parlamento não tinha direito de taxar diretamente os colonos devido à falta de representação parlamentar colonial na Grã-Bretanha. Este argumento foi defendido publicamente por James Otis Jr. e seu protegido, Samuel Adams, que rapidamente passaram a ser vistos como líderes do movimento Patriota em Massachusetts. Esta notoriedade súbita tornou Otis Jr. um alvo da zombaria dos jornais conservadores. Em 1769, ele chegou a ser espancado por um funcionário do tesouro real.

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Mercy Otis Warren ficou furiosa com os maus-tratos recebidos pelo pai e irmão por parte de Hutchinson e os conservadores da província. Sua revolta aumentou ainda mais pela forma como o Parlamento estava lidando com a crise; em vez de resolver os problemas pacificamente, os parlamentares decidiram enviar dois regimentos para ocupar Boston em 1768, o que só elevou a tensão e culminou com o Massacre de Boston, no dia 5 de março de 1770. As injustiças sofridas por sua família e pelas colônias levaram à descrença na reconciliação com a Grã-Bretanha por parte de Mercy, que se aliou definitivamente à causa dos Patriotas. Ela e seu marido abriram sua casa em Plymouth aos políticos whigs e para reuniões dos Filhos da Liberdade, a organização política informal dos Patriotas; como anfitriã, conheceu John Adams, Abigail Adams, John Hancock, Patrick Henry e, eventualmente, até George Washington. No entanto, não se contentava em promover os salões para os líderes revolucionários - queria um papel político mais ativo. Na época, a política era considerada uma área de atuação masculina, mas Mercy não se intimidou em desafiar mais uma vez os papéis tradicionais. Ainda que seu gênero a afastasse de obter cargos ou pegar em armas, ela já tinha a arma que precisava: sua pena.

Escritos Revolucionários

Em 1772, uma peça satírica, intitulada The Adulator [O Adulador], foi publicada anonimamente em duas edições do jornal Massachusetts Spy [Espião de Massachusetts], alinhado aos Patriotas. O enredo da peça concentrava-se no governo opressivo de Rapatio, um déspota egoísta e tirânico. Muitas pessoas inocentes sofriam sob o regime de Rapatio, desafiado pelo protagonista da peça, Brutus, um corajoso e nobre herói. Brutus conclama o povo a se rebelar contra Rapatio e seus capangas: "Façam com que prestem contas de seus atos - esmaguem, esmaguem estas víboras" (mountvernon.org). No final, Brutus e os rebeldes conseguem a vitória. Ficava fácil, para os leitores, fazer a comparação com a política real de Massachusetts; o maléfico Rapatio - nome derivado da palavra rape [estupro] - representava Thomas Hutchinson e outros funcionários reais, enquanto o nobre Brutus baseava-se em James Otis Jr. A peça se mostrou imensamente popular entre os Patriotas, que começaram a zombar de Hutchinson, chamando-o de "Rapatio".

As obras de Mercy Otis Warren a tornaram uma das mais proeminentes autoras dos ideais revolucionários.

A despeito do anonimato do autor da peça, não era segredo que havia sido escrita por Mercy Warren. A popularidade da peça levou a escritora a publicar outra sátira no ano seguinte, intitulada The Defeat [A Derrota]; nela aparece novamente um personagem vilanesco semelhante a Hutchinson, que também acaba derrotado no final. Na época da publicação, a popularidade de Hutchinson estava em baixa e, conforme cartas particulares que vieram à luz recentemente, Hutchinson ridicularizou os protestos dos Patriotas. As peças de Warren aumentaram o ressentimento contra o vice-governador, contribuindo para sua remoção do cargo no início de 1774; desta forma, Warren ajudou a acabar com a carreira do mais odiado inimigo do seu pai. Suas obras também fizeram de Mercy Otis Warren uma das mais proeminentes autoras dos ideais revolucionários. No final de 1773, John Adams enalteceu-a como "um gênio poético sem igual, que eu tenha conhecimento, neste país" (King, 516).

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Quando as tensões entre a Grã-Bretanha e as colônias deflagraram a Guerra Revolucionária Americana (1775-1783), Warren continuou a divulgar obras em apoio aos Patriotas. Ela publicou mais uma peça satírica em 1775, intitulada The Group [O Grupo], escrita com orientação de John e Abigail Adams, além de dois dramas em prosa, chamados The Blockheads [Os Estúpidos], em 1776, e The Motley Assembly [Reunião de Bufões], em 1779; esses dois últimos trabalhos criticaram os americanos que permaneceram leais à Grã-Bretanha após a Declaração de Independência. Nesse meio tempo, continuava a hospedar líderes Patriotas e oficiais do Exército Continental em sua casa. Seu marido James havia sido eleito presidente do Congresso Provincial de Massachusetts, o governo revolucionário da província, cargo no qual permaneceu até a dissolução da instituição, em 1780. Ele também serviu como tesoureiro-geral do Exército Continental.

Portrait of James Warren
Retrato de James Warren John Singleton Copley (Public Domain)

Obra Pós-Revolucionária

A assinatura do Tratado de Paris, de 1783, pôs fim à guerra, concretizando a independência dos Estados Unidos da América. Com a luta terminada, os americanos precisavam decidir que tipo de nação iriam construir. Os Artigos da Confederação, que tinham sido ratificados pelos estados em 1781, instituíam um governo central enfraquecido para proteger a soberania dos estados. Os Artigos, porém, logo se mostraram inadequados e, em 1787, a Convenção Constitucional foi realizada na Filadélfia para elaborar a nova constituição dos Estados Unidos.

Como muitos outros revolucionários, Mercy Warren mostrou ceticismo diante da nova constituição, pois não apreciava a ideia de dar mais poder ao governo federal. Em 1787, ela escreveu vários panfletos contra a constituição, publicando-os sob o pseudônimo de A Columbian Patriot [o termo se refere a Colúmbia, personificação feminina dos EUA]. Em 1788, após a ratificação da Constituição, publicou uma nova obra crítica, intitulada Observations on the New Constitution [Observações sobre a Nova Constituição]. Seu principal argumento era que o texto constitucional carecia de proteção explícita das liberdades pessoais; Warren listou várias liberdades que precisavam ser claramente definidas, incluindo a liberdade de imprensa, julgamento por júri, proteção contra buscas e apreensões injustificadas, eleições anuais e proteção contra opressão militar. Muitos destes aspectos apontados por Warren e outros antifederalistas foram eventualmente incluídos na Declaração de Direitos, as dez primeiras emendas à Constituição, ratificadas em 1791.

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Warren acusou Adams e outros federalistas de trair os princípios da Revolução para aumentar seu poder pessoal.

No final de 1780, o feroz antifederalismo de Warren causou uma ruptura da amizade com John e Abigail Adams. Adams, um líder do Partido Federalista, acreditava que a sobrevivência da nação requeria um governo central forte; Mercy acusou Adams e outros federalistas de trair os princípios da Revolução para aumentar seu poder pessoal. Quando Adams se tornou Vice-Presidente, em 1789, ele se recusou a nomear o marido de Warren ou qualquer outro membro da família para cargos governamentais. Mercy considerou a atitude uma ofensa pessoal e a rixa entre os dois ex-amigos se aprofundou.

Nesse meio tempo, Mercy compilou 18 poemas e duas novas peças numa coletânea intitulada Poems, Dramatic and Miscellaneous [Poemas, Dramas e Miscelâneas], a primeira obra publicada com seu próprio nome. Como as obras anteriores, abordavam temas políticos e lidava com temas de liberdade e virtude, que a autora via como importantes para o país recém-fundado. Em 1790, ela enviou uma cópia ao presidente George Washington. Em sua resposta, ele afirmou que, embora suas obrigações presidenciais o tenham impedido de ler todo o livro, ainda assim estava "persuadido pela recepção graciosa e distinta dos amigos da virtude e da ciência" (mounvernon.org).

A História da Revolução Americana de Warren

Após a publicação de seu livro de poemas e peças, Mercy não publicou nada pelo restante da década; sua atividade literária foi prejudicada tanto pela saúde abalada quanto pelo luto pela morte de seu filho Winslow, que pereceu lutando contra nativos americanos na Batalha do Rio Wabash (4 de novembro de 1791, também conhecida como Derrota de St. Clair). Ainda assim, ela continuou a trabalhar no que se tornou o maior projeto de sua carreira: uma ampla história da Revolução Americana. Mercy passou décadas na pesquisa e elaboração do texto, utilizando suas conexões pessoais para obter cartas relevantes, relatórios e outros documentos. Finalmente, em 1805, ela publicou a obra, em três volumes e 1.300 páginas, intitulada History of the Rise, Progress, and Termination of the American Revolution. Na época da publicação, estava com 77 anos.

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A narrativa histórica do livro começa em 1763, no início dos problemas envolvendo a Grã-Bretanha e as colônias. Abrange os principais eventos e batalhas, além de biografias do período revolucionário, com ênfase em George Washington. Mercy não tentou esconder suas preferências políticas na obra, oferecendo sua opinião sobre cada um dos Pais Fundadores, a maioria dos quais conheceu pessoalmente. Também destaca sua crença, inspirada pela educação puritana, de que a Revolução Americana fazia parte de um plano divino para livrar o mundo da tirania. Mercy afirma que toda história é uma luta constante entre virtude e corrupção (King, 520). O livro também não se esquiva das questões morais da época: a autora condena veementemente a instituição da escravidão, que considera como incompatível com os princípios revolucionários, declarando que podia "banir o senso de liberdade geral" (mountvernon.org). Mercy faz críticas aos maus-tratos ministrados aos nativos americanos durante a Revolução. A narrativa prossegue no pós-guerra, abrangendo a Convenção Constitucional e a presidência de George Washington; neste aspecto, Mercy critica Washington por nomear John Jay como presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos e Secretário de Estado de maneira simultânea, um papel duplo que, segundo ela, dava poderes demais a Jay. Ela também denuncia várias políticas do Partido Federalista.

History of the Rise, Progress, and Termination of the American Revolution
História da Ascensão, Progresso e Término da Revolução Americana Mercy Otis Warren (Public Domain)

Considerada a principal obra de Warren, o livro também representa um dos primeiros relatos abrangentes da revolução e o primeiro escrito por uma mulher. Destaca-se também pelo seu ponto de vista antifederalista, numa época em que a maioria das publicações sobre a revolução tendia a favorecer a perspectiva federalista. De fato, Mercy apoiava o Partido Democrata-Republicano (também chamado de Democratas Jeffersonianos); o presidente Thomas Jefferson apreciou tanto sua obra que ordenou que cada membro do seu gabinete comprasse um exemplar. Como seria de se esperar, o livro não se saiu tão bem entre os federalistas; ainda que, de maneira geral, fosse favorável a Washington, ela fazia algumas críticas, o que os federalistas consideraram inaceitável logo após a morte do primeiro presidente norte-americano. John Adams, é claro, ficou furioso com o tratamento que recebeu da autora; em 1807, ele publicou uma série de dez cartas, denunciando a falta de capacidade de Mercy Warren como pesquisadora e historiadora, indo ao ponto de afirmar que "a história não é competência das damas" (King, 529). Indignada com o comportamento de Adams, Mercy parou de se comunicar com ele até se reconciliarem, em 1813.

Morte e Legado

No dia 19 de outubro de 1814, Mercy Otis Warren morreu aos 86 anos. Foi sepultada em Burial Hill, em Plymouth, ao lado do seu marido James, que a havia precedido seis anos antes. Ela deixou um importante legado. Era bem-educada e politicamente ativa, numa época em que tais qualidades eram desencorajadas para as mulheres. Tornou-se uma das mais influentes propagandistas e escritoras da Revolução Americana, com uma obra que contribuiu para moldar a percepção comum dos ideais Patriotas e, mais tarde, para a Declaração de Direitos. Sua abrangente história, uma das primeiras sobre a revolução, não se abstém de fazer observações controversas, mas importantes, tais como as críticas à escravidão, aos federalistas e a aspectos da presidência de Washington. A memória de Warren persiste, portanto, como uma figura importante que contribuiu para moldar a história dos Estados Unidos no início da era republicana.

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Perguntas & Respostas

Quem foi Mercy Otis Warren?

Mercy Otis Warren foi uma poeta, dramaturga e ativista americana que escreveu em apoio à causa dos Patriotas durante a Revolução Americana. Também é conhecida por sua ampla história da Revolução, em três volumes, publicada em 1805.

Cite algumas obras de Mercy Otis Warren.

As principais obras de Mercy Otis Warren incluem uma antologia de poemas e peças intitulada "Poemas, Dramas e Miscelâneas"; uma crítica da Constituição, intitulada "Observações sobre a Nova Constituição" e uma obra em 1.300 páginas intitulada "História sobre a Ascensão, Progresso e Término da Revolução Americana".

Qual era a visão política de Mercy Otis Warren?

Mercy Otis Warren apoiou os Patriotas durante a Revolução Americana. Mostrou-se cética quanto à nova Constituição, temendo que desse poder demais ao governo federal, e também criticava os federalistas que, segundo acreditava, tinham traído os princípios da revolução.

Bibliografia

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Sobre o Tradutor

Ricardo Albuquerque
Jornalista brasileiro que vive no Rio de Janeiro. Seus principais interesses são a República Romana e os povos da Mesoamérica, entre outros temas.

Sobre o Autor

Harrison W. Mark
Harrison Mark é pesquisador e escritor para a World History Encyclopedia. Ele é graduado pela SUNY Oswego, onde estudou História e Ciência Política.

Cite Este Artigo

Estilo APA

Mark, H. W. (2025, agosto 21). Mercy Otis Warren. (R. Albuquerque, Tradutor). World History Encyclopedia. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-22816/mercy-otis-warren/

Estilo Chicago

Mark, Harrison W.. "Mercy Otis Warren." Traduzido por Ricardo Albuquerque. World History Encyclopedia, agosto 21, 2025. https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-22816/mercy-otis-warren/.

Estilo MLA

Mark, Harrison W.. "Mercy Otis Warren." Traduzido por Ricardo Albuquerque. World History Encyclopedia, 21 ago 2025, https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-22816/mercy-otis-warren/.

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