---
title: A Batalha de Pelúsio: Uma Vitória Decidida por Gatos
author: Joshua J. Mark
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-43/a-batalha-de-pelusio-uma-vitoria-decidida-por-gato/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-05-31
---

# A Batalha de Pelúsio: Uma Vitória Decidida por Gatos

_Escrito por [Joshua J. Mark](https://www.worldhistory.org/user/JPryst/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

Os antigos egípcios tinham uma profunda reverência pela vida em todas as suas formas. A vida fora concedida pelos deuses e essa reverência estendia-se para além dos seres humanos, abrangendo todos os seres vivos. Embora os egípcios comessem carne ocasionalmente, e a sua realeza certamente se dedicasse à caça, a dieta egípcia era predominantemente vegetariana ou pescetariana, o que refletia a compreensão da natureza sagrada de toda a existência. Mesmo quando se consumiam animais, agradecia-se o sacrifício; os animais de estimação eram bem tratados e a vida selvagem na natureza era respeitada.

Este valor é visível em toda a cultura, desde a arte à religião egípcia, mas é sintetizado pela Batalha de Pelúsio, em 525 a.C. Este confronto foi o embate decisivo entre o [Faraó](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-288/farao/) Psamético III (526-525 a.C.) e o rei persa [Cambises II](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-305/cambises-ii/) (525-522 a.C.), resultando na primeira conquista persa do Egipto.

[ ![The Battle of Pelusium](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/13914.jpg?v=1767104853) A Batalha de Pelúsio Simon Seitz (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/13914/the-battle-of-pelusium/ "The Battle of Pelusium")Sugere-se que a batalha teria sido ganha pelos persas independentemente das táticas utilizadas, uma vez que Cambises II era muito mais experiente na guerra do que o jovem Faraó Psamético III. No entanto, a vitória deveu-se muito mais ao conhecimento de Cambises II sobre a cultura egípcia do que ao seu historial como comandante de campo. A batalha foi vencida através de uma estratégia muito invulgar por parte de Cambises II: a utilização de animais como reféns e, especialmente, de gatos.

### **Bastet e os seus Gatos**

Os gatos eram animais de estimação populares no antigo Egipto e estavam estreitamente associados à deusa Bastet (também conhecida como Bast), que surge na arte egípcia com o corpo de uma mulher e a cabeça de um gato, ou como um gato sentado numa pose majestosa. Era a deusa do lar, da domesticidade, dos segredos das mulheres, dos gatos, da fertilidade e do parto. Protegia as habitações contra os espíritos malignos e doenças, especialmente as que afetavam as mulheres e as crianças, e desempenhava também um papel na vida após a morte.

Bastet era extremamente popular em todo o Egipto, tanto entre homens como mulheres, desde a II Dinastia (cerca de 2890 – cerca de 2670 a.C.) em diante, com o seu culto centrado na cidade de Bubastis, pelo menos a partir do século V a.C. Inicialmente, foi representada como uma mulher com cabeça de leoa e estava intimamente associada à deusa vingativa Sekhmet; contudo, as duas divergiram ao longo do tempo até que Bastet passou a ser imaginada mais como uma companheira próxima, enquanto Sekhmet permaneceu uma força de vingança divina. Ainda assim, isto não significava que Bastet não pudesse aplicar a justiça ou corrigir erros sempre que visse necessidade. A egiptóloga Geraldine Pinch escreve:

> A partir dos Textos das Pirâmides, Bastet possui um duplo aspeto de mãe zelosa e vingadora terrível. É o aspeto demoníaco que figura principalmente nos Textos dos Sarcófagos, no Livro dos Mortos e em feitiços médicos. Dizia-se que os "carniceiros de Bastet" infligiam a peste e outros desastres à humanidade.
> (pág. 115)

Entre as muitas formas de ofender a deusa estava o ato de magoar um dos seus gatos. Os gatos eram tão estimados no antigo Egipto que a punição por matar um era a morte e, tal como relata [Heródoto](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-234/herodoto/), os egípcios encurralados num edifício em chamas salvavam os gatos antes de se salvarem a si próprios ou de tentarem apagar o fogo. Heródoto afirma, ainda, que "todos os habitantes de uma casa onde um gato tenha morrido de morte natural rapam as sobrancelhas" como sinal de luto, e os gatos eram mumificados com joias, tal como as pessoas (Nardo, pág. 96). Sugeriu-se que os gatos eram sacrificados a Bastet da mesma forma que os cães o eram a [Anúbis](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11903/anubis/), mas esta afirmação tem sido contestada. É possível que os gatos mumificados encontrados em Bubastis fossem animais de estimação que morreram naturalmente e foram levados para serem enterrados num local sagrado. Este precedente é estabelecido por túmulos de humanos e animais sepultados em Abidos de modo a estarem perto de Osíris.

[ ![Cat Mummy](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/964.jpg?v=1748398695-1727159863) Múmia de Gato Mary Harrsch (Photographed at the Rosicrucian Egyptian Museum, Calif.) (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/964/cat-mummy/ "Cat Mummy")O respeito que os egípcios tinham pelos animais estendia-se, contudo, para além do gato e do cão. Foram encontrados animais de estimação mumificados de diferentes espécies, incluindo gazelas, babuínos, aves e até peixes. Certos animais, como o gato e o cão, pareciam ter uma importância especial devido à sua associação com divindades, e foi este conhecimento da cultura e dos valores egípcios que deu a Cambises II a vitória em Pelúsio, independentemente da juventude do seu oponente ou do declínio do Egipto como potência mundial após o [Império](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-99/imperio/) Novo.

### **O Egipto no Terceiro Período Intermédio**

O Império Novo do Egipto (cerca de 1570 – cerca de 1069 a.C.) foi uma época de prosperidade e crescimento em todas as áreas da [civilização](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10175/civilizacao/). Esta foi a era do Império Egípcio, durante a qual as suas fronteiras se expandiram e o tesouro se encheu. Os governantes mais conhecidos da história egípcia pertencem a esta era: Amósis I, [Hatshepsut](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-743/hatshepsut/), Tutemósis III, Amenófis III, [Akhenaton](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-12688/akhenaton/), [Nefertiti](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10541/nefertiti/), [Tutankhamon](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11752/tutankhamon/), Horemheb, Seti I, Ramsés o Grande, Nefertari e Ramsés III fazem todos parte da nobreza do Império Novo. No entanto, a opulência e o sucesso desta era não poderiam durar para sempre e, por volta de 1069 a.C., o império estava a desmoronar-se, entrando naquilo a que estudiosos posteriores chamaram o Terceiro Período Intermédio do Egipto (cerca de 1069 – 525 a.C.).

Este período caracteriza-se pela ausência de um governo central forte, por guerras civis e instabilidade social, embora não tenha sido tão sombrio ou lúgubre como os primeiros egiptólogos afirmariam. Ainda assim, o país não estava nem perto do vigor ou poderio militar do Império Novo. Na última parte da XXII Dinastia, o Egipto estava dividido pela guerra civil e, na altura da XXIII, o país encontrava-se repartido entre monarcas autoproclamados que governavam a partir de Heracleópolis, Tânis, Hermópolis, Tebas, Mênfis e Saís. Esta divisão impossibilitou uma defesa unida do território e permitiu a invasão núbia vinda do sul.

[ ![Map of the Third Intermediate Period](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/596.png?v=1755176944) Mapa do Terceiro Período Intermediário Jeff Dahl (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/596/map-of-the-third-intermediate-period/ "Map of the Third Intermediate Period")As XXIV e XXV dinastias foram então unificadas sob o domínio núbio, que foi bastante bem-sucedido, mas o país não era forte o suficiente para resistir ao avanço dos assírios, primeiro sob o comando de [Assaradão](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-771/assaradao/) (681-669 a.C.) em 671/670 a.C. e, depois, por [Assurbanípal](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-506/assurbanipal/) (668-627 a.C.) em 666 a.C. Embora os assírios tenham sido expulsos do país, o Egipto não teria os recursos necessários para suportar a chegada dos persas.

### **Cambises II e Amásis**

O Faraó Amásis da XXVI Dinastia (também conhecido como Amósis II, 570-526 a.C.) esteve entre os maiores governantes deste período, tendo restaurado parte da antiga glória e prestígio militar do Egipto. Seria, contudo, um dos últimos reis eficazes da história egípcia e, a dar crédito a Heródoto nesta matéria, terá dado início ao problema que levou à invasão persa.

De acordo com Heródoto, Cambises II invadiu o Egipto após ter sido insultado por Amásis. Cambises II escreveu a Amásis pedindo uma das suas filhas em casamento, mas Amásis, não desejando aceder ao pedido, enviou a filha do seu predecessor, Apries. A jovem sentiu-se insultada por esta decisão — especialmente porque era tradição que as mulheres egípcias não fossem entregues a reis estrangeiros — e, ao chegar à corte de Cambises II, revelou a sua verdadeira identidade. Cambises II acusou Amásis de lhe ter enviado uma "esposa falsa" e mobilizou as suas tropas para a guerra.

Independentemente da veracidade desta história, os persas teriam acabado por atacar o Egipto de qualquer forma. Os assírios já tinham conquistado o país no final do século VII a.C., e o exército egípcio provara não estar à altura das armas e táticas superiores das forças mesopotâmicas. Os persas, que estavam a expandir o seu império, teriam tido conhecimento da conquista anterior e da incapacidade do Egipto em se defender como fizera no Império Novo, pelo que teriam tido pouca hesitação em lançar uma invasão.

### **A Preparação para a Batalha**

Assumindo que Heródoto está correto, entre o insulto e a batalha, Amásis morreu e deixou o país nas mãos do seu filho Psamético III, que era um jovem que vivera largamente à sombra das grandes realizações do pai e dificilmente estava preparado para repelir uma força hostil. No entanto, quando lhe chegou a notícia da mobilização persa, fez o seu melhor para organizar uma defesa e preparar-se para o combate. Contava com a assistência de aliados gregos, que o abandonaram, e viu-se privado do aconselhamento militar de Fanes de Halicarnasso (conselheiro do seu pai), que já se passara para o lado persa. Psamético III ficou, portanto, entregue a si próprio para lidar com a crise.

Psamético III fortificou a sua posição em Pelúsio, perto da foz do Nilo, e aguardou o ataque persa enquanto, simultaneamente, preparava a sua capital, Mênfis, para resistir a um cerco. A fortaleza de Pelúsio era forte e estava bem abastecida, tal como a capital. O jovem faraó, que governava há apenas seis meses, devia estar confiante de que conseguiria repelir qualquer ataque. O que Psamético III não previu, contudo, foi a astúcia de Cambises II.

### **A Batalha e as suas Consequências**

O escritor do século II d.C., Polieno, descreve a abordagem de Cambises II na sua obra *Estratagemas* (tít. original *Strategemata*), que escreveu com a esperança de ajudar Marco Aurélio e Vero nas suas campanhas. Polieno relata como os egípcios estavam a conter com sucesso o avanço persa quando Cambises II mudou subitamente de tática. O rei persa, conhecendo a veneração que os egípcios tinham pelos gatos, mandou pintar a imagem de Bastet nos escudos dos seus soldados e, mais ainda, "colocou diante da sua linha da frente cães, ovelhas, gatos, íbis e quaisquer outros animais que os egípcios prezam" (Polieno VII.9). Os egípcios sob o comando de Psamético III, ao verem a sua própria deusa amada nos escudos dos inimigos e temendo lutar para não ferir os animais que eram conduzidos à frente do adversário, abandonaram a sua posição e fugiram em debandada.

Muitos foram massacrados no campo de batalha e Heródoto relata ter visto os seus ossos ainda na areia muitos anos depois; comentou até a diferença entre os crânios persas e os egípcios. Os egípcios que não foram mortos em Pelúsio fugiram para a segurança de Mênfis, com o exército persa no seu encalço. Mênfis foi sitiada e caiu após um intervalo relativamente curto. Psamético III foi feito prisioneiro e foi tratado razoavelmente bem por Cambises II, até tentar fomentar uma revolta, acabando por ser executado.

[ ![Cambyses II of Persia](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/2135.png?v=1747191733) Cambises II da Pérsia Wikipedia (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/2135/cambyses-ii-of-persia/ "Cambyses II of Persia")Assim terminou a soberania do Egipto, que foi anexado pela Pérsia e, doravante, mudou de mãos várias vezes antes de acabar por se tornar uma província de Roma. Diz-se que Cambises II, após a batalha, arremessou gatos contra os rostos dos egípcios derrotados, em sinal de desprezo por terem entregado o seu país e a sua liberdade por temerem a segurança de animais comuns.

Deve notar-se, contudo, que a descrição de Cambises II feita por Heródoto tem sido contestada. Cambises II é frequentemente retratado como um monarca brutal e negligente pelos escritores gregos, que não nutriam qualquer simpatia pelos persas. Diz-se também que Cambises II terá matado o touro sagrado Ápis, lançando a sua carcaça para a rua, e que terá profanado e proibido ritos e tradições sagradas em todo o Egipto.

Esta afirmação é contradita por relatos de outros escritores, inscrições e obras de arte que demonstram o grande apreço de Cambises II pela cultura e religião egípcias, incluindo a reconstrução de Mênfis e a sua continuidade como capital da satrapia persa. O próprio facto de ele ter utilizado os valores dos egípcios contra eles em batalha atesta essa admiração; ele sabia que os egípcios responderiam exatamente como fizeram porque não poderiam agir de outra forma. Eles teriam considerado melhor renderem-se do que traírem as suas crenças.

Após a Batalha de Pelúsio, os persas governariam o Egipto durante as XXVII e XXXI Dinastias e representariam uma ameaça constante, mesmo quando foram expulsos, entre a XXVIII e a XXX Dinastia. À exceção de curtos períodos, o Egipto deixou de ser uma nação autónoma após a vitória persa. [Alexandre, o Grande](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-265/alexandre-o-grande/), chegou com os seus exércitos em 331 a.C. e conquistou a região, que foi então governada por uma monarquia grega até ser anexada por Roma em 30 a.C.

Polieno observa como, através deste estratagema, Cambises II abriu a rota para o Egipto e o caminho para a vitória. Observa ainda que nunca se deve confiar na própria força ou bondade em batalha, mas sim preparar-se para qualquer eventualidade. Embora este possa ser um conselho sensato, a recusa dos egípcios em comprometer as suas crenças — independentemente do custo — é um detalhe revelador para compreender o que tornou a sua cultura tão admirável e a sua civilização uma das mais impressionantes.

#### Editorial Review

This human-authored article has been reviewed by our editorial team before publication to ensure accuracy, reliability and adherence to academic standards in accordance with our [editorial policy](https://www.worldhistory.org/static/editorial-policy/).

## Bibliografia

- [De Selincourt, A. *The Histories by Herodotus.* Penguin Classics, 1954.](https://www.worldhistory.org/books/B01JXPYQBQ/)
- [Nardo, D. *Living in Ancient Egypt.* Thompson/Gale, 2004.](https://www.worldhistory.org/books/1601526385/)
- [Pinch, G. *Egyptian Mythology: A Guide to the Gods, Goddesses, and Traditions of Ancient Egypt.* Oxford University Press, 2004.](https://www.worldhistory.org/books/0195170245/)
- [Shaw, I. *The Oxford History of Ancient Egypt.* Oxford University Press, 2006.](https://www.worldhistory.org/books/B000OKSGJ8/)
- [Shepherd, R. *Polyaenus' Strategems.* Ares Pub, 1994.](https://www.worldhistory.org/books/0890055033/)
- [Silverman, D. P. *Ancient Egypt.* Oxford University Press, 1997.](https://www.worldhistory.org/books/B01K3MRL10/)
- [Smith, W. *A New Classical Dictionary of Greek and Roman Biography, Mythology and Geography.* Kessinger Publishing, LLC, 2007.](https://www.worldhistory.org/books/0548134561/)
- [Strassler, R. B. *The Landmark Herodotus.* Anchor Books, 2009.](https://www.worldhistory.org/books/1400031141/)
- [Van De Mieroop, M. *A History of Ancient Egypt.* Wiley-Blackwell, 2010.](https://www.worldhistory.org/books/1405160713/)
- [Wilkinson, T. *The Rise and Fall of Ancient Egypt.* Random House Trade Paperbacks, 2013.](https://www.worldhistory.org/books/0553384902/)

## Sobre o Autor

Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.
- [Linkedin Profile](https://www.linkedin.com/pub/joshua-j-mark/38/614/339)

## Cite Este Artigo

### APA
Mark, J. J. (2026, May 31). A Batalha de Pelúsio: Uma Vitória Decidida por Gatos. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-43/a-batalha-de-pelusio-uma-vitoria-decidida-por-gato/>
### Chicago
Mark, Joshua J.. "A Batalha de Pelúsio: Uma Vitória Decidida por Gatos." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, May 31, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-43/a-batalha-de-pelusio-uma-vitoria-decidida-por-gato/>.
### MLA
Mark, Joshua J.. "A Batalha de Pelúsio: Uma Vitória Decidida por Gatos." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 31 May 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-43/a-batalha-de-pelusio-uma-vitoria-decidida-por-gato/>.

## Licença & Direitos de Autor

Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 31 May 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

