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title: Batalha de Smolensk em 1943: Operação Suvorov
author: Mark Cartwright
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2707/batalha-de-smolensk-em-1943/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-06-16
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# Batalha de Smolensk em 1943: Operação Suvorov

_Escrito por [Mark Cartwright](https://www.worldhistory.org/user/markzcartwright/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

A Batalha de Smolensk, travada entre agosto e setembro de 1943, foi a segunda vez que a União Soviética e o Terceiro Reich se enfrentaram pela cidade situada às margens do rio Dnieper durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). No verão de 1943, o plano de [Adolf Hitler](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-19717/adolf-hitler/) (1889-1945) para ocupar permanentemente a URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) estava em frangalhos. O Exército Vermelho soviético avançava implacavelmente, reconquistando cidades perdidas. Smolensk seria a próxima numa prolongada batalha em três fases que pôs fim a quaisquer esperanças que Hitler pudesse ter de vencer a Guerra Germano-Soviética.

[ ![The Liberation of Yelnya](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/20386.png?v=1757520547-1745420299) A Libertação de Yelnya Unknown Photographer (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/20386/the-liberation-of-yelnya/ "The Liberation of Yelnya")### **A Guerra Germano-Soviética**

A decisão de Hitler de invadir a URSS no verão de 1941 com a [Operação Barbarossa](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-24188/operacao-barbarossa/) teve um bom início, com ganhos territoriais massivos graças a vitórias como a Batalha de Białystok-Minsk e a [Batalha de Kiev](https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2671/batalha-de-kiev/) em 1941. No ano seguinte, porém, o Exército Vermelho soviético começou a contra-atacar, vencendo a Batalha de Moscovo em 1941-2, resistindo ao [cerco de Leninegrado](https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2680/cerco-de-leninegrado/) (São Petersburgo) e enfrentando o Sexto Exército de Hitler na [Batalha de Estalinegrado](https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2696/batalha-de-stalingrado/), acabando por vencer esse confronto específico em fevereiro de 1943. Outra grande vitória soviética ocorreu na [Batalha de Kursk](https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2704/batalha-de-kursk/), em julho e agosto de 1943. Os exércitos do Eixo simplesmente não tinham nem os homens nem o material para enfrentar um inimigo que se tornava cada vez mais poderoso em tamanho e cada vez mais confiante na vitória final na Guerra Germano-Soviética.

Os exércitos do Eixo estavam agora a lutar numa retirada, perdendo progressivamente os ganhos que tinham obtido no início da guerra. Smolensk era um exemplo disso mesmo. A cidade, situada junto ao rio Dnieper (Dnepr/Dnipro) e tradicional porta de entrada para Moscovo, tinha sido capturada pelas forças do Eixo na sequência da [Batalha de Smolensk em 1941](https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2668/batalha-de-smolensk-em-1941/). Agora era altura de recuperar a cidade. Joseph Stalin (1878-1953), que sempre teve a última palavra sobre a forma como a guerra era conduzida, começou a assumir um papel ainda mais direto. Estaline proibiu agora as manobras de cerco e disse aos seus comandantes para se concentrarem, em vez disso, numa frente ampla, utilizando múltiplos ataques diretos e empregando uma enorme superioridade numérica sobre o inimigo. A nova política de Estaline resultou em oito frentes soviéticas com 19 ofensivas paralelas ao longo de uma linha de frente com mais de 1000 km (660 mi) de comprimento. Uma dessas investidas envolvia a tarefa de libertar Smolensk. Esta última ofensiva recebeu o nome de código Operação Suvorov, em homenagem ao grande marechal de campo russo Alexandre Suvorov (1729-1800). O problema para os soviéticos era que subestimaram grandemente o quão bem entrincheirados os invasores estavam nesta travessia crucial do Dnieper.

### **Os Exércitos Opostos**

O comandante da Frente Ocidental soviética era o general Vasily Sokolovsky (1897-1968), que contava com o apoio de Estaline. Sokolovsky era um bom estratega, mas tinha entre os seus pares a reputação de ser demasiado cauteloso. Talvez de forma característica, Sokolovsky dividiu agora a sua ofensiva em duas fases; a primeira empregaria 16 divisões, e depois seria lançada uma segunda vaga de 22 divisões. Nesta fase da guerra, uma divisão de infantaria padrão do Exército Vermelho contava com 6.500 a 7.000 soldados. As divisões de elite da «Guarda» tinham cerca de 8.000 soldados. A designação «divisão de infantaria» é parcialmente imprópria, uma vez que um grande número de soldados de infantaria soviéticos possuía uma submetralhadora PPSh-41 (ou equivalente), e não um rifle, que era mais preciso. A maioria das divisões blindadas era necessária noutros locais, pelo que apenas uma minoria dos tanques soviéticos que participavam na Operação Suvorov era da melhor variedade T-34. Sokolovsky dependia das suas unidades de artilharia para compensar a relativa falta de tanques na batalha que se avizinhava, e estas incluíam obuses de longo alcance de 152 mm e lançadores múltiplos de foguetes. O [Exército Vermelho na Segunda Guerra Mundial](https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2700/exercito-vermelho-na-segunda-guerra-mundial/) ainda não tinha aperfeiçoado as competências necessárias em logística para grandes ofensivas, e muitas unidades viriam a sofrer de munições insuficientes e de uma total falta de rações na ofensiva que se avizinhava.

[ ![Vasily Sokolovsky](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/20384.png?v=1745419163-1745419344) Vasily Sokolovsky Mil.ru (CC BY) ](https://www.worldhistory.org/image/20384/vasily-sokolovsky/ "Vasily Sokolovsky")O comandante do Grupo de Exércitos Centro (HGr. Mitte - *Heeresgruppe Mitte*) do Eixo era o marechal de campo Günther von Kluge (1882-1944), que, tal como Sokolovsky, era um líder cauteloso. Kluge concedeu considerável autonomia aos seus subordinados, nomeadamente ao general Gotthard Heinrici (1886-1971). O grande trunfo de Heinrici era conduzir ações defensivas e, em Smolensk, ele astutamente dispersou as suas linhas quando a artilharia soviética estava no seu pior, mas depois conseguiu reforçá-las, preparando-as para o ataque da infantaria e dos blindados. As unidades de tanques de Kluge, tal como as do seu homólogo soviético, não eram as melhores que o exército do Eixo podia colocar em campo, sendo na sua maioria tanques Panzer III e IV, inferiores ao T-34 soviético, mas melhores do que os outros que o inimigo colocava em campo. No total, a defesa de Smolensk envolveu cerca de 250 000 soldados do Eixo, um número elevado, mas incluindo uma proporção significativa que estava mal treinada e sem reservas adequadas. Tal como os soviéticos, as tripulações de artilharia do Eixo não dispunham da munição necessária para uma batalha prolongada.

Os soviéticos tinham uma vantagem clara no número de aeronaves em Smolensk, talvez de 3:1, mas esta foi anulada pelo facto de as aeronaves do Eixo terem mais combustível e, assim, poderem realizar mais missões por dia. Os pilotos do Eixo, particularmente os melhores esquadrões alemães e espanhóis, eram também muito mais experientes e letais do que os seus homólogos soviéticos.

### **A Batalha: A Primeira Fase**

As linhas de batalha formaram-se a cerca de 20 km (12,5 mi) a leste de Smolensk. As tropas do Eixo aqui presentes não tinham desperdiçado os dois anos em que controlaram o terreno e tinham construído uma extensa série de defesas. No entanto, os guerrilheiros soviéticos, num total de até 21 000, operavam atrás das linhas da frente, causando estragos nos abastecimentos do Eixo que chegavam a Smolensk por comboio e estrada desde o início de agosto. Esta estratégia de sabotagem deliberada, sancionada pelo Exército Vermelho, foi denominada Operação Guerra Ferroviária.

[ ![Günther von Kluge](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/20385.png?v=1745419625-1745419720) Günther von Kluge Bundesarchiv, Bild 146-1973-139-14 (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/20385/gunther-von-kluge/ "Günther von Kluge")A Operação Suvorov começou a 7 de agosto com o habitual bombardeamento de artilharia, atingindo primeiro as linhas da frente e avançando depois progressivamente para as defesas secundárias. Quando as divisões blindadas e de infantaria se mobilizaram, fizeram poucos progressos contra as defesas inimigas, que tinham sido grandemente subestimadas. De facto, o ataque foi suspenso a 21 de agosto para reabastecer e reforçar as forças soviéticas, sendo a falta de munições suficientes para o formidável conjunto de unidades de artilharia um problema particular. Até mesmo algumas divisões de infantaria tinham ficado completamente sem balas.

O problema para o pessoal de artilharia do Exército Vermelho era que, devido ao inimigo deslocar as suas peças, «não sabiam onde se localizava mais de metade das baterias de artilharia alemãs» (Forczyk, pág. 22). O problema para os tanques e a infantaria era o número de obstáculos de água nesta área e as manchas de floresta, os quais impediam os movimentos das tropas e ajudavam mais os defensores bem camuflados do que os atacantes. A enorme profundidade das defesas do Eixo ao longo da frente, que consistiam em minas, valas antitanque, trincheiras, obstáculos de arame farpado, bunkers camuflados e aldeias fortificadas, ou retardava seriamente o avanço ou tornava-o totalmente impossível. A cidade de Smolensk também estava rodeada por secções concêntricas semelhantes de defesas. Romper estas defesas do Eixo iria exigir mais um enorme esforço.

Pelo menos o Exército Vermelho tinha enfraquecido significativamente a capacidade do inimigo para uma defesa prolongada (algumas divisões do Eixo estavam agora reduzidas a apenas 30% da sua força total). O inimigo também tinha sido forçado a mobilizar já as suas reservas limitadas. Os defensores do Eixo sofreram cerca de 28 000 baixas nesta primeira fase da Operação Suvorov. O Exército Vermelho sofreu cerca de 75 000 baixas, mas ainda assim superava largamente o inimigo em número. Se os soviéticos conseguissem reagrupar-se e organizar a sua logística, a batalha poderia certamente ser ganha.

Percebendo a precariedade de toda a sua frente nesta área, a 12 de agosto, Hitler autorizou a construção de uma série de defesas a oeste (perto de Vitebsk) como local de retirada. Esta nova linha foi chamada de Panther-Stellung e não estaria concluída antes do final de setembro, na melhor das hipóteses (se é que alguma vez o estaria). O Grupo de Exércitos Centro não teve outra escolha, por enquanto, senão tentar manter-se em torno de Smolensk.

[ ![Captured Panther Tank, Kursk, 1943](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/20371.png?v=1744828947-1744829037) Tanque Panther Capturado em Kursk (1943) Imperial War Museums (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/20371/captured-panther-tank-kursk-1943/ "Captured Panther Tank, Kursk, 1943")### **A Segunda Fase**

O Exército Vermelho recebeu um afluxo de novos blindados, incluindo cerca de 280 novos tanques, e vários novos batalhões de artilharia para o próximo avanço sobre Smolensk. No entanto, o número de projéteis de artilharia disponíveis continuava a ser um problema ou, como disse um comandante soviético, «em termos de munições, estávamos a ser mantidos numa ração de fome» (Forczyk, pág. 59).

A Operação Suvorov recomeçou a 28 de agosto com um bombardeamento de artilharia de 90 minutos. Gradualmente, o Exército Vermelho forçava o inimigo a recuar das suas melhores defesas para outras mais fracas, mais próximas de Smolensk. As forças do Eixo também estavam a ser progressivamente desgastadas, uma vez que não havia possibilidade de repor as perdas. As cidades de Yelnya e Dorogobuzh foram libertadas a 30 de agosto e 1 de setembro, respetivamente. Se há algo a dizer, é que o avanço soviético estava a progredir demasiado rapidamente, uma vez que agora as unidades da linha da frente começavam a ficar perigosamente a curto de combustível e munições. As forças do Eixo em retirada tiveram o cuidado de não deixar para trás nada de útil e, mesmo quando os depósitos de armazenamento tiveram de ser abandonados demasiado rapidamente para serem destruídos, como foi o caso em Yelnya, a força aérea do Eixo foi utilizada para destruir os suprimentos a partir do ar. A 7 de setembro, chegou-se ao Dnieper, e a ofensiva foi então interrompida pela segunda vez para um reabastecimento vital.

### **A Terceira Fase**

As forças do Eixo reagruparam-se e encontravam-se, na verdade, numa posição melhor em termos de logística, agora que a linha da frente se tinha aproximado de Smolensk. Por outro lado, os aeródromos do Eixo na cidade estavam agora sob ataque direto, pelo que o apoio aéreo do Eixo ficou bastante reduzido na terceira fase da batalha que se avizinhava. A ofensiva do Exército Vermelho retomou a 13 de setembro. No dia seguinte, foi aberta uma brecha na frente do Eixo. Dois dias depois, foi aberta uma segunda brecha. Quando as cidades de Dukhovshchina e Yartsevo foram libertadas a 17 de setembro, e toda a frente do Eixo estava em retirada, o caminho para Smolensk ficou aberto. Algumas unidades do Exército Vermelho ainda foram alvo de fogo intenso; a 18 de setembro, por exemplo, uma unidade recém-chegada de tanques Tiger alemães destruiu 26 tanques soviéticos (com a perda de apenas um Tiger). O fim da batalha estava próximo, porém, e as tropas do Eixo receberam ordens para preparar cargas explosivas para demolir infraestruturas-chave em Smolensk, como a estação ferroviária, a estação de tratamento de água e a central elétrica. No total, cerca de 85% dos edifícios de Smolensk ficariam danificados ou destruídos. Quando a noite caiu, a 24 de setembro, a maioria das tropas do Eixo já tinha abandonado a cidade e, para trás de si, fizeram explodir três pontes importantes sobre o rio Dnieper. As unidades restantes do Eixo realizaram uma retirada em combate até à Panther-Stellung. Smolensk foi libertada nas primeiras horas de 25 de setembro e, mais uma vez, a bandeira soviética hasteou sobre a cidade.

[ ![Red Army T34 Tanks](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/20310.png?v=1743707848-1743707934) Tanques T-34 do Exército Vermelho RIA Novosti archive, image #1274 / V. Kaushanov (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/20310/red-army-t34-tanks/ "Red Army T34 Tanks")A Operação Suvorov terminou a 30 de setembro, com ambos os lados a reagruparem-se. O Exército Vermelho sofreu cerca de 450 000 baixas, incluindo 107 000 mortos ou desaparecidos. Os exércitos do Eixo sofreram cerca de 54 000 baixas, incluindo mais de 14 000 mortos ou desaparecidos. As perdas foram menores do lado do Eixo, mas este não as conseguiu suportar como a máquina militar soviética, muito maior, conseguiu.

### **As Consequências**

O regime nazi em Smolensk tinha sido responsável por milhares de execuções de civis suspeitos de serem guerrilheiros ou colaboradores, particularmente nas últimas semanas da batalha. O povo judeu tinha sido outro alvo específico. Os *Einsatzgruppen* (EG - Grupos de Intervenção) esquadrões de extermínio móveis nazis, tinham cometido atrocidades por todo o lado, envolvendo homens, mulheres e crianças, quase assim que a cidade tinha sido tomada pelas forças do Eixo em 1941. A vingança era agora exercida sobre certos prisioneiros e quaisquer civis suspeitos de colaboração. Uma série de enforcamentos públicos foi levada a cabo como aviso à população.

Em 1944, Hitler teve de enfrentar não só um Exército Vermelho em franca expansão a leste, mas também a perspetiva iminente de uma invasão aliada da [Europa](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-35/europa/) a oeste. Na sequência da operação do [Dia D](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-23093/dia-d/), em junho de 1944, a Alemanha viu-se obrigada a lutar em duas frentes e perdeu ambas. O Grupo de Exércitos Centro foi destruído na Operação Bagration, no verão de 1944. Berlim foi invadida em maio de 1945 e a Alemanha rendeu-se. A guerra na [Europa](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-15614/europa/) tinha finalmente terminado.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Boatner, Mark. *The Biographical Dictionary of World War II.* Presidio Press, 1996.](https://www.worldhistory.org/books/0891415483/)
- [Dear, I. C. B. & Foot, M. R. D. *The Oxford Companion to World War II.* Oxford University Press, 1995.](https://www.worldhistory.org/books/0198662254/)
- [Forczyk, Robert. *Smolensk 1943.* Osprey Publishing, 2019.](https://www.worldhistory.org/books/1472830741/)
- [Fowler, Will. *Eastern Front in World War II.* Sterling Publishing, 2017.](https://www.worldhistory.org/books/1782745599/)
- [Liddell Hart, B.H. . *The Illustrated History of World War II - Volume 1.* Playboy Press, 1973.](https://www.worldhistory.org/books/B000V787FC/)
- [Rees, Laurence. *War of the Century.* The New Press, 2000.](https://www.worldhistory.org/books/1565845994/)

## Sobre o Autor

Mark é Diretor Editorial da WHE, mestre em Filosofia Política pela Universidade de York. Investigador em tempo integral, é também escritor, historiador e editor. Os seus interesses particulares incluem arte, arquitetura e a descoberta das ideias partilhadas por todas as civilizações.

## Cite Este Artigo

### APA
Cartwright, M. (2026, June 16). Batalha de Smolensk em 1943: Operação Suvorov. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2707/batalha-de-smolensk-em-1943/>
### Chicago
Cartwright, Mark. "Batalha de Smolensk em 1943: Operação Suvorov." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, June 16, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2707/batalha-de-smolensk-em-1943/>.
### MLA
Cartwright, Mark. "Batalha de Smolensk em 1943: Operação Suvorov." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 16 Jun 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2707/batalha-de-smolensk-em-1943/>.

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Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 16 June 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

