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title: Animais de Estimação Nórdicos na Era Viking
author: Joshua J. Mark
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1313/animais-de-estimacao-nordicos-na-era-viking/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-06-04
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# Animais de Estimação Nórdicos na Era Viking

_Escrito por [Joshua J. Mark](https://www.worldhistory.org/user/JPryst/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

Os animais de estimação eram tão importantes para os nórdicos da Era Viking (cerca de 790-1100) como o eram para qualquer outra cultura, passada ou presente. [Os vikings](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-16741/os-vikings/) criavam cães e gatos como animais de estimação, e ambos aparecem na iconografia religiosa e na literatura nórdicas. Os nórdicos também criavam ursos e aves como animais de estimação, tais como o falcão, o gavião e o pavão.

Embora possa ser difícil imaginar um chefe viking a levar o seu cão ou gato favorito numa incursão, estudos genéticos recentes apontam precisamente para esse cenário. Pensa-se agora que os vikings transportavam gatos e cães nas suas expedições a costas estrangeiras, e que estes eram mantidos tanto como animais de trabalho quanto de companhia nos lares nórdicos.

[ ![Oseberg Ship Carving](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/9861.jpg?v=1727777937-1727777956) Esculturas do Barco de Oseberg A. Davey (CC BY-NC-ND) ](https://www.worldhistory.org/image/9861/oseberg-ship-carving/ "Oseberg Ship Carving")### **Os Gatos na [Mitologia Nórdica](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-12388/mitologia-nordica/)**

Os gatos eram os animais preferidos da deusa da fertilidade Freyja ([Freia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-16806/freia/)), que era também a deusa do amor e da sorte. A carruagem de Freyja era puxada por gatos, especificamente pelo *skogkatt* (Bosque da Noruega), que é maior e mais poderoso do que a maioria dos gatos domésticos. A associação dos gatos com Freyja no seu papel de deusa da sorte e do acaso, capaz de prever o futuro e moldar o destino de alguém, tem a ver com a própria natureza do gato: era considerado tão imprevisível quanto a própria vida.

Embora os gatos fossem sagrados para Freyja, ou pelo menos por ela favorecidos, eram sacrificados em rituais e a sua pele utilizada no forro de luvas e outras peças de vestuário; mas, ao mesmo tempo, era considerado mau agouro matar um gato. Segundo o mitólogo e estudioso Jakob Grimm, «quando uma noiva vai para o casamento com bom tempo, dizem que “ela alimentou bem o gato”, não ofendeu o favorito da deusa do amor» (Capítulo 13, pág. 14). Tratar bem os gatos garantia um tratamento semelhante a um humano por parte da deusa.

[ ![Freyja With Carriage](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/8091.jpg?v=1768888026) Freyja com Carruagem Johannes Gehrts/Eduard Ade (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/8091/freyja-with-carriage/ "Freyja With Carriage")Mesmo assim, é claro que os gatos eram esfolados e usados para a confecção de vestuário, ao mesmo tempo que eram considerados animais de estimação e importantes animais de trabalho que controlavam a população de roedores. Além disso, aparecem como animais espirituais, guias divinos e médiuns para a *völva* (vidente) que interpretava a vontade dos deuses para a comunidade ou viajava de cidade em cidade a ler a sorte das pessoas e a fazer previsões. O académico H.R. Ellis Davidson escreve:

> A ligação entre os gatos e a deusa \[Freyja\] não foi explicada de forma satisfatória, mas as luvas feitas de pele de gato, brancas e peludas por dentro, mencionadas no relato da Gronelândia, sugerem que os gatos estavam entre os espíritos animais que ajudariam a *volva* na sua viagem sobrenatural. (*Gods and Myths* \[*Deuses e Mitos*\], pág. 120)

O relato a que Davidson se refere provém da *Eyrbyggja [Saga](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17926/saga/)* (S*aga dos Habitantes de Eyr*) e diz respeito a uma fome na Gronelândia. O chefe dos agricultores de uma comunidade é convidado a consultar uma *völva* chamada Thorbjörg sobre quando a fome poderia terminar. Quando ela chega à sua casa, é dada uma descrição:

> Ao pescoço, ela tinha contas de vidro e, na cabeça, usava um capuz de pele de cordeiro preta com um forro interior de pele de gato branco. Tinha um cajado na mão. Nele havia um punho, decorado com latão e incrustado com pedras. Presa ao seu cinto estava uma grande bolsa de pele onde guardava os amuletos de que precisava para a sua arte. Nos pés, calçava sapatos de pele de bezerro com o pêlo ainda intacto. Tinham atacadores longos e resistentes com grandes botões de estanho nas pontas. As suas luvas eram de pele de gato com pêlo branco no interior.
> (Sommerville & McDonald, pág. 54).

A *völva* nesta história é incapaz de ver o futuro até que Gudrid Thorbjarnardóttir, a futura exploradora da América do Norte, entoe os cânticos místicos que apaziguam os espíritos, permitindo assim que Thorbjörg alcance a sua visão. Ela prevê que a fome terminará em breve e também que Gudrid viria a levar uma vida distinta (o que ela fez, viajando para a Islândia, América do Norte e, finalmente, Roma). O papel que os gatos desempenham no trabalho da *völva* neste relato não é especificado, mas pensa-se que os objetos que ela transportava e as peças de vestuário que usava tinham todos um significado místico.

Além de serem os favoritos de Freyja e os guias místicos da vidente, os gatos também aparecem no mito de Fenrir, o grande lobo que se libertará no Ragnarok, o fim do mundo e o crepúsculo dos deuses, e no conto da competição de [Thor](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11922/thor/) no castelo do gigante Utgarda-Loki. Na primeira história, Fenrir quebra as duas primeiras correntes com que os deuses o acorrentam, e os deuses dirigem-se então aos anões, criadores de objetos mágicos, e trazem de volta uma corda chamada Gleipnir («aquela que se abre») feita do som de um gato a andar, da barba de uma mulher, das raízes das montanhas, do hálito de um peixe e da saliva de um pássaro ou, como observa o académico Rudolf Simek, «de tudo o que não existe» (pág. 113). Esta corda, embora incrivelmente leve, é forte o suficiente para segurar Fenrir.

Na segunda história, Thor é desafiado por Utgarda-Loki a realizar três proezas que provem o seu valor. O segundo desses desafios é levantar um grande gato cinzento do chão. Thor pensa que tal será simples, mas só consegue levantar o gato de forma a que uma pata fique no ar. Thor falha nas três tarefas, mas mais tarde o gigante revela-lhe que a magia tinha transformado tudo e que nenhum dos desafios tinha sido realmente o que parecia. O gato cinzento era, na verdade, a serpente de Midgard que circunda o mundo.

### **Os Gatos na Vida Quotidiana**

O gato foi, sem dúvida, importado para a Escandinávia através do comércio com os fenícios ou os romanos, e os primeiros gatos a fazer a viagem foram provavelmente contrabandeados do Egito. Os egípcios tinham uma política rigorosa em relação à venda e ao transporte de gatos para fora do seu país: uma ato considerado proibido. Ainda assim, isso não impediu que os comerciantes contrabandeassem gatos a bordo dos seus navios em Alexandria e os levassem para outras terras. A geneticista evolutiva Eva-Maria Geigl observa que o mesmo ADN (DNA) materno encontrado em gatos do antigo Egito está presente naqueles encontrados num sítio viking no norte da Alemanha, datado dos séculos VIII e XI. (*Cats Sailed with Vikings* (*Os Gatos Navegavam com os Vikings*), pág. 3).

Na vida quotidiana nórdica, os gatos eram um aspeto importante do lar controlando ratazanas e ratos, e eram também transportados a bordo dos navios vikings. Existem provas arqueológicas e genéticas de que os vikings transportaram gatos para a Gronelândia, e é possível, embora não provado, que gatos — assim como cães — também estivessem a bordo dos navios vikings de Leif Erikson quando este desembarcou em [Vinland](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17328/vinland/) (Terra Nova, Canadá) no Novo Mundo.

Os gatos, portanto, desempenhavam um papel fundamental na vida do povo da Escandinávia, quer ficassem em casa nas suas quintas, quer partissem em expedições como os vikings. O cão, no entanto, era igualmente importante e também aparece nos mitos nórdicos, além de servir como fiel companheiro e guia para a vida após a morte.

### **Os Cães na [Mitologia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-427/mitologia/) Nórdica**

O cão mais conhecido da mitologia nórdica é Garm (também referido como Garmr), que, segundo o mitólogo Snorri Sturluson (1179-1241), guardava os portões do reino do além, Hel. Diz-se que Garm mantinha as almas dos mortos em segurança atrás das muralhas de Hel, impedindo simultaneamente que os vivos entrassem indevidamente ao tentarem trazer uma alma de volta à terra dos vivos. Contudo, estudiosos posteriores (como Rudolf Simek e John Lindow) contestam a interpretação de Snorri, salientando que o cão que guarda Hel não tem nome e que Garm é idêntico ao grande lobo Fenrir, uma vez que ambos se libertam no Ragnarök e ambos matam o [deus](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10299/deus/) da guerra, Tyr, que sacrificou a sua mão para acorrentar Fenrir.

[ ![Ragnarök](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/7515.jpg?v=1761989885-1733994425) Ragnarök Johannes Gehrts (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/7515/ragnarok/ "Ragnarök")Ao mesmo tempo, porém, Garm é chamado de «o melhor dos cães» por Odin na secção *Grimnismal* da *[Edda](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-15803/edda/) Poética*, quando este enumera as melhores coisas em todos os reinos cosmológicos. Parece improvável que ele se referisse a Garm desta forma se Garm fosse outro nome para Fenrir. Mesmo assim, Garm é repetidamente referido utilizando a mesma imagética e expressões usadas para descrever Fenrir.

Quer Garm seja ou não o guardião de Hel, os cães estavam intimamente associados aos deuses e à vida após a morte. As grandes sagas islandesas mencionam cães que acompanham os seus senhores até [Valhalla](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-20067/valhalla/) após a morte. O cão atuava como uma espécie de psicopompo, guiando a alma do reino da vida para a terra além da morte. A académica Anne-Sofie Graslund comenta:

> O cão é tanto natureza como cultura, tanto o bem como o mal, e situa-se entre este e o outro mundo. Os cães podiam transportar as almas através da zona fronteiriça, da terra dos vivos para a terra dos mortos… mas os cães não eram apenas condutores para o reino dos mortos, também atuavam como guardas à entrada do submundo, para que os vivos não pudessem entrar e os mortos não pudessem sair.
> (pág. 171)

Foram encontrados mais restos mortais de cães em sítios funerários escandinavos do que em qualquer outra cultura. Graslund observa como eles desempenharam obviamente um importante papel sacrificial nos ritos funerários, mas também a frequência com que são retratados, por vezes com grande detalhe, em gravuras rupestres que mostram cenas de caça e também cerimónias rituais (pág. 167). Isto não é de todo surpreendente, uma vez que, segundo Adão de Bremen (cerca de 1050 - cerca de 1085), os cães faziam parte dos sacrifícios no Templo de Uppsala, na Suécia, dedicado a Odin, Thor e Freyr, o deus da fertilidade e irmão de Freyja. H.R. Ellis Davidson observa:

> Esqueletos de cães, por vezes vários de cada vez, são encontrados juntamente com os de cavalos e gado nos grandes túmulos navais escandinavos da Era Viking, e tanto cães de caça de grande porte como raças mais pequenas em sepulturas individuais… Nos mitos e lendas escandinavos, o cão é o guardião do submundo e uma das razões para colocar um cão numa sepultura pode ser a de servir de guia para os mortos.
> (*Myths and Symbols* \[*Mitos e Símbolos*\], pág. 57)

As figuras da Deusa Mãe, ou divindades femininas protetoras em geral, são frequentemente retratadas com um cão e, na mitologia nórdica, estão ligadas à poderosa deusa Frigg, consorte de Odin. Embora os cães não sejam explicitamente referidos como os favoritos de Frigg, ela é por vezes representada numa carruagem puxada por cães. É possível que a associação de Frigg aos cães seja um desenvolvimento posterior, destinado a diferenciá-la ainda mais de Freyja e da sua carruagem puxada por gatos, mas utilizando imagens semelhantes. Existem tantas semelhanças entre as duas deusas que os estudiosos acreditam que elas foram outrora uma única divindade.

### **Os Cães na Vida Quotidiana**

No entanto, os cães não eram apenas honrados através de ligações mitológicas e espirituais, mas constituíam uma parte importante da vida quotidiana na Escandinávia. Os cães eram companheiros, bem como animais de trabalho, e os agricultores que tinham meios para tal mantinham tanto cães de caça como cães de pastoreio.

As raças de cães de caça eram:

- Elkhound Norueguês (ou Caçador de Alce Norueguês)
- Cão de Caça Sueco
- Cão de Urso da Carélia
- Cão Spitz Finlandês
- Cão de Parar Dinamarquês
- Lundehund Norueguês (ou Cão de Macareus Norueguês)

As raças de cães de pastoreio eram:

- Lapphund (ou Cão de Pastor da Lapónia)
- Cão de Renas da Lapónia
- Vallhund (ou Cão de Pastor Sueco)
- Cão Pastor Islandês
- Buhund Norueguês

(Fonte: *Viking Answer Lady* \[*A Dama das Respostas Viking*\])

Estes cães eram muito valorizados e caros de treinar e manter, pelo que se tornaram símbolos de estatuto social entre os nórdicos. Quanto mais cães se tivesse, maior era a demonstração de riqueza e sucesso. Os cães eram importados para a Islândia, como comprovam as escavações de sepulturas que contêm esqueletos completos de cães, os quais eram enterrados tanto com os seus donos como sozinhos. A importância do cão para o seu dono é enfatizada pela inclusão de cães no [grande salão](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-17052/grande-salao/) de Odin, Valhalla, na vida após a morte. Não é apenas a alma do guerreiro que perdura no salão, mas também a do seu cão.

[ ![Valhalla](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/7527.jpg?v=1778489959-1733995596) Valhalla Emil Doepler (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/7527/valhalla/ "Valhalla")### **Outros Animais**

Igualmente mantidos como animais de estimação eram os ursos, os gaviões e os falcões. Os ursos eram animais de estimação bastante comuns, mas os gaviões e falcões eram mantidos apenas pela nobreza e por comerciantes ricos, e o mesmo se aplicava aos pavões. Filhotes de urso-pardo eram capturados quando jovens e criados por uma família para serem totalmente domesticados. Estes ursos eram, então, conhecidos como “ursos domésticos” (*Idem*, pág. 10). Com o tempo, estes ursos tornaram-se mais um incómodo do que outra coisa e a sua importação para a Islândia foi proibida por lei.

Eram aplicadas multas pesadas às pessoas que permitiam que o seu urso doméstico se soltasse e danificasse a propriedade de outrem (*Idem*, pág. 10). Os ursos selvagens eram sacrificados tal como os cães, cavalos e outros animais, mas parece que os ursos domésticos recebiam um enterro. Antes do enterro, o urso era comido e apenas os seus ossos eram colocados na sepultura (Jennbert, pág. 147). Não se sabe se esta prática se aplicava apenas aos ursos domésticos ou aos ursos em geral.

Os ursos polares também eram domesticados e o académico Sveinbjorn Rafnsson observa como os assentamentos nórdicos na Islândia e na Gronelândia conseguiam exportar bens exóticos para a [Europa](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-35/europa/), incluindo o urso polar (Sawyer, pág. 132). Não se sabe se os nórdicos domesticavam outros animais selvagens como animais de estimação, mas é certamente possível.

### **Conclusão**

No entanto, acima de tudo, os nórdicos da Era Viking partilhavam as suas casas, camas, navios e dias com gatos e cães, tal como as pessoas fazem nos dias de hoje. Os cães tinham coleiras que, por vezes, os identificavam a eles próprios ou aos seus donos, e eram utilizadas trelas e guias, tal como hoje em dia. A associação do imprevisível gato com a deusa da sorte e do acaso sublinha o quão pouco os gatos mudaram desde a Era Viking até aos dias de hoje, e a representação dos cães como companheiros fiéis e parceiros de aventura demonstra o mesmo para eles. No que diz respeito aos animais de estimação, tal como em tantos outros aspetos da vida, as diferenças fundamentais entre as pessoas do passado e as do presente são, na verdade, bastante reduzidas.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Animal Graves: Dog, Horse, Bear by Kristina Jennbert](http://www.arkeologiskasamfundet.se/csa/Dokument/Volumes/csa_vol_11_2003/csa_vol_11_2003_s139-152_jennbert.pdf "Animal Graves: Dog, Horse, Bear by Kristina Jennbert"), accessed 5 Jan 2019.
- [Baker, A. *The Viking.* Wiley, 2004.](https://www.worldhistory.org/books/1533393036/)
- [Brewer, D., Clark, T., Phillips, A. *Dogs in Antiquity.* Liverpool University Press, 2002.](https://www.worldhistory.org/books/0856687049/)
- [Cats Sailed With Vikings to Conquer the World, says Genetic Study](https://www.sciencealert.com/cats-sailed-with-vikings-to-conquer-the-world-genetic-study-reveals "Cats Sailed With Vikings to Conquer the World, says Genetic Study"), accessed 19 Mar 2020.
- [Dogs in Graves: A Question of Symbolism by Anne-Sofie Graslund](http://www.isvroma.it/public/pecus/graslund.pdf "Dogs in Graves: A Question of Symbolism by Anne-Sofie Graslund"), accessed 5 Jan 2019.
- [Ellis Davidson, H.R. *Gods and Myths of the Viking Age.* Bell Publishing Company, New York, 1982.](https://www.worldhistory.org/books/0760700354/)
- [Ellis Davidson, H.R. *Myths and Symbols in Pagan Europe.* Syracuse University Press, 1989.](https://www.worldhistory.org/books/0815624417/)
- [Grimm, J. *Grimm's Teutonic Mythology.* Cambridge University Press, 2018.](https://www.worldhistory.org/books/B011SJVHAI/)
- [Lindow, J. *Norse Mythology: A Guide to the Gods, Heroes, Rituals, and Beliefs.* Oxford University Press, 2002.](https://www.worldhistory.org/books/0195153820/)
- [Sawyer, P. *The Oxford Illustrated History of the Vikings.* Oxford University Press, 2001.](https://www.worldhistory.org/books/0192854348/)
- [Simek, R. *A Dictionary of Northern Mythology.* BOYE6, 2008.](https://www.worldhistory.org/books/0859915131/)
- [Somerville, A. A. & McDonald, R. A. *The Viking Age: A Reader.* University of Toronto Press, Higher Education Division, 2014.](https://www.worldhistory.org/books/1442608676/)
- [The Temple of Nehalennia at Domburg by Freyia Volundarhusins](http://freya.theladyofthelabyrinth.com/?page_id=377 "The Temple of Nehalennia at Domburg by Freyia Volundarhusins"), accessed 5 Jan 2019.
- [Viking Answer Lady: Viking Pets and Domesticated Animals](http://www.vikinganswerlady.com/vik_pets.shtml "Viking Answer Lady: Viking Pets and Domesticated Animals"), accessed 5 Jan 2019.
- [Wolf, K. *Viking Age: Everyday Life During the Extraordinary Era of the Norsemen.* Sterling, 2013.](https://www.worldhistory.org/books/1454909064/)
- [World's First Dog Lived 31,700 Years Ago](http://www.nbcnews.com/id/27240370/ns/technology_and_science-science/t/worlds-first-dog-lived-years-ago-ate-big/#.XC42oFxKiUk "World's First Dog Lived 31,700 Years Ago"), accessed 5 Jan 2019.

## Sobre o Autor

Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.
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### APA
Mark, J. J. (2026, June 04). Animais de Estimação Nórdicos na Era Viking. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1313/animais-de-estimacao-nordicos-na-era-viking/>
### Chicago
Mark, Joshua J.. "Animais de Estimação Nórdicos na Era Viking." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, June 04, 2026. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1313/animais-de-estimacao-nordicos-na-era-viking/>.
### MLA
Mark, Joshua J.. "Animais de Estimação Nórdicos na Era Viking." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 04 Jun 2026, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1313/animais-de-estimacao-nordicos-na-era-viking/>.

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Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 04 June 2026. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

