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title: Relato de George H. Thomas sobre a Batalha de Mill Springs: Excertos do Relatório Oficial de Ação
author: Joshua J. Mark
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2989/relato-de-george-h-thomas-sobre-a-batalha-de-mill/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-09-19
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# Relato de George H. Thomas sobre a Batalha de Mill Springs: Excertos do Relatório Oficial de Ação

_Escrito por [Joshua J. Mark](https://www.worldhistory.org/user/JPryst/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

Na Batalha de Mill Springs (19 de janeiro de 1862), no Kentucky, o brigadeiro-general da União George H. Thomas tinha inicialmente planeado atacar primeiro, avançando a partir de Logan's Crossroads para lançar um assalto ao acampamento confederado em Beech Grove, perto do rio Cumberland, a 16 km (dez milhas) da sua posição.

O plano de Thomas foi antecipado pelo avanço do brigadeiro-general confederado Felix Zollicoffer, que teve início pouco antes da meia-noite do dia 18, com o objetivo de apanhar as forças de Thomas de surpresa. O mau tempo e o mau estado das estradas retardaram a marcha de Zollicoffer, tendo-se perdido assim o elemento surpresa.

[ ![Woodcut of George H. Thomas by Thomas Nast](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/22106.jpeg?v=1789857510-1789553429-rigzhvkp) Xilogravura de George H. Thomas por Thomas Nast Thomas Nast (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/22106/woodcut-of-george-h-thomas-by-thomas-nast/ "Woodcut of George H. Thomas by Thomas Nast")Mesmo assim, Thomas acordou na manhã do dia 19 e deparou-se com as forças confederadas à sua frente, em vez de quilometros de distância, em Beech Grove. No entanto, Thomas tinha planeado a batalha cuidadosamente e, por isso, em vez de entrar em pânico, como outro general poderia ter feito, manteve-se fiel ao seu plano original. Quer o inimigo estivesse à sua frente ou à distância, o plano continuava a ser bom. Thomas tinha enviado postos de vigia muito à frente da sua posição logo à chegada (que alertaram o exército para o avanço confederado), e o seu perímetro defensivo era forte e bem consolidado.

Confiado no seu plano, Thomas ordenou metodicamente que reforços preenchessem as lacunas onde fosse necessário ou apoiassem as posições ameaçadas. Reforçado pelo brigadeiro-general Albin F. Schoepf, Thomas ordenou um avanço contra a linha confederada em ambos os flancos e uma carga de baioneta pelo 9.º de Ohio no flanco esquerdo confederado. O acaadémico Stuart W. Sanders descreve a carga:

> O 9.º de Ohio empurrou o flanco esquerdo confederado para além da cabana onde estavam posicionados os sentinelas do 10.º de Indiana. Em seguida, empurraram-nos para sul várias centenas de jardas adicionais, até ao local de um hospital confederado. Ao avistarem cavalaria a operar nos seus flancos, os soldados de Ohio pararam e prepararam-se para uma investida, formando um quadrado oco.
> (pág. 100)

Isto rompeu as linhas confederadas, que fugiram do campo de batalha em desordem.

A Batalha de Mill Springs tornou-se a primeira vitória da União no teatro de operações ocidental da [Guerra Civil Americana](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-21889/guerra-civil-americana/), abrindo o leste do Tennessee às tropas da União, permitindo que Ulysses S. Grant lançasse os seus ataques ao Forte Henry e ao Forte Donelson em fevereiro de 1862 (ambas vitórias da União) e mantendo o Kentucky como um estado fronteiriço neutro ao longo de toda a guerra. Sanders escreve:

> Como escreveu Eastham Tarrant, da 1.ª Cavalaria do Kentucky, a batalha «foi uma das vitórias mais brilhantes para a causa da União e uma das mais importantes em termos de resultados que ocorreram durante a guerra. Foi a sua primeira grande vitória. Reviveu o ânimo abatido dos leais em todos os Estados Unidos e espalhou consternação nas fileiras do inimigo até então audacioso.
> Contradiu as afirmações extravagantes… de que um valente sulista equivalia a cinco ianques no campo de batalha… foi o precursor de uma série de manobras bem-sucedidas e vitórias brilhantes dos exércitos da União, que não só levaram o inimigo a abandonar o Kentucky em massa, mas também a maior parte e as regiões mais férteis do Tennessee.»
> (pág. 125)

[ ![Battle of Mill Springs, January 1862](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/22107.jpeg?v=1789493960-1788789209-z5jgm1sq) Batalha de Mill Springs, Janeiro de 1862 Harper's Weekly (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/22107/battle-of-mill-springs-january-1862/ "Battle of Mill Springs, January 1862")### O Texto

A 31 de janeiro de 1862, o General Thomas redigiu o seu relatório de ação sobre a batalha para as autoridades da União. Este relatório, juntamente com muitos outros — tanto de generais confederados como da União —, encontra-se preservado nos *Official Records of the Union and Confederate Armies in the War of the Rebellion* (*Registos Oficiais dos Exércitos da União e da Confederação na Guerra da Rebelião*). O relato de Thomas provém da Série I, Volume 7.

A tradução infra é do excerto desse relato extraído do artigo *General George Thomas' Account of the Battle of Mill Springs, or Logan's Crossroads, Kentucky* (*Relato do General George Thomas sobre a Batalha de Mill Springs, ou Logan's Crossroads, no Kentucky*), de Mark (sem apelido indicado), do sítio *Iron Brigader: Civil War Info and Resources* (*Iron Brigader: Informações e Recursos sobre a Guerra Civil*).

> QUARTEL-GENERAL DA PRIMEIRA DIVISÃO DO DEPARTAMENTO DO OHIO
> Somerset, Kentucky, 31 de janeiro de 1862
> Tenho a honra de informar que, ao cumprir as instruções do general comandante do departamento, contidas na sua comunicação de 29 de dezembro, cheguei a Logan's Crossroads, cerca de 10 milhas a norte do acampamento fortificado do inimigo no rio Cumberland, no dia 17 do corrente mês, com uma parte da Segunda e da Terceira Brigadas, a bateria de artilharia de Kenny e um batalhão da cavalaria de Wolford.
> Uma vez que o Quarto e o Décimo Regimentos de Kentucky, o Décimo Quarto de Ohio e o Décimo Oitavo Regimento de Infantaria dos EUA ainda se encontravam na retaguarda, retidos pelo estado quase intransitável das estradas, decidi fazer uma paragem neste ponto, para aguardar a sua chegada e comunicar com o General Schoepf.
> O 10.º Regimento de Indiana, a cavalaria de Wolford e a bateria de Kenny tomaram posição na estrada que conduz ao acampamento inimigo. O 9.º Regimento de Ohio e o 2.º Regimento de Minnesota (parte da brigada do Coronel McCook) acamparam a três quartos de milha à direita, na estrada de Robertsport.
> Foram destacados postos de vigia reforçados na direção do inimigo, para além do ponto onde a estrada de Somerset e Mill Springs se junta à estrada principal que liga o meu acampamento a Mill Springs, e um posto de vigia de cavalaria a alguma distância à frente da infantaria 
> O General Schoepf visitou-me no dia da minha chegada e, após consulta, instruí-o a enviar para o meu acampamento a bateria de Standart, o 12.º Regimento do Kentucky e o 1.º e 2.º Regimentos do Tennessee, para permanecerem até à chegada dos regimentos da retaguarda. 
> Tendo recebido informação na noite do dia 17 de que uma grande caravana de carroças com a sua escolta estava acampada na estrada entre Robertsport e Danville, a cerca de 6 milhas do acampamento do Coronel Steedman, enviei-lhe uma ordem para que enviasse as suas carroças para a frente sob forte escolta e para que marchasse com o seu regimento (o 14.º de Ohio) e o 10.º de Kentucky (Coronel Harlan), com rações para um dia nas mochilas, até ao ponto onde se dizia que o inimigo se encontrava acampado, para os capturar ou dispersar. 
> Nada de importância ocorreu desde a nossa chegada até à manhã do dia 19, exceto uma escaramuça entre postos de vigia na noite do dia 17. O 4.º de Kentucky, o batalhão de Engenheiros do Michigan e a bateria de Wetmore juntaram-se a nós no dia 18.
> Por volta das 6h30 da manhã do dia 19, os postos de guarda da cavalaria de Wolford depararam-se com o inimigo a avançar sobre o nosso acampamento, recuaram lentamente e comunicaram o seu avanço ao Coronel M.D. Manson, comandante da Segunda Brigada. Ele formou imediatamente o seu regimento (o Décimo de Indiana) e tomou posição na estrada para aguardar o ataque, ordenando ao Quarto de Kentucky (Coronel S.S. Fry) que o apoiasse, tendo-me depois informado pessoalmente de que o inimigo avançava em força e das disposições que tinha tomado para lhes resistir.
> Ordenei-lhe que se juntasse imediatamente à sua brigada e mantivesse o inimigo sob controlo até que eu pudesse mobilizar as outras tropas, às quais foi ordenado que se formassem imediatamente e que, dez minutos depois, já marchavam para o campo de batalha. O batalhão de Engenheiros do Michigan e a Companhia A do 38.º de Ohio (Capitão Greenwood) receberam ordens para permanecerem como guarda do acampamento.
> Ao chegar ao campo de batalha pouco depois, encontrei o 10.º Regimento de Indiana formado em frente ao seu acampamento, aparentemente à espera de ordens, e ordenei-lhes que avançassem para apoiar o 4.º Regimento de Kentucky, que era o único regimento completo então em combate.
> Cavalguei então eu próprio para a frente para observar a posição do inimigo, de modo a poder determinar como distribuir as minhas tropas à medida que fossem chegando. Ao chegar à posição ocupada pelo 4.º Regimento de Kentucky, pelo 10.º Regimento de Indiana e pela cavalaria de Wolford, num ponto onde as estradas se bifurcavam em direção a Somerset, deparei-me com o inimigo a avançar por um milheiral e, evidentemente, a tentar flanquear a esquerda do 4.º Regimento de Kentucky, que mantinha a sua posição de forma extremamente determinada.
> Ordenei a um dos meus ajudantes que regressasse a cavalo e ordenasse a uma secção de artilharia e à brigada do Tennessee que avançassem sobre a direita do inimigo, e enviei ordens para que o coronel McCook avançasse com os seus dois regimentos (o Nono de Ohio e o Segundo de Minnesota) em apoio do Quarto de Kentucky e do Décimo de Indiana. 
> Uma secção da bateria do Capitão Kenny tomou posição na orla do campo, à esquerda do Quarto Regimento do Kentucky, e abriu fogo eficaz contra um regimento de soldados do Alabama, que avançava contra o Quarto Regimento do Kentucky.
> Pouco depois, chegou o 2.º de Minnesota (Coronel H. P. Van Cleve), tendo o coronel apresentado-se perante mim para receber instruções. Ordenei-lhe que assumisse a posição do 4.º de Kentucky e do 10.º de Indiana, regimentos esses que se encontravam quase sem munições. O 9.º de Ohio, sob o comando direto do Major Kammerling, assumiu posição à direita da estrada ao mesmo tempo. 
> Imediatamente após estes regimentos terem assumido as suas posições, o inimigo abriu fogo de forma extremamente determinada e implacável, ao qual as nossas tropas responderam com o mesmo ímpeto, e durante quase meia hora o combate foi travado por ambos os lados da forma mais obstinada.
> Nesse momento, o 12.º Regimento do Kentucky (Coronel W. A. Hoskins) e a brigada do Tennessee chegaram ao campo à esquerda do regimento do Minnesota e abriram fogo contra o flanco direito do inimigo, que então começou a recuar. O 2.º de Minnesota manteve um fogo extremamente intenso na frente, e o 9.º de Ohio atacou o inimigo pela direita com baionetas em punho, contornou-lhe o flanco e expulsou-o do campo de batalha, com toda a linha a ceder e a recuar na mais completa desordem e confusão.
> Assim que os regimentos conseguiram reorganizar-se e reabastecer as suas cartucheiras, ordenei que toda a força avançasse. A algumas milhas atrás do campo de batalha, uma pequena força de cavalaria estava posicionada junto à estrada, mas alguns tiros da nossa artilharia (uma secção da bateria de Standart) dispersaram-na, e nenhum inimigo foi visto novamente até chegarmos à frente das suas trincheiras.
> À medida que nos aproximávamos das suas trincheiras, a divisão foi disposta em linha de batalha e avançou de forma constante até ao cume da colina em Moulden's. A partir deste ponto, ordenei que as trincheiras inimigas fossem bombardeadas, o que foi feito até ao anoitecer pelas baterias de Standart e de Wetmore. A bateria de Kenny foi colocada em posição na extrema esquerda, junto à casa de Russell, de onde recebeu ordens para disparar contra a balsa inimiga, a fim de os dissuadir de tentarem atravessar.
> Na manhã seguinte, a bateria do Capitão Wetmore recebeu ordens para se deslocar para a casa de Russell e, com os seus canhões Parrott, ajudou a disparar contra a balsa. A brigada do Coronel Manson tomou posição à esquerda, perto da bateria de Kenny, e foram feitos todos os preparativos para assaltar as trincheiras inimigas na manhã seguinte.
> O 14.º de Ohio (Coronel Steedman) e o 10.º de Kentucky (Coronel Harlan), tendo-se juntado após terem estado em serviço destacado logo após a repulsa do inimigo, continuaram com a sua brigada na perseguição, embora não tivessem conseguido chegar a tempo de se juntarem à luta. Estes dois regimentos foram colocados na vanguarda do meu avanço sobre as trincheiras na manhã seguinte e entraram em primeiro lugar.
> O General Schoepf também se juntou a mim na noite de 19 com o 17.º, o 31.º e o 38.º de Ohio. Toda a sua brigada entrou juntamente com as outras tropas. 
> Ao chegarmos às trincheiras, descobrimos que o inimigo tinha abandonado tudo e se tinha retirado durante a noite. Doze peças de artilharia, com os seus caixotes cheios de munições; uma carroça de bateria e duas forjas; uma grande quantidade de munições; um grande número de armas de pequeno calibre, na sua maioria os antigos mosquetes de pederneira; 150 ou 160 carroças e mais de 1 000 cavalos e mulas; uma grande quantidade de provisões, ferramentas de entrincheiramento e equipamento de acampamento e guarnição, caíram nas nossas mãos.
> Será enviada uma lista exata de todos os bens capturados assim que esta puder ser elaborada e os bens assegurados.
> Uma vez que os barcos a vapor e as balsas foram incendiados pelo inimigo durante a sua retirada, revelou-se impossível atravessar o rio e persegui-los; além disso, o seu comando estava completamente desmoralizado e retirou-se com grande pressa e em todas as direções, tornando bastante duvidosa a possibilidade de os capturar em número significativo, caso fossem perseguidos.
> Não há dúvida de que o efeito moral produzido pela sua completa dispersão terá um impacto mais decisivo no restabelecimento dos sentimentos unionistas do que se tivessem sido capturados. 
> É-me um grande prazer poder testemunhar a firmeza e a boa conduta uniformes, tanto dos oficiais como dos soldados, durante a batalha, e remeto respeitosamente para os relatórios anexos dos diferentes comandantes, onde constam os nomes dos oficiais e soldados cuja boa conduta foi particularmente destacada por eles…
> Sou, senhor, com todo o respeito, o seu humilde [servo](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17609/servo/),
> Geo. H. Thomas, 
> General de Brigada, Voluntários dos EUA, Comandante

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Bobrick, B. *Master of War: The Life of General George H. Thomas.* Simon & Schuster, 2010.](https://www.worldhistory.org/books/0743290267/)
- [Iron Brigader/General George Thomas’ Account of the Battle of Mill Springs, or Logan’s Crossroads, Kentucky](https://ironbrigader.com/2013/03/16/general-george-thomas-account-battle-mill-springs-logans-crossroads-kentucky/ "Iron Brigader/General George Thomas’ Account of the Battle of Mill Springs, or Logan’s Crossroads, Kentucky"), accessed 9 Sep 2026.
- [Sanders, S. W. *The Battle of Mill Springs, Kentucky.* The History Press, 2013.](https://www.worldhistory.org/books/1609498291/)
- [Taylor, Alan. *American Civil Wars: A Continental History, 1850-1873.* W. W. Norton & Company, 2025.](https://www.worldhistory.org/books/132411049X/)

## Sobre o Autor

Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.
- [Linkedin Profile](https://www.linkedin.com/pub/joshua-j-mark/38/614/339)

## Perguntas & Respostas

### Qual é o relato de George H. Thomas sobre a Batalha de Mill Springs?
O relato de George H. Thomas sobre a Batalha de Mill Springs é o seu relatório oficial de combate, apresentado às autoridades da União a 31 de janeiro de 1862, no qual descreve os acontecimentos da batalha. 

### O relato de George H. Thomas sobre a Batalha de Mill Springs é fiável?
Sim. O relato de George H. Thomas sobre a Batalha de Mill Springs é considerado fiável, uma vez que coincide com outros relatos, incluindo relatos confederados, sobre os acontecimentos desse dia. 

### Por que razão um general da Guerra Civil teria de apresentar um relatório de ações?
Um general da Guerra Civil teria de apresentar um relatório de ação para fornecer aos superiores detalhes sobre as suas decisões durante a batalha, comunicar as baixas, explicar a utilização dos recursos do governo e, simplesmente, descrever a sequência de acontecimentos de uma determinada batalha. 

### Como é que George H. Thomas venceu a Batalha de Mill Springs?
George H. Thomas venceu a Batalha de Mill Springs ao planear cuidadosamente a batalha com antecedência e, posteriormente, ao executar o seu plano, apesar de o seu adversário o ter surpreendido ao atacar primeiro. Thomas tornou-se conhecido pelos seus planos de batalha meticulosos e ponderados, recusando-se a agir até estar convencido de que todos os elementos do seu plano de batalha estavam firmemente definidos. 


## Links Externos

- [Iron Brigader/General George Thomas’ Account of the Battle of Mill Springs, or Logan’s Crossroads, Kentucky](https://ironbrigader.com/2013/03/16/general-george-thomas-account-battle-mill-springs-logans-crossroads-kentucky/)
- [Encyclopedia Virginia/George H. Thomas (1816–1870)](https://encyclopediavirginia.org/entries/thomas-george-h-1816-1870/)
- [American Battlefield Trust/Mill Springs Battle Facts and Summary](https://www.battlefields.org/learn/civil-war/battles/mill-springs)
- [US National Park Service/Mill Springs Battlefield National Monument](https://www.nps.gov/misp/index.htm)

## Cite Este Artigo

### APA
Mark, J. J. (2026, September 19). Relato de George H. Thomas sobre a Batalha de Mill Springs: Excertos do Relatório Oficial de Ação. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2989/relato-de-george-h-thomas-sobre-a-batalha-de-mill/>
### Chicago
Mark, Joshua J.. "Relato de George H. Thomas sobre a Batalha de Mill Springs: Excertos do Relatório Oficial de Ação." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, September 19, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2989/relato-de-george-h-thomas-sobre-a-batalha-de-mill/>.
### MLA
Mark, Joshua J.. "Relato de George H. Thomas sobre a Batalha de Mill Springs: Excertos do Relatório Oficial de Ação." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 19 Sep 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2989/relato-de-george-h-thomas-sobre-a-batalha-de-mill/>.

## Licença & Direitos de Autor

Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 19 September 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

