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title: Uma História de Fantasmas Teton
author: Joshua J. Mark
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2288/uma-historia-de-fantasmas-teton/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-09-05
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# Uma História de Fantasmas Teton

_Escrito por [Joshua J. Mark](https://www.worldhistory.org/user/JPryst/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

*Uma História de Fantasmas Teton* é um conto dos nativos americanos Teton (Tetonwan) da tribo *Oceti Sakowin* (Povo das Sete Fogueiras do Conselho), mais conhecidos como Sioux, sobre uma das possibilidades do estado da alma após a morte e sobre a forma como os vivos podem interagir com esse espírito.

É apenas uma das muitas histórias de fantasmas dos povos nativos americanos e, tal como as outras, está aberta a várias interpretações diferentes. Os Sioux não temiam os espíritos dos mortos como algumas outras nações (tais como os Navajo), mas compreendiam o perigo potencial de interagir com eles, uma vez que os mortos, que se acreditava serem oniscientes, poderiam transmitir aos vivos algum conhecimento que estes não deveriam possuir ou, talvez, conduzi-los à terra dos mortos, causar doenças que levassem à morte ou, caso o espírito estivesse especialmente irado e poderoso, trazer infortúnio a toda a comunidade.

[ ![Funeral Scaffold of a Sioux Chief near Fort Pierre](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/17949.jpg?v=1751710445-1695801508) Estrado Fúnebre de um Chefe Sioux perto de Fort Pierre Karl Bodmer (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/17949/funeral-scaffold-of-a-sioux-chief-near-fort-pierre/ "Funeral Scaffold of a Sioux Chief near Fort Pierre")Nesta história, um jovem caçador Teton encontra o fantasma de uma jovem mulher que o afasta da sua aldeia e da sua intenção inicial de casar com a filha do chefe, e ele segue-a até se tornar ele próprio um fantasma. Se este encontro foi bom ou mau para o caçador depende da interpretação de cada um sobre como a sua vida se desenrola a seguir, mas, partindo da compreensão comum entre os nativos americanos de que o valor da comunidade prevalece sobre os desejos ou anseios do indivíduo, pode ter sido considerado infeliz, na medida em que a aldeia perdeu um caçador promissor e a filha do chefe um futuro marido. Ao mesmo tempo, porém, a história pode ter servido de consolo para aqueles na audiência que tinham perdido entes queridos, mas nunca tinham conseguido encontrar um corpo nem encontrar paz em relação a essa perda.

### Os Sioux Teton

A nação agora conhecida pelos não-nativos como os Sioux autodenomina-se *Oceti Sakowin* ou *Oceti Sakowin Oyate* (Povo da Nação das Sete Fogueiras do Conselho) e é originalmente composta por sete nações nativas americanas distintas:

- Mdewakanton
- Sisseton (também conhecida como Sistonwan)
- Teton (também conhecida como Tetonwan)
- Wahpekute
- Wahpeton (também conhecida como Wahpetonwan)
- Yankton (também conhecido como Ihanktown)
- Yanktonai (também conhecido como Ihanktowana)

O estudioso Michael G. Johnson observa:

> \[Os Sioux Teton\] eram o maior e mais poderoso de todos os sete ramos originais dos índios Dakota ou Sioux. Na verdade, superavam em número as outras seis tribos juntas. Tornaram-se os Sioux Ocidentais ou, no seu próprio dialecto, Lakota, na sequência da sua migração para as High Plains no final do século XVIII e início do século XIX.
> (pág.132)

Johnson também observa como, para os Sioux Teton, «o enterro era invariavelmente do tipo em estrado», no qual o cadáver era elevado num leito fúnebre apoiado por postes para permitir que se decompusesse e libertasse o espírito (ou espíritos) que o animava enquanto a pessoa estava viva. O cadáver permanecia no estrato ao ar livre até que os animais selvagens e as intempéries, bem como o tempo, tivessem reduzido o corpo a ossos nus. Nessa altura, a menos que tivessem sido realizados alguns rituais especiais, como a «Guarda da Alma», o espírito da pessoa falecida seguiria para o reino dos mortos na vida após a morte. Por vezes, embora não fosse habitual, os mortos eram colocados numa cabana especial ou «casa», mas o cadáver continuava frequentemente a ser elevado num andame.

### Vida após a Morte e os Fantasmas

As histórias de fantasmas dos nativos americanos desenvolveram-se a partir da crença de que a alma (ou, de acordo com alguns sistemas de crenças, as almas) que animava um ser humano vivo sobrevivia à morte física e continuava a existir, quer em torno do corpo que tinha habitado (até este se decompor ou ser queimado), quer nos locais que tinha conhecido em vida. A forma como estes espíritos eram entendidos diferia, muitas vezes significativamente, de nação para nação. O estudioso Larry J. Zimmerman comenta:

> Embora as crenças sobre a morte e os costumes e rituais relacionados com o luto sejam variados entre os nativos americanos, surgem certos temas comuns — por exemplo, a maioria dos grupos acreditava que os mortos representavam um perigo para os vivos e, por isso, os falecidos eram tratados com respeito e cautela. Quase todos os povos indígenas acreditavam num plano de existência para além do reino dos vivos, mas as descrições da vida após a morte diferiam grandemente, e a questão do que acontece à alma após a morte era altamente complexa para muitas tribos.
> (pág. 246)

Algumas nações, como os Mandan, acreditam que cada indivíduo tem múltiplas almas — no caso deles, quatro; noutros, duas — e que pelo menos uma dessas almas permanece junto ao corpo após a morte, enquanto a outra segue viagem para a vida após a morte e, segundo algumas histórias, aguarda que a segunda alma se junte a ela. A visão da vida após a morte difere entre as nações tanto quanto qualquer outro aspeto cultural e, em algumas, como os Sioux, pode ser um reflexo da vida que se viveu na Terra, enquanto para outras era simplesmente uma pausa antes da reencarnação e, para outras ainda, era um mundo ao contrário, onde os rios corriam para trás, as pessoas falavam sem sentido e as danças giravam na direção errada com passos errados. Qualquer que fosse a visão da vida após a morte de uma comunidade, entendia-se — e ainda se entende — que era ali o lugar dos mortos, não dos vivos, e que os encontros com um espírito — salvo em determinadas circunstâncias — traziam má sorte.

[ ![Dakota Scaffold Burial](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/17951.jpg?v=1725954006-1725954022) Sepultamento em Estrado em Dakota Dr. H. C. Yarrow (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/17951/dakota-scaffold-burial/ "Dakota Scaffold Burial")Um espírito de um antepassado ou de um parente recentemente falecido que aparecesse num sonho ou numa visão para transmitir alguma informação vital, conselho ou orientação era sempre bem-vindo, mas encontrar uma aparição, especialmente de uma pessoa que não se conhecia, costumava trazer infortúnio, a menos que se fizesse algum acordo com o fantasma.

### O Homem que Lutou com um Fantasma

Na história Teton intitulada *O Homem que Lutou com um Fantasma*, por exemplo, um jovem guerreiro numa missão para matar os seus inimigos e roubar os seus cavalos depara-se com dois fantasmas na floresta. O primeiro é o fantasma de uma mulher que aparece «como nos velhos tempos», vestindo uma espécie de roupa e joias antiquadas, com o rosto escondido por um manto de pele de búfalo (Jackson, pág. 334). O guerreiro finge estar morto, e o fantasma levanta-lhe o pé e deixa-o cair três vezes, como que para se certificar, antes de sacar da faca para lho cortar. Quando o guerreiro grita com ela, ela foge para a floresta e desaparece. Este episódio ilustra o tipo de perigo que um fantasma pode representar para os vivos: levar um troféu para levar de volta ao mundo dos espíritos.

Na noite seguinte, o jovem guerreiro depara-se com o fantasma de um homem que lhe pede comida. O jovem diz que não tem nada, mas o fantasma sabe que ele está a mentir — porque os fantasmas sabem tudo — e, assim, partilham uma refeição e, em seguida, fumam juntos o cachimbo do jovem, em sinal de amizade e comunhão. Quando terminam, o fantasma diz ao guerreiro que têm de lutar; se o jovem o derrotar, a sua missão será bem-sucedida, mas se o fantasma vencer, a missão fracassará. O guerreiro derrota o fantasma e prossegue para matar os seus inimigos e tomar os seus cavalos. A história termina com a frase: «Aconteceu exatamente como o fantasma disse. É por isso que as pessoas acreditam no que os fantasmas dizem» (*Idem*, pág. 335).

Nenhum dos episódios é apresentado como fantasia ou sonho, mas sim como um acontecimento real, e ambos apresentam uma compreensão comum dos fantasmas. No segundo episódio, ao estabelecer uma ligação com o espírito e, em seguida, submeter-se a um teste de força espiritual e física, o jovem guerreiro tem a garantia de sucesso na sua missão. Aqui, o jovem responde ao espírito com uma interação respeitosa, apesar de, inicialmente, mentir ao dizer que não tem comida, enquanto que, com o primeiro fantasma, ao fingir estar morto, rejeita qualquer possibilidade desse tipo.

[ ![Butte de Mort, Sioux Burial Ground, Upper Missouri](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/17917.jpg?v=1719368117-1695196260) Butte de Mort, Cemitério Sioux, Alto Missouri George Catlin (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/17917/butte-de-mort-sioux-burial-ground-upper-missouri/ "Butte de Mort, Sioux Burial Ground, Upper Missouri")A história sugere que a primeira aparição pode ter sido causada pelo facto de o jovem ter acampado perto do local de sepultamento do corpo da mulher fantasma e isto, aliado à sua reação perante ela, demonstra uma falta de respeito pelos mortos, pelo que corre o risco de perder o pé como troféu para um fantasma furioso. No segundo episódio, no entanto, o respeito e a força que demonstra são recompensados pela previsão do seu sucesso. Seria, portanto, possível interagir com um fantasma e ter boa sorte, mas isso não era frequente; além disso, o que constituía «boa sorte» depende da interpretação que cada um faz da história.

Em *Uma História de Fantasmas Teton*, a interação do jovem caçador com o fantasma da jovem difere de ambas as situações. Não é demonstrada qualquer falta de respeito, nem é claramente feito qualquer acordo; o jovem caçador encontra o fantasma e, depois disso, a sua vida nunca mais é a mesma. Se essa vida é melhor ou pior do que aquela que teria tido antes do encontro, fica ao critério do público decidir.

### O Texto

A tradução infra é do texto extraído de *Voices of the Winds: Native American Legends* (*Vozes do Vento: Lendas Nativas Americanas*), de Margot Edmonds e Ella Clark, extraído da tradução de J. O. Dorsey do conto original dos Teton.

> A tribo Teton prosperava, e o seu povo era saudável e forte porque comia muita carne de búfalo. Normalmente, quando acampavam para passar a noite, um arauto percorria as cabanas e anunciava:
> «Amanhã haverá muitos búfalos. Estejam atentos!»
> Um dia, depois de os Teton terem regressado ao seu acampamento de uma caçada extenuante ao búfalo, um jovem anunciou que desejava casar com a rapariga mais bonita da tribo, a filha do chefe.
> O pai dela disse: «Não te darei a minha permissão até que me tragas muitos cavalos.» Assim, o jovem índio partiu em busca de muitos cavalos selvagens, na esperança de agradar ao chefe e conquistar a sua bela filha como noiva.
> Enquanto o jovem guerreiro estava fora, a sua tribo abandonou o acampamento habitual e mudou-se para outro local. Mais tarde, o jovem índio regressou ao acampamento abandonado com vários cavalos capturados. Como já era tarde, pensou em abrigar-se nas proximidades, numa cabana isolada.
> A princípio, não conseguiu encontrar a entrada da cabana, porque as paredes estavam cobertas até meio com torrões de relva. Por fim, conseguiu abrir uma entrada. No interior, havia quatro postes altos que tinham sido cravados no chão.
> Os postes sustentavam uma espécie de leito funerário. No leito jazia uma mulher cujas roupas estavam ornamentadas com dentes de alce. Ela virou a cabeça, olhando para o jovem guerreiro Teton. Ele reconheceu-a imediatamente como um membro da sua tribo — mas agora ela era uma Mulher Fantasma! Ficaram ali durante muito tempo e ela tornou-se sua esposa.
> Um dia, ele disse para si mesmo: «Acho que vou caçar búfalos.» Embora não tivesse falado em voz alta, a Mulher Fantasma conhecia os seus pensamentos e disse: «Estás com fome de carne de búfalo? Monta o teu cavalo e cavalga de volta para as falésias.
> «Quando chegares à manada de bisontes, corre para o meio deles e abate o mais gordo. Traz para casa a pele e a carne de bisonte. Assa a carne e traz-me uma porção antes de comeres a tua.»
> O jovem guerreiro indígena Teton partiu e seguiu as instruções da Mulher Fantasma. Quando chegou ao vale, deparou-se com uma grande manada de búfalos. Galopou a toda a velocidade com o seu cavalo até ao meio da manada e abateu o mais gordo. Esfolou-o e cortou a carne, transportando a pele e a carne no seu cavalo de carga. Espetou um grande pedaço de carne e assou-o até estar suficientemente cozinhado; depois, levou-o à Mulher-Fantasma, que estava de pé no centro da cabana.
> O marido dela ficou surpreendido ao vê-la ali. Fileiras e mais fileiras de belos bordados de contas decoravam as suas roupas de couro. Já sabendo o que o jovem guerreiro estava a pensar, ela disse: «Por favor, não tenhas medo de mim!
> A partir daquele momento, conversaram e planearam o que gostariam de fazer. O jovem guerreiro indígena disse: «Porque não começamos a nossa vida juntos como os nossos pais fizeram quando se casaram?»
> Mas a Mulher Fantasma respondeu: «Não, não, isso nunca daria certo, porque teremos de montar a nossa tenda durante o dia e viajar à noite.» O jovem guerreiro ficou intrigado com esse arranjo.
> Foi assim que acabaram por viajar à noite. A Mulher-Fantasma caminhava à frente com a cabeça coberta, sem nunca dizer uma palavra ao marido enquanto viajavam. As suas pernas eram invisíveis. Ela não fazia qualquer ruído enquanto flutuava, como um fantasma.
> Sempre que o jovem guerreiro indígena Teton pensava em alguma coisa, a Mulher Fantasma já sabia o que ele tinha em mente. É por isso que os índios Teton dizem: «Cuidado com os fantasmas, porque os fantasmas sabem tudo.»
> Dizem que os fantasmas sabem quando os ventos sopram e quais são. Os fantasmas sabem quando vai nevar. Os fantasmas sabem quando haverá trovões e relâmpagos. Os fantasmas ficam contentes quando os ventos sopram, porque podem flutuar mais rapidamente enquanto viajam de um lugar para outro.
> Era assim que a Mulher-Fantasma Teton e o jovem guerreiro Teton viviam. O seu povo nunca mais os encontrou. A filha do chefe questionava-se por que razão o seu jovem guerreiro nunca mais voltara para junto dela.
> Por fim, o jovem guerreiro também se tornou um Fantasma Teton, flutuando ao lado da Mulher Fantasma Teton, todas as noites, para sempre.

### Conclusão

A cabana que o jovem encontra é uma forma de rito funerário conhecida como «enterro em casa», no qual o cadáver era sepultado numa casa construída expressamente para esse fim, embora os mortos também fossem enterrados debaixo do chão da casa onde tinham vivido. Um «enterro na casa», em que a cabana tinha sido construída propositadamente como túmulo, incluía frequentemente também o «enterro em estrado», em que o cadáver era elevado do chão numa plataforma apoiada por postes, onde permanecia até se decompor, e o espírito então o abandonava para seguir a sua viagem para a vida após a morte. Pode dizer-se que o jovem caçador desrespeitou o túmulo, mas a história tem o cuidado de referir que o seu povo seguiu em frente enquanto ele esteve ausente, e que ele confunde o «enterro na casa» com uma cabana comum onde pudesse abrigar-se.

[ ![Native American House Burial](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/17950.jpg?v=1708894870-1695805466) Sepultamento em Habitação de Nativos Americanos Dr. H. C. Yarrow (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/17950/native-american-house-burial/ "Native American House Burial")Uma vez lá dentro, não encontra nenhum cadáver em decomposição na plataforma, mas sim uma jovem da sua tribo por quem parece apaixonar-se instantaneamente «e ela tornou-se sua mulher». A mulher-fantasma ensina-lhe a tornar-se um caçador ainda melhor do que era antes e os dois começam uma vida juntos como casal. A história poderia ser vista como terminando com um final «feliz para sempre», não fosse o facto de o jovem caçador quebrar vários tabus da cultura Teton. Ele entra no lugar dos mortos sem autorização nem conhecimento do falecido, inicia uma relação com um fantasma e abandona a sua comunidade para seguir um fantasma. Ao mesmo tempo, porém, no início da história, o jovem caçador desejava uma esposa e, no final, tem uma esposa com quem permanece «todas as noites, para sempre», sugerindo a natureza eterna do amor e da fidelidade.

A história pode ter sido contada para alertar o público sobre o que poderia acontecer se alguém se envolvesse com um fantasma, mas também pode ter servido para consolar aqueles que perderam alguém e não faziam ideia do que lhes tinha acontecido. Um jovem ou uma jovem que um dia tivesse saído da aldeia para caçar ou colher ervas e nunca mais tivesse regressado poderia ter morrido de inúmeras formas, mas, se o seu corpo nunca fosse encontrado, os seus familiares não teriam um desfecho. *Uma História de Fantasmas Teton* pode ter proporcionado esse desfecho, sugerindo que a pessoa poderia ter partido com um fantasma que amava e continuava a seguir esse espírito, e que sempre o amaria e seria amada por ele, fielmente e eternamente.

#### Editorial Review

This human-authored article has been reviewed by our editorial team before publication to ensure accuracy, reliability and adherence to academic standards in accordance with our [editorial policy](https://www.worldhistory.org/static/editorial-policy/).

## Bibliografia

- [Edmonds, M. & Clark, E. *Voices of the Winds: Native American Legends.* Chartwell Books, 2021.](https://www.worldhistory.org/books/0785839755/)
- [Hamalainen, P. *Lakota America: A New History of Indigenous Power.* Yale University Press, 2020.](https://www.worldhistory.org/books/030025525X/)
- [Jackson, J.K. & Gill, S. *Native American Myths & Legends.* Flame Tree Publishing, 2014.](https://www.worldhistory.org/books/0857758217/)
- [Johnson, M. G. *Encyclopedia of Native Tribes of North America.* Firefly Books, 2022.](https://www.worldhistory.org/books/0228104025/)
- [Nozedar, A. *The Element Encyclopedia of Native Americans.* Harper Element, 2013.](https://www.worldhistory.org/books/1435142357/)
- [Zimmerman, L. J. *The Sacred Wisdom of the Native Americans.* Chartwell Books, 2010.](https://www.worldhistory.org/books/0785842306/)

## Sobre o Autor

Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.
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## Perguntas & Respostas

### O que é «Uma História de Fantasmas Tetony»?
«Uma História de Fantasmas Teton» é um conto dos índios Teton Sioux que narra a história de um jovem caçador e do seu encontro com um fantasma numa cabana funerária. O caçador apaixona-se pelo fantasma e abandona o seu povo para ficar com ela. 

### Quando é que «Uma História de Fantasmas Teton» foi escrito? 
A «História de Fantasmas de Teton» nunca foi escrita pelos nativos americanos. Foi transmitida oralmente pelos contadores de histórias da comunidade. Só foi registada por escrito no século XIX. 

### Qual é o significado de «Uma História de Fantasmas Teton»?
«Uma História de Fantasmas Teton» pode ter vários significados, e nenhum deles está errado, desde que seja corroborado pelas crenças dos Sioux Teton e pelo texto. 

### O conto «Uma História de Fantasmas Teton» é fiel à realidade no que diz respeito aos costumes funerários? 
O conto «Uma História de Fantasmas Tetony» é precisa no que respeita ao sepultamento em estrado, mas o sepultamento em habitação era praticado com menor frequência. A inclusão de um sepultamento em habitação na história poderá ter pretendido sugerir que o espírito da jovem pertencia a alguém de especial importância.


## Cite Este Artigo

### APA
Mark, J. J. (2026, September 05). Uma História de Fantasmas Teton. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2288/uma-historia-de-fantasmas-teton/>
### Chicago
Mark, Joshua J.. "Uma História de Fantasmas Teton." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, September 05, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2288/uma-historia-de-fantasmas-teton/>.
### MLA
Mark, Joshua J.. "Uma História de Fantasmas Teton." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 05 Sep 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-2288/uma-historia-de-fantasmas-teton/>.

## Licença & Direitos de Autor

Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 05 September 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

