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title: Sapor I
author: Joshua J. Mark
translator: Filipa Oliveira
source: https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-689/sapor-i/
format: machine-readable-alternate
license: Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/)
updated: 2026-01-27
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# Sapor I

_Escrito por [Joshua J. Mark](https://www.worldhistory.org/user/JPryst/)_
_Traduzido por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira)_

Sapor I (reinou 240-270) é considerado um dos maiores reis do [Império Sassânida](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-690/imperio-sassanida/) por expandir o reino, pela política de tolerância religiosa, pelos projetos de construção e por se ter comprometido a escrever as escrituras zoroastrianas (*Avesta*)(Avastá). Era filho de [Artaxes I](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11948/artaxes-i/) (Artaxerxes I) (reinou 224 - cerca de 240), o fundador do [império](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-99/imperio/).

Artaxes I nomeou-o seu co-governante e levou-o em campanhas para aprender [a arte da guerra](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-16193/a-arte-da-guerra/). Artaxes I era um líder militar habilidoso que não só derrotou o rei partiano Artabano IV (reinou 213-224) em inúmeras batalhas, como o matou, derrubou o Império Partiano, substituindo-o pelo seu próprio. Sapor I aprendeu bem as lições que o pai lhe ensinou e usou-as eficazmente contra os seus próprios inimigos, principalmente Roma.

No decorrer das suas guerras com Roma, Sapor I provou ser um adversário inteligente e imprevisível; teve a distinção de ser o primeiro governante estrangeiro a capturar um [imperador romano](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-1032/imperador-romano/) em batalha (o imperador Valeriano, reinou 253-260) e corria bem a sua guerra de conquista contra Roma até que o governador romano da Síria, Odenato († cerca de 267), se tornou seu inimigo, derrotando-o em batalha e o expulsou do território romano. Depois de Odenato, Sapor I não tomou mais nenhuma atitude contra Roma, nem o seu filho e sucessor Hormisda I (reinou 270 - cerca 273), que manteve uma trégua instável com Roma durante todo o seu reinado.

Embora Sapor I desejasse ser lembrado como um grande rei guerreiro, tinha outros talentos igualmente impressionantes: era um administrador brilhante, instituiu políticas de tolerância religiosa e incentivou as artes e a cultura. O motivo arquitetónico do minarete abobadado foi desenvolvido durante o seu reinado e viria a definir os seus projetos de construção e os da região e cultura até aos dias de hoje.

Também é frequentemente creditado pela impressionante arcada conhecida como Taq Kasra na capital Ctesifonte (embora também seja atribuído ao monarca posterior Cosroes I, que reinou 531-579). Sapor I era um monarca popular e foi homenageado através de inscrições e, mais notoriamente, pela Estátua Colossal de Sapor I, localizada na Caverna de Sapor, no atual Irão.

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### **Juventude e Ascensão ao Poder**

Sapor I tinha pelo menos dois irmãos, mas parece ter sido o favorito do pai desde tenra idade. Artaxes I era vassalo do rei partiano Artabao IV (por vezes incorretamente citado como Artabano V), que via nele e à sua família como causadores de problemas. O pai de Artaxes, Papak, tinha assumido o controlo do distrito de Estacar, onde se encontravam as ruínas da grande cidade persa de Persépolis. Como antiga capital do Império Persa, Persépolis tinha grande significado para o Império Parta, que reivindicava a legitimidade do seu reinado através da associação com a antiga glória dos persas. Após a morte de Papak, Artexes manteve o controlo de Estacar, desafiando a autoridade de Artabano IV como rei e os dele pedidos para que abandonasse a região.

Quando Artabano IV já não conseguiu tolerar mais esta situação, enviou o rei vassalo de Cuzistão contra Artaxes, mas sem sucesso. Artabano IV então enfrentou Artaxes pessoalmente em batalha e foi derrotado nas duas vezes; na segunda vez, foi morto. Artaxes então fundou a dinastia sassânida (batizada em homenagem ao seu antepassado Sasan) sobre as ruínas do Império Parto. Sapor I acompanhou o pai em todas estas campanhas.

Enquanto Artaxes consolidava o seu poder, o rei parta da Arménia, Cosroes I, levantou um exército para se lhe opor e formou alianças com várias potências, incluindo o reino de Cushã e Roma. Artaxes não esperou que Cosroes I lançasse um ataque, mas mobilizou as suas forças e atacou primeiro. O rei de Cushã rendeu-se e Cosroes I foi derrotado. Depois, Artaxes enviou Sapor I contra Roma na [Mesopotâmia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-34/mesopotamia/) por volta de 230.

Embora os escritores romanos afirmem que Sapor I foi derrotado em batalha pelo imperador Alexandre Severo, tudo o que os romanos realmente fizeram foi deter o avanço de Sapor I. Não há indícios de perda de território sassânida para os romanos, nem de vitórias romanas decisivas dignas de nota. Artaxes e Sapor I continuaram a avançar e, nos anos seguintes, conquistaram várias cidades romanas importantes. Artaxes estava a ficar cansado do governo e da guerra e, por tal, nomeou Sapor I seu co-regente, por volta de 240; quando morreu mais tarde nesse ano ou no início de 241, Sapor I assumiu o título tradicional persa da monarquia, Rei dos Reis.

### **Administração e Tolerância Religiosa**

Sapor I e o pai foram grandes construtores, cujos palácios e templos apresentavam várias inovações, como entradas abobadadas e minaretes, que se tornaram um elemento básico da arquitetura iraniana posterior. Juntamente com a mulher principal, Azadokht Shahbanu (*Shahbanu* é um título que significa «Senhora do Rei»), Sapor I fundou o centro de ensino e o primeiro hospital universitário Gundeshapur, que seria o maior centro intelectual da época e o modelo para hospitais e universidades vindouros. Gundeshapur foi o primeiro hospital universitário no qual jovens aspirantes a médicos aprendiam com médicos mais velhos e experientes. Artaxes I e Sapor I também compreenderam a importância da fé religiosa na unificação de um império ou nação e, por isso, tornaram a sua própria religião, o zoroastrismo, a religião oficial do Estado.

Mesmo assim, Sapor I também reconheceu que a diversidade estimulava a vitalidade e, por isso, desde o início do seu reinado, aderiu a uma política de tolerância religiosa, permitindo que cristãos, judeus e outras religiões praticassem livremente os seus ritos. Esta atmosfera de tolerância permitiu o desenvolvimento de uma das crenças religiosas mais influentes do mundo antigo — o maniqueísmo — cujo fundador, Mani (216-274), tinha um lugar na corte de Sapor I. Os cristãos foram autorizados a construir igrejas e os judeus sinagogas, mesmo que os seus ensinamentos fossem contrários à religião oficial e, por vezes, antagónicos a ela.

[ ![Coin of Shapur I](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/7634.jpg?v=1768756038) Moeda de Sapor I TruthBeethoven (CC BY-SA) ](https://www.worldhistory.org/image/7634/coin-of-shapur-i/ "Coin of Shapur I")O zoroastrismo, com a sua visão do universo em constante luta entre as forças do bem e do mal, da luz contra as trevas, era perfeitamente adequado a um estado cujo foco era principalmente a guerra. Sapor I via-se como um líder das forças da luz e comportava-se de acordo, incentivando a prática pacífica de todas as religiões no seu reino e dedicando os seus escribas à tradução e revisão de obras religiosas e filosóficas. Ao mesmo tempo, além de encomendar a construção de grandes projetos arquitetónicos, liderou os seus exércitos contra aqueles que considerava as forças das trevas.

### **Guerra com Roma**

Embora Sapor I fosse um administrador e governante competente, cujo reinado é descrito em termos elogiosos por todos, exceto pelos escritores romanos, ele considerava-se, antes de tudo, um rei guerreiro e tentava exemplificar este ideal. Conquistou fortalezas e cidades romanas na Mesopotâmia e conduziu o exército à conquista de mais territórios, expandindo consideravelmente o reino que herdara do pai.

Era tão habilidoso na batalha quanto na administração burocrática e obteve várias vitórias contra Roma depois do assassinato de Alexandre Severo pelas suas próprias tropas em campanha na Germânia em 235. O assassinato de Severo mergulhou Roma num período caótico conhecido como a Crise do Século III (235-284), durante o qual mais de 20 imperadores ascenderam e caíram em quase 50 anos. Sapor I aproveitou ao máximo a confusão em Roma para expandir ainda mais o seu reino.

Voltando à campanha contra os romanos na Mesopotâmia, foi detido pelo imperador Gordiano III (reinou 238-244), com apenas 17 anos na época. Gordiano III era um soldado e estadista inexperiente que dependia fortemente dos conselhos e estratégias do seu sogro e prefeito pretoriano, Caio Timesiteu, um líder habilidoso e comandante competente. Sapor I foi inicialmente derrotado pelas forças de Gordiano III, mas quando Timesiteu morreu de peste, a situação inverteu-se; Gordiano III não tinha talento natural para a guerra e nenhuma habilidade para contrariar as estratégias de Sapor I. Após uma série de reveses para as forças romanas, Gordiano III foi morto pelas suas próprias tropas, que o substituíram como imperador o comandante popular, Filipe, o Árabe (reinou 244-249).

Filipe compreendeu que precisava de acabar a guerra com Sapor I para lidar com os muitos outros desafios que Roma enfrentava. Celebrou a paz com Sapor I e pagou-lhe 500 000 denários como parte do tratado. De acordo com as inscrições de Sapor I, Filipe também concordou que Roma se tornasse tributária, mas isto foi contestado. Filipe cedeu o território disputado da Arménia a Sapor I, mas rapidamente voltou atrás no tratado e recuperou a região; esta ação, obviamente, quebrou a paz e reacendeu as hostilidades.

[ ![Valerian Defeated by Shapur I](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/7572.jpg?v=1770286631) Valeriano Derrotado por Sapor I Pierre Mertens (CC BY-NC-ND) ](https://www.worldhistory.org/image/7572/valerian-defeated-by-shapur-i/ "Valerian Defeated by Shapur I")Sapur I atacou novamente os romanos na Mesopotâmia e conquistou a província romana da Síria, tomando a cidade de Antioquia, que era um dos centros urbanos mais importantes da [Roma antiga](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-68/roma-antiga/), e a sua conquista não poderia passar sem represália. O imperador Valeriano marchou contra Sapor I e expulsou-o da cidade, mas a peste atingiu o [exército romano](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11830/exercito-romano/) e foram forçados a recuar para trás das muralhas de Antioquia.

Sapor I sitiou a cidade e Valeriano foi forçado a negociar os termos da rendição. Ele e os seus oficiais superiores saíram para se encontrar com Sapor I, esperando serem tratados de acordo com as regras de combate a que estavam habituados, mas foram feitos prisioneiros. Sapor I não considerava as «forças das trevas» dignas de negociação. O exército sassânida intensificou então o cerco à cidade, sob a direção do filho de Sapor I, Hormisda I e Antioquia caiu. Segundo a lenda, Sapor I usava Valeriano como escabelo sempre que queria montar o seu cavalo e, quando o imperador morreu, mandou encher o seu corpo com palha e expô-lo no palácio para os dignitários visitantes.

### **Sapor I e Odenato**

Na época Roma vivia constantemente num estado caótico, pois um imperador após o outro decepcionava ou as tropas, o Senado, o povo ou todos os três, e era executado em favor de outro comandante militar. Durante a Crise do Século III, elevar um homem à posição suprema de imperador de Roma era quase uma sentença de morte, mas tal não impedia que homens ambiciosos continuassem a disputar o trono.

[ ![Hormizd I in Battle](https://www.worldhistory.org/img/r/p/750x750/7635.png?v=1599494403) Hormisda I em Batalha The Creative Assembly (Copyright) ](https://www.worldhistory.org/image/7635/hormizd-i-in-battle/ "Hormizd I in Battle")Na fronteira oriental do [Império Romano](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-100/imperio-romano/), a cidade de Palmira, na Síria, era governada por um homem chamado Odenato, que parecia considerar Sapor I uma aposta melhor para promover a sua sorte do que qualquer um dos imperadores de Roma, e enviou a Sapor I uma oferta de aliança, que foi rejeitada. Sapour I respondeu que Odenato não era seu igual e, longe de pensar que poderiam ser aliados, o governador romano deveria esperar tornar-se vassalo de Sapour I.

Odenato sentiu-se insultado e, alegando que estava a mobilizar as suas forças para libertar Valeriano dos sassânidas, marchou contra Sapor I. Ele tinha ao seu comando uma tropa de soldados beduínos, que conheciam a terra tão bem quanto o exército sassânida, e as suas próprias tropas sírias estavam totalmente adaptadas ao clima da região, ao contrário das tropas de Gordiano III ou Valeriano, que tinham sido enviadas de Roma. Odenato derrotou Sapor I e expulsou-o, juntamente com o seu exército, dos territórios romanos.

A vitória de Sapor I sobre Valeriano foi uma das suas últimas. Em relação às campanhas de Odenato, o estudioso Philip Matyszak observa como Sapor I «descobriu que um exército romano bem liderado ainda era a melhor força de combate do mundo» (pág. 239). Sapor I rapidamente perdeu todos os territórios que tinha obtido e recuou para as suas próprias fronteiras. Odenato foi recompensado pelos seus serviços a Roma com a promoção ao cargo de governador de toda a província da Síria. Quando foi morto numa viagem de caça por volta de 267, o governo passou para o seu filho mais novo, mas o poder foi exercido pela sua mulher [Zenóbia](https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-10200/zenobia/) (reinou 267-272), que fundou o Império de Palmira.

### **Conclusão**

Após a derrota para com Odenato, Sapor I concentrou-se em questões internas e na guerra com as nações nas suas outras fronteiras. Manteve uma paz cautelosa com Roma, mas nunca mais se insurgiu contra Roma. Continuou a incentivar um alto nível de alfabetização e cultura na sua corte, que serviria de modelo para o resto dos cidadãos. Matyszak observa que «os nobres persas da época de Sapor eram indivíduos cultos, dos quais se esperava que tivessem conhecimentos de literatura e artes. Muitos jogavam xadrez, pólo ou uma forma primitiva de ténis» (pág. 242). Sapor I manteve um império estável e próspero até à sua morte, quando foi sucedido por Hormisda I, que continuaria as suas políticas, mas nunca foi um monarca tão eficaz quanto o pai.

[ ![Illustration of Colossal Statue of Shapur I](https://www.worldhistory.org/img/r/p/500x600/7636.jpg?v=1709187726) Ilustração da Estátua Colossal de Sapor I Unknown Artist (Public Domain) ](https://www.worldhistory.org/image/7636/illustration-of-colossal-statue-of-shapur-i/ "Illustration of Colossal Statue of Shapur I")O reinado de Sapor I é regularmente elogiado pela maioria dos escritores antigos como um exemplo de rei nobre e guerreiro formidável. É considerado um dos maiores monarcas sassânidas, juntamente com Sapor II (reinou 309-379), Cavades I (reinou 488-496, 498-531) e Cosroes I. Entre as maiores obras de arte do período sassânida está a peça conhecida como a Estátua Colossal de Sapor I, com 6,7 metros (21 pés) de altura, esculpida a partir de uma única estalagmite numa caverna (conhecida como Caverna de Sapor) no atual Irão. A lenda afirma que a caverna também abriga o túmulo de Sapor I, mas nunca foi comprovado.

A estátua é uma peça esculpida de forma intricada, que foi decorada na antiguidade com joias e criada com tanto cuidado que, mesmo no seu estado atual de ruína, a imagem do grande rei continua impressionante e dá uma ideia da grandiosidade do seu reinado. Embora tenha sido derrotado pelas forças romanas sob o comando de Odenato, manteve o reino e continuou as políticas de justiça, tolerância religiosa, grandes projetos de construção e difusão cultural, passando o legado para o seu filho, que os continuou. O seu reinado é constantemente elogiado por escribas não romanos por todas estas obras, e continua a ser considerado um Rei dos Reis, com o mesmo nível de respeito que tinha enquanto vivo, até aos dias de hoje.

#### Editorial Review

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## Bibliografia

- [Farrokh, K. *Shadows in the Desert.* Osprey Publishing, 2007.](https://www.worldhistory.org/books/1846031087/)
- [Grant, M. *The Climax of Rome.* Weidenfeld, 1993.](https://www.worldhistory.org/books/0297813919/)
- [Katouzian, H. *The Persians: Ancient, Mediaeval, and Modern Iran.* Yale University Press, 2010.](https://www.worldhistory.org/books/0300169329/)
- [Kelly, C. *The Roman Empire.* Oxford University Press, 2014.](https://www.worldhistory.org/books/B01NAOGJOV/)
- [Lewis, J. E. *The Mammoth Book of Eyewitness Ancient Rome.* Running Press, 2003.](https://www.worldhistory.org/books/078671168X/)
- [Matyszak, P. *The Enemies of Rome: From Hannibal to Attila the Hun.* Thames & Hudson, 2004.](https://www.worldhistory.org/books/050025124X/)
- [Stoneman, R. *Palmyra and its Empire: Zenobia's Revolt Against Rome.* University of Michigan Press, 1995.](https://www.worldhistory.org/books/0472083155/)
- [Wolfram, H. *History of the Goths.* University of California Press, 1988.](https://www.worldhistory.org/books/B001JL5UWW/)

## Sobre o Autor

Joshua J. Mark é cofundador e diretor de conteúdo da World History Encyclopedia. Anteriormente, foi professor no Marist College (NY), onde lecionou história, filosofia, literatura e redação. Viajou extensivamente e morou na Grécia e na Alemanha.
- [Linkedin Profile](https://www.linkedin.com/pub/joshua-j-mark/38/614/339)

## Histórico

- **240 CE - 270 CE**: Reign of [Shapur I](https://www.worldhistory.org/Shapur_I/), who first brought the [Sassanian empire](https://www.worldhistory.org/Sasanian_Empire/) to its peak.
- **260 CE**: [Shapur I](https://www.worldhistory.org/Shapur_I/) captures the [Roman emperor](https://www.worldhistory.org/Roman_Emperor/) [Valerian](https://www.worldhistory.org/valerian/) at [Edessa](https://www.worldhistory.org/edessa/).
- **262 CE - 266 CE**: Odaenathus expels Persian garrisons and restores [Syria](https://www.worldhistory.org/syria/) and [Armenia](https://www.worldhistory.org/armenia/) to the [Roman Empire](https://www.worldhistory.org/Roman_Empire/). Odaenathus invades [Mesopotamia](https://www.worldhistory.org/Mesopotamia/), and inflicts two defeats upon [Shapur I](https://www.worldhistory.org/Shapur_I/), which ends with the sack of [Ctesiphon](https://www.worldhistory.org/ctesiphon/).
- **270 CE - c. 273 CE**: Reign of Hormizd I, son of [Shapur I](https://www.worldhistory.org/Shapur_I/).

## Cite Este Artigo

### APA
Mark, J. J. (2025, November 30). Sapor I. (F. Oliveira, Tradutor). *World History Encyclopedia*. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-689/sapor-i/>
### Chicago
Mark, Joshua J.. "Sapor I." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, November 30, 2025. <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-689/sapor-i/>.
### MLA
Mark, Joshua J.. "Sapor I." Traduzido por Filipa Oliveira. *World History Encyclopedia*, 30 Nov 2025, <https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-689/sapor-i/>.

## Licença & Direitos de Autor

Enviado por [Filipa Oliveira](https://www.worldhistory.org/user/filipaoliveira/ "User Page: Filipa Oliveira"), publicado em 30 November 2025. Consulte a(s) fonte(s) original(ais) para informações sobre direitos de autor. Note que os conteúdos com ligação a partir desta página podem ter termos de licenciamento diferentes.

