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title: O Sioux que Casou com a Filha do Chefe dos Crow
author: Joshua J. Mark
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2325/o-sioux-que-casou-com-a-filha-do-chefe-dos-crow/
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license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-09-19
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# O Sioux que Casou com a Filha do Chefe dos Crow

_Escrito por [Joshua J. Mark](https://www.worldhistory.org/user/JPryst/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

*O Sioux que Casou com a Filha do Chefe dos Crow* é uma lenda dos Lakota Sioux sobre o Chefe Big Eagle, que abandonou o seu povo para casar com uma mulher da nação inimiga dos Crow, mas nunca esqueceu os deveres para com o seu próprio povo. A história destaca os valores da honra pessoal e da integridade.

[ ![Crow Indians](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/18125.jpg?v=1699970643-1699527011) Índios Crow Karl Bodmer (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/18125/crow-indians/ "Crow Indians")Também é citada como um exemplo da prática de «contar *coup*» (golpes) e da sua importância na guerra dos Nativos Americanos, do valor dos cavalos na tradição da cultura dos índios das Pradarias, dos desafios dos casamentos entre tribos e de como os membros de diferentes tribos que falavam línguas diferentes comunicavam entre si através de sinais.

A história está entre as mais populares dos Lakota Sioux e é frequentemente antologiada, pois é, em simultâneo, uma história de amor, um conto de aventura e uma fonte de perspetiva sobre a cultura dos índios das Pradarias.

### Contar os *Coup*

Historicamente, a contagem de golpes era uma tradição altamente respeitada que permitia estabelecer a reputação de um guerreiro com base na bravura e na destreza em batalha. O guerreiro procurava tocar num inimigo, sem o matar, seja com a mão, uma lança ou uma lança curta, o seu arco, uma faca ou o objeto conhecido como *coup stick* — uma vara de madeira, por vezes curvada na extremidade. Era considerado mais honroso desonrar um guerreiro inimigo «counting coup» do que matá-lo, embora o primeiro «coup» pudesse então levar à sua morte num segundo confronto.

A prática seria semelhante a «marcar» alguém num jogo. Um guerreiro tinha de se aproximar o suficiente do adversário para o tocar e, em seguida, afastar-se antes de sofrer retaliação. Um verdadeiro «*coup*» era conseguido quando o guerreiro regressava da sua investida ileso. Se fosse bem-sucedido, podia então fazer um entalhe na sua «*coup stick*» e/ou colocar uma pena de águia no seu cocar. Entendia-se que o adversário tinha sido humilhado e derrotado pelo «coup» e poderia abandonar o campo de batalha. Se se recusasse a fazê-lo e fosse então morto pelo mesmo guerreiro que lhe tinha contado o *coup*, isso era considerado um segundo *coup*; e se o homem morto fosse então escalpado, isso constituía um terceiro *coup*, tal como ficar com o cavalo do homem se tornava um quarto.

Os maiores guerreiros — tanto dos Sioux como de outras nações indígenas das Planícies — eram reconhecidos pelo número de entalhes nos seus bastões de *coup*, pelas penas no cocar ou por outros talismãs que indicavam o número de adversários contra os quais tinham marcado um «coup» com sucesso. A estudiosa Adele Nozedar comenta:

> A maior honra era aquele toque inicial, aquele contacto com o inimigo vivo. Isto era considerado ainda mais importante do que a morte em si. Analisando isto logicamente, é preciso mais coragem para ter contacto físico com um adversário do que para o matar à distância, por exemplo, com um arco e flecha, ou com uma bala de uma arma de fogo.
> (pág. 117)

Na história, Big Eagle é respeitado tanto pelo seu próprio povo como pela nação Crow, na qual se casou, por ir para a batalha armado apenas com um bastão de combate. Embora participe nas expedições de guerra dos Crow contra os Sioux, recusa-se a matar o seu próprio povo. Ao atingi-los com o bastão de combate, ficam «derrubados», mas não são mortos.

### O Resumo e os Temas

O enredo da história, à primeira vista, é simples. Um guerreiro Sioux, Big Eagle, apaixona-se por uma mulher Crow que lhe lembra a sua falecida mulher, a quem era dedicado. Ele deixa o seu povo para viver com a família da sua nova mulher, mas, como os Crow e os Sioux são inimigos, tem de honrar a sua família adotiva lutando contra o seu próprio povo.

O tema central da história é a honra pessoal e o reconhecimento das responsabilidades para com o próprio povo, quer seja o povo de nascimento, quer aquele que o adotou. Após dois anos a viver entre os Crow, Big Eagle reconhece o seu dever de regressar à sua própria tribo para lhes contar o que lhe aconteceu e levar-lhes presentes na forma de 220 cavalos.

Este pormenor da história destaca o valor dos cavalos entre os índios das Planícies e a forma como o cavalo era equiparado à riqueza, ao prestígio e ao poder. Quando Big Eagle regressa com os cavalos, está a anunciar o seu sucesso, mas, de acordo com os valores dos nativos americanos em geral, só pode ser considerado um sucesso se as suas realizações beneficiarem a comunidade em geral, como, neste caso, com os cavalos a serem oferecidos às pessoas necessitadas da sua aldeia natal.

[ ![Encampment of Crow Indians](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/18126.jpg?v=1775940136-1699527274) Acampamento de Índios Crow Joseph Henry Sharp (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/18126/encampment-of-crow-indians/ "Encampment of Crow Indians")A história também aborda a comunicação intertribal. Antes da colonização europeia das Américas, existiam mais de 500 línguas diferentes faladas pelos povos indígenas da América do Norte. Para comunicarem entre si, desenvolveram a linguagem gestual, como na cena inicial da história em que Big Eagle expressa as suas intenções ao seu futuro sogro. Big Eagle teria continuado a recorrer à linguagem gestual até ter aprendido a falar e a compreender a língua do povo da sua mulher.

A história não tem um final do tipo «e viveram felizes para sempre», à semelhança de muitos, se não da maioria, dos contos dos povos indígenas americanos, que refletem a realidade desses povos. Os Sioux e os Crow não se tornam amigos depois de Big Eagle se casar com a filha do chefe dos Crow, nem após a sua batalha final. O desfecho não oferece qualquer esperança de uma paz duradoura entre as nações em conflito, apenas a lição a retirar do exemplo da vida de Big Eagle como guerreiro e chefe honrado.

### O Texto

A tradução infra é do texto extraído de *Myths and Legends of the Sioux* (*Os Mitos e as Lendas do Sioux*, 1916), de Marie L. McLaughlin. No entanto, foi reimpresso em várias antologias de lendas e tradições nativas americanas, incluindo *Native American Myths and Legends* (*Mitos e Lendas dos Nativos Americanos*), editado por J. K. Jackson.

> Um grupo de guerra composto por sete jovens, ao avistar uma tenda solitária erguida na orla de uma densa faixa de floresta, parou e aguardou o anoitecer, a fim de enviar um dos seus batedores à frente para verificar se o acampamento que tinham avistado era de amigos ou de inimigos.
> Quando a escuridão se instalou e se sentiram seguros de não serem detetados, escolheram um dos seus batedores para avançar sozinho e descobrir qual seria a melhor direção para avançarem sobre o acampamento, caso se revelasse inimigo.
> Entre os batedores havia um que se destacava pela sua bravura, e muitos foram os atos de coragem que ele realizara. O seu nome era Grande Águia. Escolheram este homem para se dirigir ao acampamento solitário e obter a informação pela qual aguardavam.
> Disseram a Grande Águia para observar cuidadosamente o terreno e escolher a melhor direção a partir da qual deveriam lançar o ataque. Os outros seis aguardariam o seu regresso. Ele partiu em missão, tendo o cuidado de não fazer qualquer ruído. Aproximou-se furtivamente do acampamento. Ao chegar perto da tenda, ficou surpreendido ao constatar a ausência de cães, uma vez que estes animais são sempre mantidos pelos Sioux para alertar os donos, através do seu latido, da aproximação de alguém. Rastejou até à porta da tenda e, espreitando por uma pequena abertura, viu três pessoas sentadas no interior.
> Um homem e uma mulher idosos estavam sentados à direita da lareira, e uma jovem no lugar de honra, em frente à porta.
> Big Eagle tinha sido casado e a sua mulher tinha falecido cinco invernos antes do momento em que este episódio ocorreu. Ele nunca tinha pensado em casar-se novamente, mas quando olhou para esta jovem, pensou estar a olhar para o rosto da sua falecida mulher. Tirou os cintos de cartuchos e a faca e, colocando-os, juntamente com a espingarda, ao lado da tenda, entrou imediatamente com ousadia no tipi; dirigiu-se ao homem, estendeu a mão e apertou primeiro a do homem, depois a da mulher idosa e, por último, a da jovem. Em seguida, sentou-se ao lado da rapariga e assim ficaram sentados, sem que ninguém falasse.
> Por fim, Águia Grande fez gestos ao homem, explicando da melhor forma possível por meio de gestos que a sua mulher tinha falecido há muito tempo e que, ao ver a rapariga, esta se parecia tanto com a sua falecida mulher que desejava casar-se com ela, e que regressaria ao acampamento inimigo para viver com eles, se estes consentissem no casamento da sua filha.
> O velho pareceu compreender, e Big Eagle voltou a fazer-lhe gestos, indicando que um grupo se encontrava à espreita a pouca distância do seu acampamento. Silenciosamente, trouxeram os cavalos e, depois de desmontarem a tenda, partiram imediatamente na direção de onde tinham vindo. O grupo de guerra esperou toda a noite e, quando os primeiros raios do amanhecer lhes revelaram a ausência da tenda, concluíram imediatamente que Big Eagle tinha sido descoberto e morto, pelo que partiram apressadamente, seguindo o seu rasto de regresso a casa.
> Entretanto, o grupo de caça — pois era a isso que Grande Águia se tinha juntado — conseguiu, com bastante rapidez, colocar uma boa distância entre si e o grupo de guerra. Viajaram o dia inteiro e, ao cair da noite, subiram uma colina alta, olhando para o vale do outro lado. Ali estendia-se por duas milhas, ao longo das margens de um pequeno ribeiro, um imenso acampamento. O velho fez sinais para que Big Eagle permanecesse com as duas mulheres onde estava, até que ele pudesse ir ao acampamento e prepará-las para receber um inimigo na sua aldeia.
> O ancião cavalgou pelo acampamento e parou junto à maior tenda da aldeia. Em breve, Águia Grande pôde ver homens a reunirem-se em torno da tenda. A multidão foi crescendo cada vez mais, até que toda a aldeia se tinha reunido junto à grande tenda. Por fim, dispersaram-se, pegaram nos seus cavalos, montaram e avançaram para a colina onde Grande Águia e as duas mulheres aguardavam. Formaram um círculo à volta deles e, lentamente, regressaram à aldeia, cantando e cavalgando em círculo à volta deles.
> Quando chegaram à aldeia, dirigiram-se à grande tenda e indicaram a Big Eagle o lugar de honra no interior da mesma. Na aldeia havia um homem que compreendia e falava a língua sioux. Mandaram chamá-lo e, por seu intermédio, Big Eagle prestou o juramento de lealdade à tribo Crow. Feito isto, foi-lhe apresentada a rapariga para ser sua mulher, bem como muitos póneis malhados.
> Big Eagle viveu com a sua mulher entre o povo dela durante dois anos e, durante esse tempo, participou em quatro batalhas diferentes entre o seu próprio povo (os Sioux) e o povo Crow, ao qual a sua mulher pertencia.
> Em nenhuma batalha contra o seu próprio povo empunhava ele qualquer arma, apenas um longo bastão de salgueiro, com o qual golpeava os Sioux caídos.
> Ao fim de dois anos, decidiu visitar a sua própria tribo, e o seu sogro, sendo um chefe de grande prestígio, mandou imediatamente anunciar por toda a aldeia que o seu genro iria visitar o seu próprio povo, e que todos demonstrassem a sua boa vontade e respeito por ele, trazendo póneis para o genro levar de volta ao seu povo.
> Ao ouvirem isto, os rebanhos foram todos reunidos e, durante todo o dia, os cavalos foram levados até à tenda de Big Eagle; e quando este se preparava para iniciar a viagem de regresso a casa, foram escolhidos vinte jovens para o acompanharem até uma distância segura da sua aldeia. Os vinte jovens conduziram os cavalos oferecidos, num total de duzentos e vinte animais, até uma distância equivalente a um dia de viagem da aldeia de Big Eagle e, temendo pela sua segurança perante o seu povo, Big Eagle mandou-os de volta à sua própria aldeia.
> À sua chegada à aldeia natal, receberam-no como se tivesse regressado dos mortos, pois estavam certos de que ele tinha sido morto na noite em que fora enviado para reconhecer o acampamento solitário. Houve um grande banquete e danças em honra do seu regresso, e os cavalos foram distribuídos entre os necessitados da aldeia.
> Depois de permanecer na sua aldeia natal durante um ano, um dia decidiu regressar ao povo da sua mulher. Foram-lhe oferecidos, a ele e à sua mulher, inúmeras vestes ornamentadas, trajes, cocares de guerra, mocassins e uma grande manada de cavalos, e ele despediu-se do seu povo para sempre, dizendo: «Nunca mais voltarei para junto de vós, pois decidi viver o resto dos meus dias com o povo da minha mulher.»
> Ao chegar à aldeia dos Crow, encontrou o seu sogro à beira da morte. Poucos dias depois, o velho faleceu, e Big Eagle foi nomeado para preencher a vaga de chefe deixada pela morte do seu sogro.
> Posteriormente, participou em batalhas contra o seu próprio povo e, na terceira batalha, foi morto no campo de batalha. Com ternura, os guerreiros Crow levaram-no de volta ao seu acampamento, e grande foi o luto na aldeia Crow pelo homem corajoso que sempre entrava em batalha desarmado, salvo apenas a varinha de salgueiro que trazia consigo.
> Assim terminou a carreira de um dos mais corajosos guerreiros Sioux que alguma vez arrancou o escalpo a um inimigo e que, por amor à sua falecida mulher, abandonou o lar, os pais e os amigos para ser morto no campo de batalha pela sua própria tribo.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Dunbar-Ortiz, R. *An Indigenous Peoples' History of the United States .* Beacon Press, 2015.](https://www.worldhistory.org/books/0807057835/)
- [Edmonds, M. & Clark, E. *Voices of the Winds: Native American Legends.* Chartwell Books, 2021.](https://www.worldhistory.org/books/0785839755/)
- [Encyclopedia of the Great Plains | COUNTING COUP](http://plainshumanities.unl.edu/encyclopedia/doc/egp.war.013 "Encyclopedia of the Great Plains | COUNTING COUP"), accessed 8 Nov 2023.
- [Jackson, J.K. & Gill, S. *Native American Myths & Legends.* Flame Tree 451, 2013.](https://www.worldhistory.org/books/0857758497/)
- [McLaughlin, M. L. *Myths and Legends of the Sioux.* Independently Published, 2023.](https://www.worldhistory.org/books/B0BYM4GWKC/)
- [Myths and Legends of the Sioux by Marie L. Mclaughlin online](https://sacred-texts.com/nam/sioux.htm "Myths and Legends of the Sioux by Marie L. Mclaughlin online"), accessed 8 Nov 2023.
- [Nozedar, A. *The Element Encyclopedia of Native Americans.* Harper Element, 2012.](https://www.worldhistory.org/books/1435142357/)
- [Zimmerman, L. J. *The Sacred Wisdom of the Native Americans.* Chartwell Books, 2016.](https://www.worldhistory.org/books/0785833900/)

## Sobre o Autor

Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.
- [Linkedin Profile](https://www.linkedin.com/pub/joshua-j-mark/38/614/339)

## Perguntas & Respostas

### De que trata a história «O Sioux que Casou com a Filha do Chefe dos Crow»?
«O Sioux que Casou com a Filha do Chefe dos Crow» é uma lenda dos Lakota Sioux sobre o grande chefe Big Eagle e sobre como este casou com a filha de uma tribo inimiga, mas honrou tanto o povo da sua mulher como o seu próprio, personificando a honra pessoal e a integridade. 

### Por que é que o Grande Águia deixa o seu povo para ir viver com a Nação Crow? 
Big Eagle perdeu a sua mulher e nunca pensou em casar-se novamente até ver a filha do chefe da tribo Crow. Casa-se com ela porque ela o faz lembrar da sua falecida mulher e, simbolicamente, esse casamento une o seu passado ao seu futuro. 

### O que é um «coup stick»? 
Um «coup stick» é uma vara de madeira, por vezes curvada na extremidade, utilizada pelos índios das Planícies americanas em batalha para «marcar» um golpe num adversário sem o matar. «Marcar um coup» num inimigo significava desonrá-lo, ao mesmo tempo que se ganhava honra para si próprio. 

### De que época data a história «O Sioux que se casou com a filha do chefe dos Crow»? 
Não há qualquer data associada à história do «Sioux que se casou com a filha do chefe dos Crow». O conto foi transmitido oralmente de geração em geração até ter sido finalmente registado no final do século XIX e início do século XX. 


## Cite Este Artigo

### APA
Mark, J. J. (2026, September 19). O Sioux que Casou com a Filha do Chefe dos Crow. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2325/o-sioux-que-casou-com-a-filha-do-chefe-dos-crow/>
### Chicago
Mark, Joshua J.. "O Sioux que Casou com a Filha do Chefe dos Crow." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, September 19, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2325/o-sioux-que-casou-com-a-filha-do-chefe-dos-crow/>.
### MLA
Mark, Joshua J.. "O Sioux que Casou com a Filha do Chefe dos Crow." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 19 Sep 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2325/o-sioux-que-casou-com-a-filha-do-chefe-dos-crow/>.

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Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 19 September 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

