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title: Pânico em Bull Run: O Relato da Retirada da União por Russell
author: Joshua J. Mark
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2959/panico-em-bull-run/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-08-14
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# Pânico em Bull Run: O Relato da Retirada da União por Russell

_Escrito por [Joshua J. Mark](https://www.worldhistory.org/user/JPryst/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

O *Pânico em Bull Run* é um excerto de um artigo mais longo, *A Batalha de Bull Run*, da autoria do famoso jornalista inglês William H. Russell (1827 a 1907, também conhecido como Sir William Howard Russell), um dos escritores mais lidos do seu tempo. Russell foi testemunha ocular da Primeira Batalha de Bull Run (Primeira Batalha de Manassas), a 21 de julho de 1861, durante a [Guerra Civil Americana](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-21889/guerra-civil-americana/), mas o seu artigo concentrou-se principalmente num único aspeto: a caótica e desordenada retirada da União no final do dia.

[ ![Bridge During the Retreat from First Battle of Bull Run](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/21988.jpeg?v=1785360670-1786434717) Ponte Durante a Retirada da Primeira Batalha de Bull Run William Ridgway (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/21988/bridge-during-the-retreat-from-first-battle-of-bul/ "Bridge During the Retreat from First Battle of Bull Run")Russell era um redator do jornal *The Times* de Londres, tendo começado como repórter em 1842, e cobrira eventos mundiais tão variados como a Grande Fome da Batata na Irlanda, a Guerra da Crimeia e a Revolta Sepoia de 1857 na Índia. À medida que as tensões aumentavam nos Estados Unidos no início de 1861, Russell foi enviado para a América para cobrir os acontecimentos.

Foi recebido com cortesia pelo Presidente Abraham Lincoln em Washington, D.C., e depois pelo Presidente confederado Jefferson Davis em Charleston, na Carolina do Sul, encontrando-se presente na rendição do Forte Sumter em abril de 1861. Tinha entrevistado o general Irvin McDowell, que viria a ser o comandante das forças da União na Batalha de Bull Run (Primeira Manassas), e William H. Seward, o Secretário de Estado dos EUA.

Pessoas de ambos os lados do oceano Atlântico, muitas das quais se tinham tornado fãs ao ler os seus artigos sobre a Guerra da Crimeia, aguardavam com expectativa tudo o que ele pudesse escrever à medida que a Guerra Civil Americana começava.

[ ![William Howard Russell in 1854](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/21987.jpeg?v=1785360216-1786435866) William Howard Russell, 1854 Roger Fenton (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/21987/william-howard-russell-in-1854/ "William Howard Russell in 1854")### Russell e Bull Run

Quando o Exército da União perdeu a Primeira Batalha de Bull Run (Primeira Manassas) a 21 de julho de 1861, Russell estava lá e, posteriormente, o seu vasto público aguardava ansiosamente para saber o que ele diria sobre o acontecimento. O investigador Joseph L. Gardner observa:

> A agitação gerada por Bull Run demorou a dissipar-se. Passado o choque inicial, a imprensa e o público ficaram ávidos pelas opiniões do famoso correspondente do The Times... Tiveram de esperar um mês; pois a crónica de Russell, publicada em Londres a 6 de agosto, só chegou à América a 20 de agosto.
> (pág. 5)

O Sul confederado adorou o artigo, mas o Norte da União nem por isso. O texto concentrou-se não apenas na retirada da União, mas também na "conduta vergonhosa das tropas" enquanto fugiam do campo de batalha. Gardner prossegue:

> Em seis [colunas](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10260/colunas/) e meia, Russell continuou a falar de homens "a quem seria uma desonra para a profissão das armas chamar soldados" \[...\] A reação no Norte a esta correspondência franca foi imediata e tempestuosa. Amigos avisaram Russell para não se afastar desarmado; um deles disse que não aceitaria um milhão de dólares para estar no lugar dele. O seu correio foi inundado de cartas anónimas a ameaçá-lo de alcatroamento e apedrejamento com penas ou de morte por revólver ou faca Bowie.
> (*Idem*)

O escritor ficou ironicamente conhecido como "Bull Run Russell" e, quando publicou as suas memórias sobre a cobertura da Guerra Civil em 1863, estas passaram a ser ignoradas na América. Ainda assim, o relato em primeira mão de Russell sobre a retirada da União do campo de batalha de Bull Run continua a ser uma das fontes primárias mais importantes sobre o acontecimento.

Apesar de a sua reputação ter sofrido na América em agosto de 1861 e posteriormente, continuou a ser muito conceituado na [Europa](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-35/europa/) e foi feito cavaleiro em 1895. Hoje em dia, Sir William H. Russell é reconhecido como um dos jornalistas mais importantes do século XIX e um correspondente de guerra pioneiro.

[ ![The Stampede from Bull Run by Frank Vizetelly](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/21986.jpeg?v=1785359012-1786435643) A Fuga Desordenada de Bull Run por Frank Vizetelly Frank Vizetelly (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/21986/the-stampede-from-bull-run-by-frank-vizetelly/ "The Stampede from Bull Run by Frank Vizetelly")### O Texto

O seguinte excerto, *Pânico em Bull Run*, do artigo de William H. Russell de agosto de 1861, *A Batalha de Bull Run*, foi retirado de *The Civil War: The North*, (*A Guerra Civil: O Norte*) editado por Thomas Streissguth, págs. 49-53.

Os civis mencionados por Russell eram senadores dos EUA, respetivas famílias e outras pessoas vindas de Washington, D.C., que se tinham deslocado a Centreville, perto de Manassas, em carruagens, a cavalo ou a pé, para assistir à batalha, confiantes numa vitória da União e certos de que a capital confederada de Richmond cairia nas mãos da União antes do final do dia.

> Os sons trazidos pela brisa e as vistas que se deparavam aos nossos olhos encontravam-se em terrível desarmonia com o caráter bucólico da paisagem. Os bosques, ao longe e ao perto, ecoavam com o ribombar dos canhões e linhas tênues e esfarrapadas de fumo azulado assinalavam os locais donde provinha o som soturno da fuzilaria contínua; as nuvens brancas de fumo rebentavam bem acima das copas das árvores, e os anéis dos artilheiros formados por obuses e obuseiros marcavam o fogo da artilharia. Nuvens de poeira deslocavam-se e moviam-se através da floresta e, através das névoas trémulas de fumo azul-claro e das massas mais densas que se elevavam, misturando-se, a partir dos pés dos homens e das bocas dos canhões, conseguia ver o brilho das armas e o cintilar das baionetas.
> Na colina junto de mim havia uma multidão de civis a cavalo e em todo o tipo de veículos, acompanhados por algumas representantes do sexo mais belo, se bem que não mais meigo. Alguns oficiais e alguns soldados, que se tinham dispersado dos regimentos de reserva, circulavam entre os espectadores e fingiam explicar os movimentos das tropas lá em baixo, acerca dos quais eram profundamente ignorantes.
> A canonaria e a fuzilaria tinham sido exageradas pela distância e pelos ecos rolantes das colinas e, varrendo a posição minuciosamente com a minha luneta, de ponto a ponto, não consegui descobrir quaisquer vestígios de combate próximo ou de luta muito renhida.
> Os espectadores estavam todos excitados, e uma senhora com uma ópera de teatro que estava perto de mim estava fora de si quando uma descarga invulgarmente pesada acelerou o ritmo do seu sangue — "Isso é esplêndido. Ai de mim! Não é de primeira? Acredito que estaremos em Richmond a esta hora amanhã."
> Estas palavras, misturadas com exclamações mais grosseiras, irrompiam dos políticos que tinham saído para ver o triunfo das armas da União. Eu estava particularmente irritado com os pedidos constantes para me emprestarem a luneta. Um soldado com um ar decadente, ao reparar no meu cantimplora, pediu-me uma bebida e deu um trago impressionante, que deixou pouco entre o fundo e o vazio absoluto.
> "Forasteiro, isso é bom sumo e sem margem para dúvida. Não bebo uma coisa assim desde que vim para o Sul. Sinto-me agora com vontade de dar uma coça a dez seceshers \[secessionistas\]..."
> Apesar de toda a exultação e jactância das pessoas em Centreville, eu estava bem convencido de que nenhum avanço de relevo, nem qualquer grande sucesso tinha sido alcançado, porque as carroças de munições e bagagens nunca se tinham mexido, nem as reservas tinham recebido quaisquer ordens para seguir na linha do exército...
> Vivas estrondosos irromperam de repente por entre os espectadores quando um homem vestido com o fardamento de oficial, que eu tinha visto galopar violentamente através da planície num espaço aberto lá em baixo, cavalgou ao longo da frente, abanando o boné e gritando a plenos pulmões. Ele foi travado pela aglomeração de gente à volta do seu cavalo, mesmo perto de onde eu me encontrava.
> "Demos-lhes uma coça em todas as frentes", gritou ele. "Tomámos todas as baterias deles. Estão a recuar o mais rápido que podem e nós estamos a ir atrás deles."
> Tais vivas rasgaram os céus! Os congressistas apertaram as mãos uns aos outros e gritaram: "Isso mesmo para nós. Bravo, não vos disse eu?" Os alemães soltaram os seus vivas marciais e os irlandeses deram gritos de alegria entusiásticos. Neste momento, o meu cavalo foi trazido para a colina, montei-o e virei-me em direção à estrada para a frente...
> Eu tinha cavalgado entre três milhas e meia e quatro, tanto quanto conseguia calcular, quando fui obrigado a virar pela terceira e quarta vez para a estrada junto a um curso de água considerável, atravessado por uma ponte, para a qual ia abrindo caminho, quando a minha atenção foi atraída por gritos altos à frente, e apercebi-me de vários carros vindos da direção do campo de batalha, cujos condutores se esforçavam por forçar os cavalos a passar pelos carros de munições que seguiam na direção contrária, perto da ponte; uma espessa nuvem de poeira erguia-se atrás deles e, correndo ao lado das carroças, encontrava-se um grupo de homens fardados que supus serem a guarda.
> A minha primeira impressão foi a de que as carroças estavam a regressar para buscar novos abastecimentos de munições. Mas, a cada momento, a multidão aumentava; os condutores e os homens gritavam com os gestos mais veementes: "Voltem para trás! Voltem para trás! Estamos vencidos."
> Eles agarravam as cabeças dos cavalos e praguejavam contra os condutores que vinham em sentido contrário. Saindo da multidão, um homem sem fôlego com o fardamento de oficial, com uma bainha vazia a balançar ao lado, ficou momentaneamente cortado do resto ao passar entre o meu cavalo e uma carroça.
> "O que se passa, senhor? O que significa tudo isto?"
> "Bem, significa que fomos mui severamente derrotados, essa é que é a verdade", ofegou ele, prosseguindo o seu caminho.
> por esta altura, a confusão já se vinha propagando através da fila de carroças em direção à retaguarda, e os condutores esforçavam-se por virar os seus veículos na estrada estreita, o que provocou a habitual série de imprecações por parte dos homens e os pinotes e coices dos cavalos.
> A multidão vinda da frente aumentava continuamente; o calor, o alarido e a poeira estavam para além de toda a descrição; e tudo isto foi agravado quando alguns soldados de cavalaria, agitando as sabres e precedidos por um oficial que gritava: "Abram caminho — abram caminho para o General", tentaram forçar a passagem de uma carroça coberta, na qual se encontrava sentado um homem com um lenço ensanguentado à volta da cabeça, através da aglomeração.
> Eu tinha conseguido atravessar a ponte com enorme dificuldade antes de a carroça chegar, e vi que a multidão na estrada continuava a adensar-se cada vez mais. Novamente, perguntei a um oficial, que ia a pé com a espada debaixo do braço: "Para que serve tudo isto?"
> "Estamos derrotados, senhor. Estamos todos em retirada. Têm todos de voltar para trás."
> "Consegue dizer-me onde posso encontrar o General McDowell?"
> "Não! Nem mais ninguém consegue."
> Ouviam-se alguns obuses a rebentar não muito longe, mas não havia nada que justificasse uma cena tão extraordinária. Contudo, um terceiro oficial confirmou a notícia de que todo o exército estava em retirada e que os federais tinham sido batidos em todas as frentes, mas não havia nada nesta desordem que indicasse uma debandada geral.
> Tudo isto aconteceu num espaço de poucos segundos. Saiu da estrada e entrou num milheto, por onde os homens caminhavam ou corriam apressadamente, com os rostos a transpirar em bica e, geralmente, desarmados, abrindo caminho durante cerca de oitocentos metros, tanto quanto conseguia calcular, contra uma corrente crescente de fugitivos, com o chão juncado de casacos, mantas, armas de fogo, panelas de campanha, barretes, cintos e baionetas, perguntando em vão onde se encontrava o General McDowell.
> Novamente, viu-se obrigado pela condição dos campos a regressar à estrada; e, tendo passado por um troço de bosque e por um regimento que parecia recuar em coluna de marcha com uma ordem razoável, desviou-se mais uma vez para uma clareza junto a uma casa branca, não muito longe do carreiro, para além do qual havia uma faixa de floresta.
> Duas peças de artilharia de campanha, desengatadas perto da casa, com cavalos ofegantes na retaguarda, apontavam para a frente, e ao longo da estrada, ao lado delas, avançava uma coluna razoavelmente constante de homens, misturada com ambulâncias de campanha e carroças de bagagem ligeira, de regresso a Centreville.
> Eu tinha acabado de estender a mão para acender um charuto com a ajuda de um artilheiro alemão, quando os tiros esporádicos que se faziam ouvir através dos bosques à nossa frente transformaram-se subitamente num fogo intenso. Em poucos segundos, uma multidão de homens irrompeu do bosque em direção às peças de artilharia, e os artilheiros perto de mim agarraram a cauda de uma peça e estavam a virá-la para disparar quando um oficial ou sargento gritou: "Parem! Parem! São dos nossos!" e, em dois ou três minutos, todo o batalhão passou a correr a passo de carga pelas peças e na maior desordem.
> Alguns dos artilheiros tiraram os cavalos das limas e, por um momento, a confusão foi tanta que não consegui perceber o que tinha acontecido; mas um soldado a quem perguntei disse: "Somos perseguidos pela cavalaria deles; cortaram-nos a todos em pedaços..."
> Não restava outra alternativa senão ir com a correnteza que não se conseguia travar...
> Ao chegar ao local onde um pequeno riacho cruzava a estrada, a multidão aumentou ainda mais. O terreno por onde eu tinha passado na ida estava agora coberto de armas, vestuário de todo o tipo, equipamento descartado e abandonado para ser pisoteado no pó sob os cascos de homens e cavalos.
> Os fugitivos corriam ao lado das carroças, esforçando-se por se introduzir entre os ocupantes, que resistiam com unhas e dentes. Os condutores esporas e chicoteavam, forçando os cavalos ao limite máximo das suas capacidades...
> Enquanto cavalgava no meio da multidão com homens agarrados aos couros dos estribos ou a segurar-se a tudo o que conseguissem alcançar, ao ponto de temer ser derrubado, falei com os homens e pedi-lhes repetidamente que não tivessem tanta pressa.
> "Não há nenhum inimigo a perseguir-vos. Toda a cavalaria do mundo não vos conseguiria apanhar", disse eu.
> Mas era o mesmo que falar para as pedras.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [American Heritage Magazine/"Bull Run" Russell by Joseph L. Gardner](https://www.americanheritage.com/bull-run-russell "American Heritage Magazine/"Bull Run" Russell by Joseph L. Gardner"), accessed 30 Jul 2026.
- [McPherson, J. M. *Battle Cry of Freedom.* Oxford University Press, 2003.](https://www.worldhistory.org/books/019516895X/)
- [Streissguth, T. *The Civil War: The North.* Greenhaven Press, 2001.](https://www.worldhistory.org/books/0064405885/)
- [Taylor, A. *American Civil Wars: A Continental History, 1850-1873.* W. W. Norton & Company, 2024.](https://www.worldhistory.org/books/132411049X/)

## Sobre o Autor

Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.
- [Linkedin Profile](https://www.linkedin.com/pub/joshua-j-mark/38/614/339)

## Perguntas & Respostas

### O que é «Pânico em Bull Run»?
«Pânico em Bull Run» é um excerto de um artigo mais extenso, intitulado «A Batalha de Bull Run», da autoria do jornalista inglês William H. Russell, que foi testemunha ocular da Primeira Batalha de Bull Run (Primeira Batalha de Manassas), ocorrida a 21 de julho de 1861. 

### De que trata «Pânico em Bull Run»?
«Pânico em Bull Run» retrata de forma vívida a retirada desordenada do exército da União na Primeira Batalha de Bull Run (Primeira Manassas), após a sua derrota perante o exército confederado. 

### Por que razão o relato de William H. Russell sobre a Batalha de Bull Run foi tão controverso?
O artigo de Russell sobre a Primeira Batalha de Bull Run (Primeira Batalha de Manassas) foi controverso porque retratava com precisão a desorganização e a falta de disciplina do exército da União em retirada, o que os colocava, a eles e aos seus comandantes, numa posição desfavorável. 

### Será que o livro «Pânico em Bull Run», de Russell, é preciso?
Sim. O relato de Russell sobre a retirada da União é corroborado por outras fontes primárias. 


## Links Externos

- [Road to the Civil War/The Civil War Begins At The Battle Of First Bull Run](https://roadtothecivilwar.org/the-civil-war-begins-at-the-battle-of-first-bull-run/)
- [American Heritage Magazine/ "Bull Run" Russell by Joseph L. Gardner](https://www.americanheritage.com/bull-run-russell)
- [U.S. Senate/Senators Witness the First Battle of Bull Run](https://www.senate.gov/artandhistory/history/minute/Witness_Bull_Run.htm)
- [Mr. Lincoln's White House/Notable Visitors: William Howard Russell (1820-1907)](https://www.mrlincolnswhitehouse.org/residents-visitors/notable-visitors/notable-visitors-william-howard-russell-1820-1907/index.html)

## Cite Este Artigo

### APA
Mark, J. J. (2026, August 14). Pânico em Bull Run: O Relato da Retirada da União por Russell. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2959/panico-em-bull-run/>
### Chicago
Mark, Joshua J.. "Pânico em Bull Run: O Relato da Retirada da União por Russell." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, August 14, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2959/panico-em-bull-run/>.
### MLA
Mark, Joshua J.. "Pânico em Bull Run: O Relato da Retirada da União por Russell." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 14 Aug 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2959/panico-em-bull-run/>.

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Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 14 August 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

