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title: Mito do Unicórnio
author: Hillary Smith
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1629/mito-do-unicornio/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-05-17
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# Mito do Unicórnio

_Escrito por [Hillary Smith](https://www.worldhistory.org/user/hillarysmith/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

O unicórnio, uma criatura mítica popularizada no folclore europeu, cativa a imaginação humana há mais de 2 000 anos. Durante a maior parte desse tempo, prolongando-se pela Idade Média, as pessoas acreditavam que eram reais. As raízes do mito do unicórnio remontam, pelo menos, a 400 a.C., quando o historiador grego Ctésias documentou pela primeira vez um animal semelhante ao unicórnio nos seus escritos sobre a região da Índia. As descrições do unicórnio podem ser traçadas ao longo dos séculos seguintes nos escritos de outras figuras históricas proeminentes, tais como [Aristóteles](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-355/aristoteles/), Plínio, o Velho, e até [Júlio César](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-95/julio-cesar/), que afirmou que animais semelhantes podiam ser encontrados na antiga e vasta Floresta Hercínia, na Alemanha.

[ ![Unicorn from the Rochester Bestiary](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/12975.jpg?v=1764191525) Unicórnio do Bestiário de Rochester The British Library (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/12975/unicorn-from-the-rochester-bestiary/ "Unicorn from the Rochester Bestiary")Estes relatos primitivos descrevem o unicórnio como sendo feroz, veloz e impossível de capturar, possuindo um corno mágico capaz de curar inúmeras enfermidades. Com o tempo, o unicórnio adquiriu um significado adicional como símbolo de pureza, proteção e [cavalaria medieval](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17015/cavalaria-medieval/). Desenvolveu até conotações religiosas, sendo por vezes utilizado como uma alegoria de Cristo. Durante a Idade Média, as imagens e descrições de unicórnios eram comummente incluídas em bestiários medievais, e o unicórnio tornou-se um motivo popular na arte medieval. Talvez o exemplo mais famoso sejam as *Tapeçarias do Unicórnio*, atualmente alojadas no *The Cloisters* do *Metropolitan Museum of Art*, em Nova Iorque. Hoje em dia, o unicórnio ainda pode ser encontrado em todo o lado (e em lugar algum): continua a ser um símbolo omnipresente que permeia a cultura popular, desde filmes infantis até à gíria de Silicon Valley para start-ups avaliadas em mais de mil milhões de dólares. Embora possamos já não acreditar na existência de unicórnios, o mito do unicórnio permanece bem vivo.

### **As Primeiras Descrições de uma Besta de Um Só Corno**

A primeira descrição [escrita](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-71/escrita/) de um unicórnio é atribuída a Ctésias, em 400 a.C., médico e historiador grego que serviu na corte de Dário II (reinou 424-404 a.C.) e de Artaxerxes II (reinou 404-358 a.C.) do [Império](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-99/imperio/) Aqueménida, Ctésias escreveu *Índica*, o primeiro livro em grego sobre as regiões da Índia, do Tibete e dos Himalaias. No entanto, nunca tendo estado pessoalmente nessa região, baseou-se em informações que lhe foram trazidas por viajantes ao longo da [Rota da Seda](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-466/rota-da-seda/). A obra *Índica* foi amplamente lida e citada, mas também ridicularizada por algumas das suas descrições mais fantasiosas. Sobrevive hoje apenas no trabalho de outros, incluindo fragmentos resumidos por Fócio no século IX. A primeira menção a um animal semelhante ao unicórnio aparece no 25.º fragmento:

> Existem na Índia certos burros selvagens que são tão grandes como cavalos e até maiores. Os seus corpos são brancos, as cabeças de um vermelho escuro e os olhos de um azul profundo. Têm no meio da testa um corno que tem um côvado \[cerca de 45 centímetros\] de comprimento; a base deste corno é de um branco puro... a parte superior é afiada e de um carmesim vivo, e a parte do meio é preta. Aqueles que bebem por estes cornos, transformados em taças, não estão sujeitos, dizem, nem a convulsões nem à doença da queda \[epilepsia\]. Na verdade, são imunes até a venenos se, antes ou depois de os ingerirem, beberem vinho, água ou qualquer outra coisa por estes cálices...
> (Freeman, pág. 14)

Este animal colorido que Ctésias descreve é, muito provavelmente, uma interpretação fantasiosa do rinoceronte indiano. Na Índia, considerava-se que o corno do rinoceronte possuía propriedades curativas e era, por vezes, transformado em recipientes para beber, decorados com três faixas de cor. Ainda assim, a crença nos poderes curativos mágicos do corno do unicórnio tornar-se-ia uma componente integrante do seu mito. Ctésias continua:

> Este animal é excessivamente veloz e poderoso, de tal modo que nenhuma criatura, nem cavalo nem qualquer outra, o consegue alcançar... Não há outra forma de os capturar na caça senão esta: quando conduzem as suas crias para o pasto, se forem cercados por muitos cavaleiros, recusam-se a fugir, abandonando assim a sua descendência. Lutam com estocadas do corno; dão couces, mordem e golpeiam com força ferina tanto cavalos como caçadores; mas perecem sob os golpes de setas e dardos, pois não podem ser capturados vivos. A carne deste animal é tão amarga que não é comestível; é caçado pelo seu corno e pelo seu astrágalo \[osso do tornozelo\]. (*Idem*)

Ctésias, conhecido por ter um interesse pessoal pelo fantástico, descrevera uma criatura cativante e sem igual. É esta definição que influenciou historiadores futuros e se tornou o alicerce sobre o qual o mito do unicórnio foi construído. Escrevendo menos de um século depois, Aristóteles criticou a obra de Ctésias pelos seus perceptíveis embelezamentos, mas não contestou a descrição desta besta de um só corno. Em *A História dos Animais*, Aristóteles confirma a existência do "burro indiano", um animal que descreve como tendo um corno único saindo do centro da cabeça, e acrescenta que, ao contrário da maioria dos animais com cornos, o burro indiano tem o "casco inteiro", por oposição a ter o "pé fendido".

[ ![The Unicorn Rests in a Garden](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/12962.jpg?v=1771766646) O Unicórnio Descansa num Jardim The Metropolitan Museum of Art (Copyright) ](https://www.worldhistory.org/image/12962/the-unicorn-rests-in-a-garden/ "The Unicorn Rests in a Garden")Por volta de 50 a.C., Júlio César escreveu sobre a existência de um cervo com um único corno, muito "mais alto e mais direito" do que qualquer outro visto anteriormente, habitando a antiga e densa Floresta Hercínia, na Alemanha. O historiador romano Eliano, escrevendo no século II, descreve o unicórnio de forma muito semelhante a Ctésias, observando que este pode ser encontrado na Índia. Eliano, contudo, descreve a sua pelagem como sendo de cor avermelhada, e não branca. Os seus cornos são pretos, diz ele, e espiralam até uma ponta muito afiada. São gentis com outros animais, mas preferem a solidão, misturando-se apenas com outros da sua espécie durante a época de acasalamento. Ele nota que não podem ser capturados, pelo menos quando adultos, e que beber pelos seus cornos cura enfermidades.

Estes relatos de figuras históricas proeminentes, consideradas fidedignas e respeitáveis na sua época, ajudaram a perpetuar o mito do unicórnio ao longo dos séculos. Foi Plínio, o Velho, quem, no século I, deu finalmente a este animal de um só corno o nome pelo qual o conhecemos hoje: o *monocerous*, ou unicórnio. Embora o descreva como sendo semelhante a um cavalo com um único corno, Plínio diz que este tem pés de elefante e cauda de javali. O *monocerous* é extremamente poderoso e, como não poderia deixar de ser, não pode ser capturado vivo. Embora as descrições físicas do unicórnio tenham continuado a variar nestes primeiros escritos, o carácter do animal permaneceu constante. Estes relatos iniciais delinearam as qualidades que passaram a ser associadas ao unicórnio mitológico: velocidade, ferocidade, invencibilidade, poderes de cura e natureza esquiva.

### **O Unicórnio como Símbolo Religioso**

Ao longo dos séculos seguintes, o unicórnio adquiriu conotações religiosas no seio da Igreja Cristã como um símbolo de pureza e graça, sendo por vezes utilizado como uma alegoria de Cristo. Durante o século III, estudiosos alexandrinos que traduziam o Antigo Testamento do hebraico para o grego substituíram a palavra hebraica *re’êm*, que significa boi selvagem, pela palavra grega *monoceros*. Devido a esta tradução, a palavra "unicórnio" aparece em algumas traduções da [Bíblia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-191/biblia/), incluindo a Bíblia do Rei Jaime (King James Bible), frequentemente com referências à força e à ferocidade.

Tertuliano, o autor cartaginês que escreveu por volta do ano de 190, acreditava que o unicórnio era um símbolo de Cristo, e o corno do unicórnio uma representação da cruz. São Basílio afirmou, no século III, que o corno representa "glória, poder e salvação" e que Jesus deve ser chamado o Filho dos Unicórnios, uma vez que o unicórnio é "irresistível em poder e não submetido ao homem" (Freeman, pág. 17). Chegada a Idade Média, o unicórnio estava já bem estabelecido como símbolo religioso e tornou-se um motivo comum na arte medieval. Durante esta era, o unicórnio passou também a ser associado a virtudes morais, com ênfase particular na cavalaria, na heráldica e também na castidade e pureza.

### **O Unicórnio na Arte Medieval e do Renascimento Precoce**

O fascínio medieval pelos unicórnios era tão grande que as presas de narval eram frequentemente passadas por cornos de unicórnio e vendidas por grandes somas de dinheiro por mercadores. A popularidade do unicórnio foi também auxiliada pela proliferação do bestiário medieval. Precedidos pelo Physiologus grego, os bestiários eram livros ilustrados do mundo natural que continham descrições de todo o tipo de animais, plantas e rochas; alguns eram reais e outros apenas imaginados, mas, ainda assim, os leitores da época acreditavam que existiam no mundo natural.

O unicórnio é comummente encontrado em bestiários e outros manuscritos iluminados dos séculos XII e XIII, sendo frequentemente retratado ao lado de uma jovem mulher. Derivando da sua associação à pureza e à castidade, acreditava-se na Idade Média que o unicórnio tinha uma afeição por donzelas. Enquanto Ctésias e outros escritores anteriores descreveram o unicórnio como sendo virtualmente impossível de capturar vivo, passou-se a pensar, mais tarde, que as mulheres jovens, especificamente as virgens, eram capazes de domar unicórnios e de ajudar na sua captura. Alguns historiadores de arte apontaram a natureza fálica do corno do unicórnio ao comentarem esta associação particular. Esta relação pode ser observada em muitas das imagens de bestiários que sobreviveram até hoje.

[ ![The Unicorn Surrenders to a Maiden](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/12960.jpg?v=1771766653) O Unicórnio Rende-se a uma Donzela The Metropolitan Museum of Art (Copyright) ](https://www.worldhistory.org/image/12960/the-unicorn-surrenders-to-a-maiden/ "The Unicorn Surrenders to a Maiden")As características que passaram a estar associadas ao unicórnio no final da Idade Média são evidentes em *As Tapeçarias do Unicórnio*, uma série de sete tapeçarias alojadas no *Met Cloisters* que retratam a caça a um unicórnio. Pensa-se que tenham sido tecidas ao longo de um período de dez anos, entre 1495 e 1505, e foram descobertas na posse de François VI de La Rochefoucauld em 1680. Embora cada tapeçaria seja, por vezes, designada por nomes diferentes, o Met refere-se-lhes atualmente da seguinte forma:

- "Os Caçadores Entram no Bosque"
- "O Unicórnio Purifica a Água"
- "O Unicórnio Atravessa um Ribeiro"
- "O Unicórnio Defende-se"
- "O Unicórnio Rende-se a uma Donzela"
- "Os Caçadores Regressam ao Castelo"
- "O Unicórnio Descansa num Jardim"

Nesta série de tapeçarias, podemos observar os poderes de cura do unicórnio enquanto este purifica a água potável para os outros animais, a sua ferocidade ao defender-se dos caçadores e a sua vulnerabilidade perante os poderes de uma jovem donzela. Embora esta tapeçaria específica tenha sobrevivido apenas em fragmentos, ainda é possível ver que o unicórnio se mostra dócil na presença da jovem, alheio ao caçador que empunha uma trompa e espreita no bosque, pronto para alertar os seus companheiros. Existe alguma especulação sobre se a sétima tapeçaria, "O Unicórnio Descansa num Jardim", faria originalmente parte desta série, mas estas tapeçarias, tal como estão atualmente expostas, demonstram o poder de vida eterna do unicórnio, uma vez que o vemos ser morto, mas, mais tarde, vivo e bem de saúde.

Um segundo conjunto de tapeçarias de unicórnios, tecido por volta de 1500 para a família La Viste, encontra-se no Museu de Cluny, em Paris. Conhecida coletivamente como A Dama e o Unicórnio, a série consiste em cinco tapeçarias, cada uma representando um dos cinco sentidos (tato, audição, olfato, visão, paladar), e uma misteriosa sexta tapeçaria chamada "*Mon Seul Desir*", ou "o meu único desejo", que alguns estudiosos hipotetizam poder representar o amor ou o livre-arbítrio. O unicórnio tornara-se uma escolha popular para brasões de família na [Europa](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-35/europa/), particularmente devido à sua capacidade de curar os efeitos do veneno, um perigo surpreendentemente comum na Idade Média. Na tapeçaria que simboliza o paladar, vemos o unicórnio e um leão ostentando o brasão de armas da família La Viste.

[ ![The Lady and the Unicorn: Taste](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/11081.jpg?v=1771766659-1685516411) A Dama e o Unicórnio: O Paladar Jan van der Crabben (CC BY-NC-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/11081/the-lady-and-the-unicorn-taste/ "The Lady and the Unicorn: Taste")### **A Busca pelo Unicórnio Antigo**

Tal como em tempos idos, poucos seriam aqueles que hoje afirmariam seriamente ter visto um unicórnio, mas isso não nos impediu de continuar a procurar. Tem havido alguma tentação por parte dos estudiosos modernos em procurar evidências do enigmático unicórnio em imaginários muito mais antigos do que os bestiários medievais. Por exemplo, a chamada pintura rupestre do unicórnio, encontrada na Sala dos Touros na Gruta Paleolítica de Lascaux, remonta a 17 000 a.C. Existe também o "unicórnio" que aparece em muitos dos selos de esteatite da [Civilização do Vale do Indo](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10070/civilizacao-do-vale-do-indo/) (cerca de 7000 a cerca de 600 a.C.), recuperados em sítios arqueológicos no sul da Ásia.

[ ![Unicorn Seal - Indus Script](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/2977.jpg?v=1771766663) Selo do Unicórnio - Sistema de Escrita do Vale do Indo Mukul Banerjee (Copyright) ](https://www.worldhistory.org/image/2977/unicorn-seal---indus-script/ "Unicorn Seal - Indus Script")Talvez estes animais se referissem inicialmente a uma criatura semelhante ao unicórnio, o que significaria que as raízes do mito do unicórnio remontam a muito, muito antes do que as evidências sugerem atualmente. No entanto, muitos historiadores contestam que tais representações sejam algo mais do que animais de dois cornos retratados de perfil. Adicionalmente, o *qilin* chinês tem sido, por vezes, comparado ao unicórnio do [folclore medieval](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17927/folclore-medieval/) europeu, embora tradicionalmente o *qilin* seja representado com dois cornos, sendo difícil encontrar muitas semelhanças entre as duas criaturas. De qualquer modo, não é apenas o facto de possuir um único corno que torna o unicórnio mítico tão fascinante, mas sim as características que passaram a estar associadas a esta criatura esquiva, temível e mágica. O unicórnio captou a nossa atenção durante séculos, mas é apenas através da arte e das histórias que nós, por nossa vez, alguma vez chegámos perto de capturar um unicórnio.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- Begle, Grace Griffith. "Caesar’s Account of the Animals in the Hercynian Forest (De Bello Gallico, VI)." *The School Review, University of Chicago Press*, Vol. 8, No. 8, Oct. 1900.
- Bigwood, J.M. "Ctesias’ ‘Indica’ and Photius." *Phoenix: Classical Association of Canada*, Vol. 43, No. 4., Winter 1989, pp. 302-316.
- [La Dame à la licorne](https://www.musee-moyenage.fr/collection/oeuvre/la-dame-a-la-licorne.html "La Dame à la licorne"), accessed 23 Oct 2020.
- [Linda Sipress & Margaret B. Freeman. *The Unicorn Tapestries.* Metropolitan Museum of Art, 1974.](https://www.worldhistory.org/books/B0006W15J2/)
- [PASTOUREAU MICHEL/ TABURET-DELAHAYE ELISABETH. *LES SECRETS DE LA LICORNE.* RMN, 2018.](https://www.worldhistory.org/books/2711871312/)
- [Shepard, Odell. *The Lore of the Unicorn.* Andesite Press, 2015.](https://www.worldhistory.org/books/1296492206/)

## Sobre o Autor

Hillary Smith é mestre em História da Arte pela University College Dublin e em Políticas Públicas pela UCLA. Interessada na convergência entre a arte e a política, acredita no potencial do "soft power" do património cultural para transformar e aproximar o nosso mundo.
- [Linkedin Profile](https://www.linkedin.com/in/hillaryssmith/)

## Perguntas & Respostas

### De onde vem o mito do unicórnio?
As origens do mito do unicórnio remontam, pelo menos, ao ano 400 a.C., quando o historiador grego Ctésias, descreveu pela primeira vez um animal semelhante a um unicórnio nos seus escritos sobre a região da Índia.

### Quando é que as pessoas acreditavam que os unicórnios eram reais?
Até bem tarde na Idade Média, acreditava-se que o mítico unicórnio do folclore europeu era real. Relatos de figuras históricas proeminentes, tidas como fidedignas e conceituadas na sua época, ajudaram a perpetuar o mito do unicórnio ao longo dos séculos.

### O que simboliza o unicórnio?
Os primeiros relatos descrevem o unicórnio como um animal feroz, veloz e impossível de capturar, dotado de um chifre mágico capaz de curar inúmeras doenças. Com o passar do tempo, o unicórnio adquiriu um significado adicional como símbolo de pureza, proteção e cavalheirismo medieval. 


## Cite Este Artigo

### APA
Smith, H. (2026, May 17). Mito do Unicórnio. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1629/mito-do-unicornio/>
### Chicago
Smith, Hillary. "Mito do Unicórnio." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, May 17, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1629/mito-do-unicornio/>.
### MLA
Smith, Hillary. "Mito do Unicórnio." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 17 May 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1629/mito-do-unicornio/>.

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Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 17 May 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

