---
title: O Exército de Alexandre, o Grande
author: Donald L. Wasson
translator: Ricardo Albuquerque
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-676/o-exercito-de-alexandre-o-grande/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2025-03-28
---

# O Exército de Alexandre, o Grande

_Escrito por [Donald L. Wasson](https://www.worldhistory.org/user/DWasson/)_
_Traduzido por [Ricardo Albuquerque](https://www.worldhistory.org/user/ricardorangelgo)_

Nenhum comandante militar na história já venceu uma batalha sozinho. Para ter sucesso, ele precisa do apoio de um exército bem treinado que o seguirá, independentemente do custo, rumo à vitória impressionante ou à derrota sem esperança. Basta lembrar de Leônidas, que corajosamente conduziu seus 300 espartanos à derrota inevitável durante [a Batalha das Termópilas](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-335/a-batalha-das-termopilas/). A história teve sua cota de líderes habilidosos - [Júlio César](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-95/julio-cesar/), Aníbal e, posteriormente, [Napoleão Bonaparte](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-21844/napoleao-bonaparte/).

Porém, estes três homens devem prestar homenagem a um simples indivíduo e seu exército. [Alexandre, o Grande](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-265/alexandre-o-grande/) conquistou a maior parte do mundo conhecido em sua época. Ele herdou do pai, o rei [Filipe II da Macedônia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-13145/filipe-ii-da-macedonia/), um exército versátil e bem treinado, diferente de tudo o que existira até então. Unidos pelo mesmo propósito, lutavam como um só. Alexandre reconhecia isso e, segundo relatos, teria dito: "Lembrem-se que da conduta de cada um depende o destino de todos".

[ ![Alexander the Great in Combat](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/611.jpg?v=1751832075) Alexandre, o Grande em Combate Warner Brothers (Copyright, fair use) ](https://www.worldhistory.org/image/611/alexander-the-great-in-combat/ "Alexander the Great in Combat")Embora Alexandre deva muito de seu sucesso à presciência de seu pai, as conquistas do jovem rei no campo de batalha podem ser rastreadas até a origem da falange [hoplita](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-567/hoplita/) da Grécia primitiva. Por volta de 700 a.C., as cidades de [Corinto](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-218/corinto/), [Esparta](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-197/esparta/) e Argos criaram uma formação de batalha bem ordenada que ficou conhecida como falange. A razão para este desenvolvimento deve-se, em parte, às mudanças que ocorriam na Grécia. A região emergia de um período sombrio de sua história - os tempos conturbados do poeta [Homero](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-225/homero/). Houve o surgimento da *polis* ou cidade-estado e a expansão das colônias, fundadas em áreas próximas, como a [Jônia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-331/jonia/), ou bem mais distantes, como a Sicília. Com a expansão do comércio e do mundo grego, as cidades precisavam aprender a se defender por conta própria, fosse por motivos econômicos ou políticos.

### Os Primórdios da Arte da Guerra Grega

Duas poderosas cidades-estados ascenderam para dominar a Grécia. [Atenas](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-292/atenas/) se tornou uma potência naval e Esparta emergiu como uma cidade militar atípica, instituindo um código de conduta estrito, que previa o treinamento militar intensivo para os cidadãos. Foi o nascimento do cidadão-guerreiro, do qual se exigia que defendesse a cidade em época de guerra. Embora um jovem espartano aprendesse o suficiente para ser alfabetizado, acostumava-se principalmente a suportar a dor e prevalecer no campo de batalha, lutando, em essência, como um grupo, não como indivíduo. A cidade em si parecia um acampamento armado. Este treinamento intensivo ficou evidente quando a Grécia foi invadida pelos persas, sob o comando de Dario I e, posteriormente, de seu filho Xerxes.

[ ![Greek Hoplite](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/152.jpg?v=1771252447) Hoplita Grego Johnny Shumate (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/152/greek-hoplite/ "Greek Hoplite")O novo tipo de soldado era um hoplita, assim denominado em virtude de seu escudo, o *hoplon*. Para proteção adicional, usava um elmo (mais frequentemente no estilo coríntio) que cobria a maior parte do rosto, exceto por uma abertura em forma de T que expunha os olhos, nariz e boca (infelizmente, não permitia visão periférica); Filipe o substituiu pelo elmo frígio, que proporcionava audição e visibilidade melhores. A armadura hoplita incluía grevas para cobrir as panturrilhas, uma couraça moldada que protegia o torso e uma túnica longa e pregueada para a proteção do abdômen e virilha. Seu armamento consistia numa lança cujo comprimento variava de 1,52 m a 2,43 m. Os soldados marchavam numa formação fechada e bem ordenada - a falange -, na qual cada hoplita carregava seu escudo de maneira a proteger seu lado esquerdo e o lado direito do vizinho. Este novo estilo de combate era principalmente ofensivo, avançando em linha para o centro da formação inimiga.

### Um Exército Disciplinado e Organizado

Quando Filipe II se tornou rei da Macedônia, em 359 a.C., herdou um exército relativamente ineficaz. De imediato, iniciou uma série de reformas militares. Juntos, Alexandre e seu pai criaram um exército diferente de tudo que o mundo antigo já tinha visto. Os conflitos anteriores, como a [Guerra do Peloponeso](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-342/guerra-do-peloponeso/) e contra os persas, demonstraram que as velhas táticas não eram mais confiáveis. Filipe transformou um grupo de soldados pouco disciplinados num exército formidável. A maior parte dos historiadores acredita que o rei macedônio desenvolveu suas ideias em seu período como refém, observando o célebre Batalhão Sagrado de Tebas. Para começar, ele aumentou o tamanho da infantaria de 10.000 para 24.000 homens e da cavalaria de 600 para 2.500 cavaleiros; não se tratava mais de um exército de cidadãos-guerreiros. Além disso, criou um corpo de engenheiros para desenvolver armas de cerco, como torres e catapultas. Mais tarde, Alexandre empregaria estas torres de cerco com efeitos devastadores na cidade [fenícia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-183/fenicia/) de [Tiro](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-503/tiro/) (6.000 habitantes mortos e 30.000 escravizados).

A própria natureza da falange requeria treinamento constante e os dois soberanos exigiam obediência estrita; punições seriam aplicadas aos desobedientes. Como Alexandre depois dele, Filipe exigia um juramento de fidelidade ao rei. Eles forneciam os uniformes - uma ideia simples, que dava a cada soldado um senso de unidade e solidariedade. Além do óbvio, havia uma lógica subjacente a tudo o que faziam; cada soldado não mais seria leal a uma cidade ou província em particular, mas apenas ao rei. Os veteranos endurecidos pelas batalhas que lutaram por Filipe e Alexandre permaneciam dedicados ao seu rei e à glória da Macedônia. Essa lealdade e os efeitos da reestruturação militar se tornaram evidentes na vitória de Filipe sobre Atenas e Tebas (com a ajuda de Alexandre, de dezoito anos) na Batalha de Queroneia, que demonstrou o poder e a autoridade da Macedônia.

[ ![Battle of Chaeronia](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/126.gif?v=1765548605) Batalha de Queroneia US Military Academy (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/126/battle-of-chaeronia/ "Battle of Chaeronia")Filipe reestruturou completamente o exército. A primeira ordem do dia foi a reorganização da falange, com cada unidade dispondo de um comandante próprio, o que dava melhores condições de comunicação. A unidade de combate fundamental tornou-se a *taxis*, que geralmente consistia em 1.540 homens, comandados por um taxiarca. A *taxis* subdividia-se em três *lochoi*, com 512 soldados cada, comandadas por um *lochagos*. Por sua vez, as *lochoi* compunham-se de 32 *dekas* (linha com 10 homens e, posteriormente, com 16). Cada homem ocupava somente dois côvados de espaço (cerca de 1,32 m) até o momento da batalha, quando passava a usar somente um côvado.

### Armas e Táticas

Em seguida, Filipe mudou o principal armamento da lança hoplita para a *sarissa* - uma lança com comprimento entre 5,4 a 6 m -, que tinha a vantagem de um alcance muito maior do que as empregadas pelos oponentes. Obviamente, o comprimento da *sarissa* dificultava o manuseio, exigindo força e destreza. O hoplita tornou-se então o *pezhetairoi* \[pezétero\] ou companheiro a pé. Como seu predecessor, ele também portava um escudo, chamado de *aspis*, similar ao *hoplon*, mas, devido ao tamanho da *sarissa* (que precisava ser carregada com as duas mãos), ficava preso a uma faixa sobre o ombro. Além da *sarissa*, cada soldado dispunha de uma espada menor, de dois gumes, chamada *xifos*, para o combate corpo-a-corpo.

Havia somente uma desvantagem da falange: ela funcionava melhor em áreas planas e sem acidentes naturais; porém, apesar disso, Alexandre a utilizou com incrível sucesso. Em quase todas as campanhas, a formação do exército alexandrino permaneceu a mesma; no entanto, devido à natureza do campo de batalha, algumas mudanças foram feitas na Batalha do Rio Hidaspes, na qual os arqueiros ficaram na vanguarda para enfrentar os elefantes do Rei Poro. Os *pezhetairoi* ocupavam o centro; os hipaspistas ficavam à direita e a cavalaria em cada um dos flancos. Os arqueiros e a infantaria leve adicional atuavam nos flancos externos e na retaguarda. O treinamento dos *pezhetairoi* exigia a manutenção da formação em todas as circunstâncias, embora fossem capazes de desfazê-la brevemente quando necessário; isso ficou evidente na Batalha de Gaugamela contra os carros de combate equipados com lâminas de Dario. Na batalha, as cinco primeiras fileiras baixavam suas *sarissas* em paralelo ao solo, enquanto as linhas da retaguarda (geralmente usando chapéus de palha de abas largas, chamados *kausia*, em vez de elmos) mantinham as suas na vertical.

[ ![Hypaspist](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/215.jpg?v=1765565288) Hipaspista Johnny Shumate (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/215/hypaspist/ "Hypaspist")Como indicado antes, à direita destes *pezhetairoi* estavam os bem mais ágeis hipaspistas, também chamados de portadores de escudos. Ainda que não tão fortemente armados - carregavam somente uma lança ou dardo mais curto - eles exerciam um papel de destaque nos exércitos macedônios. Eram recrutados por sua perícia e físico e passavam por treinamentos especiais. Em sua maioria, provinham do campesinato da Macedônia, sem afiliações tribais ou regionais e, portanto, sua lealdade voltava-se somente ao rei. Havia três classes distintas de hipaspistas - os "reais", que serviam como guarda-costas do rei, bem como sentinelas em banquetes e eventos oficiais; uma força de elite conhecida como *argyraspids* \[argiráspidas\], e, finalmente, o corpo de soldados hipaspistas. Uma força especial de veteranos dentro dos hipaspistas se tornaria conhecida como os Escudos de Prata.

### Cavalaria

Nos flancos direito e esquerdo postava-se a cavalaria. Os cavaleiros eram a principal força de ataque do exército, efetuando o avanço decisivo nas linhas inimigas - isso ficou evidente nas batalhas do Grânico, Isso e Gaugamela. Havia duas divisões de cavalaria - os Companheiros e os *prodromoi* -, a última das quais composta pelos mais flexíveis e versáteis cavaleiros balcânicos, utilizados principalmente como batedores. A divisão de cavalaria mais importante, os Companheiros, ficou inicialmente sob o comando de Filotas e, mais tarde, de Cleito e Heféstion. Estava dividida em oito esquadrões de 200 homens, cada um dos quais carregava uma lança de 2,7 m e usava armaduras leves. Devido ao extremo valor da cavalaria - 1.000 cavalos morreriam em Gaugamela - havia um suprimento constante de animais. Naturalmente, o esquadrão mais importante era o de Alexandre. O rei macedônico e seus Companheiros Reais sempre combatiam à direita, enquanto Parmênio comandava a cavalaria tessália, no flanco esquerdo. As táticas continuavam simples - os *pezhetairoi* marchavam contra o centro do exército inimigo num ângulo oblíquo, enquanto a cavalaria atacava e abria brechas nos flancos. Como a já abandonada falange hoplita, o novo exército estava planejado para atacar e permaneceu como uma arma puramente ofensiva. Embora soldados bem treinados sejam sempre essenciais para o sucesso, um exército precisa de boas lideranças e, além de Alexandre, as forças que cruzaram o Helesponto contavam com vários oficiais capazes: Parmênio, Perdicas (ou Pérdicas), Ceno, Cleito (ou Clito), Ptolemeu (ou Ptolomeu) e Heféstion.

Alexander dirigia o exército na tenda real, onde seus conselheiros de guerra se encontravam num grande pavilhão. A tenda também continha um vestíbulo, um arsenal e os aposentos pessoais do rei. Um destacamento especial de hipaspistas guardava o local em todos os momentos. Embora sempre ouvisse as sugestões do seu alto comando, a decisão de Alexandre era final. Isso ficou mais evidente antes da batalha em Gaugamela, quando Parmênio e vários outros oficiais sugeriram que Alexandre atacasse Dario à noite, o que Alexandre, é claro, recusou categoricamente: "Não vou roubar uma vitória".

[ ![Map of Alexander the Great's Conquests](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/130.gif?v=1765548612) Mapa das Conquistas de Alexandre, o Grande US Military Academy (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/130/map-of-alexander-the-greats-conquests/ "Map of Alexander the Great's Conquests")### Cruzando o Helesponto

Quando entrou na Ásia, o jovem rei trazia consigo 12.000 falangistas - 9.000 *pezhetairoi* e 3.000 hipaspistas. Também o acompanhavam mais de 7.000 soldados de infantaria gregos, a maioria dos quais utilizada como guarnições nas regiões conquistadas. Ainda que o exército que cruzou o Helesponto em 334 a.C. fosse principalmente macedônio, havia também soldados de toda a Grécia: agrianos, tribalianos, peônios e ilírios. Como Alexandre também era o líder da Liga de Corinto, várias cidades-estados gregas forneciam soldados, cavalaria e navios. Muitos desses mercenários falavam uma variedade de dialetos e vinham de províncias com uma longa história de tensão étnica. Por sorte, esta tensão foi reduzida ao mínimo. Após a derrota de Dario III em Gaugamela, em 331 a.C., Alexandre percebeu que precisava recompor suas forças e deu as boas-vindas a novos recrutas, entre os quais contavam-se vários persas, enquanto alguns dos veteranos voltaram para casa. Todos os novos recrutas, fossem recém-chegados da Macedônia ou recrutados de províncias locais, treinavam no estilo macedônio de combate.

### A Liderança de Alexandre

No entanto, um exército - mesmo tão bem treinado quanto o da Macedônia - não poderia ter funcionado tão efetivamente sem a liderança capaz de Alexandre. Em seu livro *Masters of Command: Alexander, Hannibal and Caesar*, Barry Strauss compôs uma lista de traços necessários para uma boa liderança, entre os quais estão julgamento, audácia, agilidade, estratégia e terror. Alexandre apresentava todas estas qualidades. Embora demonstrasse respeito pelo inimigo, conforme ficou evidente após a Batalha do Isso, não temia ninguém. É citado por dizer que "Não tenho receio de um exército de leões liderado por uma ovelha; tenho receio de um exército de ovelhas liderado por um leão". Uma de suas habilidades mais admiráveis era antecipar a estratégia do oponente, com frequência atraindo-o para o terreno de sua preferência, como ficou evidente em Gaugamela. Por toda a conquista da Pérsia, Alexandre não necessariamente visava a deixar Dário de joelhos; queria apenas vencer.

[ ![Alexander the Great, Bronze Head](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/1238.jpg?v=1765565291) Busto de Bronze de Alexandre, o Grande Mark Cartwright (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/1238/alexander-the-great-bronze-head/ "Alexander the Great, Bronze Head")O rei macedônio granjeou o respeito de seus homens e nunca traiu sua confiança, combatendo e comendo com eles e recusando-se a beber água quando não havia o suficiente para todos. De maneira simples, ele dava o exemplo. Como ficou evidente em Gaugamela, foi capaz de congregar os homens para lutar a seu lado. [Plutarco](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-820/plutarco/), na obra *Vida de Alexandre, o Grande*, escreveu:

> \[...\] ele fez um longo discurso para os tessálios e outros gregos e, quando viu que o encorajavam com gritos para que os liderasse contra os bárbaros, mudou sua lança para a mão esquerda e com a direita apelou aos deuses \[...\] orando a eles, como se realmente fosse fruto de [Zeus](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-538/zeus/), a defender e fortalecer os gregos \[...\] e após os encorajamentos mútuos e exortações, a cavalaria investiu a toda velocidade contra o inimigo \[...\]

Na obra *As Campanhas de Alexandre*, Arriano citou Alexandre dirigindo-se às tropas:

> \[...\] Nós da Macedônia, por várias gerações, fomos treinados na dura escola do perigo e da guerra. \[O rei comparou então os dois exércitos - da Macedônia e da Pérsia\] ... e o quê, por fim, dos dois homens no comando supremo? Vocês têm Alexandre, eles têm Dario.

Antes de Filipe e Alexandre, os persas, liderados por Dario I e Xerxes, tinham sido repelidos por forças em menor número – os persas jamais haviam encarado antes algo como aqueles exércitos gregos. Porém, a força de combate que Alexandre conduziu através da Grécia e Pérsia fora ainda mais aperfeiçoada. Ele cruzou a [Ásia Menor](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-228/asia-menor/) em direção à Índia enfrentando, com frequência, forças superiores em número. O uso eficaz da falange e da cavalaria, combinado com um senso inato de comando, colocava seus inimigos na defensiva, fazendo com que nunca perdesse uma batalha. A recordação de seus feitos perdurou e sua determinação levou a cultura helenística para a Ásia. Alexandre construiu cidades e mudou para sempre os costumes de povos inteiros.

#### Editorial Review

This human-authored article has been reviewed by our editorial team before publication to ensure accuracy, reliability and adherence to academic standards in accordance with our [editorial policy](https://www.worldhistory.org/static/editorial-policy/).

## Bibliografia

- [Anglim, S. *Fighting Techniques of the Ancient World, 3000 BC - AD 500.* Greenhill Books, 2002.](https://www.worldhistory.org/books/1853675229/)
- [Arrian. *The Campaigns of Alexander.* Penguin Classics, 1976.](https://www.worldhistory.org/books/0140442537/)
- [English, S. *The Army of Alexander the Great.* Pen & Sword Military, 2009.](https://www.worldhistory.org/books/184415839X/)
- [Fildes, A. *Alexander the Great.* J. Paul Getty Museum, 2004.](https://www.worldhistory.org/books/0892367830/)
- [Fuller, J.F.C. *The Generalship Of Alexander The Great.* Da Capo Press, 2004.](https://www.worldhistory.org/books/0306813300/)
- [Plutarch. *The Life of Alexander the Great.* Modern Library, 2004.](https://www.worldhistory.org/books/0812971337/)
- Shepard, R (ed). *Alexander the Great at War.* Metro Books, 2008
- [Strauss, B. *Masters of Command.* Simon & Schuster, 2013.](https://www.worldhistory.org/books/1439164495/)

## Sobre o Autor

Donald ensina História Antiga, Medieval e dos Estados Unidos no Lincoln College (Normal, Illinois) e sempre foi e sempre será um estudante de História, dedicando-se, desde então, a se aprofundar no conhecimento sobre Alexandre, o Grande. É uma pessoa ávida a transmitir conhecimentos aos seus estudantes.

## Cite Este Artigo

### APA
Wasson, D. L. (2025, March 28). O Exército de Alexandre, o Grande. (R. Albuquerque, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-676/o-exercito-de-alexandre-o-grande/>
### Chicago
Wasson, Donald L.. "O Exército de Alexandre, o Grande." Traduzido por Ricardo Albuquerque. *World History Encyclopedia*, March 28, 2025. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-676/o-exercito-de-alexandre-o-grande/>.
### MLA
Wasson, Donald L.. "O Exército de Alexandre, o Grande." Traduzido por Ricardo Albuquerque. *World History Encyclopedia*, 28 Mar 2025, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-676/o-exercito-de-alexandre-o-grande/>.

## Licença & Direitos de Autor

Enviado por [Ricardo Albuquerque](https://www.worldhistory.org/user/ricardorangelgo/ "User Page: Ricardo Albuquerque"), publicado em 28 March 2025. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

