---
title: Reinos Greco-Bactriano e Indo-Greco nos Textos Antigos
author: Antoine Simonin
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-163/reinos-greco-bactriano-e-indo-greco-nos-textos-ant/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-08-11
---

# Reinos Greco-Bactriano e Indo-Greco nos Textos Antigos

_Escrito por [Antoine Simonin](https://www.worldhistory.org/user/Deathfinger/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

Uma das razões por que se sabe tão pouco sobre os reinos greco-bactriano e indo-greco nos dias de hoje é devido à raridade do aparecimento de referências a estes estados na literatura antiga. A literatura indo-grega existia, mas não se encontrou nenhuma que fale sobre os estados greco-bactriano e indo-greco. Os autores clássicos dizem-nos muito pouco sobre os reinos indo-gregos, uma vez que ficavam longe do mundo mediterrânico, isolados de outros gregos pelo poderoso estado parto. A literatura clássica indiana quase nunca se interessou por acontecimentos, exceto a partir de um ponto de vista religioso, e por isso não ajuda a resolver o dilema. Existem relatos chineses, mas apenas fornecem informação limitada.

Quase tudo o que resta hoje da literatura antiga sobre esses reinos pode ser resumido numa única página, que é o que este artigo vai realizar.

Nota: Estas são apenas citações sobre os reinos greco-bactriano e indo-greco, e não sobre a Bactriana enquanto região.

[ ![Map of the Greco-Bactrian Kingdom](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/162.jpg?v=1765410904) Mapa do Reino Grego-Bactriano PHGCOM (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/162/map-of-the-greco-bactrian-kingdom/ "Map of the Greco-Bactrian Kingdom")### As Fontes Gregas

> Quando chegou a notícia de que Eutidemo com o seu exército estava perante a Tapúria, e que dez mil cavaleiros se encontravam à sua frente a guardar a vau o rio Ário, Antíoco decidiu abandonar o cerco e lidar com a situação. Estando o rio a uma distância de três dias de marcha, marchou a um ritmo moderado durante dois dias, mas no terceiro dia ordenou ao resto do seu exército que levantasse acampamento ao raiar do dia, enquanto ele próprio, com a sua cavalaria, a sua infantaria ligeira e dez mil peltastas, avançou durante a noite marchando rapidamente. Pois soubera que a cavalaria do inimigo fazia guarda durante o dia na margem do rio, mas retirava-se à noite para uma cidade situada a até vinte estádios de distância. Tendo completado o resto da distância durante a noite, uma vez que a planície é fácil de cavalgar, conseguiu fazer com que a maior parte das suas forças atravessasse o rio ao amanhecer. A cavalaria bactriana, quando os seus batedores reportaram isto, avançou para atacar e envolveu-se em combate com o inimigo enquanto este ainda estava em marcha. O rei, vendo que era necessário resistir à primeira carga do inimigo, chamou mil dos seus cavaleiros que estavam habituados a combater à sua volta e ordenou ao resto que se alinhassem no local em esquadrões e tropas e que todos se colocassem na sua ordem habitual, enquanto ele próprio, com a força de que falei, foi ao encontro e combateu os bactrianos que foram os primeiros a carregar. Neste acontecimento, parece que o próprio Antíoco combateu de forma mais brilhante do que qualquer um dos que o acompanhavam. Houve pesadas baixas de ambos os lados, mas a cavalaria do rei repeliu o primeiro regimento bactriano. Quando, no entanto, o segundo e o terceiro se aproximaram, encontraram-se em dificuldades e levaram a pior. Foi então que Panetolo ordenou aos seus homens que avançassem e, juntando-se ao rei e àqueles que lutavam à sua volta, obrigou os bactrianos que perseguiam em desordem a virar as rédeas e a empreender uma fuga precipitada. Os bactrianos, agora fortemente premidos por Panetolo, não pararam até se juntarem a Eutidemo, após perderem a maior parte dos seus homens. A cavalaria real, depois de matar muitos dos inimigos e fazer prisioneiros, retirou-se e inicialmente acampou no local, perto do rio. Nesta batalha, o cavalo de Antíoco foi atravessado por um dardo e morto, e ele próprio recebeu um ferimento na boca e perdeu vários dentes, tendo no geral conquistado uma reputação de coragem maior nesta ocasião do que em qualquer outra. Após a batalha, Eutidemo ficou aterrorizado e retirou-se com o seu exército para uma cidade na Bactriana chamada Zariaspa.
> (Políbio, *Histórias*, X, 49, entre 167-157 a.C., trad. inglesa de H. J. Edwards, 1922; trad. port. nossa)

> Pois o próprio Eutidemo era natural de Magnésia, e agora, ao defender-se perante Téleas, dizia que Antíoco não tinha o direito de tentar privá-lo do seu reino, visto que ele próprio nunca se tinha revoltado contra o rei, mas que, após outros se terem revoltado, se apossara do trono da Bactriana ao destruir os seus descendentes. Depois de falar longamente no mesmo sentido, suplicou a Téleas que mediasse entre eles de forma amigável e conseguisse uma reconciliação, implorando a Antíoco que não lhe regateasse o título e o estatuto de rei, pois, se não cedesse a este pedido, nenhum deles estaria seguro; visto que consideráveis hordas de Nómadas se aproximavam, e isto não constituía apenas um grave perigo para ambos, mas, se consentissem em admiti-los, o país recairia certamente na barbárie. Após falar deste modo, enviou Téleas ao encontro de Antíoco. O rei, que há muito procurava uma solução para a questão, ao receber o relatório de Téleas, consentiu de bom grado num acordo devido aos motivos acima expostos. Téleas foi e voltou mais do que uma vez junto de ambos os reis, e finalmente Eutidemo enviou o seu filho Demétrio para ratificar o acordo. Antíoco, ao receber o jovem e julgar, pela sua aparência, conversação e dignidade de porte, que ele era digno da estirpe real, em primeiro lugar [prometeu](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11877/prometeu/) dar-lhe uma das suas filhas em casamento e, em seguida, deu permissão ao pai para usar o título de rei. Após celebrar um tratado escrito sobre outros pontos e firmar uma aliança sob juramento, Antíoco partiu, distribuindo generosas rações de trigo às suas tropas e acrescentando ao seu próprio exército os elefantes pertencentes a Eutidemo.
> (Políbio, *Histórias*, XI, 34.1-10, entre 167-157 a.C., trad. inglesa de H. J. Edwards, 1922; trad. port. nossa)

[ ![Commemorative coin of Euthydemos from Agathokles of Bactria](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/258.jpg?v=1764490385) Moeda comemorativa de Eutidemo de Agátocles de Báctria Wildwinds.com, courtesy of cngcoins.com. Republished with permission (Copyright) ](https://www.worldhistory.org/image/258/commemorative-coin-of-euthydemos-from-agathokles-o/ "Commemorative coin of Euthydemos from Agathokles of Bactria")> Os gregos que fizeram a Bactriana revoltar-se tornaram-se tão poderosos devido à fertilidade do país que se tornaram senhores não só da Ariana, mas também da Índia, como diz Apolodoro de Artemita: e mais tribos foram subjugadas por eles do que por Alexandre — por Menandro em particular (pelo menos se ele realmente cruzou o Hípani para leste e avançou até ao Imaús), pois algumas foram subjugadas por ele pessoalmente e outras por Demétrio, o filho de Eutidemo, o rei dos bactrianos; e tomaram posse, não só de Patalena, mas também, no resto da costa, do chamado reino de Sarausto e Sigerdis. Em suma, Apolodoro diz que a Bactriana é o ornamento da Ariana como um todo; e, mais do que isso, estenderam o seu [império](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-99/imperio/) até aos Seres e aos Frini. As suas cidades eram Bactra (também chamada Zariaspa, através da qual corre um rio com o mesmo nome que desagua no [Oxo](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-788/oxo/)), e Darapsa, e várias outras. Entre estas estava Eucratidia, que recebeu o nome do seu governante. Os gregos tomaram-no e dividiram-no em satrapias, das quais a satrápia de Turiva e a de Aspiono foram tomadas a Eucrátides pelos partos. E também detinham a [Sogdiana](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-392/sogdiana/), situada acima da Bactriana para leste, entre o rio Oxo, que forma a fronteira entre os bactrianos e os sogdianos, e o rio Iaxartes. E o Iaxartes forma também a fronteira entre os sogdianos e os nómadas.
> (Estrabão, *Geografia*, XI. 11.1-2, entre 15/10 a.C. e 24 d.C., trad. inglesa de Horace Leonard Jones 1917; trad. port. nossa)

> De qualquer modo, Apolodoro, que escreveu As Partas, quando menciona os gregos que fizeram a Bactriana revoltar-se contra os reis sírios que sucederam a Seleuco Nicator, diz que, quando esses reis aumentaram o seu poder, também atacaram a Índia, mas não revela nada além do que já era conhecido, e até contradiz o que era conhecido, dizendo que esses reis subjugaram mais da Índia do que os macedónios; que Eucrátides, em todo o caso, governava mil cidades como seus súbditos.
> (Estrabão, *Geografia*, XV.3, entre 15/10 a.C. e 24 d.C., trad. inglesa de Horace Leonard Jones 1917; trad. port. nossa)

### As Fontes Latinas

> ...e o domínio mais poderoso da
> Bactriana, povoado por mil cidades...
> (Justino, *Epítome da História Filípica de [Pompeu](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-550/pompeu/) Trogo*, XLI 1.8, séc. II, trad. inglesa de John Selby Watson 1853; trad. port. nossa)

> Diodoto, o governador das mil cidades da Bactriana, desertou e proclamou-se rei; todos os outros povos do Oriente seguiram o seu exemplo e secessionaram-se dos macedónios.
> (Justino, *Epítome da História Filípica de Pompeu Trogo*, XLI 4.5, séc. séc. II, trad. inglesa de John Selby Watson 1853; trad. port. nossa)

[ ![Greco-Bactrian kingdom circa 230-200 BC](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/157.png?v=1599269403) Reino Greco-bactriano por volta de 230-200 a.C. Atilin (CC BY) ](https://www.worldhistory.org/image/157/greco-bactrian-kingdom-circa-230-200-bc/ "Greco-Bactrian kingdom circa 230-200 BC")> Não muito depois, também, ele (Ársaces) assenhoreou-se da Hircânia e, assim, investido de autoridade sobre duas nações, levantou um grande exército, por medo de Seleuco e de Teódoto, rei dos bactrianos. Mas, sendo logo aliviado dos seus temores pela morte de Teódoto, fez paz e aliança com o seu filho, que também se chamava Teódoto; e não muito depois, travando combate com o rei Seleuco, que viera para se vingar dos revoltosos, obteve a vitória.
> (Justino, *Epítome da História Filípica de Pompeu Trogo*, XLI 4.8-9, séc. séc. II, trad. inglesa de John Selby Watson 1853; trad. port. nossa)

> Quase ao mesmo tempo em que Mitrídates subiu ao trono entre os partos, Eucrátides começou a reinar entre os bactrianos; sendo ambos grandes homens. Mas a fortuna dos partos, por ser mais bem-sucedida, elevou-os, sob este príncipe, ao mais alto grau de poder; enquanto os bactrianos, fustigados por várias guerras, perderam não só os seus domínios, mas também a sua liberdade; pois, tendo sofrido com lutas contra os sogdianos, os drangianos e os índios, foram finalmente vencidos, como se estivessem esgotados, pelos partos, que eram mais fracos. Eucrátides, contudo, travou várias guerras com grande ânimo e, embora muito diminuído pelas suas perdas nelas, contudo, quando foi cerco cercado por Demétrio, rei dos índios, com uma guarnição de apenas trezentos soldados, repeliu, através de saídas contínuas, uma força de sessenta mil inimigos. Tendo assim escapado, após um cerco de cinco meses, reduziu a Índia ao seu poder. Mas, quando regressava do país, foi morto na marcha pelo seu filho, com quem partilhara o trono e que esteve tão longe de ocultar o assassinato que, como se tivesse morto um inimigo e não o seu pai, conduziu o seu cariz através do seu sangue e ordenou que o seu corpo fosse lançado fora sem sepultura.
> (Justino, *Epítome da História Filípica de Pompeu Trogo*, XLI 6.1-5, séc. séc. II, trad. inglesa de John Selby Watson 1853; trad. port. nossa)

### As Fontes Indianas

> Este pilar de [Garuda](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-13777/garuda/) de Vasudeva, o [Deus](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10299/deus/) dos Deuses,
> foi erguido aqui por Heliodoro, um devoto de [Vishnu](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11591/vishnu/) (Bhagavata),
> filho de Dion, e habitante de Taxila,
> que veio como embaixador grego (Yona) do Grande Rei
> Antialcidas para o Rei Kosiputra Bhagabhadra, o Salvador,
> que reinava prósperamente no 14.º ano do seu reinado.
> Três preceitos imortais que, quando praticados, conduzem ao céu:
> autodomínio, caridade, escrúpulo.
> (Heliodoro, embaixador grego do rei Antialcidas, no pilar de Vidisha, cerca de 110 a.C. Texto em [escrita](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-71/escrita/) brâmi, trad. inglesa de Tarn 1957, placa VI; trad. port. nossa)

[ ![Greek and Aramaic inscriptions by king Ashoka](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/259.jpg?v=1722933004) Inscrições Gregas e Aramaicas do Rei Ashoka World Imaging (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/259/greek-and-aramaic-inscriptions-by-king-ashoka/ "Greek and Aramaic inscriptions by king Ashoka")> Então, no oitavo ano, (Kharavela), com um grande exército, tendo saqueado Goradhagiri, exerce pressão sobre Rajagaha (Rajagriha). Devido ao forte eco deste ato de valor, o Rei Yavana (grego) Dimi\[ta\] retirou-se para Mathura, após ter retirado o seu exército desmoralizado.
> (Inscrição de Hatigumpha, linha 8, provavelmente do século I a.C. O texto original está em [escrita](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-72/escrita/) brâmi. O rei "Dimita" poderá ser Demétrio I ou Menandro, general de Demétrio II \[Tese de Widemann\]. Tradução em 'Epigraphia Indica '1920; trad. port. nossa)

> Depois de terem conquistado Saketa, o país dos Panchalas e dos Mathuras, os Yavas (gregos), perversos e valentes, chegarão a Kusumadhvaja. Alcançadas as espessas fortificações de lama em Pataliputra, todas as províncias ficarão em desordem, sem dúvida. Em última análise, seguir-se-á uma grande batalha, com engenhos semelhantes a árvores (engenhos de cerco).
> (Gargi-Samhita, *Yuga Purana*, V, trad. inglesa de J. Mitchiner 1976; trad. port. nossa)

> Os Yavas (gregos) mandarão, os Reis desaparecerão. (Mas, no final) os Yavas, intoxicados pela luta, não permanecerão em Madhadesa (o País do Meio); haverá sem dúvida uma guerra civil entre eles, surgida no seu próprio país (Bactria), haverá uma guerra terrível e feroz.
> (Gargi-Samhita, *Yuga Purana*, VII, tradução inglesa de J. Mitchiner 1976; trad. port. nossa)

> Os Yavas estavam a cerco Saketa. Os Yavas estavam a cerco Madhyamika (o "País do Meio").
> (Patanjali, *Mahabhasya*, cerca de 150 a.C., dois exemplos do uso do pretérito perfeito para denotar um acontecimento recente)

### As Fontes Chinesas

> A sudeste de Daxia fica o reino de Shendu (Índia)... Shendu, disseram-me, fica a vários milhares de li a sudeste de Daxia (Bactria). As pessoas cultivam a terra e vivem muito como o povo de Daxia. Diz-se que a região é quente e húmida. Os habitantes andam de elefante quando vão para a batalha. O reino está situado num grande rio (Indo).
> (Sima Qian, Shiji, 123, escrito entre 109 e 91 a.C., com base no relatório de Zhang Qian entre cerca de 134 e 125 a.C. Nota: o noroeste da Índia era governado pelos indo-gregos nessa altura, a que se refere a expressão "como o povo de Daxia". Trad. inglesa de Burton Watson 1961; trad. port. nossa)

> O Reino de Gaofu (Cabul) fica a sudoeste dos Da Yuezhi (Kushans). É também um grande reino. O seu modo de vida é semelhante ao de Tianzhu (Noroeste da Índia), mas são fracos e fáceis de subjugar. São excelentes comerciantes e muito ricos. Nem sempre foram governados pelos mesmos senhores. Sempre que um dos três reinos de Tianzhu (Noroeste da Índia), Jibin (Kapisha-Peshawar) ou Anxi ([Pártia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-18370/partia/)) se tornava poderoso, tomava o controlo dele; quando enfraqueciam, perdiam-no.
> (Fan Ye \[398–445\], *Hou Han Shu* *\[A História dos Han Posteriores*\] 88, Xiyu juan, 14. Nota: Fan Ye fez uma compilação de antigos escritores chineses, e para esta secção esses escritores precedentes pertencem ao século I. O reino de Gaofu poderá ter sido indo-grego ou indo-[citas](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-645/citas/), mas o de Jibin foi provavelmente o último reino indo-grego de Alexandria de Kapisa. Trad. inglesa de John E. Hill 2003; trad. port. nossa)

Ainda falta citar o *Milindapañhā*, "Questões de Milinda", um texto budista de cerca de 100 a.C. no qual o rei indo-grego Menandro (Milinda) mantém um diálogo com o sábio Nagasena. Mas, dado que todo este diálogo tem um carácter fortemente religioso, nada nele pode ser levado a sério no que respeita a este rei e ao seu reino no texto. Para se ficar com uma melhor ideia, há uma [versão](https://www.buddhanet.net/pdf_file/milinda.pdf) abreviada de 2001.

#### Editorial Review

This human-authored article has been reviewed by our editorial team before publication to ensure accuracy, reliability and adherence to academic standards in accordance with our [editorial policy](https://www.worldhistory.org/static/editorial-policy/).

## Bibliografia

- Fan Ye. *Hou Han Shu.*
- Gargi-Samhita. *Yuga Purana.*
- Justin. *Epitome of the Philippic History of Pompeius Trogus.*
- Polybius. *Histories.*
- Sima Quina. *Shiji.*
- Strabo. *Geography.*

## Sobre o Autor

Apaixonado pela Ásia Central Antiga. Mantém o sítio Web 'From Bactria to Taxila'. Colabora no projeto 'Europa Barbarorum'.
- [Linkedin Profile](https://www.linkedin.com/in/antoine-simonin/52/685/a9a/e)

## Links Externos

- [List of Rulers of the Ancient Greek World | Lists of Rulers | Heilbrunn Timeline of Art History | The Metropolitan Museum of Art](https://www.metmuseum.org/toah/hd/gkru/hd_gkru.htm)

## Cite Este Artigo

### APA
Simonin, A. (2026, August 11). Reinos Greco-Bactriano e Indo-Greco nos Textos Antigos. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-163/reinos-greco-bactriano-e-indo-greco-nos-textos-ant/>
### Chicago
Simonin, Antoine. "Reinos Greco-Bactriano e Indo-Greco nos Textos Antigos." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, August 11, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-163/reinos-greco-bactriano-e-indo-greco-nos-textos-ant/>.
### MLA
Simonin, Antoine. "Reinos Greco-Bactriano e Indo-Greco nos Textos Antigos." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 11 Aug 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-163/reinos-greco-bactriano-e-indo-greco-nos-textos-ant/>.

## Licença & Direitos de Autor

Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 11 August 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

