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title: A Noiva Fantasma
author: Joshua J. Mark
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2352/a-noiva-fantasma/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-10-05
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# A Noiva Fantasma

_Escrito por [Joshua J. Mark](https://www.worldhistory.org/user/JPryst/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

*A Noiva Fantasma* é uma história da nação Pawnee sobre o perigo de interagir com fantasmas, mas que também salienta a importância de cumprir a palavra dada, seja aos vivos, seja aos mortos. O jovem da história não sabe que está a lidar com um espírito, o que, no final, lhe custa caro.

[ ![Indian Girl in White Blanket](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/18367.jpeg?v=1761232325-1705400965) A Rapariga Indígena com Coberta Branca Robert Henri (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/18367/indian-girl-in-white-blanket/ "Indian Girl in White Blanket")A história partilha semelhanças em termos de tema e detalhes com o conto Pawnee mais popular, *A Esposa Fantasma*, no qual um viúvo convence o espírito da sua falecida esposa a deixar a terra dos mortos e a regressar com ele e o filho deles à aldeia. Nessa história, o viúvo é, em última análise, o responsável pelo seu destino e pelo do seu filho, devido à sua recusa em aceitar a perda como um aspeto natural da condição humana e à sua insistência em fazer as coisas à sua maneira.

N'*A Noiva Fantasma*, o jovem que se depara com o espírito é também, em última análise, responsável pelo que lhe acontece, mas, neste caso, não faz ideia de que está a lidar com um fantasma. Tanto quanto sabe, a mulher que encontra na aldeia abandonada é a sua noiva, e acredita na razão que ela apresenta para estar ali sozinha. O público da história sabe, no entanto, que ela é um fantasma, e os ouvintes originais do conto teriam interpretado isto como um aviso contra ignorar o que se sabe para acreditar no que se quiser. O jovem sabe que a noiva deveria estar com o resto da tribo, mas aceita a razão que ela dá para estar sozinha, porque isso se adequa aos seus desejos.

*A Noiva Fantasma* e *A Esposa Fantasma incluem* o mesmo pormenor de um fantasma que necessita de quatro dias escondido atrás de uma cortina antes de poder regressar ao mundo dos vivos, bem como uma conclusão relacionada com a crença na vida após a morte. Ambas as histórias apresentam também um espírito feminino que é fiel a um homem que parece indigno dela, uma vez que este não honra nem reconhece as tradições da comunidade. No entanto, *A Noiva Fantasma* difere significativamente da outra história ao destacar o peso da palavra dada, o perigo de não a cumprir e como um fantasma terá sempre a última palavra.

### Os Fantasmas e a Origem da História

De um modo geral, os povos indígenas da América do Norte entendiam os fantasmas como uma realidade da vida, mas, na maioria dos casos, como entidades a evitar, nas quais não se devia confiar. A bolsa de remédios que se levava consigo — um feixe de objetos mágicos com poder espiritual — costumava conter algum objeto ou objetos que protegiam a pessoa dos fantasmas e dos espíritos malignos. Ainda assim, havia momentos em que não se podia evitar o encontro com um espírito e, uma vez envolvido nessa interação, era importante lembrar que os fantasmas possuíam conhecimento e poder sobrenaturais e deviam ser tratados com respeito.

Um dos melhores exemplos disso é a história dos Sioux de Teton, *O Homem que Lutou com um Fantasma*, na qual um jovem guerreiro encontra um fantasma na floresta, partilha tabaco e comida com ele e é recompensado com uma profecia de sucesso relativa à sua missão contra os inimigos. Essa história termina com o jovem guerreiro a ter sucesso «exatamente como o fantasma disse. É por isso que as pessoas acreditam no que os fantasmas dizem» (Jackson, pág. 335). Uma vez que os fantasmas provinham do mundo espiritual, onde os segredos da vida, da morte, do passado e do futuro eram todos conhecidos, as suas palavras podiam, nas circunstâncias certas, ser dignas de confiança; mas, noutras condições, um fantasma poderia transmitir informações a que os vivos não tinham direito, ou atrair os vivos por um caminho errado, provocando assim o desastre ou a morte.

N'*A Noiva Fantasma*, o espírito induz deliberadamente o jovem em erro, mas cumpre a sua promessa de que em breve se casarão, combinando a compreensão tradicional dos fantasmas como ameaças perigosas e como portadores da verdade. A história apresenta inicialmente o espírito feminino como uma enganadora e, mais tarde, como uma inocente que apenas deseja voltar a viver entre o seu povo e casar-se com o homem que ama.

Desconhece-se a data de composição do conto, mas tem origem, na sua forma atual, em *Pawnee Hero Stories and Folk-Tales* (*Histórias de Heróis e Lendas do Povo Pawnee* - 1889), do antropólogo e historiador George Bird Grinnell (1849-1938). Grinnell viveu e viajou com os Pawnee a partir de 1870 e registou as suas tradições e histórias em artigos e obras mais extensas. Na introdução ao livro de 1889, explica o seu método de preservar histórias como *A Noiva Fantasma*:

> A tarefa que me propus é a de um registador. Não foi feita qualquer tentativa de conferir um tom literário às histórias de heróis e aos contos populares aqui transcritos. Evitei escrupulosamente introduzir nelas qualquer elemento pessoal. As histórias são contadas ao leitor tal como me foram contadas. Não são elaboradas. Tentei mostrar como os índios pensam e falam, em vez de tornar as suas histórias mais divertidas, adaptando-as ao gosto civilizado. O meu objetivo ao dar a estas narrativas a sua forma atual é criar um livro que seja fiel à realidade e que reflita fielmente o caráter dos Pawnee, tal como os próprios contadores de histórias o retrataram. Em muito poucos casos, acrescentei algumas palavras para explicar assuntos tão bem compreendidos por quem está familiarizado com os índios que não necessitam de explicação. Se estes contos tiverem algum valor etnológico, este será realçado pelo facto de serem apresentados na forma exata em que foram contados por aqueles a quem foram transmitidos de geração em geração.
> (pág. xii)

*A Noiva Fantasma*, portanto, pode ter centenas ou milhares de anos, e na época em que Grinnell viveu entre os Pawnee, era uma das muitas histórias regularmente contadas pelos contadores de histórias.

[ ![Pawnee Indians](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/18336.jpg?v=1713981183-1704877298) O Povo Pawnee George Catlin (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/18336/pawnee-indians/ "Pawnee Indians")### Texto

a tradução infra é do conto extraída do *Pawnee Hero Stories and Folk-Tales*, de George Bird Grinnell, 1889, págs. 191-194.

> Num local onde costumávamos ter uma aldeia, uma jovem morreu pouco antes de a tribo partir para a caça. Quando morreu, vestiram-na com as suas melhores roupas e enterraram-na e, pouco depois disso, a tribo partiu para a caça.
> Um grupo de jovens tinha partido para visitar outra tribo e só regressou depois da rapariga ter morrido e da tribo ter deixado a aldeia. A maioria do grupo não voltou à aldeia, mas encontrou-se com a tribo e acompanhou-a na caçada. Entre os jovens que tinham estado fora, havia um que amava a rapariga que tinha morrido. Ele regressou sozinho à aldeia.
> A aldeia estava vazia e silenciosa, mas, antes de chegar lá, ele avistou, ao longe, alguém sentado no telhado de uma cabana. Ao aproximar-se, viu que era a rapariga que amava. Ele não sabia que ela tinha morrido e ficou surpreendido ao vê-la ali sozinha, pois estava a chegar o momento em que ele seria o marido dela e ela a sua mulher \[e ela deveria estar com o resto da tribo, onde estaria em segurança\].
> Quando ela o viu a aproximar-se, desceu do telhado da cabana e entrou. Quando ele se aproximou dela, falou e disse: «Porque estás aqui sozinha na aldeia?» Ela respondeu-lhe: «Eles foram caçar. Eu estava zangada com os meus parentes, e eles partiram e deixaram-me para trás.» O homem queria que ela fosse agora sua mulher, mas a rapariga disse-lhe: «Não, ainda não, mas mais tarde casar-nos-emos.» Ela disse-lhe: «Não deves ter medo. Esta noite, haverá danças aqui; os fantasmas vão dançar.»
> Este é um antigo costume dos Pawnee. Quando dançavam, costumavam ir de uma cabana a outra, cantando, dançando e gritando. Assim, agora que a tribo tinha partido e a aldeia estava deserta, os fantasmas faziam isso.
> Ele conseguia ouvi-los a aproximarem-se pelas ruas vazias e a passarem de uma cabana para outra. Entraram na cabana onde ele se encontrava e dançaram por todo o lado, gritaram e cantaram; por vezes, quase o tocavam, e ele esteve prestes a assustar-se.
> No dia seguinte, o jovem convenceu a rapariga a seguir com ele e a acompanhar a tribo, para se juntarem a ela na caçada. Começaram a viajar juntos, e ela [prometeu](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11877/prometeu/)-lhe que seria certamente sua esposa, mas só quando chegasse a altura certa. Alcançaram a tribo, mas, antes de chegarem ao acampamento, a rapariga parou.
> Ela disse: «Chegámos — mas tens de ir primeiro à aldeia e preparar um lugar para mim. Onde eu dormir, que seja atrás de uma cortina. Durante quatro dias e quatro noites tenho de permanecer atrás desta cortina. Não fales de mim. Não menciones o meu nome a ninguém.»
> O jovem deixou-a ali e dirigiu-se ao acampamento. Quando chegou à sua cabana, disse a uma mulher, uma das suas parentes, para ir a um determinado lugar e trazer uma mulher que lá o esperava. A sua parente perguntou-lhe: «Quem é essa mulher?» E, para evitar dizer o nome dela, ele revelou quem eram o pai e a mãe dela. A sua parente, surpreendida, disse: «Não pode ser aquela rapariga — pois ela morreu alguns dias antes de partirmos para a caçada.»
> Quando a mulher foi à procura da rapariga, não a conseguiu encontrar. A rapariga tinha desaparecido. O jovem desobedeceu-lhe e revelou quem ela era. Ela tinha-lhe dito que devia ficar escondida atrás de uma cortina durante quatro dias e que ninguém devia saber quem ela era. Em vez de fazer o que ela lhe tinha dito, ele revelou quem ela era, e a rapariga desapareceu porque era um fantasma. Se ele tivesse obedecido à rapariga, ela teria vivido uma segunda vez na Terra.
> Naquela mesma noite, aquele jovem morreu enquanto dormia.
> Então, as pessoas ficaram convencidas de que deve haver uma vida após esta.

### Comentário

No conto *A Esposa Fantasma*, o espírito da esposa recebe uma segunda vida depois de concordar em seguir o seu marido enlutado de volta à aldeia e só desaparece quando confrontada pela segunda esposa dele, que lhe faz notar que é um fantasma e não pertence ao mundo dos vivos. O marido, embora responsável por a ter trazido de volta, não faz nada para a obrigar a partir. No entanto, o jovem desilude a esperança da sua noiva de uma segunda vida ao não fazer o que ela lhe pediu e ao não cumprir a sua palavra. Embora a história nunca mencione explicitamente a sua promessa, a palavra não dita teria sido entendida pelo público original como tendo sido feita.

O jovem não faz ideia de que está a interagir com um espírito e, por isso, ao não honrar o pedido dela, está a desrespeitar uma mulher com quem tenciona casar, o que, na cultura Pawnee, teria também significado desrespeitar a família dela, a sua própria família e a si próprio. Ele poderia facilmente ter dito ao seu parente na aldeia que tinha prometido não pronunciar o nome da mulher e, em seguida, pedido-lhe que não insistisse no assunto. Em vez disso, ele pronuncia os nomes dos pais da sua noiva, quebrando a sua promessa e condenando-se à morte porque, embora a sua promessa venha a revelar-se falsa, a promessa do fantasma de que em breve se casariam mantém-se verdadeira — tal como as palavras de todos os fantasmas eram entendidas como verdadeiras — e, assim, casam-se, não nesta vida, mas na que se segue.

[ ![The Voice of the Great Spirit](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/18063.jpg?v=1778011631-1698310365) A Voz do Grande Espírito Joseph Henry Sharp (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/18063/the-voice-of-the-great-spirit/ "The Voice of the Great Spirit")O poder da história desenvolve-se através da tensão entre o que o público sabe desde o início e o que o jovem acredita estar a viver ao longo da narrativa e, além disso, entre o que o público original teria reconhecido como graves violações dos costumes e o que o jovem considera aceitável, apesar de, dada a sua idade, dever saber melhor.

Quando a encontra pela primeira vez sozinha numa aldeia abandonada, ele deveria ter percebido que ela não era o que parecia ser, pois, mesmo que tivesse discutido com os seus familiares, estes não a teriam deixado para trás. Numa famosa história dos Sioux, *A Lenda de Standing Rock*, uma mulher que se recusa a seguir em frente quando o resto da comunidade o faz é deixada onde está sentada, mas, mais tarde, o seu marido envia o seu povo de volta para a ir buscar. Da mesma forma, a aldeia Pawnee teria enviado alguém de volta para buscar esta mulher.

Depois de ignorar isso, o jovem fica na cabana depois de o espírito lhe ter dito que os fantasmas chegariam em breve para dançar. Uma vez que os fantasmas deviam ser evitados, e uma vez que ela tão facilmente lhe diz para não ter medo da chegada deles, ele deveria tê-la reconhecido como uma deles. No entanto, após ambas as experiências, o jovem continua a acreditar que a mulher é quem parece ser, em vez de ser o que o público sabe que ela é. Para quem ouvia esta história contada há muito tempo, a experiência provavelmente teria sido comparável a ver um filme de terror dos dias de hoje, em que se passa o tempo a gritar ao protagonista: «Como é que não estás a perceber isto?»

### Conclusão

Esta história, e muitas outras — não só dos Pawnee, mas também de outras nações, como os Cheyenne —, foram registadas por Grinnell e outros para as preservar. Na década de 1880, as nações indígenas das planícies já tinham sido forçadas a viver em reservas ou em breve o seriam, incluindo os Pawnee, e havia alguns entre os imigrantes brancos que reconheciam o valor das culturas nativas americanas que estavam a ser sistematicamente eliminadas. Grinnell, ao explicar a sua motivação para escrever *Pawnee Hero Stories and Folk-Tales*, observa:

> Os Pawnee estão a desaparecer. Quando me juntei a eles pela primeira vez nas suas caçadas ao bisonte \[cerca de 1870\], partindo do seu antigo lar em Loup Fork, no Nebraska, a tribo contava com três mil membros; em março passado \[cerca de 1889\], no Território Indígena \[a reserva para onde foram realojados, na atual Oklahoma\], encontrei apenas oitocentos. E mais rapidamente do que o declínio do povo, as suas tradições estão a desaparecer da memória, devido às novas condições de vida da tribo. O folclore, que surgiu como um produto indígena da vasta pradaria e da natureza selvagem onde o guerreiro Pawnee caçava em liberdade, encontra escassa nutrição no solo hostil dos campos lavrados pelos Pawnee que se dedicam à agricultura. Com os novos modos de vida vêm novas visões da vida, novos motivos, novas simpatias — numa palavra, a [civilização](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10175/civilizacao/).
> (pág. xi)

Os Pawnee, no entanto, não desapareceram. Como sempre tinham sido considerados «índios amigáveis» pelo Governo dos EUA, foram-lhes concedidas considerações não atribuídas a outras nações, tais como o direito de praticar o ritual da Dança dos Espíritos, que, entre outros aspetos, destacava a importância do passado do povo, incluindo as histórias que preservavam o seu património cultural. Hoje em dia, os Pawnee continuam a contar essas mesmas histórias, ensinando-as aos seus filhos na sua própria língua e transmitindo-as às gerações futuras.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Dunbar-Ortiz, R. *An Indigenous Peoples' History of the United States .* Beacon Press, 2015.](https://www.worldhistory.org/books/0807057835/)
- [Edmonds, M. & Clark, E. *Voices of the Winds: Native American Legends.* Chartwell Books, 2021.](https://www.worldhistory.org/books/0785839755/)
- [Grinnell, G. B. *Pawnee Hero Stories and Folk-Tales.* Legare Street Press, 2022.](https://www.worldhistory.org/books/1015720285/)
- [Jackson, J.K. *Native American Myths & Legends.* Flame Tree Publishing, 2014.](https://www.worldhistory.org/books/0857758217/)
- [Teuton, S. *Native American Literature: A Very Short Introduction.* Oxford University Press, 2018.](https://www.worldhistory.org/books/0199944520/)
- [The Project Gutenberg eBook of Pawnee Hero Stories and Folk-Tales, by George Bird Grinnell.](https://www.gutenberg.org/files/36923/36923-h/36923-h.htm#Page_191 "The Project Gutenberg eBook of Pawnee Hero Stories and Folk-Tales, by George Bird Grinnell."), accessed 7 Jan 2024.

## Sobre o Autor

Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.
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## Perguntas & Respostas

### Qual é a mensagem da história dos Pawnee intitulada «A Noiva Fantasma»?
«A Noiva Fantasma» aborda os temas do perigo de interagir com fantasmas e da importância de cumprir a palavra dada, tanto aos vivos como aos mortos. 

### A história dos Pawnee intitulada «A Noiva Fantasma» é a mesma que «A Esposa Fantasma»?
Não. «A Noiva Fantasma» e «A Esposa Fantasma» são duas histórias completamente diferentes da Nação Pawnee. 

### Qual é a data de composição de «A Noiva Fantasma»?
Desconhece-se a data de composição. A presente versão da história provém da obra «Pawnee Hero Stories and Folk-Tales», do antropólogo e historiador George Bird Grinnell, publicada em 1889.  

### O que acontece no final de «A Noiva Fantasma»?
Ao longo da história, o espírito feminino promete ao seu noivo que em breve se casarão. No final do conto, ela cumpre a sua promessa, levando-o para junto dela no além. 


## Cite Este Artigo

### APA
Mark, J. J. (2026, October 05). A Noiva Fantasma. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2352/a-noiva-fantasma/>
### Chicago
Mark, Joshua J.. "A Noiva Fantasma." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, October 05, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2352/a-noiva-fantasma/>.
### MLA
Mark, Joshua J.. "A Noiva Fantasma." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 05 Oct 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2352/a-noiva-fantasma/>.

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Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 05 October 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

