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title: Lendas dos Cheyenne sobre o Bisonte
author: Joshua J. Mark
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2353/lendas-dos-cheyenne-sobre-o-bisonte/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-09-05
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# Lendas dos Cheyenne sobre o Bisonte

_Escrito por [Joshua J. Mark](https://www.worldhistory.org/user/JPryst/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

Duas lendas populares dos Cheyenne são A *Origem do Bisonte* e *Como Começou a Caça ao Bisonte (* também conhecida como *A Grande Corrida*), ambas relacionadas com a importância do bisonte norte-americano para a nação Cheyenne. Tal como noutras culturas dos índios das Planícies, os bisontes eram essenciais para a vida quotidiana do povo Cheyenne.

[ ![Buffalo Hunt, Chase No. 5.](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/18331.jpg?v=1771252984-1705313656) Caça ao Bisonte, Perseguição N.º 5 George Catlin (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/18331/buffalo-hunt-chase-no-5/ "Buffalo Hunt, Chase No. 5.")Os Cheyenne consideravam o bisonte (ou bisão, também referido como búfalo) um recurso alimentar essencial e que também permitia ao povo fabricar os artigos necessários. De acordo com a estudiosa Adele Nozedar (entre muitos outros), estes incluíam ferramentas, roupa, calçado, tipis, roupa de cama, chávenas, colheres, taças e até mata-moscas feitos a partir das caudas (pág. 62). Os ossos e tendões do bisonte eram também utilizados pelas autoridades religiosas da comunidade — o curandeiro e a curandeira — em muitos rituais religiosos diferentes, incluindo a invocação de espíritos curativos no tratamento de doentes ou feridos.

O bisonte era também considerado pelos Cheyenne como um dom sagrado do Criador, tal como o era por todas as nações indígenas das Planícies, e era respeitado em conformidade. Quando os animais eram caçados e abatidos, eram honrados pelo seu sacrifício ao proporcionar ao povo o que este necessitava, não só para sobreviver, mas para viver plenamente em comunhão com o [Deus](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10299/deus/) Criador. O bisonte era central em muitos ritos religiosos, incluindo a Dança do Sol, e era parte integrante da vida do povo das Grandes Planícies.

Entre cerca de 1840 e 1900, o governo dos EUA apoiou e encorajou o abate em grande escala do bisonte como parte do seu programa sistemático de genocídio e eliminação das nações nativas americanas, que eram vistas como obstáculos à [civilização](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10175/civilizacao/) na América do Norte. No entanto, tanto os bisontes como os povos sobreviveram e, hoje em dia, os bisontes são considerados por nações como os Cheyenne com o mesmo respeito de que gozavam no passado e são honrados nas histórias que ainda hoje se contam sobre eles.

### Cheyenne e o Bisonte

De acordo com o relato dos Sioux apresentado no conto da *Mulher Bisonte Branco*, o bisonte foi uma dádiva do Criador, e essa era também a crença dos Cheyenne, como claramente ilustrado na *Origem do Bisonte*. Nozedar comenta:

> Os nativos americanos acreditavam que o bisonte tinha um estatuto divino e descrevem a chegada do animal na lenda da Mulher Bisonte Branco. Acreditavam que os deuses tinham criado o animal como um presente especial para eles, e a cabeça e os chifres eram utilizados em rituais e cerimónias. Acreditava-se que o bisonte tinha ensinado ao primeiro xamã, ou curandeiro, as suas habilidades na erboristeria.
> (pág. 64)

Na lenda cheyenne *Estrela Cadente*, o semideus *Hotoketana’ohtse*, entre as suas muitas outras proezas, garante a sobrevivência do seu povo ao capturar o místico corvo branco que estava a alertar o bisonte da aproximação dos Cheyenne, permitindo assim caçadas bem-sucedidas no futuro e a continuidade do povo. Estrela Cadente centra-se nas muitas aventuras do herói da história, sendo o bisonte apenas um dos aspetos, mas *Origem do Bisonte* coloca-os no centro da narrativa sobre como os guerreiros Cheyenne superam o seu medo e entram na caverna mística que lhes trará o bisonte.

[ ![Apparition of the Buffalo Calf Maiden](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/17890.jpg?v=1694079969-1694080041) Aparição da Mulher Bisonte Branco Frithjof Schuon (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/17890/apparition-of-the-buffalo-calf-maiden/ "Apparition of the Buffalo Calf Maiden")### *A Origem do Bisonte*

*A Origem do Bisonte* descreve em pormenor como os Cheyenne partiram em busca de um abastecimento alimentar fiável e receberam o bisonte graças à generosidade de uma figura feminina sobrenatural. Tal como em muitos contos dos nativos americanos, a mulher nesta história surge como uma figura salvadora, proporcionando aos caçadores masculinos os meios para salvar o seu povo da fome.

As traduções infra são de textos extraídos do *Voices of the Winds: Native American Legends* (*Vozes dos Ventos: Lendas Nativas Americanas*), editado por Margot Edmonds e Ella Clark.

> Há muito tempo, uma tribo de caçadores Cheyenne vivia na nascente de um rio caudaloso, que acabava por desaguar numa grande caverna.
> Devido à grande necessidade de um novo abastecimento alimentar para o seu povo, o chefe convocou uma reunião do conselho.
> «Devemos explorar a grande caverna», disse ele ao seu povo. «Quantos caçadores corajosos se oferecerão para embarcar nesta aventura? É claro que pode ser muito perigoso, mas temos caçadores corajosos.» Ninguém respondeu ao pedido do chefe.
> Por fim, um jovem guerreiro pintou-se para a caça e deu um passo em frente, respondendo ao chefe: «Eu irei e sacrificar-me-ei pelo nosso povo.»
> Chegou à caverna e, para sua surpresa, o Primeiro Corajoso encontrou outros dois caçadores Cheyenne perto da abertura, onde o ribeiro corria para o subsolo.
> «Estarão aqui para me provocar?», perguntou-se o Primeiro Corajoso. «Será que vão apenas fingir que saltam quando eu saltar?»
> Mas os outros dois guerreiros garantiram-lhe que iriam.
> «Não, estás enganado a nosso respeito. Queremos mesmo entrar na caverna contigo», disseram eles.
> O Primeiro Guerreiro deu-lhes então as mãos e, juntos, saltaram para dentro da enorme abertura da caverna. Devido à escuridão, demorou algum tempo até os seus olhos se adaptarem. Descobriram então o que parecia ser uma porta. O Primeiro Guerreiro bateu, mas não houve resposta. Bateu novamente, mais alto.
> «O que querem, meus bravos?», perguntou uma velha avó indígena ao abrir a porta.
> «Avó, estamos à procura de um novo abastecimento de comida para a nossa tribo», respondeu o Primeiro Corajoso. «O nosso povo parece nunca ter comida suficiente para comer.»
> «Estão com fome agora?», perguntou ela.
> «Oh, sim, gentil avó, temos muita fome», responderam os três bravos.
> A velha avó abriu bem a porta, convidando os jovens guerreiros a entrar.
> «Olhem lá fora!», disse ela, apontando para que olhassem pela janela.
> Uma bela e vasta pradaria estendia-se diante dos seus olhos. Grandes manadas de bisontes pastavam tranquilamente. Os jovens caçadores mal podiam acreditar no que viam!
> A velha avó trouxe a cada um deles uma travessa de pedra cheia de carne de bisonte. Que sabor tão bom! Comeram e comeram até ficarem satisfeitos. Para sua surpresa, ainda restava carne de bisonte nas suas travessas de pedra!
> «Quero que levem as vossas travessas de pedra com carne de bisonte de volta ao vosso povo, no acampamento», disse a velha avó. «Digam-lhes que em breve lhes enviarei alguns bisontes vivos.»
> «Obrigado, obrigado, obrigado, bondosa avó», disseram os três jovens guerreiros Cheyenne.
> Quando os jovens caçadores regressaram à sua tribo com os presentes de carne de bisonte, o seu povo regozijou-se com a nova e saborosa comida. Toda a tribo comeu de bom grado das três panelas mágicas da velha avó e ficou grata.
> Quando os Cheyenne acordaram ao amanhecer do dia seguinte, tinham aparecido misteriosamente manadas de bisonte, rodeando a aldeia! Ficaram verdadeiramente gratos à velha avó indígena e aos Espíritos do Céu pela sua boa sorte.

### Como Começou a Ca*ça ao Bisonte*

A outra lenda popular dos Cheyenne, *Como Começou a Caça ao Bisonte*, conta a história por trás da tradição da caça sazonal ao bisonte das Grandes Planícies. Esta história destaca a reciprocidade do mundo natural, na medida em que, originalmente, o bisonte se alimentava de humanos, mas após a Grande Corrida, que o bisonte perdeu, os papéis inverteram-se.

O conto serve também como uma história de origem — explicando como as coisas vieram a ser —, na medida em que aborda a razão pela qual os Cheyenne não comem a carne de bisonte da parte do peito situada abaixo da garganta do animal e como todas as aves, animais, répteis e insetos passaram a ter as suas cores distintivas. Se a conclusão alternativa no final, que inclui o coiote, for considerada parte do conto original, a história também explica a razão pela qual o coiote nunca foi comido pelo povo, embora a sua pele fosse utilizada.

[ ![Indians Hunting the Bison](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/18333.jpeg?v=1706732223-1705569475) Índios a Caçar o Bisonte Karl Bodmer (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/18333/indians-hunting-the-bison/ "Indians Hunting the Bison")A história faz lembrar contos de animais de outras nações nativas americanas que apresentam uma corrida, como o conto dos Pawnee, *A Rapariga que Era o Anel*, mas essa história trata de uma corrida de estafetas de animais que tentam manter o anel longe do bisonte, e não de uma corrida entre todas as criaturas por um prémio. *Como Começou a Caça ao Bisonte* está mais próxima, em tema e detalhes, de histórias de animais de outras civilizações, nomeadamente *A Grande Corrida*, que explica a origem do zodíaco na [China antiga](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-467/china-antiga/).

Nessa história, tal como nesta, é decretada uma corrida com muito em jogo para os vencedores e os perdedores, na medida em que os primeiros doze animais a cruzar a linha de chegada ganhariam um lugar no céu noturno e, assim, viveriam eternamente. A história serve também para homenagear os cães na China antiga, explicando que a posição tardia do cão no zodíaco se deve à sua natureza amigável, uma vez que, durante a corrida, teve de parar para cumprimentar e brincar com os amigos. No entanto, acaba por terminar a corrida e é recompensado com um lugar entre os outros.

Não é referido como os humanos na história dos Cheyenne se comportam durante a corrida, mas acabam por vencer, não através dos seus próprios esforços, mas devido à natureza amigável das aves que se aliaram a eles. Tal como o cão no conto chinês, as aves reconhecem o que é mais importante e levam o seu tempo, controlando o ritmo, para finalmente alcançarem o seu objetivo. Este aspeto da história destaca o valor que os Cheyenne atribuem aos laços de amizade e comunidade, uma vez que as aves vencem, não por si próprias, mas pelo povo.

> Antigamente, o bisonte comia o homem. A pega e o falcão estavam do lado do povo, pois nenhum deles comia o outro nem o povo. Estas duas aves afastaram-se de um conselho entre animais e homens. Decidiram que se realizaria uma corrida, em que os vencedores comeriam os perdedores.
> O percurso era longo, contornando uma montanha. O bisonte mais veloz era uma fêmea chamada Neika, «cabeça veloz». Ela acreditava que iria vencer e inscreveu-se na corrida. Por outro lado, o povo estava com medo devido à longa distância. Tentavam obter remédios para prevenir a fadiga.
> Todos os pássaros e animais pintaram-se para a corrida e, desde então, todos têm cores vivas. Até a tartaruga de água pintou os olhos de vermelho. A pega pintou-se de branco na cabeça, nos ombros e na cauda. Por fim, todos estavam prontos para a corrida e alinharam-se para a partida.
> Correram e correram, emitindo sons altos em vez de cantarem, para se ajudarem a correr mais depressa. Todos os pequenos pássaros, tartarugas, coelhos, coiotes, lobos, moscas, formigas, insetos e cobras ficaram rapidamente para trás. Quando se aproximaram da montanha, a vaca-bisonte estava na frente; depois vinham a pega, o falcão e as pessoas; os restantes estavam espalhados ao longo do caminho. O pó levantou-se tão rapidamente que nada se conseguia ver.
> Ao redor da montanha, a vaca-bisonte liderava a corrida, mas os dois pássaros sabiam que podiam vencer e limitaram-se a acompanhá-la até se aproximarem da linha de chegada, que era o mesmo local de partida. Então, ambos os pássaros passaram zunindo por ela e venceram a corrida para o homem. Enquanto percorriam o trajeto, tinham visto animais e pássaros caídos por todo o lado, que tinham corrido até à morte, tingindo o chão e as rochas de vermelho com o sangue.
> Os bisontes disseram então aos seus filhotes para se esconderem das pessoas, que estavam a sair para os caçar; e também lhes disseram para levarem consigo um pouco de carne humana pela última vez. Os filhotes de bisonte fizeram isso e prenderam aquela carne na parte da frente do peito, por baixo da garganta. Por isso, as pessoas não comem essa parte do bisonte, dizendo que é parte de carne humana.
> A partir desse dia, os Cheyenne começaram a caçar bisontes. Como todos os animais e aves amigáveis estavam do lado do povo, estes não são comidos pelas pessoas, mas estas usam as suas belas penas como ornamentos.
> Outra versão acrescenta que, quando o coiote, que estava do lado do bisonte, terminou a corrida, a pega — que até tinha derrotado o falcão — disse ao coiote: «Não te vamos comer, apenas usaremos a tua pele.»

### Conclusão

De acordo com a tradição dos Cheyenne, após a Grande Corrida, os bisontes e o povo mantiveram uma relação simbiótica: o povo era sustentado pelos bisontes e os bisontes eram honrados pelo povo. Quando os Cheyenne entraram em contacto com os euro-americanos, já dependiam fortemente do binsonte para a sua sobrevivência e, por isso, quando o governo dos EUA intensificou as suas políticas genocidas contra os nativos americanos na segunda metade do século XIX, o bisonte tornou-se o alvo do abate.

A estudiosa Roxanne Dunbar-Ortiz cita a descrição da relação entre os índios das Planícies e o bisonte, bem como os esforços dos imigrantes brancos para os destruir, tal como relatada pela Velha Senhora Cavalo da nação Kiowa. Os Kiowa, outrora inimigos dos Cheyenne, tinham formado uma aliança com estes por volta de 1840, mais ou menos na mesma altura em que o bisonte começou a ser abatido diariamente por caçadores, colonos e soldados brancos:

> Tudo o que os Kiowa possuíam provinha do bisonte… Acima de tudo, o bisonte fazia parte da religião Kiowa. Um bezerro de bisonte branco tinha de ser sacrificado na Dança do Sol. Os sacerdotes usavam partes do bisonte para fazer as suas orações quando curavam pessoas ou quando cantavam para as forças superiores. Assim, quando os homens brancos queriam construir caminhos-de-ferro, ou quando queriam cultivar a terra ou criar gado, os bisontes continuavam a proteger os Kiowa. Eles destruíam os carris e as hortas. Afugentavam o gado das pastagens. Os bisontes amavam o seu povo tanto quanto os Kiowa os amavam. Houve uma guerra entre os bisontes e os homens brancos… Depois, os homens brancos contrataram caçadores cuja única função era matar os bisontes.
> (pág. 143)

De uma população estimada de 60 milhões de bisontes nas Grandes Planícies por volta de 1800, restavam menos de 1000 em 1900, com algumas estimativas a apontar para apenas 300. No entanto, nem todos os euro-americanos eram a favor da extinção dos bisontes, e entre os mais conhecidos está Fred Dupree (1818–1898), que foi influenciado pela sua esposa Lakota Sioux, Good Elk Woman (também conhecida como Mary Ann Dupree), a intervir.

Dupree e os seus filhos capturaram cinco bezerros de bisonte em 1883 e criaram-nos na sua quinta, transformando os cinco num rebanho de mais de 80 animais na altura da sua morte. O rebanho foi então adquirido e cuidado pelo rancheiro James «Scotty» Philip (1858-1911), continuou a crescer e tornou-se o rebanho precursor (ou um dos rebanhos precursores mais conhecidos) dos cerca de 30 000 a 50 000 bisontes que existem hoje na América do Norte. O seu número continua a crescer, incentivado pelos esforços de grupos de preservação e conservação como o Tanka Fund e outras nações nativas americanas, incluindo os Cheyenne e os Arapaho, que ainda hoje honram a relação milenar entre o bisonte e o povo, estabelecida após a Grande Corrida.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Agriculture | Cheyenne and Arapaho Tribes Buffalo Program](https://www.cheyenneandarapaho-nsn.gov/business/agriculture "Agriculture | Cheyenne and Arapaho Tribes Buffalo Program"), accessed 10 Jan 2024.
- [Dunbar-Ortiz, R. *An Indigenous Peoples' History of the United States .* Beacon Press, 2015.](https://www.worldhistory.org/books/0807057835/)
- [Edmonds, M. & Clark, E. *Voices of the Winds: Native American Legends.* Chartwell Books, 2021.](https://www.worldhistory.org/books/0785839755/)
- [Fred Dupree | National Buffalo Foundation](https://www.nationalbuffalofoundation.org/hall-of-fame-honorees/fred-dupree/ "Fred Dupree | National Buffalo Foundation"), accessed 9 Jan 2024.
- [Nozedar, A. *The Element Encyclopedia of Native Americans.* Harper Element, 2012.](https://www.worldhistory.org/books/1435142357/)
- [Tanka Fund Homepage](https://www.tankafund.org/ "Tanka Fund Homepage"), accessed 10 Jan 2024.
- [Teuton, S. *Native American Literature: A Very Short Introduction.* Oxford University Press, 2018.](https://www.worldhistory.org/books/0199944520/)
- [The Man Who Saved the Buffalo by Steve Nelson](https://www.southdakotamagazine.com/the-man-who-saved-the-buffalo "The Man Who Saved the Buffalo by Steve Nelson"), accessed 9 Jan 2024.

## Sobre o Autor

Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.
- [Linkedin Profile](https://www.linkedin.com/pub/joshua-j-mark/38/614/339)

## Perguntas & Respostas

### Quais são as duas lendas mais conhecidas dos Cheyenne sobre o bisonte?
As duas lendas mais conhecidas dos Cheyenne sobre o bisonte são «A Origem do Bisonte» e «Como Começou a Caça ao Bisonte». 

### De que trata a lenda dos Cheyenne sobre a origem do bisonte? 
A lenda dos Cheyenne intitulada «A Origem do Bisonte» descreve em pormenor como a figura salvadora da velha avó proporcionou ao povo os bisonte para os sustentar. 

### De que trata a lenda dos Cheyenne intitulada «Como começou a caça ao bisonte»? 
A lenda dos Cheyenne intitulada «Como Começou a Caça ao Bisonte» (também conhecida como «A Grande Corrida») descreve em pormenor como o bisonte e a humanidade disputaram uma corrida para ver quem seria comido por quem. As aves vencem a corrida em favor da humanidade, que depois caça e come o bisonte. 

### Quando é que foram compostas as lendas dos Cheyenne «A Origem do Bisonte» e «Como Começou a Caça ao Bisonte»? 
Não se sabe a data em que as lendas dos Cheyenne foram criadas. Foram registadas pela primeira vez no século XIX por colonos brancos que procuravam preservar a cultura dos Cheyenne. Antes dessa altura, as histórias eram transmitidas oralmente. 


## Cite Este Artigo

### APA
Mark, J. J. (2026, September 05). Lendas dos Cheyenne sobre o Bisonte. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2353/lendas-dos-cheyenne-sobre-o-bisonte/>
### Chicago
Mark, Joshua J.. "Lendas dos Cheyenne sobre o Bisonte." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, September 05, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2353/lendas-dos-cheyenne-sobre-o-bisonte/>.
### MLA
Mark, Joshua J.. "Lendas dos Cheyenne sobre o Bisonte." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 05 Sep 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2353/lendas-dos-cheyenne-sobre-o-bisonte/>.

## Licença & Direitos de Autor

Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 05 September 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

