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title: Jogos, Esportes e Recreação no Egito Antigo
author: Joshua J. Mark
translator: Ricardo Albuquerque
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1036/jogos-esportes-e-recreacao-no-egito-antigo/
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license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2024-09-17
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# Jogos, Esportes e Recreação no Egito Antigo

_Escrito por [Joshua J. Mark](https://www.worldhistory.org/user/JPryst/)_
_Traduzido por [Ricardo Albuquerque](https://www.worldhistory.org/user/ricardorangelgo)_

Embora os antigos egípcios sejam retratados geralmente como circunspectos e obcecados com a morte, de fato eles tinham grande apreciação pela vida e sua cultura refletia a crença na existência como uma jornada eterna e repleta de magia. A vida, uma dádiva dos deuses, devia ser desfrutada da maneira mais completa possível.

As inscrições, obras de arte e objetos de uso geral deixam claro que os antigos egípcios enfatizavam o gosto pela vida e em fazer com que sua existência terrena os tornasse merecedores da eternidade. Uma das maneiras pelas quais eles buscavam esta meta é familiar a todos nos dias atuais: através de esportes e jogos.

[ ![Game of Senet](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/5697.jpg?v=1774450877-1726474070) Jogo de Senet Tjflex2 (CC BY-NC-ND) ](https://www.worldhistory.org/image/5697/game-of-senet/ "Game of Senet")Muitas dessas atividades recreativas são semelhantes às dos tempos modernos, praticadas mais ou menos da mesma forma. A aptidão física representava um papel importante da vida dos egípcios na época e os esportes ajudavam a manter a saúde e o vigor. Os jogos de tabuleiro ofereciam desafios mais intelectuais, como o popular Senet, que parece ter sido a versão egípcia do jogo de damas. Todas essas atividades refletiam valores culturais, uma vez que, além da diversão, também contribuíam para o bem-estar geral.

### Recreação

Os egípcios de todas as classes sociais passavam muito tempo ao ar livre desde a infância. As obras de arte e inscrições, bem como cartas, fornecem exemplos de crianças brincando no quintal ou na rua desde tenra idade. Meninos e meninas ficavam despidos desde o nascimento até a puberdade e muitas figuras retratadas em pinturas estão obviamente dentro dessa época da vida.

Os meninos tinham o cabelo unido num cacho lateral e o restante da cabeça raspada, na juventude, e esse aspecto também é retratado em muitos trabalhos mostrando pessoas jogando ao ar livre. Acreditava-se que uma infância salutar conduziria a um adulto saudável e membro produtivo da comunidade, ainda que, numa aparente contradição deste conceito, os padres, escribas e administradores ricos sejam frequentemente retratados como acima do peso.

Ainda assim, o atletismo e a aptidão física desempenhavam um papel fundamental na vida dos egípcios de qualquer idade. Competições esportivas integravam a programação da coroação do rei, celebrações de vitórias militares, cerimônias religiosas e festivais, enquanto os jogos eram obviamente um passatempo popular, a julgar pelo número de tabuleiros descobertos e pela frequência com que aparecem nas obras de arte. O Senet, de fato, aparece sendo jogado por pessoas e deuses na vida após a morte e acredita-se que espelhava a jornada das pessoas pela vida rumo à eternidade.

As crianças egípcias também se divertiam com brinquedos e muitos deles ainda são apreciados pelos jovens nos dias de hoje. Meninos e meninas não brincavam juntos e seus diferentes esportes refletiam a expectativa de comportamento em relação aos gêneros: os meninos aparecem frequentemente lutando, remando ou praticando boxe e outros esportes de equipe competitivos, como um tipo de hóquei, enquanto as meninas são retratadas fazendo malabarismos ou ginástica, além de dança. Meninas e meninos eram ensinados a nadar desde a mais tenra idade, e ambos são representados neste esporte e usando pequenos barcos.

### Brinquedos

Muitos dos brinquedos dos jovens egípcios assemelhavam-se às figuras de ação e bonecas de hoje. A egiptóloga Rosalie David observa que "crianças pequenas brincavam com bonecas em seus berços; brinquedos de animais, incluindo crocodilos com mandíbulas móveis; fantoches, incluindo anões dançantes; chocalhos e piões; e armas em miniatura" (330). Eles também se entretinham com figuras de mulheres e homens feitas de barro ou madeira. Uma peça especialmente intrincada do Médio [Império](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-99/imperio/) (2040-1782 a.C.) traz uma figura (em geral interpretada como uma mulher) batendo massa (ou moendo grãos, conforme outra interpretação). Trata-se de um brinquedo móvel, no qual um pedaço de corda está amarrado na figura de madeira, que por sua vez fica presa numa plataforma e curvada sobre uma inclinação, segurando um objeto oval. Quando se puxava a corda, a figura ia e voltava em sua tarefa.

[ ![Ancient Egyptian Toy](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/6493.jpg?v=1695231543) Antigo Brinquedo Egípcio Rob Koopman (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/6493/ancient-egyptian-toy/ "Ancient Egyptian Toy")Muitos brinquedos utilizavam pedaços de corda ou barbante. Havia cavalos e carros com cavaleiros de brinquedo no Novo Império (c. 1570-1069 a.C.), depois da introdução dos cavalos e dos carros de guerra pelos hicsos, durante o Segundo Período Intermediário do Egito (c. 1782-1570 a.C.). As crianças também dispunham de gatos, cães, ratos, sapos e pássaros de brinquedo. Um deles é conhecido como o Pássaro de Saqqara, datado de c. 200 a.C., que certos teóricos marginais apontam como evidência de que os antigos egípcios conheciam a aerodinâmica. Testes em modelos do Pássaro de Saqqara demonstraram, no entanto, que o objeto não tem formato aerodinâmico e jamais voaria. O especialista em aviação Martin Gregorie, após testes exaustivos com um modelo, concluiu que se tratava de um brinquedo infantil ou um cata-vento.

As bonecas femininas eram feitas de pano e recheadas com grama, feno e, mais tarde, pelos de cavalo. Os meninos tinham bonecos de atletas e soldados feitos de barro, madeira ou pano recheado. Uma peça especialmente interessante, do Novo Império, consiste num cão mecânico com uma alavanca por baixo (projetando-se para baixo do peito) que se move quando se pressiona as costas do boneco; a depressão e a liberação da alavanca movem o cão para a frente.

### Jogos

Os brinquedos em forma de cachorro estavam entre os mais populares, refletindo a importância deste animal, que também aparece no jogo de tabuleiro conhecido como Cães e Chacais. O jogo era popular durante o Médio Império e o arqueólogo Howard Carter (famoso pela descoberta do túmulo de [Tutankhamon](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11752/tutankhamon/)) descobriu em Tebas o exemplar melhor preservado, datado da 13ª Dinastia. Jogava-se num tabuleiro de madeira ornamentado com cinquenta e oito buracos e peças de madeira pontiaguda com cabeças de cachorro ou chacal. O propósito parece ser capturar as peças do oponente enquanto se avança pelo tabuleiro, mas isso não passa de uma conjectura.

Um dos jogos de tabuleiro mais antigos era o Mehen (também conhecido como o Jogo da Serpente), que data do Período Dinástico Inicial (c. 3150 - c. 2613 a.C.), disputado num tabuleiro de pedestal, gravado com a imagem de uma serpente enrolada sobre si mesma. Os jogadores usavam peças com o formato de leões e leoas, bem como objetos redondos, e acredita-se que a meta seria percorrer toda a extensão da serpente. Não foram encontradas regras para nenhum desses jogos e, portanto, qualquer interpretação de seus objetivos não passa de especulação.

Rosalie David comenta: "há alguma dificuldade em distinguir verdadeiros brinquedos e jogos (destinados a divertir e entreter seus donos) de 'bonecas' ou outras estatuetas usadas para fins mágicos ou religiosos" (330). Isso certamente se aplica ao Mehen, pois o jogo pode representar uma encenação ritual da Derrubada de Apófis, uma cerimônia que visava a impedir que a Grande Serpente abatesse a barca do [deus](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10299/deus/) sol durante seu trajeto noturno pelo submundo. Há tabuleiros Mehen que sugerem essa possibilidade, pois a serpente gravada no topo é segmentada em quadrados, assim como Apófis, que acabou retalhado em pedaços mas, ainda assim, ameaçava o sol a cada noite. Porém, os quadrados podem ser simplesmente espaços no tabuleiro para as peças, sem nenhuma relação com o mito de Apófis.

[ ![Mehen](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/6494.jpg?v=1727030344) Mehen Rob Koopman (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/6494/mehen/ "Mehen")O jogo de tabuleiro mais popular era o Senet, geralmente descrito como o "típico" jogo egípcio antigo na televisão e no cinema (embora Cães e Chacais tenha feito algumas aparições notáveis). O jogo data do início do Período Dinástico Inicial e permaneceu popular ao longo da história do Egito. Dois jogadores se enfrentavam num tabuleiro com trinta quadrados, usando cinco ou sete peças. O objetivo parece ter sido mover todas as peças para a outra extremidade do tabuleiro e, ao mesmo tempo, impedir o adversário de fazer o trajeto oposto. Existem representações artísticas do Senet em obras de arte do Novo Império que mostram a realeza disputando partidas - como, por exemplo, a esposa de [Ramsés II](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-286/ramses-ii/), a rainha Nefertari (c. 1255 a.C.), numa pintura em seu túmulo.

Tabuleiros de Senet foram encontrados em túmulos reais desde o Período Dinástico Inicial até o Período Tardio do Antigo Egito (525-332 a.C.) e em regiões além das suas fronteiras, atestando sua popularidade. A partir do Novo Império, transformou-se numa representação da jornada da vida para a eternidade, conforme evidenciado por textos, inscrições e gravuras em tabuleiros de jogo reais. No *[Livro Egípcio dos Mortos](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-14598/livro-egipcio-dos-mortos/)*, o Senet aparece na seção inicial do longo Feitiço 17, o que o relaciona fortemente com a vida após a morte e aos deuses.

### Esportes

Os deuses também faziam parte das competições esportivas e de atletismo incluídas em cerimônias e festivais religiosos. Os participantes encenavam batalhas simuladas entre os seguidores de Hórus e Set para comemorar a vitória de Hórus e o triunfo da ordem sobre o caos. Essas representações incorporavam muitos dos esportes praticados regularmente pelos egípcios.

Entre os esportes mais populares contavam-se a pesca, remo, arremesso de dardo, boxe, luta livre, levantamento de peso e ginástica. Nos esportes em grupo, o mais frequentemente disputado era o hóquei de campo, além de uma espécie de cabo de guerra que utilizava uma argola. Também muito popular, o [tiro](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-503/tiro/) com arco estava associado principalmente à nobreza e a realeza. Amenófis II (ou Amenhotep, 1425-1400 a.C.), um excelente arqueiro, "aparentemente era capaz de atirar uma flecha através de um alvo de cobre sólido enquanto estava montado num carro" (Wilkinson, 234). Ramsés II (1279-1213 a.C.), também conhecido como um hábil arqueiro e caçador, manteve-se fisicamente em forma durante toda a sua longa vida.

[ ![Ramesses II at The Battle of Kadesh](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/1006.jpg?v=1776071829) Ramsés II na Batalha de Kadesh Cave cattum (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/1006/ramesses-ii-at-the-battle-of-kadesh/ "Ramesses II at The Battle of Kadesh")A aptidão física era considerada tão importante para um [faraó](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-288/farao/) que parte do festival Heb-Sed, realizado após os primeiros trinta anos do reinado de um rei com o objetivo de rejuvenescê-lo, concentrava-se na capacidade do rei de fazer uma corrida realizando diferentes tarefas ao longo do caminho (incluindo a perícia com o arco e flecha). Estimulava-se os príncipes a se exercitar regularmente, especialmente no Novo Império, porque havia a expectativa de que liderassem o exército em batalhas. O egiptólogo Toby Wilkinson observa que

> As atividades físicas e enérgicas desempenharam um papel particularmente importante na educação dos futuros líderes. Corrida, salto, natação, remo e luta faziam parte da rotina semanal, projetadas para desenvolver a força, resistência e espírito de equipe. (234)

Embora o exercício físico fosse importante para a realeza, não havia limitações em termos de status social. As descrições de esportes indicam que pessoas em todos os níveis da sociedade os apreciavam e praticavam com frequência. Os reis egípcios são frequentemente retratados na caça, mas as pessoas comuns são vistas em competições de remo, duelos aquáticos, corridas competitivas, jogando handebol e competições de salto em altura, entre outros esportes. As disputas aconteciam de maneira semelhante aos dias atuais.

O hóquei em campo era disputado com duas equipes adversárias usando ramos de palmeiras cortados e moldados com extremidades curvas e uma bola feita de um recheio de papiro revestido com tecido ou pele de animais. As competições de malabarismo usavam o mesmo tipo de bolas, ainda que menores e pintadas com cores diferentes. Um mural da Tumba 17, em Beni Hasan, retrata duas meninas, frente a frente, praticando habilmente malabarismos com seis bolas pretas. Este mural figura entre muitos outros encontrados em outras tumbas, palácios e em outros locais, demonstrando a prevalência e vitalidade dos esportes egípcios.

[ ![Egyptian Ball](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/6495.jpg?v=1638904502) Bola Egípcia The Trustees of the British Museum (Copyright) ](https://www.worldhistory.org/image/6495/egyptian-ball/ "Egyptian Ball")A nobreza não apenas participava dos esportes mas, como todos os demais, apreciava assistir a eles. Entre as mais populares competições esportivas estava a corrida nas corredeiras, nas quais duas pessoas num pequeno bote desafiavam as águas do Nilo. Disputas de remo e natação, bem como luta livre e arremesso de lanças, também tinham alta popularidade.

Os homens apreciavam assistir a competições femininas de dança atlética, desfiles, natação e remo da mesma forma que o fazem atualmente Os exemplo mais famoso destas competições vem do Papiro Westcar (datado do Segundo Período Intermediário, c. 1782-1570 a.C.) e da história de *Snefru e a Joia Verde* (também conhecida como *A maravilha que aconteceu no reinado do rei Snefru*).

Neste conto, o rei sente-se desanimado e seu escriba-chefe sugere que ele vá passear de bote no lago, dizendo "\[...\] equipe um barco com todas as belas de câmara palaciana. O coração de sua majestade será reanimado à visão das remadoras à medida que elas remam acima e abaixo" (Simpson, 16). O rei aceita a sugestão, ordena que "vinte mulheres, as mais belas, com seios firmes, com cabelos bem trançados" sejam trazidas e, após passar a tarde com elas, "o coração de sua majestade ficou satisfeito com a visão delas remando" (Simpson, 17). Note-se que o prazer do rei aumentou com as mulheres despidas e enfeitadas somente com redes de pesca, mas essa seria uma indumentária adequada para aquela atividade, assim como se preferiria usar shorts para um passeio de bote nos dias atuais.

### Narração de Histórias

Assim como seus jogos e esportes, os egípcios desfrutavam igualmente de outra forma de recreação, a narração de histórias. Embora o conto de *Snefru e a Joia Verde* destaque como o estado de espírito do rei se eleva ao observar as belas mulheres remando sobre o lago, o foco do conto está na joia verde que cai do cabelo de uma das remadoras nas águas do lago. Ela fica chateada e para de remar. O escriba-chefe do rei, que veio na viagem, afasta as águas do lado e recupera a joia. A história relata que "o lago tinha doze côvados de profundidade", mas o escriba proferiu um feitiço mágico que dobrou as águas sobre si mesmas para criar uma parede aquática que "totalizava vinte e quatro côvados depois de ter sido dobrada de volta" (Simpson, 18). A história, naturalmente, é uma reminiscência da cena no Livro do Êxodo bíblico, no qual Moisés divide o Mar Vermelho, e esses tipos de contos, abordando magia e maravilhas, estavam entre os mais apreciados pelos egípcios.

[ ![Tale of Sinuhe (Berlin 10499)](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/4890.jpg?v=1776689302) A História de Sinuhe (Berlim 10499) L. Baylis (Copyright) ](https://www.worldhistory.org/image/4890/tale-of-sinuhe-berlin-10499/ "Tale of Sinuhe (Berlin 10499)")As histórias dos deuses, contos de heróis como Sinuhe, *O Conto do Marinheiro Naufragado* e as de fantasmas eram narradas em reuniões, festivais e festas. Essas histórias muitas vezes continham uma lição de moral, mas isso não diminuía seu valor como entretenimento ou a popularidade entre os ouvintes. *O Conto de Setna e Taboubu*, por exemplo, uma história muito popular, que data do primeiro milênio a.C., relata como um príncipe, cobiçando uma bela mulher, entrega tudo, incluindo sua família, para tê-la. Ele é enganado, no entanto, e se vê completamente despido em plena rua, depois de receber uma lição de respeito e prudência da deusa Bastet.

Esta história, como as demais, refletia os valores culturais, mas também visava a melhorar a alma de uma pessoa da mesma forma como os esportes mantinham a pessoa fisicamente em forma e os jogos proporcionavam relaxamento e distração. Todas as atividades recreativas dos egípcios tinham como finalidade o divertimento, bem como o aperfeiçoamento física e espiritual da vida que, se bem vivida, seria perpetuada no paraíso do além-túmulo.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

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## Sobre o Autor

Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.
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### APA
Mark, J. J. (2024, September 17). Jogos, Esportes e Recreação no Egito Antigo. (R. Albuquerque, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1036/jogos-esportes-e-recreacao-no-egito-antigo/>
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Mark, Joshua J.. "Jogos, Esportes e Recreação no Egito Antigo." Traduzido por Ricardo Albuquerque. *World History Encyclopedia*, September 17, 2024. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1036/jogos-esportes-e-recreacao-no-egito-antigo/>.
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Mark, Joshua J.. "Jogos, Esportes e Recreação no Egito Antigo." Traduzido por Ricardo Albuquerque. *World History Encyclopedia*, 17 Sep 2024, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/2-1036/jogos-esportes-e-recreacao-no-egito-antigo/>.

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Enviado por [Ricardo Albuquerque](https://www.worldhistory.org/user/ricardorangelgo/ "User Page: Ricardo Albuquerque"), publicado em 17 September 2024. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

